Vasco

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sábado, 25 de junho de 2016

BELAS NA ESPORTIVA - CARMEM

 Quando era uma menina muito levada, Carmem Sylvia de Sá Peixoto bicicletava em disparada e patinava.  Pena que o “Jornal dos Sports” não promovessem ainda os Jogos Infantis. Poderia ganhar um monte de medalhas. Depois de adulta, Carmem escolheu o arco e flecha, para representar a sua faculdade de Direito nos Jogos da Primavera, uma outra promoção do “JS”.  Para ela, a sua modalidade era muito ingrata: se a mão tremesse, um pouquinho, a flecha desviaria a um quilômetro do alvo, e adeus vitória. Além de tentar acertar na mosca, Carmem Sylvia gostava de tocar violão. E não passava sufoco por falta de empregada na cozinha. Ia pro fogão, na boa. Para sorte dos dois irmãos, um médico e o outro advogado.  Mas do que ela gostava mesmo era de saborear o filé com batatas fritas preparado pela mãe.  Enquanto era fotografada por Jankiel Gongarowski, para o Nº 54 de “Manchete Esportiva”  de 1º de dezembro de 1956, ela contou à repórter Meg que jamais entrava na sala de aula com o pé esquerdo. Por uma certeza: em dia de prova, se cruzasse com um gato preto, a nota serias baixa. No mais, tinha medo de ladrão. Mas quem lhe roubava (muito tempo) era o estudo.

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