Vasco

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domingo, 29 de março de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 29 DE MARÇO!

30.03De fregueses tradicionais, na data 30 de março, o Vasco apagou o Fluminense, por 4 x 1 e por 2 x 1. E bateu, também, no Flamengo. Mas no do  Piauí. De goleada. Mesmo destino do Gama e do alagoano CSA. Já a paraense Tuna Luso teve mais sorte, caindo só por 2 x 1, em 1955, amistosamente. Confira as demais pancadas:

VASCO 4 X 1 FLUMINENSE valeu pelo Torneio Rio São Paulo de 1961, no Maracanã, conferida por 37.394 torcedores, que pagaram Cr$ 1.854.901,00 para assistirem ao sacode da "Turma da Colina". José Monteiro apitou e os gols foram marcados por Delém (2). Pacoti e Da Silva. Martim Francisco era o treinador e o time teve: Ita, Paulinho, Bellini e Coronel; Écio e Barbosinha; Sabará, Delem, Pacoti, Lorico e Da Silva.

VASCO 2 x 1 FLUMINENSE rolou em uma tarde dominical, pela Taça Guanabara-1975, no Maracanã. Arnaldo César Coelho apitou, a renda foi de Cr$ 793 230,00 (cruzeiros) e o público de 56 749. Roberto Dinamite, aos12, e Renê, aos 40 minutos do primeiro tempo resolveram logo a parada. Treinado pro Mário Travaglini, o time vascaíno bateu mais uma vez nos tricolores com: Andrada; Paulo César (Celso Alonso), Joel, Renê e Alfinete; Alcir, Zanata e Carlinhos (Bill); Edu, Roberto e Luiz Carlos.

VASCO 4 x 0 CSA-AL foi em 1978, pela primeira fase do Campeonato Brasileiro, em São Januário. Assistido por 6.250 pagantes, rendeu Cr$ 203.730,00 (cruzeiros) e teve trilo do apito de Nílson Cardoso Bilha-SP. Roberto Dinamite, aos  38 minutos do primeiro tempo começou a brincadeira. No segundo, Carlos Alberto Zanata, aos 10; Paulinho, aos 28, e Guina, aos 43, deram um basta no placar. Treinado por Orlando Fantoni, o time do dia foi: Mazaropi; Orlando 'Lelé', Gaúcho, Geraldo e Marco Antônio (Paulo César); Helinho, Zanata e Guina; Zandonaide (Alcides), Roberto Dinamite e Paulinho.

VASCO 4 X 1 FLAMENGO-PI rolou em uma quinta-feira de 1995, em São Januário, pela primeira fase da Copa do Brasil, perante 376 almas, o segundo menor público no estádio em jogos nacionais. Edmundo Lima Filho-SP apitou. Quem marcou? Yan, aos 40 minutos do primeiro tempo; Osmarino (contra), aos 15; João Carlos, aos 20, e Hernande, aos 41 da etapa final. Comandado por Nelsinho Rosa, a equipe apresentou: Caetano; Pimentel, Paulão, Ricardo Rocha e Bill; Vianna, Luisinho e Richardson; Yan (França), Brener (Hernande) e Clóvis.

VASCO 5 X 1 GAMA -  Foi um domingo quente, o 30 de março de 1980. O pancadão está anotado na primeira fase do Campeonato Brasileiro. Naquele dia, São Januário recebeu 10.641 pagantes e arrecadou Cr$ 932.410,00. Dulcídio Vanderlei Boschillia apitou e os gols cruzmaltinos foram de Wilsinho, aos  3 e aos 27 minutos do primeiro tempo, e de João Luís, aos 7, e Dudu, aos 13 e aos 26 da etapa final. Pelo Gama, marcou Roldão, aos 25 da etapa inicial.
Orlando Fantoni Fantoni treinava a rapaziada, que era: Leão (Mazaropi); Paulinho Pereira, Orlando (Juan), Ivan e Paulo César; Zé Mário, Paulo Roberto e Dudu; Wilsinho, Jorge Mendonça e João Luis. O Gama teve: Hélio; Carlão, Paulo Frederico, Décio (Hani) e Odair; Manoel Ferreira, Roberto Chaves, que foi expulso de campo, e Luís Carlos; Roldão, Fantato e Robertinho (Jairo). Técnico: Davi dos Santos..
 
