Vasco

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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

"ALMIRANTE" DE MAIS E DE MENOS

               BALAIADAS E PIXOTADAS
A temporada carioca-1946 foi tremenda para os atacantes vascaínos. E, as vezes, horripilante para os zagueiros. Vejamos!
 No primeiro trimestre, mais precisamente em 27 de março, a rapaziada mandou 8 x 4 Botafogo, na penúltima rodada do Torneio Relâmpago que, por sinal, teve título parando nas prateleiras da Colina -  7 pontos em 5 jogos, com 3 vitórias, um empate e uma escorregada.
  Maior placar de um clássico entre os dois times – Djalma (2), Friaça (2), Elgen, Dino, João Pinto e Santo Cristo marcaram para a rapaziada -, a defensiva não conseguiu segurar o atacante alvinegro Octávio, que deixou quatro pipocas pulando na chapa cruzmaltina.    
 Veio o Campeonato Carioca, em julho, e a moçada lá de trás voltou a de São Januário escorregar no tomate, levando 6 x 2 Bangu, no dia 13. Quem pagou o pato? O América, que levou 5 x 1, no 10 de agosto, e o Madureira, com um sapeca 4 x 0, no 28 do mesmo mês.
Pra variar o festival de gols marcados e levados, no 9 de novembro,Vasco 4 x 3 Flamengo.  
 Além do Torneio Relâmpago, a “Turma da Colina” calibrou o pé bom de pancada, também, para o Torneio Municipal, mandando 6 x 0 Canto do Rio – 05.05. 1946; 4 x 0 Madureira – 11.05; 4 x 1 América – 25.05; 5 x 1 São Cristóvão – 16.06 e o sensacional 9 x 1 Bonsucesso, no 02.06.
 Estas, que foi a maior goleada vascaína na temporada-1946, rolou no estádio do Madureira, à Rua Conselheiro Galvão, apitado por Azilar Costa e assistido por mil pagantes. Na rede, pintaram Lelé (3), Elgen (3), Santo Cristo (2) e Isaías. O uruguaio Ondino Viera treinava esta rapaziada do dia: Barbosa, Rubem e Sampaio; Nilton, Ely e Jorge; Santo Cristo, Lelé, Isaías, Elgen e Chico.
Além de machucar o “Bonsuça”, o Vasco ainda viu o rubro-anil Rubinho perder dois pênaltis. Com tanta sorte e pancadaria batendo nas redes adversárias, é claro que o ”Almirante” carregou o caneco da festa citadina, somando 15 pontos, em nove jogos, com seis vitórias e três empates,marcando 32 e levando só cinco pitecos no placar, o que lhe deu o belo saldo de 27 tentos.A temporada carioca-1946 foi tremenda para os atacantes vascaínos. E, as vezes, horripilante para os zagueiros. Vejamos! No primeiro trimestre, mais precisamente em 27 de março, a rapaziada mandou 8 x 4 Botafogo, na penúltima rodada do Torneio Relâmpago que, por sinal, teve título parando nas prateleiras da Colina -  7 pontos em 5 jogos, com 3 vitórias, um empate e uma escorregada.
  Maior placar de um clássico entre os dois times – Djalma (2), Friaça (2), Elgen, Dino, João Pinto e Santo Cristo marcaram para a rapaziada -, a defensiva não conseguiu segurar o atacante alvinegro Octávio, que deixou quatro pipocas pulando na chapa cruzmaltina.    
 Veio o Campeonato Carioca, em julho, e a moçada lá de trás voltou a de São Januário escorregar no tomate, levando 6 x 2 Bangu, no dia 13. Quem pagou o pato? O América, que levou 5 x 1, no 10 de agosto, e o Madureira, com um sapecador 4 x 0, no 28 do mesmo mês.
Pra variar o festival de gols marcados e levados, no 9 de novembro,Vasco 4 x 3 Flamengo.  
 Além do Torneio Relâmpago, a “Turma da Colina” calibrou o pé bom de pancada, também, para o Torneio Municipal, mandando 6 x 0 Canto do Rio – 05.05. 1946; 4 x 0 Madureira – 11.05; 4 x 1 América – 25.05; 5 x 1 São Cristóvão – 16.06 e o sensacional 9 x 1 Bonsucesso, no 02.06.
 Estas, que foi a maior goleada vascaína na temporada-1946, rolou no estádio do Madureira, à Rua Conselheiro Galvão, apitado por Azilar Costa e assistido por mil pagantes. Na rede, pintaram Lelé (3), Elgen (3), Santo Cristo (2) e Isaías. O uruguaio Ondino Viera treinava esta rapaziada do dia: Barbosa, Rubem e Sampaio; Nilton, Ely e Jorge; Santo Cristo, Lelé, Isaias, Elgen e Chico.
Jair Rosa Pinto
Além de machucar o “Bonsuça”, o Vasco ainda viu o rubro-anil Rubinho perder dois pênaltis. Com tanta sorte e pancadaria batendo nas redes adversárias, é claro que o ”Almirante” carregou o caneco da festa citadina, somando 15 pontos, em nove jogos, com seis vitórias e três empates,marcando 32 e levando só cinco pitecos no placar, o que lhe deu o belo saldo de 27 tentos.
 Nem tudo, porém, foram glórias para os vascaínos. A sua defesa andou se aperreando diante do Fluminense naquele 1946. 
No 19 de junho, por exemplo, levou 4 x 1 dos tricolores, com o “eterno vascaíno” Ademir Menezes do outro lado do balcão. Naquele dia, em prélio no estádio das Laranjeiras, a casa do rival, o Vasco teve Rubens, Jair Rosa Pinto, Ely e Santo Cristo “convidados as se retirarem do gramado” além de Isaías deixando a partidas por contusão. Logo, meio-Vasco fora de combate.
FOTO ACIMA REPRODUZIDA DE WWW.VASCO.COM.BR E ABAIXO DE WWWNETVASCO.COM.BR. Agradecimentos.



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