Vasco

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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

DOIS TOQUES COM BEBETO

Nascido em Salvador, em 16 de fevereiro de 1964, José Roberto Gama de Oliveira, o Bebeto,  tornou-se um cruzmaltino em 1989. Em São Januário, ficou até 1992, e melhorou sua média de gols: 0,51, ou 60, em 116 compromissos. O baianinho estreou na Seleção Brasileira em 28 de abril de 1985, contra os peruanos, e fez 75 disputas, balançando a rede 45 vezes, média de 0,6 por encontro. Como canarinho, perde para Pelé (77 gols em 92 jogos) e Zico (52 tentos em 73 refregas).  Confira o papo com o Kike:

Como foi vestir a camisa do Vasco?
Aconteceu, porque Deus permitiu. Tenho um filho vascaíno roxo, o Roberto Nilton, o mais velho, que vai a todos os jogos do Vasco. Fui recebido com muito carinho pela torcida vascaína, o que me fez defender o clube com muito orgulho.  Por sinal, o meu avô chamava-se Vasco da Gama e eu sempre tive muita admiração pelo Roberto Dinamite.

Você chegou a fazer parceria com o Dinamite?
Tive a felicidade de jogar com o Beto (Roberto Dinamite) uma vez, apenas, pelo Campeonato Carioca. Creio que contra a Portuguesa. Naquele dia, ele me fez um passe e eu o gol.

Chegou a jogar, também, com o Romário, no Vasco?
Com o Roma (Romário) creio que foi um jogo só, também, pois ele estava de saída e machucado. Mas aquela foi uma parceria de Deus. Foi o melhor parceiro de ataque que tive em minha careira.

Qual foi o seu grande momento vascaíno?
Ser campeão brasileiro, em 1988, vencendo o São Paulo por 1 x 0, dentro do Morumbi. Foi um título importantíssimo pra gente.

 O Vasco de 88 foi um campeão, campeão, ou os outros lhe deixaram ser?
Não se conquista nada sem méritos. Aquele meu Vasco era um time muito forte. Me lembro de quando o presidente Eurico Miranda perguntou se queríamos fazer o segundo jogo da decisão em casa, ou no Morumbi, e eu respondi:  Presidente, bota lá, que seremos campeões, lá! E não deu outra. Pelo time que tínhamos, a confiança era muito grande.

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