Vasco

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segunda-feira, 6 de março de 2017

HISTORI&LENDAS DA COLINA - INVICTO

1 -  Entre 1923 e 1927, o Vasco manteve-se invicto nos primeiros 15 jogos entre os dois. Confira: 22.04.1923 – Vasco 3 x 1 Botafogo; 01.07.1923 - Vasco 3 x 2 Botafogo; 18.01.1925 – Vasco 2 x 1 Botafogo; 08.02.1925 - Vasco 3 x 2 Botafogo;10.05.1925 - Botafogo 2 x 2 Vasco; 11.10.1925 - Vasco 4 x 2 Botafogo; 30.10.1925 - Vasco 3 x 3 Botafogo; 21.03.1926 - Vasco 5 x 2 Botafogo; 11.04.1926 – Vasco 5 x 3 Botafogo; 16.05.1926 – Vasco 3 x 2 Botafogo; 01.08.1926 - Vasco 4 x 2 Botafogo; 30.10.1926 - Vasco 3 x 3 Botafogo; 27.03.1927 – Vasco 5 x 4 Botafogo; 14.04.1927 – Vasco 6 x 3 Botafogo; 26.06.1927 - Botafogo 3 x 3 Vasco.

2 -  Em 22 de março de 1942, mais de quatro anos depois de lançar e abandonar o uniforme número 2, o branco, o Vasco voltou a usá-lo. Durante a vitória, por 2 x 1, sobre o América, pelo Campeonato Carioca. O argentino Villadoniga marcou os dois gols 

3 - Artilheiro do Campeonato Carioca-1936, pela Federação Metropolitana de Desportos, com 9 gols, e de 1937, com 14, Luís Mattoso, o Feitiço, foi um paulistano que viveu entre 29.09.1901 e 23.08.1985. Quando chegou a São Januário, já tinha 35 anos, mas ainda jogando muito. Vascaíno, entre 1936/1937, o título carioca de 36 tornou-se o seu único na Colina. Foram as suas habilidades que valeram-lhe o apelido de Feitiço, pois chutava bem, com as duas pernas, driblava, cabeceava e  bom batedor de faltas e escanteios. Chapelava os marcadores, segundo contam, com o bico das chuteiras.  Em 16 jogos do Estadual-1936, dos 33 gols do time. Feitiço foi o principal artilheiro, com 9 tentos, seguido de Luis Carvalho (8), Luna (5), Nena e Orlando 3 (cada), Zarzur 2 e Jaci, Kuko e Lauro 1 (cada).

4 - Em 1936, o Vasco, dificilmente, o Vasco mudava a escalação. Havia o chamado “trio final”, o goleiro Rey e dois “beques”, Poroto e Itália. Só em um jogo do returno do Estadual, Rey foi substituído, por Panelo. A chamada “linha média” tinha Oscarino, Zarzur e Calocero. Poucas vezes, Macelino e Barata substituíram um dos três titulares. Já o ataque era Orlando, Luís de Carvalho, Feitiço, Nena (Kuko) e Luna. Quando houve substituições, entraram Garcia, Carlinhos, Jaci, Lauro e Gama.

5 -  O Vasco atuou pela terceira vez, na data 29 de fevereiro, em 2012, uma quarta-feira, a partir das 19h30, pela Taça Rio, ficando nos 2 x 2 com o Bonsucesso, em São Januário. Eduardo Cordeiro Guimarães apitou, auxiliado Diogo Carvalho Silva e Wendel Gouvêa. Alecsandro (Vsc); Diego, Márcio Guerreiro (Bon) receberam o cartão amarelo, e Jefferson (Bon) o vermelho.  Os gols foram de Alecsandro, aos 2 minutos do 1º tempo; Felipe, aos 13; Diogo, aos 17, e Márcio Goiano, aos 25 da etapa final. O Vasco teve: Fernando Prass; Fagner, Renato Silva, Rodolfo e Thiago Feltri; Eduardo Costa, Fellipe Bastos (Nilton) e Felipe (Diego Souza); Wiliam Barbio, Tenório (Juninho, intervalo) e Alecsandro Técnico: Cristóvão Borges. O “Bonsuça” foi: Saulo; Arthur, Patrick, Admilton, Dieguinho (Antônio Carlos); Márcio Guerreiro, Diogo, Ricardo Bóvio (Bruno Ferreira) Márcio Goiano (Vinicius); Juninho e Jefferson Técnico: Marcão.

