Vasco

Vasco

domingo, 11 de junho de 2017

HISTORI&LENDAS DA COLINA - PEIXE

1 -  Em 9 de junho de 2007, com a camisa vascaína, o atacante Romário marcou os seus dois últimos gols, o 2001 e o 2002, na goleada, por 4 x 0, sobre o Grêmio Porto-Alegrense. O Baixinho abriu a porteira dos gaúchos, aos 14 minutos, e fechou o serviço da primeira etapa, aos 46 – quatro minutos antes, André Dias havia marcado o segundo, e, aos 19 do segundo tempo, Abedi encerrou a conta, em São Januário1 -

2 - A data 11 de junho registra duas vitórias cruzmaltinas sobre o Flamengo. No masculino e no feminino. No primeiro caso, por 2 x 0, pelo Campeonato Carioca de 1939, e no segundo, pelo mesmo certame, quando as vascaínas sagraram-se pentacampeãs. No duelo dos marmanjos, em um domingo, na casa rubro-negra, na Gávea, os gols foram marcados por Niginho, um em cada tempo.
 
3 - O Vasco tem - e teve - torcedores ilustres, como Pelé, o "Rei do Futebol", João Gilberto, o inventor da Bossa Nova; o literato Carlos Drummond de Andrade o tri de Fórmula-1 Nélson Piquet, e os cantores/compositores Roberto e Erasmo Carlos. Quando o Clube das Colina comemorava o seu centenário, a Sony Music lançou o CD "Vasco da Gama - 100 anos de sucesso", com a participação só de artistas vascaínos, como Chico Anísio, Fernanda Abreu, Celso Blues Boy, Luiz Melodia e Martinho da Vila, entre outros. E o principal: uma música de Roberto e Erasmo Carlos. Na capa, posavam a jogadora da Seleção Brasileira feminina, Milene Domigues, e a atriz Thaís Araújo.

4 - Em 21 de março de 2012, o Vasco inaugurou o novo placar de São Januário, vencendo o paraguaio Libertad, por 2 x 0, e passando a dividir com ele a ponta do Grupo 5 da Taça Libertadores, mantendo 100% de aproveitamento com a camisa número 3, a toda azul.. Autor de um golaço, que inaugurou o novo placar no estádio, Juninho Pernambucano, aos 37 anos, saiu do banco dos reservas para escrever o seu nome em mais uma história vascaína. “Futebol é tão difícil, às vezes. A gente imagina uma coisa, como ele (o treinador Cristóvão Borges) imaginou que a melhor formação era a do primeiro tempo, mas acredito que, nem se eu estivesse em campo, ela iria funcionar, pois o início foi muito difícil. Eu acho que um grande time não pode ter uma única formação, mas sim uma base definida para os grandes jogos, desde que todos estejam em condições de jogar bem. O mais importante é ter essa variação”, comentou Juninho. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário