Vasco

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quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

ALBUQUERQUE BAGUNCEIROS

Moacir, Silvinho, Valinhos e Benetti aproveitaram uma folga e foram a uma badalação noturna. Depois, rumaram para o Beer House, no Lido, e tiveram a impressão de a casa estar fechada. 
 O quarteto já ia embora quando ouviu um barulho saído de dentro do prédio. Logo, a porta foi aberta e por ela passaram pessoas se atropelando, entre elas o goleiro Andrada. Decidiram conferir o rolo e viram os colegas Arlindo e Adilson aprontando  bagunça. Explodiam aqueles artefatos usados em festas juninas, os chamados “cabeça de nego”. 
Calmon, segurança da casa, ameaçou sair na porrada, se eles não parassem de arrepiar. Mas Arlindo não parou. Calmon voltou a pedir o fim da balburdia, enquanto os seus colegas chamavam seguranças de outras casas noturnas do pedaço, como Holliday e La Licorne.
Faixa preta em karatê, Calmon jogou Arlindo pra fora. Adilson e a namorada foram isolados. Cerca de 12 seguranças armaram uma roda, de mãos dadas, colocaram Arlindo no meio e Calmon desceu-lhe o braço. Bateu até o carinha não conseguir mais se levantar.
No dia seguinte, Arlindo chegou a São Januário com a cara arrebentada, amparado por Adilson. Ao saber da balbúrdia aprontada pelos irmãos, o mais famoso deles, Almir, passou-lhes esporros caprichados e mandou Arlindo de volta pra Recife. Os carioca já estavam acostumado com as encrencas arrumadas pelos dois Albuquerque mais velhos.  Arlindo, porem,  passara dos limites.
OBS: história contada ao Kike pelo amigo e ex-goleiro vascaíno Valdir Appel. Agradecimento.


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