Vasco

Vasco

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

HISTORI& LENDAS DA COLINA - REI

- Em 19 de novembro de 1969, Pelé, que se declara torcedor vascaíno, marcou o seu milésimo gol, exatamente, contra seu time carioca do coração. Foi no Maracanã, de pênalti e o “Rei do Futebol” elegeu aquele como “o jogo mais significativo” de sua carreira, com a camisa do Santos. Valeu pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa, a Taça de Prata, e os dois times só cumpriam tabela. Durante as comemorações, o roupeiro vascaíno, Chico, vestiu o "10" com uma camisa cruzmaltina tendo nas costas o número 1000. (foto reproduzida de Netvasco.com).
 ALMIRANTE DANÇOU NA FESTA DO "REI" EM RITMO DE REDE BALANÇANDO

2 - Pelé contou, depois do milésimo gol: “Durante toda a partida, o Vasco fez uma marcação por zona. Não tinha um jogador especial para ficar em cima de mim. As jogadas de ataque do Santos saíam até com uma certa facilidade. Empatávamos, em 1x1, e o meu gol mil , que é bom, não vinha. Até que o zagueiro René me derrubou na área. Pênalti. Quando o juiz marcou a penalidade máxima, ninguém do Vasco reclamou...naquele jogo não houve isso. O estádio inteiro, inclusive os vascaínos, pediam: ‘Bate, bate’. Fui para a marca do pênalti com o coração pulando. Antes, pensava que aquele gol nunca iria chegar. Mas, ao correr para a bola, sabia que desta vez ele aconteceria. Dei uma paradinha, e o Andrada... permaneceu imóvel. Bati forte, ela foi a meia altura, no canto esquerdo. Era o gol mil. Quando passei pelo Andrade, nem vi que ele esmurrava o chão de raiva... durante toda a partida, o Andrada fechou o gol, fez uma senhora exibição”.
ATÉ VASCAÍNO PEDIU AO "REI" FAZER GOL EM SEU TIME. INÉDITO!

3 - Pelé contou mais sobre o gol 1000 - “Bastou a bola tocar nas redes para o gramado ser invadido. Eu só queria segurá-la. Meus olhos estavam cheios de lágrimas, e tudo o que dava para ver era um borrão branco no fundo do gol. Acho que fiquei momentaneamente surdo, porque não ouvi o barulho da torcida comemorando. Peguei a bola e a beijei (foto reproduzida da revista Grandes Clubes), como se fosse uma criança. Foi aí que tive a ideia de pedir pelas criancinhas pobres do Brasil. O amor e a alegria que sentia naquele momento iria dedicar a elas. A primeira pessoa a chegar junto a mim foi o Geraldo Blota... da Rádio Jovem Pan... Eu estava ajoelhado, com os lábios ainda colados à bola, quando o microfone dele interrompeu o beijo. Aí disparei: dedico este gol ás criancinhas pobres do Brasil. A gente tem que olhar por elas. Hoje, estamos vendo que aquela minha dedicatória tinha razão de ser. Se tivéssemos olhado pelas crianças brasileiras, a partir daquela noite, agora não teríamos mais de trinta milhões de menores vivendo na mais absoluta miséria”
 PELÉ É UM "REI" QUE SEMPRE TERÁ ALMA DE CRIANÇA

