Vasco

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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

O DERRUBADOR DE INVICTOS

 Até a quarta rodada do Campeonato Carioca-1950, o pequeno Bonsucesso surpreendia e mantinha-se invicto, com duas vitórias e dois empates. Na rodada seguinte, enfrentaria o campeão de 1949, o Vasco da Gama, que havia vencido três e perdido na rodadas anterior, para o líder América.
 A expectativa da torcida rubro-anil pela manutenção da invencibilidade era grande, e o estádio dos invictos, na Rua Teixeira de Castro, lotou. Mas estava presente, também, uma grande determinação vascaína pela recuperação. A rapaziadas queria repetir o futebol dos 6 x 0 São Cristóvão e dos 3 x 2 Bangu. E avisou, logo, que iria atrás dois dois pontos (critério da época) e tomou as rédeas da partida.
O “Bonsuça”, mesmo em fasa e empurrado por uma garnde galera, nem parecia aquele time que mandara 4 x 0 Madureira e 3 x 2 Canto do Rio, e empatara 3 x 3 São Cristíovão e 2 x 2 Fluminense. Levou três gols de Ademir Menezes e um de Maneca, perdendo a invencibilidade.
Barbosa, Augusto e Wilson “Capão”; Ely, Danilo e Jorge; Alfredo, Maneca, Lima e Djayr foi o time escalado pelo terinador Flávio Costa e que saiu de campo na vice-liderança, atrás dos americanos. Aconteceu no 10 de setembro do início dos chamados “anos dourados”.
SEGUINTE: se naquele tempo  já houvesse duplas caipiras, depois do prélio poderia haver um show musical, com Maneca, do Vasco, e Maneco, do Bonsucesso. 

 

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