Vasco

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quarta-feira, 28 de março de 2018

HISTORI&LENDAS DA COLINA - ARY

1 - O compositor musical Ary Barroso, o maior vira folha da torcida brasileira, era Flu, que o expulsou por não pagar as suas mensalidades associativas,  e virou Fla. Se dava pessimamente mal com o Vasco da Gama. 
Quando já era rubro-negro, Ary vivia falando horrores da “Turma da Colina. Um dia, a rapaziada se “retou” (baiano fala retou, e não arretou) e o mandou ... sabe pra onde, né? De quebra, o proibiu de adentrar ao glorioso estádio de São Januário, palco dos maiores acontecimentos sociais e esportivos do país da “Era Getúlio Vargas”.
 Inconformado, Ary foi ao Colégio Pio  Americano, à Rua Teixeira Júnior, e negociou subir ao telhado para transmitir um prélio vascaíno. Ganhou aquele lance, mas perdeu na virada da esquipa. Jogavam Vasco x Flamengo, no estádio do Botafogo, e ele narrava, vibrantemente, Flamengo 2 x 0 Vasco. Então, o “Time da Virada” virou: 5 x 2. De quebra, e a torcida cruzmaltina bombardeou a sua cabine com bagaços de laranja.
Pior: Ary transmitia um programa musical para calouros, pela Rádio Cruzeiro do Sul, contando com um gongo para despachar os desafinados. Quando uma das transmissão foi diretamente de um circo, em Madureira, ele gongou uma candidata irmã do atacante vascaíno Isaías, aquele que formava um trio infernal com Jair Rosa Pinto e Lelé. Coitado! Se não fosse a polícia, teria sido escalpelado pela galera.   

2 -  At[e 1955, a revista  "Esporte Ilustrado", cujo dono era Levy Kleiman, vivia publicando fotos de times posados do Vasco. Mas seus feitores não se declaravam simpatizantes. As matérias eram assinadas por Thomaz Mazzoni (Olimpicus), Leunam Leite, Adolpho Scherman, Jorge Miranda, Carlos Sampaio, Flávio Sales, Herbert Mesquita, , Sérgio Lopes e jaime Ferreira. As fotografias eram de José Santos, Alberto Ferreira, Vito Moniz, José Alencar, Newton Viana de uma equipe paulista. Os gráficos de “goals” eram de William Guimarães, o humorismo de Milton Sales, as caricaturas de Vilmar e os desenhos de Alberto Lima. Gratuliano Brito continuava sendo o diretor de redação, cujo endereço seguia na Rua Visconde de Maranguape, Nº 15. Em São Paulo, a distribuição e vendas era por conta da Agência Polano, à Rua João Bricola,  Nº 46.

 


 

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