4 - Um público pagante 67.157 torcedores assistiram ao milésimo gol de Pelé sobre o Vasco. O jogo foi Santos 2 x 1, com apito de Manoel Amaro de Lima (PE) e o gol vascaíno marcado por Beneti, abrindo oi placar. René (contra) e Pelé viraram a história, para os santistas, que alinharam: Agnaldo; Carlos Alberto Torres, Ramos Delgado, Djalma Dias (Joel) e Rildo; Clodoaldo e Lima; Manoel Maria, Edu, Pelé (Jair Bala) e Abel. Técnico: Antoninho. O Vasco foi: Andrada; Fidelis, Moacir, Fernando e Eberval; René e Buglê; Acelino (Raimundinho), Adilson, Beneti e Danilo Menezes (Silvinho). Técnico: Célio de Souza.
O GOL MIL MEXEU COM O POVO BRASILEIRO MAIS DO QUE A CHEGADA DO HOMEM À LUA. PELÉ NÃO ERA DESTE MUNDO!
5 - Em 26 de abril de 1931, o Vasco mandou a sua maior goleada pra cima do Flamengo: 7 × 0. Naquele duelão, a rapaziada manteve uma invencibilidade de 23 jogos, entre 13 de maio de 1945 a25 de março de 1951. Uma série de 10 vitórias seguidas, entre 14 de julho de 1947 e 13 de novembro de 1949.
DIZEM QUE O 7 É CONTA DE MENTIROSO. ESTE É DE VERDADE
6 - O Vasco rasgava o caminho para o seu primeiro título de campeão carioca da Série A. Era o ano da sua estreia na elite. Em 8 de julho de 1923, cerca de 35 mil torcedores, pelos cálculos do jornal ”O Imparcial”, lotavam até a pista de atletismo do estádio das Laranjeiras, do Fluminense, para ver o primeiro “Jogo do Século”. O Flamengo abriu 2 x 0, no primeiro tempo. Ceci empatou, no início do segundo. Junqueira fez 3 x 1, e Arlindo o segundo da rapaziada. Depois, o Vasco igualou o placar. Mas o juiz Carlito Rocha, do Botafogo (na época, os árbitros eram pessoas dos cubes) anulou o gol, para o time líder não ser campeão invicto. Então, Flamengo 3 x 1, no apito. Valeu uma grande comemoração dos torcedores rivais, que fizeram uma tremenda passeata festiva, das Laranjeiras até a Lapa. Roubazaço!
 ROUBAR O VASCO E O ESPORTE PREDILETO DE FLAMENGUISTA
7 - O Vasco é o único clube do planeta que conseguiu perder por W x 0 dentro de casa. Aconteceu no "Clássico dos Milhões" marcado para São Januário, em 25 de novembro de 1934. Explica-se: a rapaziada disputava a fase classificatório ao Torneio Rio-São Paulo, no futebol, quando brigou com o rival, no remo. Então, recusou-se a enfrentá-lo no balão de couro.
W X 0 EXCLUSIVO. O "ALMIRANTE" DEVERIA REGISTRÁ-LO  
8 - De início, os torcedores vascaínos ficaram assustados com o futebol de Bellini, um zagueiro durão, sem nenhuma intimidade com a bola. Inclusive, conta-se que o chefe de São Januário, Ciro Aranha, pedira ao técnico Flávio Costa,  para avisá-lo quando fosse escalá-lo, apara ele não iria ao estádio.  Flávio respondeu que se preparasse para ficar muito tempo sem ver o Vasco jogar, pois ele incentivara o becão a dar bicões, para limpar a área. Intuía que o último zagueiro a saber sair jogando fora Domingos da Guia, que passara pela Colina na, década de 1930.
BELLINI?  BOLA PRO MATO QUE O JOGO É DE CAMPEONATO
 9 - 29 de julho de 1990 – O Vasco decide o título do futebol carioca, com o Botafogo. Mesmo perdendo, por 1 x 0, com gol do meia Carlos Aberto Dias – depois, passaou por São Januário  – 30 minutos depois de o árbitro Cláudio Garcia encerrar a partida, os vascaínos alegaram que os alvinegros abandonaram a decisão, não comparecendo à prorrogação. Pegaram uma miniatura de caravela e deram a volta olímpica pelo gramado do Maracanã, sustentando que deveria ocorrer uma prorrogação.
INTERPRETAR REGULAMENTO NÃO ERA O BABADO DA TURMA   
10 - 4 de setembro de 1938 – A festa era rubro-negra e o Vasco fora o convidado. Inaugurava-se o estádio da Gávea. Com gols de  Carioca e Niginho, os vascaínos jogaram água no chope do anfitrião. Mandaram 2 x 0.
 O FLA DEVERIA ESCOLHER MELHOR OS SEUS CONVIDADOS

Nenhum comentário:

Postar um comentário