Vasco

Vasco

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

HISTORI&LENDAS DA COLINA - FLÁVIO

1 – Em 1942, Flávio Costa treinava a Seleção Carioca, que não teria a torcida vascaína do lado se não tivesse jogador da Colina. Então, ele barrou o centro-médio (espécie de volante de contenção) flamenguistas Bria e escalou o cruzmaltino Zarzur. E nem pensava em deixar de fora do time o meia Lelé, ídolo da torcida vascaína. Só assim a galera não torceria pelos os paulistas e lotaria São Januário, onde rolavam os maiores jogos do Rio de Janeiro.

2 - Durante as décadas-1970 e 1980, nos 27 “Clássicos dos MiIhões” disputados, Roberto Dinamite deixou a sua marca em 27 vezes. É o maior “matador” desse duelo Vasco x Flamengo.

3 - Em 1956, o espanhol Real Madrid era considerado o time mais forte do mundo. Em 18 de julho daquele ano, em uma quarta-feira, o Vasco empatou com ele, por 2 x 2, no Estádio Olímpico, de Caracas, na Venezuela, pela Pequena Copa do Mundo. Sabará abriu o placar, aos 56 minutos. Real empatou, aos 61 e desempatou, aos 70. Astolfi reempatou, aos 71. Martim Francisco era o treinador e o time foi: Carlos Alberto, Dario, Bellini e Coronel; Laerte e Orlando; Sabará, Livinho (Pinga), Vavá, Walter e Djair (Astoffi). O Real Madrid era: Alonso, Atienza, Marquitos e Lesmes; Muñoz e Zárraga; Joselito, Marsal, Di Stéfano, Rial e Gento. O árbitro fo o venezuelano Benito Jackson.

4 - Sabará foi um dos principais atacantes da história cruzmaltina. Nascido em Atibaia-SP, em 18 de junho de 1931, viveu até 8 de outubro de 1997. Antônio Onofre Anacleto era o seu nome. Ponta-direita titular, a partir de 1953, era habilidoso, veloz, raçudo e tinha chute forte. Vestiu a camisa vascaína por 576 vezes, entre 1952 e 1964, totalizando 165 gols. Foi campeão carioca em 1952/56/58; do Torneio Octogonal Rivadavia Corrêa Meyer de 1953; do Torneio de Paris de 1957, na França; do Tereza Herrera de 1957, na Espanha, e do Torneio Rio–São Paulo de 1958. 
 
5 - Sabará disputou 10 jogos pela Seleção Brasileira, marcando um gol em sete vitórias, um empate e duas derrotas. A bola que mandou à rede foi em 13 de novembro de 1955, aos 20 do segundo tempo, nos 3 x 0 sobre o Paraguai, pela Taça Oswaldo Cruz, no Maracanã, diante de 95 mil pagantes. Dirigido por Flávio Costa, Sabará jogou ao lado de mais quatro vascaínos – Paulinho de Almeida, Vavá, Pinga e Walter Marciano – Veludo; Paulinho de Almeida (Djalma Santos), Pavão, Zózimo e Nílton Santos; Dequinha e Didi; Sabará, Vavá (Zizinho), Pinga e Wálter Marciano (Escurinho) foi a formação.

 6 - Pelo final de 1955, Ademir Menezes decidiu encarrar a carreira, mas o Vasco não concordava. Mesmo assim, ele deixou São Januário e voltou para onde começou, o Sport Recife, para reverter-se ao amadorismo. Jogou algumas partidas, em 1956, e despediu-se dos gamados perdendo do Bahia, por 2 x 0. Depois, tornou-se cronistas esportivo e comentarista de rádio, no Rio de Janeiro. 
 
7 - Os títulos de Ademir como cruzmaltino foram: 1945- campeão carioca invicto; 1948 - campeão sul-americano de campeões; 1949 - campeão carioca invicto e artilheiro do campeonato; 1950 - bicampeão carioca e artilheiro do campeonato; 1952 - campeão carioca; bicampeão juvenil pernambucano (1937/38) e - tricampeão pernambucano (1943/44), Ademir estreou na Seleção Brasileira em 1945, vencendo a Colômbia, por 3 x 0. Seu último jogo pela equipe foi em 1953, vencendo o Uruguai, por 1 x 0. Foram 41 partidas, com 30 vitórias, 5 empates e 6 derrotas. Com 9 gols, em 1950, foi o artilheiro da Copa do Mundo.  

Nenhum comentário:

Postar um comentário