29.03 -  Os adversários foram quatro. No duelo com o Fluminense, a primeira decisão entre os dois. Era 29 de março de 1931, e o Vasco conquistou, no estádio das Laranjeiras, o Torneio Início, disputado, ainda, por América, Andarahy, Bangu, Bonsucesso, Botafogo, Brasil, Carioca, Flamengo e São Cristóvão.
No primeiro jogo, a rapaziada venceu o Carioca, por 1 x 0, com gol marcado por Sant´Anna. Jorge Marinho apitou e o time teve a mesma formação nas partidas seguintes: Jaguaré, Brilhante e Itália; Tinoco, Fausto e Molla; Bahianinho, Paes, Waldemar, Mário Mattos e Sant’Anna.
No segundo compromisso,  apitado por Rubens Pereira Leite e diante do Bonsucesso, ficou tudo igual: 1 x 1, com Waldemar cravando o tento cruzmaltino. A decisão foi por "corners", como eram chamados os escanteios. Com o "Bonsuça" cedeu um a mais, caiu fora.
O terceiro a ser batido foi o Andarahy. O juiz chamou-se Oswaldo Kroft de Carvalho e os goleadores Paes e Fausto, este batendo pênalti. Na final, contra os tricolores, Fausto voltou a cobrar um pênalti, e o Vasco venceu, por 1 x 0. Luiz Neves apitou a conquista a rapaziada.

MAIS UM CANECO - Campeão em 1926/29/30/31/32 – neste último, pela Associação Metropolitana de Esportes Athlético, pois havia, também, a Liga Metropolitana de Desportos Terrestres – o Vasco foi para a sexta conquista do Tornei Iníco, em 29 de março de 1942, em São Januário.

Villadoniga
  No compromisso inicial, bateu no Bangu: 1 x 0, com gol de Villadoniga. José Ferreira Lemos apitou e o time alinhou: Valter; Florindo e Sampaio; Figliola, Zarzur e Argemiro; Alfredo I, Ademir, Nino, Villadoniga e Orlando.
Com a mesma formação, o próximo vencido foi o Canto do Rio, também, por 1 x 0. Daquela vez, foi Nino balançou o filó. O apito estava com Durval Caldeira Martins.
Na final, com o Madureira, após 0 x 0, no tempo regulamentar, o título saiu pelo menor número de escanteios, os “corners” da época em que os termos ingleses invadiam o futebol brasileiro. O “Madura”, muito pressionado, cedeu dois, e o Vasco ganhou mais um “Initium”, como a imprensa escrevia, com a mesma formação em três partidas.   

CRONISTAS - Criado em 1916, pela Associação de Cronistas Desportivos (atual Associação de Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro, o Torneio Início tinha todos os jogos em uma mesma tarde, em 20 minutos, com 10 para cada tempo. Na final, triplicava-se o tempo, com duas etapas de 30. Se rolasse empate, vencia-se por duas maneiras. Até 1947, pelo número de escanteios cedidos. A partir de 1948, nos pênaltis, que poderiam ir até três séries, batidas por um mesmo atleta, de uma só vez. Mas podia-se trocar o cobrador no jogo seguinte.

FESTIVAL DE SACODES - O “Clássico dos Milhões” sacudiu a galera carioca, principalmente a cruzmaltina, por duas vezes,  na data 29 de março.  Em 1992, a “Turma da Colina” mandou 4 x 2 nos costados do 'Urubu', após 1 x 1, em 1858. Mas teve outros pancadões diante de outras moçadas. Confira:
 
VASCO  6 x 2 SANTA CRUZ foi o primeiro amistoso entre os dois clubes, jogado no 29 de março de 1936, “no Ricife”, como pronuncia a brava gente pernambucana. Nena mostrou o seu veneno à “Cobra Coral”, matando quatro nas redes do time tricolor, para  Luna e Orlando completaram o placar, para o time treinado por Herry Welfare.
 
VASCO 4 x 1 OLARIA jogou-se numa quinta-feira, no Estádio Doutor Mourão Filho, na Rua Bariri, pelo Estadual-RJ. Romário, aos 28 e aos 40 minutos do primeiro tempo, e aos 4 do segundo, e Edmundo, aos 20 da fase final, fizeram o serviço. O técnico Abel Braga mandou à luta: Helton: Alex Oliveira (Pedrinho), Odvan, Alexandre Torres e Felipe; Nasa, Jorginho (Fabiano Eller), Amaral e Paul Miranda; Edmundo e Romário. 

VASCO 4 X 2 FLAMENGO foi "clássicaço" de casa cheia, no Maracanã: 92.982 pagantes, com renda de Cr$ 459.277.000,00. Aloísio Viug apitou e Edmundo abriu o placar, aos 7 minutos do primeiro tempo. Bebeto fez dois: aos 41 do primeiro e aos 21 do segundo. Fávio, aos 33, também da etapa final, deixou o quarto peixe na rede. Nelsinho Rosa comandava a esquadra cruzmatina, que navegou com: Régis; Luís Carlos Winck, Jorge Luís, Alexandre Torres e Eduardo; Luisinho, Geovani e William, Edmundo (Flávio), Bebeto e Bismarck.
 
VASCO 3 x 0 BANGU, em um domingo, no Maracanã, foi festa de zagueiros. Só um "matador" entrou no forró que rolou pelo primeiro turno da Taça Guanabara. Com público de 34.489 pagantes, Wílson Carlos dos Santos apitou a vitória do time do treinador Joel Santana mandou. Paulo Roberto abriu a conta, aos 2, e Donato, aos 42 minutos do primeiro tempo. Romário fechou a fatura, aos 25 da etapa final. Rapaziada do dia: Acácio; Paulo Roberto, Donato, Morôni e Mazinho, Dunga, Geovani, Tita; Mauricinho, Roberto Dinamite e Romário.


28.03No 28 de março de 1926, no estádio das Laranjeiras, realizava-se aquele festival de futebol convidativo. Aperitivo para a abertura do Campeonato Carioca. A imprensa afalava do "Initium", que teve por vencedor o Vasco da Gama, com vitórias sobre Botafogo, Fluminense e Flamengo.
Em seu primeiro jogo, a "Turma da Colina" bateu os alvinegros, por 1 x 0, com apito de Ernâni Reis e gol de Bolão. Formou com: Nelson, Hespanhol e Itália; Nesi, Bolão e Arthur; Paschoal, Torterolli, Russinho, Tatu e Dininho.
Pelo mesmo 1 x 0, mas com gol de Russinho e apito de Guilherme Pastor, o segundo a cair foi o Fluminense. O time foi repetido: Nelson, Hespanhol e Itália; Nesi, Bolão e Arthur; Paschoal, Torterolli, Russinho, Tatu e Dininho.
Na final, o adversário era o maior rival, o Flamengo. Tatu achou o buraco do gol e ao "Almirante" afundou os rubro-negros  com um outro 1 x 0, carregando a taça ao trilo do apito final de Joaquim Leite de Castro. O time daquela disputa esteve "imexível": Nelson, Hespanhol e Itália; Nesi, Bolão e Arthur; Paschoal, Torterolli, Russinho, Tatu e Dininho. 

DEMOLIDOR DE RIVAIS  - O Vasco demoliu seis adversários cariocas na data 28 de março. Pra começo de conversa, duas pancadas no Flamengo, pelos Torneios Inícios-1926 e 1943. O Botafogo caiu, por 4 X 3, em 1988. O Fluminense levou a paulada dele, 3 x 0, em 2010. O Bonsucesso não escapou de 2 x 0, em 1976, enquanto o São Cristóvão apanhou em duas ocasiões, 3 x 1, em 1945, e 1 x 0, em 1993.  E, por não ser carioca, mas interiorano, o Volta Redonda apanhou por mais: 5 x 3. 
Fagner em foto de http://www.crvascodagama.com.br/

