Vasco

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sexta-feira, 28 de julho de 2017

HISTORI&LENDAS DA COLINA - RUSSOS

1 - Na noite da quarta-feira 4 de dezembro de 1957, pela primeira vez, uma equipe da antiga União Soviética-CCCP, jogou no Maracanã. Empatou, por 1 x 1, com o Vasco da Gama, que teve o seu gol marcado por Almir Albuquerque Morais. À direita da foto (reproduzida de Manchete Esportiva), ao capitão e zagueiro Bellini leva ao abraço cruzmaltino ao visitante que deu muito trabalho à  "Turma da Colina".
 
2 - O último grande goleiro feito em São Januário, Hélton, esteou com titular em 3 de agosto de 1999, diante do uruguaio, pela antiga Copa Mercosul, que virou Copa Sul-Americana. De lá para cá, todos os goleiros utilizados vieram de outras equipes. A lista pós-Helton: Fábio - revelado no União Bandeirantes-PR;  Cássio - revelado no Olaria-RJ; Tadic - sérvio; - Éverton - tirado do Volta Redonda-RJ; - Fabiano Borges - saído do Criciúma-SC;  Elinton -buscado no Bangu; Erivélton, ex-Americano-RJ; Roberto - ex-Criciúma-SC; - Sílvio Luís - ex-São Caetano-SP; Tiago - ex-Portuguesa de Desportos-SP; Rafael - ex-Itumbiara-GO; Fernando Prass - repatriado doo União Leiria-POR; - Alessandro - ex-Grêmio-RS;  Michel Alves - ex-Criciúma; Diogo Silva - ex-Nova Iguaçu-RJ; Martín Silva - ex-Olímpia-PAR.
3 - O primeiro goleiro gringo cruzmaltino foi o paraguaio Víctor Gonzalez, que defendeu o clube nos anos de 1954 e 55, mas posteriormente se transferiu para o Fluminense. O segundo foi o argentino Errea. O terceiro marcou época na Colina. O também argentino Andrada, um dos heróis do primeiro título brasileiro do clube, o Brasileirão-1974. Foram sete anos defendendo as redes do Vasco, tempo suficiente para se tornar ídolo e uma referência do time na década-1970. Trinta anos após os vascaínos levantarem a primeira taça de campeão nacional, o clube voltou a apostar em um estrangeiro para o gol. O sérvio Tadic aportou em São Januário por indicação de seu compatriota Petkovic, que na época vestia a 10 vascaína. Fracasso. Com atuações muito aquém do esperado, deixou o clube poucos jogos depois. Quase quatro décadas após o sucesso de Andrada, um sul americano voltou a vestir a camisa 1, o uruguaio Martín Silva.
 

4  - O capitão Bellini foi chamado pelo chefe da seleção brasileira campeã mundial na Copa do Mundo-1958, na Suécia, para abrilhantar o desfecho de uma promoção da empresa aérea Panair do Brasil, já inexistente. Foi recepcionar o mascote, o Chiquinho, que fez muito sucesso junto à equipe canarinha. E era pé-quente. O danadinho, ao voltar ao Brasil, desapareceu, misteriosamente. Foi encontrado em um subúrbio do Rio de Janeiro, para alegria dos jogadores e dos membros da comissão técnica do escrete canarinho.

 5  - Em 23 de fevereiro, pelo Torneio Rio-São Paulo de 2000, o zagueiro Mauro Galvão atingiu a marca de mil jogos. Foi na partida em que o Vasco venceu o São Paulo, por 2 x 1, com dois gols de Romário, aos 8 minutos do primeiro tempo e aos 41 do segundo, em uma quarta-feira, em São Januário, perante 7.750 pagantes. O jogo valeu pelas semifinais da competição e foi apitado por Romildo Corrêa (SP). Para atingir a marca, o capitão vascaíno havia atuado, antes, por Internacional-RS, Bangu, Botafogo e Seleção Brasileira. O seu time do "Jogo1000" foi: Helton; Jorginho (Maricá), Odvan, Mauro Galvão e Gilberto; Válber, Felipe (Alex Oliveira), Amaral e Paulo Miranda (Rogério); Viola e Romário. Técnico: Antônio Lopes. 
 

Um comentário:

  1. Antes do Andrada jogou por pouco tempo o goleiro argentino Errea

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