Vasco

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quinta-feira, 22 de junho de 2017

HISTORI&LENDAS DA COLINA - BOB

 1- 25.11.1971 – Com um chute fortíssimo, de fora da área, Roberto virou “Dinamite”, marcando o seu primeiro gol pelo time A de São Januário. A vítima foi o goleiro Gainete, do Internacional-RS, abatido, nos 2 x 0 vascaínos, valendo pelo então chamado Campeonato Nacional. No dia seguinte, o “Jornal dos Sports” saiu com a manchete “Explode o Garoto Dinamite”. Na realidade, o apelido não surgira depois do golaço. Na segunda fase do Brasileiro, durante os treinos para enfrentar o Atlético-MG (21.11.1971), Roberto se destacara nos treinos e ganhara a vaga de titular. No dia anterior ao jogo o mesmo jornal anunciou: "Vasco escala garoto-dinamite". Eliomário Valente e Aparício Pires, vascaínos, sacaram tudo e criaram o apelido quando o garoto ainda era um juvenil.

2 - Carlos Roberto de Oliveira, nascido em Duque de Caxias-RJ, em 13 de abril de 1954, totalizou 47 partidas com a camisa da Seleção Brasileira. Venceu 28, empatou 14, perdeu cinco e mandou 26 bola nas redes. Dessas, 38 foram contra seleções nacionais (22 vitórias, 11 empates e cinco quedas, marcando 20 tentos); 9 diante de seleções estaduais, clubes e combinados (seis vitórias, três empates e cinco visitas ao filó). A Fifa considera só 20 como jogos oficiais (11 vitórias, um empate e uma vez atrás no placar, deixando neles nove gols. Pela seleção olímpica, foram cinco compromissos, com um vencido, dois empatados e dois perdidos.

3 - Roberto marcou só um gol. Seu último jogo foi com a camisa vascaína, em 24 de março de 1993, contra o espanhol Deportivo La Coruña, que venceu, por 2 x 0, no Maracanã. Títulos enormes eram moda, na época de Don Manuel, o patrocinador de Vasco da Gama. Ele, por exemplo, intitulava-se, pela “graça de Deus”, Rei de Portugal e de Algarves, neste e no outro lado do mar, na África, Senhor da Guiné e da Conquista, Navegação e Comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia Índia”.

 4 - Dom Manuel tinha a obsessão de banir o islã das novas terras descobertas, para ser o libertador de Jerusalém. Por causa daquela loucura, ele decepcionou-se com a falta de liderança de Pedro Alvares Cabral e o relegou ao ostracismo. Para dominar o comércio das Índias, só via um macho: Vasco da Gama. Que desde os cinco anos de idade já fazia parte da Ordem de Santiago, matadora de milhares de “infiéis”, pela ótica da igreja católica, em nome da fé cristã.

5 - Pedro Álvares Cabral viajara levando no bolso do colete as informações de Vasco da Gama sobre a sua descoberta do caminho marítimo para as Índias. Por incompetência náutica, veio parar no Brasil, que achou ser uma ilha. Por aqui, nem pisou um pé no chão. Depois, foi ser “incompetildo” onde o "Almirante" mostrara-se cabra macho. E já que Cabral pisou na bola, Dom Manuel mandou Vasco da Gama voltar e fazer o que fosse preciso para ele libertar a Terra Santa, após limpar o comércio das Índias dos muçulmanos. 

6 - Vascão foi cruel, impiedoso. Bombardeou, matou, enforcou, pirateou, fez vassalos e levou para Portugal as riquezas que o rei queria, transformando a inexpressiva Lisboa no novo centro comercial da Europa, deixando Veneza para trás. Com todo este bolão jogado durante a crueldade da conquista, pois era assim, antigamente, Dom Manuel deu-lhe o título de “Almirante da Índia”, podendo usar o “Dom. A formalização ocorreu em 30 de janeiro de 1502, na catedral de Lisboa. Mais tarde, ele tornou-se Conde de Vidigueira e Vice-Rei da Índia. (foto reproduzida der artimanha.com.br). Agradecimento.

 

 

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