Vasco

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

HISTORI&LENDAS DA COLINA - MAIS + MAIS

1 - Jogadores vascaínos que mais ganharam títulos: o primeirão é o goleiro Moacyr Barbosa, que carregou 14 canecos pra casa: Sul-Americano-1948; Carioca-1945/47/49/50/52/58; Municipal-1945/46/47; Torneio Inicio-1945/48/58. Torneio Relâmpago-1946. O vice-líder é Roberto Dinamite, com oito faixas colecionadas: Carioca-1977/82/87/88/92; Troféu Ramón de Carranza-1987/88; Brasileiro-1974. O pódio dos três primeiros é completado por Felipe, conquistador de sete títulos: Brasileiro-1997/2000; Taça Libertadores-1998; Copa Mercosul-2000; Torneio Rio-São Paulo-1999; Carioca-1998.

 2 - Maior placar e maior goleada do Vasco em cima do Flamengo, neste século: o primeiro quesito rolou em 28 de maio de 2000, pelo Estadual-RJ: 3 x 3, no Maracanã, com o Fla abrindo dois gols de frente, em 20 minutos. Mas a rapaziada foi buscar o empate, aos 21 e aos 27, por intermédio de Edmundo e de Juninho Pernambucano. No segundo tempo, o “Urubu” voltou a voar adiante, mas Viola acertou o bico, aos 39.  O treinador Abel Braga, zagueiro cruzmaltinao na década-1970, mandou ao gramado esta rapaziada: Helton; Paulo Miranda (Dedé), Odvan, Mauro Galvão e Gilberto; Nasa (Viola), Amaral, Juninho (Jorginho) e Felipe; Edmundo e Pedrinho.
 
 3 - A maior goleada vascaína sobre o Flamengo, na verdade, foram duas. Ambas por 5 x 1: em 23 de abril de 2000, pelo Estadual, e em 6 de outubro de 2001, do Brasileirão. Na primeira, os “matadores” foram: Felipe, aos 14 e Romário, aos 25 minutos do primeiro tempo. No segundo, Romário, aos 5 e aos 11, e Pedrinho, aos 22. A “tchurma”: Helton; Paulo Miranda, Odvan, Mauro Galvão e Gilberto; Amaral, Nasa, Felipe e Pedrinho (Júnior Baiano); Viola e Romário (Alex Oliveira).

4 - Em 6 de outubro de 2001, valia pelo Brasileirão. Hélio dos Anjos era o chefe da rapaziada e Romário voltou a mandar três pipocas no barbante: aos 45, 58 e 82 minutos. Gilberto, aos 30, e Euller, aos 90, foram os “completantes” de placar. O time dirigido apor Hélio dos Anjosa, era: Helton: João Carlos, Odvan, Fabiano Eller (Jamir) e Rafael; Donziete Oliveira, Gilberto

 5- Time de botões vascaínos da temporada-1973. Da esquerda para a direita, Paulo César, Alcir, Moisés, Miguel, Eberval, Jorginho Carvoeiro (segunda fila), Buglê, Silva, Tostão e Ademir. 


Falta o Andrada, porque o goleiro era um bloco de acrílico. Hoje, os brinquedos eletrônicos não deixam mais espaço para as crianças jogarem botões. Mas é a evolução das coisas. Se não houvesse a Revolução Industrial, no passadão, estaríamos ainda sem fazer  inveja ao Pitecantropus Erectus. 

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