Vasco

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terça-feira, 9 de maio de 2017

HISTORI&LENDAS DA COLINA - ELES

29 de março de 2000 - Romário provoca Edmundo, chamando-o de bobo ("Agora, a corte está completa. Tem o bobo (Edmundo), o príncipe (Romário) e o rei (Eurico Miranda, presidente"), após Vasco 4 x 1 Olaria, na Rua Bariri, com três gols dele e um do ‘Animal’.

23 de abril de 2000 - Romário voltou a marcar mais três gols. Rolou 5 x 1 Flamengo, final da Taça Guanabara. Veio o Torneio Rio-São Paulo e Edmundo recusou-se a enfrentar o Palmeiras, porque a faixa de capitão fora entregue a Romário. "É como se eu fosse um jornalista importante que, depois de ficar três dias parado, voltasse à empresa como office-boy", comparou, exigindo ser o capitão do time.
CHOQUE DE ESTRELAS NA COLINA. AINDA BEM! NÃO FOI DE ASTEROIDES.
 
Ano 2000 - Edmundo é eleito em uma votação da revista “Placar” o jogador mais odiado do Brasil. Provocava os adversários, com frases assim: "Seu salário não paga o meu cafezinho". Desgastados com Edmundo, os vascaínos o emprestaram ao Santos, que o devolveu, pouco tempo depois, por reclamar, publicamente, dos atrasos salariais. Então, foi emprestado ao italiano Napoli, que terminaria rebaixado naquela temporada. Cansado de ser emprestado, Edmundo recorreu à Justiça Desportiva e livrou-se do Vasco.
POR ALGUM TEMPO. DEPOIS DA BRONCA, FEZ ATÉ JOGO DE DESPEDIDA COM A RAPAZIADA

8 de fevereiro de 1969 - Tendo o ex-atacante Pinga (José Lázaro Robles) por treinador e Carlos Alberto Parreira preparador físico, o Vasco foi à venezuelana Copa Carnaval, em Caracas. Diante  do Dínamo Moscou, que mandou-lhe 2 x 0,  a grande atração era o goleiro, Lev Yachin, o “Aranha Negra”. Para homenageá-lo, o camisa 1 cruzmaltino, Valdir Apple, trocou a sua costumeira camisa cinza,  por uma preta, com a cruz de malta bordada no peito esquerdo – durante a excursão, a rapaziada usava calça cinza clara, paletó azul marinho, camisa branca e gravata de seda listrada de vermelho e pretas. Feitas as apresentações dos atletas à torcida, Valdir levou a Yachin uma flâmula do Vasco e disse-lhe, em inglês: “Hi! It is a great honor to know you. I would like to want you a good game”. Surpreendentemente, o Aranha teria respondindo, em português: “O prazer é todo meu. Gosto muito do futebol brasileiro. Boa sorte!”. LENDAÇA!

25 de maio de 1963 - Amistoso, em, um sábado, contra a Seleção da Nigéria. A “Turma da Colina” esteve impiedosa: mandou 6 x 0, com quatro gols de Saulzinho e dois de Ronaldo. Quatro dias depois, numa quarta-feira, os dois times voltaram a se encarar, e a rapaziada foi menos cruel: só 2 x 1.
O ALMIRANTE VASCO DA GAMA TAMBÉM ERA CRUEL, IMPIEDOSO E BOMBARDEIRO.

1931 – O Vasco encarou o uruguaio Sudamérica, amistosamente, em São Januário, no dia 24 de março, com dois árbitros. Começou com Jorge Marinho,  ligado ao Fluminense, e terminou com Carlos Scapinachis, atleta e jornalista no Uruguai. Na época, o futebol uruguaio, campeão da primeira Copa do Mundo, em 1930, e da Olimpíada de 1928, era fortíssimo. Até clube sem expressão, como o Sudamérica, que não era da primeira divisão, despertava a atenção dos brasileiros. Reforçado por atletas de Wanderers, Olympia Club, Peñarol e Nacional, aquela galera veio excursionar ao Brasil. O Vasco mandou-lhe 4 x 2, com gols de Mattos (2) e Paes (2), jogando com: Jaguaré, Brilhante e Itália; Tinoco, Fausto e Molla (Nevi); Bahianinho, Paes, Waldemar, Mattos e Sant’Anna. NOME DO FILME: DOIS APITOS E SEIS GRITOS (DE GOL).

Em 1993, o Vasco foi indiscutível durante a campanha do título da Taça Rio. Nas finais, mandou 2 x 0 e 2 x 1, além de um 0 x 0, com no Fluminense. Foram 16 vitórias, cinco empates e quatro quedas, marcando 47 gols e sofrendo 19. A “Turma da Colina” ainda teve o artilheiro, Valdir, com 19 bolas nas redes.  VALDIR FEZ CABELO E BARBA, COMO SE FALAVA, ANTIGAMENTE, COM DUAS VITÓRIAS SEGUIDAS. E O SEU APELIDO ERA ‘BIGODE’.

Jogadores que mais vestiram a camisa cruzmaltina: Roberto Dinamite: 1.108; Carlos Germano: 632; Sabará: 576; Alcir Portela: 511; Barbosa: 485; Mazaropi: 477; Pinga: 466; Coronel: 449;  Paulinho de Almeida:436. SE HÁ OS “10 MAIS”, O VASCO TEM UM A MENOS ENTRE OS “MAIS”.

03.06.1984 - Foi diante do Vasco, amistosamente, em Juazeiro do Norte-CE, que o maior ídolo corintiano da década-1980, o meia-atacante Sócrates despediu-se do “Timão”. Naquele dia, os vascaínos caíram, por 0 x 3, no Estádio Mauro Sampaio, com Biro-Biro, aos 67; Galo, aos 70, e Dicão, aos 73, marcando os gols. O time vascaíno, que estava comandado por Valinhos, foi: Acácio; Edevaldo, Daniel Gonzalez, Ivã e Airton; Oliveira, Mario e Claudio José; Jussiê, Geovani e Vilson Tadei. O Corinthians era: Carlos (Solito); Ronaldo, Paulo, Juninho e Ailton; Biro-Biro, Sócrates (Careca) e Luiz Fernando; Ataliba (Galo), Casagrande e Dicão. Técnico: Helio Maffia.
O “PADIM PADE CIÇO” NÃO QUIS FAZER MILAGRE PARA OS VASCAÍNOS. PREFERIU A CIÊNCIA DO DOUTOR SÓCRATES

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