6 - Em 29 de junho de 1958, três atletas cruzmaltinos sagravam-se campeões mundiais de futebol: os zagueiros Hideraldo Luiz Bellini e Orlando Peçanha de Carvalho, e o atacante Edvaldo Izídio Neto, Vavá, "O Leão da Copa". Os três integraram a Seleção Brasileira que disputou a Copa do Mundo da Suécia e teve a Taça Jules Rimet erguida por Bellini – o gesto de levanta-la acima da cabeça foi para atender aos fotógrafos que desejavam clicar o troféu. Bellini e Orlando era a dupla de zaga do Vasco, entrosada há bastante tempo, já tendo dito "presente" durante a campanha do título do Campeonato Carioca de 1956, quando Vavá infernizou a vida dos goleiros. Os dois primeiros foram titulares no time canarinho desde a estreia, nos 3 x 0 sobre a Áustria. O centroavante, que ficara de fora daquele jogo e do 0 x 0, com a Inglaterra, entrou no terceiro, juntamente com Zito, Pelé e Garrincha, para marcar os dois gols dos 2 x 0, sobre a então União Soviética. Bellini, inclusive, como um dos líderes da seleção, juntou-se a Nílton Santos e a Didi e reivindicou, junto ao treinador Vicente Feola, as entradas de Garrincha e de Pelé no time.

 7 - Vasco e Operário de Campo Grande-MS já se pegaram em cinco jogos do Campeonato Brasileiro e por um amistoso. Como ficou: 19.06.1974 – Vasco 3 x 0; 20.06.1979 – Vasco 1 x 2 (amistoso); 29.09.1976 – Vasco 0 x 1 Operário; 08.12.1979 – Vasco 4 x 0; 06.03.1982- Vasco 0 x 2; 14.03.1982 – Vasco 7 x 1.

8 - Triunfos internacionais em 1957: 10.01 – Vasco 2 X 1 Nacional—URU; 17.01 – 2 x 1 Nacional-URU; 19.01 – 3 x 2 Colo-Colo-CHI; 23.01 – 4 x 3 Deportivo Municipal-PER; 26.01 – 1 x 0 Sporting Cristal-PER; 31.01 – 3 x 1 Universitário-PER; 05.06 – 2 x 1 Combinado de Willemstad-CUR; 09.06 – 6 x 2 Hakoah-EUA; 12.06 – 3 x 1 Racing Paris-FRA; 14.06 – 4 x 3 Real Madrid-ESP; 16.06 – 4 x 2 Athletic Bilbao-ESP; 20.06 – 3 x 1 Valência-EEP; 23.06 – 7 x 2 Barcelona-ESP; 30.06 – 5 x 2 Benfica-POR; 03.07 – 3 x 1 Espanyol-ESP.

9 -  A temporada-1957 não teve títulos caseiros, mas foi positiva para o Vasco. Venceu 50 dos 74 jogos disputados – empatou oito e perdeu 16 –, marcando 190 gols, média de 2,57 por partida – sofreu 110, média de 1,49 por vez –, fechando o ano com o saldo de 80 bolas nas redes.  Campeão do Torneio de Paris,  um Mundial da época, o Vasco esteve muito bem nos  amistosos internacionais. Dos 21 disputados, ganhou 16, um deles por goleada ( 7x 2), sobre o espanhol Barcelona, e um outro contra o Real Madrid (4 x 3), que era considerado o melhor time do planeta.
10 -  Grande nome dos velhos Vascos, o goleiro Barbosa  viveu entre 27 de março de 1921 a 7 de abril de 2000. Vestiu a camisa da rapaziada por 417 jogos. Um outro ídolo dos tempos do goleiro foi o atacante Sabará, que disputou 576 partidas "colineiras". 

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