VASCO 3 x 0 FLUMINENSE foi, apenas, mais um capítulo da "freguesia" tricolor no balcão de São Januário. Naquele 28 de março, o arraso rolou, em um domingo, no Maracanã, diante de 19.607 pagantes. Thiago Martinelli, aos 13, Dodô, aos 14, e Fagner, aos 44 minutos do segundo tempo, castigaram os rivais, no jogo apitado por Willian Marcelo de Souza Néri.
Quem comandava a rapaziada era o ex-zagueiro vascaíno Gaúcho e quem espalhou pó-de-arroz foi: Fernando Prass; Elder Granja (Fagner), Thiago Martinelli, Titi e Márcio Careca; Nilton, Rafael Carioca, Souza e Jefferson (Carlos Alberto); Phillipe Coutinho e Elton (Dodô).
O Vasco encarou o Fluminense em 19 duelos na década 2000-2010. Se deu bem em nove e empatou em oito. Confira:02.04.2000 – Vasco 3 x 2; 21.05.2000 – Vasco 0 x 1; 11.02.2001 – Vasco 2 x 0; 15.04.2001 – Vasco 3 x 3; 07.03.2002 - Vasco 2 x 2; 15.05.2002- Vasco 1 x 0; 02.02.2003 – Vasco 2 x 2; 19.03.2003 – Vasco 2 x 1; 23.03.2003 – Vasco 2 x 1; 07.03.2004 – Vasco 4 x 0; 04.04 – 2004 – Vasco 2 x 1; 27.02.2005 – Vasco 2 x 1; 26.03.2005 – Vasco 1 x 1; 05.03.2006 – Vasco 2 x 2; 17.02.2007 – Vasco 4 x 4; 23.03.2008 – Vasco 1 x 2; 08.02.2009 – Vasco 0 x 0; 13.02.2010 - 0 x 0 e 28.03.2020 – Vasco 3 x 0.

VASCO 4 x 3 BOTAFOGO - Na maioria dos domingos em que o Vasco enfrentou o Botafogo, o placar ficou com a "Galera da Colina" na frente. E assim rola até ema uma segunda-feira. Aconteceu no 28 de março de 1988, no Maracanã, pelo primeiro turno da Taça Guanabara. Por ter sido em um dia nada apropriado aos clássicos, só 3.775 torcedores pintaram.

foto: http://www.crvascodagama.com.br/
Carlos Elias Pimentel apitou, Sebastião foi o juiz e Romário "o cara". Beliscou três nas malhas alvinegras, aos 22, e aos 45 minutos do primeiro tempo, e aos 17 do segundo – Vivinho, aos 19 da etapa final, acabou de apagar o fogo. 
 Sebastião Lazaroni era o treinador e o time caprichou com: Acácio; Paulo Roberto, Donato, Fernando e Mazinho; Zé do Carmo (Josenílton), Geovani e Bismarck; Vivinho, Romário e William (Célio Silva).

VASCO 5 X 3 VOLTA REDONDA, em 2009, estava na sexta rodada da Taça Rio. Jogou-se no Estádio Raulino de Oliveira, a casa do adversário, sob apito de Leonardo Garcia Cavaleiro. Na rede, pelo lado cruzmaltino, pintaram Mateus, aos 14, e Titi, aos 37 minutos do primeiro tempo. No segundo, foi a vez de Élton, aos 3, e de Enrico, aos 6 e aos 20.
Treinado por Dorival Júnior, a "esquadra do Almirante" foi tripulada por: Tiago; Paulo Sérgio, Leonardo, Titi e Ramon; Amaral, Mateus, Enrico (Léo Lima) e Jéferson; Rodrigo Pimpão (Faioli) e Élton (Alan Kardec).
A data 28 de março teve, ainda, -  Vasco 2 x 1 Nacional-AM, em 1981.
                                           
