Vasco

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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

HISTORI&LENDAS DA COLINA - XARAZADA

1 - O Vasco já teve três jogadores com o nome de Amauri (dois deles com y). Sobre o primeiro, informa o nosso consultor Mauro Prais que chamava-se Amaury de Almeida Nobrega, nascido em 19 de  maio de 1932, tendo atuado por 42 vezes com a jaqueta cruzmaltina, entre 1952 a 1955. Marcou um gol em Vasco 3 x 2 Portuguesa de Desportos, pelo Rio-São Paulo, em 3 de julho de 1954. Atuava como médio direito, isto é, pela direita da zaga. Encarava, também, ser médio volante, ou médio esquerdo, jogando à frente da zaga, ou pela esquerda. O segundo Amauri, pesquisou o Kike, era goleiro, já havia encerrado a carreira, quando voltou aos gramados para defender o time vascaíno. O terceiro, também segundo pesquisa do Kike,  foi um meia buscado no Volta Redonda e que fazia dupla fatal com Roberto Dinamite, na década-1970.

2 – Além de Russinho, que era Moacyr Siqueira de Queiroz, primeiro artilheiro vascaíno em Campeonatos Cariocas, o Vaco teve um xará dele aparecendo nas escalações de 1934. Nos arquivos de Mauro Prais, ele é Moacyr de Mello e aparece em seis escalações, sendo cinco em uma excursão vascaína  à Bahia e Pernambuco, além de um amistoso em 12 de junho de 1936, contra a Seleção Baiana, em Vasco 3 x 1, em São Januário. Consta, ainda, uma partida amistosa pelo time de amadores do Vasco, contra o Olaria, em Figueira de Melo, em Vasco 2 x 1, 24 de maio de 1936. 

3 – Alcir Portela é o apoiador defensivo vascaíno com o maior número de gols marcados: 34. Ele foi um dos ídolos da torcida do “Almirante” na década-1970, tendo sido campeão brasileiro-1974. Depois dele vem França, da década-1990, com 23; Nílton, vascaíno até 2011, com 17; Zé do Carmo, com 15, na década-1990; Felippe Bastos, emprestado ao Grêmio-RS, até o final do ano, com 14, e Maranhão e Oldair, ambos da década-1960, respectivamente, com 13 e 12 gols.  

4 - 11 agosto de 1988 – Jogo contra a Portuguesa de Desportos, pelo Campeonato Brasileiro. O ponta-direita Vivinho  “chapela”, por três vezes, o volante Capitão e faz um golaço, que lhe valeu uma placa no Estádio São Januário. Welves Dias Marcelino, chegou à Seleção Brasileira, foi bi-campeão carioca, em 1987 e 1988, quando o Vasco era treinado por Sebastião Lazaroni e tinha Romário, Bismarck, Geovani, Paulo Roberto, Dunga e Mazinho, como seus principais jogadores.
Com um sol de rachar na hora do jogo, o jeito foi Vivinho usar três chapéus.

5 - Temporada de 1953 - O Vasco encarava o Botafogo, pelo Torneio Rio-São Paulo. O goleiro Barbosa sofre uma fratura, durante um choque com o atacante alvinegro Zezinho. Quase foi à depressão. Recuperou-se quando o Hospital dos Acidentados, no Rio de Janeiro, começou a ter filas de torcedores na porta, pedindo para visitá-lo. Ao encerrar a carreira, Barbosa trabalhou na Superintendência dos Estádios do Rio de Janeiro (SUDERJ), no Maracanã. Viveu seus últimos anos de vida no litoral paulista, socorrido por um filha adotiva.
Mesmo tendo perdido a Copa do Mundo-1950, no Maracanã, Barbosa viu o quanto os torcedores gostavam dele.

6 - Danilo Alvim foi chamado de “Príncipe”, devido ao futebol elegante que jogava. Como enxergava muito, o treinador uruguaio Ondino Vieira foi, pessoalmente, buscá-lo no América, para a montagem do “Expresso da Vitória”. O Vasco pagou ao atleta 90 contos de reis, de luvas, e dois contos mensais. No Vasco, Danilo sagrou-se campeão carioca, em 1947/49/50/52, e do Sul-Americano de Clubes Campeões, em 1948, no Chile.
Grande mancada! Em 1943, que treinava o América, o técnico Gentil Cardoso dispensou Danilo, que foi  emprestado ao Canto do Rio.
 7  - Quem fez mais gols e quem mais fez gols pelo Vasco? Revistas e sites divergem em números. Por exemplo, uns dão 142 gols a Valdir ‘Bigode” e outros 135. A maioria tem isso aí:
Roberto Dinamite, 702 gols; Romário, 324. Ademir Menezes, 301; Pinga, 250; Russinho, 225; Sabará, 165, avá,150, Lelé, 147; Maneca, 137; Edmundo, 136, e Valdir,135. E quem maias vestiu a jaqueta cruzmaltina? Roberto Dinamite, 1110 jogos; Carlos Germano, 632; Sabará, 576; Alcir Portela, 511; Barbosa, 485; Mazaropi, 477; Pinga, 466; Coronel, 449; Paulinho de Almeida, 436, e Bellini, 430.

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