                                             DESPEDIDA DE EDMUNDO
Não falta mais nada na vida de Edmundo. Vendo o carinho da torcida vascaína, durante o seu “jogo de despedida”, em São Januário, ele  sentiu que “jamais deveria ter saído de onde se projetou”.
A goleada, por 9 x 1, sobre o equatoriano Barcelona, ficou em segundo plano, se comparado à festa da torcida. “Eu não esperava por isso, principalmente por ser final de mês e com o ingresso caro. Até telefonei, pedindo para abaixarem o preço. Mas foi lindo. Eu precisava disso”, revelou.
Saiu tudo como Edmundo queria. Vestiu a camisa 10 e marcou dois gols. Um deles, o desejado, de pênalti, cobrando certinho, no canto direito do goleiro, que não teve nenhuma chance de defesa. Se bem que a falta começou fora da área e o “cavador” Thiago Feltri, malandro, caiu dentro. O segundo foi a síntese da sua velha categoria e esperteza: complementou, de primeira, desviando chute de Fagner.
No momento de comemorar os gols, Edmundo não esqueceu da molecagem do requebrado, do gingado que se incorporou à irreverência do futebolista brasileiro. Só mesmo uma pane na energia elétrica do estádio pôde vascaíno apagar seus momentos de brilho no gramado. “Pena que as pernas não acompanha mais o cérebro”, lamentou ele que, aos 41 anos, ainda driblou, lançou e viu que não dava mais para competir com a juventude dos marcadores.
FESTA NO CEU - O telão do estádio mostrava as principais cenas do ídolo, como um  golaço contra o Flamengo, em 1997. Edmundo, no túnel, estava muito emocionado, para ir ao gramado. Foi recebido com queima de fogos. Das arquibancadas, ouviu o velho grito: “Ah, é Edmundo”.
Após a execução do hino do Vasco, com os torcedores cantando, o presidente vascaíno, Roberto Dinamite, fez um discurso entregou uma placa ao “Animal”. Depois, a bola rolou e foi o show de gols – o goleiro Fernando Prass usou a camisa com o número 200, em alusão aos seus jogos pelo Vascão.
Aos 11 minutos, Thiago Feltri fez boa jogada, ia entrar na área e foi derrubado. Pênalti que Edmuncobrou e marcou seu 136º gol vascaíno. Em seguida, gritou: “Obrigado!”, apontando e se curvando    para as arquibancadas.
No tento de Alecsandro, em lance com a participação do “Animal”, este o homenageou, imitando sua comemoração de gol. O Barcelona fez o dele, em falha de Dedé, mas logo  Juninho descontou.
Na etapa final, houve muitas trocas. O Vasco marcou, ainda, com Éder Luís (2), Felipe Bastos, de falta, Diego Souza e Allan. Aos 40 minutos, Edmundo saiu, ao som do hino cruzmaltino. A galera gritava: “Ah, é Edmundo”. O “Animal” levou a bola do jogo, enrolado na bandeira do Vasco, e chorava, acenando para os torcedores. Valeu!
O Vasco jogou com: Prass (Alessandro); Fagner (Allan), Dedé (Fabrício), Renato Silva e Thiago Feltri (DieysonT); Rômulo (Nilton), Juninho (Abelairas), Felipe e Edmundo (William Barbio), Eder Luis (Fellipe Bastos) e Alecsandro (Diego Souza). Técnico: Crstóvão Borges.  O Barcelona equatoriano foi: Morales (Vera Gines); Cedeño, Anderson, Espinoza (Zamora) e Mercado (Washinton Vera); Assencio, De la Torre, Torres e Mina (García); Bueno (Montaño) e Rosero. Técnico:   Carlos Gruezo
A cronologia dos gols foi:  Edmundo, aos 12 e aos 34; Alecsandro, aos 22; Asencio, aos 39, e Juninho, aos 40 minutos do 1º tempo; Éder Luís, a 1; Fellipe Bastos, aos 21; Éder Luís, aos 25; Diego Souza, aos 31, e Allan, aos 45 minutos da etapa final. Marcelo de Lima Henrique (RJ) apitou, o público atingiu  16.021 pagantes e 21.247 presentes e a renda ficu por  R$ 528.330,00.
 

                                         

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