Vasco

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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

VASCO X COLORADOS DO PLANALTO

 O Vasco da Gama disputou três jogos contra o Brasília Esporte Clube: um amistoso, no DF, encerrado em 1 x 1, e duas partidas oficiais, pelo Campeonato Brasileiro, ambas no Rio de Janeiro, quando ainda não havia subdivisões, vencendo-as, respectivamente, por 3 x 0 e por 2 x 0.
Em 9 de junho de 1977, no já demolido Estádio Edson Arantes do Nascimento, o Pelezão, o gol cruzmaltino foi marcado por Fernando, aos 29 minutos do primeiro tempo. Ernani Banana, aos 7 da etapa final, igualou o placar. Detalhe: Banana, o maior ídolo do futebol candango, estivera, meses antes, vascaíno.
O Vasco formou naquele empate com: Mazaropi; Fernando, Abel Braga, Geraldo (Gaúcho) e Marco Antônio; Zé Mário, Carlos Alberto Zanata e Helinho; Wilsinho (Wiliam), Ramon e João Paulo. Técnico: Orlando Fantoni. O Brasília foi: Déo: Newton (Edmar Bernardes), Jonas 'Foca', Luiz Carlos Teixeira e Capela (Sidney); Wel, Moreirinha e Banana; Julinho, Léo 'Fuminho' (Rogério Bayer) e Bira. Técnico: Ayrton Nogueira. O árbitro foi Arnóbio Passos, auxiliado por Jonas Oliveira e Ranulfo Soares. Público e renda não foram informado, mas a arrecadação foi calculada em Cr$ 300 mil cruzeiros, a moeda da época.
Em 23 de outubro de 1977, quando se encontraram, pela primeira vez, em São Januário, o Vasco não deu chances ao Brasília. Liquidou a fatura, no primeiro tempo, com gols marcados por Ramon, aos 9 e aos 14 minutos, e por Roberto Dinamite, aos 27. O time, ainda dirigido por Orlando Fantoni, alinhou: Mazaropi; Orlando, Abel (Gaúcho), Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário, Zanata e Dirceu; Wilsinho, Roberto Dinamite e Ramon (Paulinho). O Brasília, que seguia treinado por Ayrton Nogueira, teve: Déo; Edevaldo, Jonas, Luís Carlos e Geraldo Galvão; Wel, Moreirinha e Banana; Julinho, Ney (Edmar) e Bira. O árbitro foi José de Assis Aragão (SP) e o público de 9.956 pagantes e a renda de Cr$ 328.500,00. 

TERRÍVEIS PAULOS - No segundo encontro na Colina, em 17 de junho de 1978, o Vasco fez 2 x 0, com gols de Paulinho, aos 17 minutos do primeiro tempo, e de Paulo Roberto, aos 44 da etapa complementar. O Vasco jogou com: Mazaropi; Orlando, Marcelo, Gaúcho e Marco Antônio; Zé Mário, Guina (foto), Zanata e Helinho (Paulo Roberto); Paulinho e Ramon (Wilsinho). Técnico: Orlando Fantoni. Brasília: Déo; Chavala, Emerson, Luis Carlos Teixeira e Odair; Lindário, Péricles e Banana; Edmar (Zezinho Maranhão), Ney e Rogério. Técnico Cláudio Garcia. O árbitro foi Renato de Oliveira Braga (SP), o público de 2.809 pagantes e a renda de Cr$ 90.990,00 cruzeiros.

MAIS - O Vasco já disputou mais estes compromissos contra times candangos: 15.12.1966 – 2 x 0 Rabello, amistoso no Estádio Nacional (depois, Pelezão); 28.09.1974 – 2 x 2 Ceub, amistoso, no Silveirão (depois, Mané Garrincha); 01.07.1975 – 2 x 1 Ceub, amistoso, no Silveirão; 21.07.1976 – 3 x 0 Taguatinga, amistoso, em São Januário; 01.02.1979 – 5 x 1 Taguatinga, amistoso, no Serejão; 10.06.1982 – 1 x 0 Taguatinga, amistoso, no Serejão; 06.06.1984 – 1 x 0 Taguatinga, amistoso, no Serejão; 28.09.1974 – 2 x 2 Ceub, amistoso, no Silveirão; 01.07.1975 – 2 x 1 Ceub, amistoso, no Silveirão; 21.07.1976 – 3 x 0 Taguatinga, amistoso, em São Januário; 01.02.1979 – 5 x 1 Taguatinga, amistoso, no Serejão; 10.06.1982 – 1 x 0 Taguatinga, amistoso, no Serejão; 06.06.1984 – 1 x 0 Taguatinga, amistoso, no Serejão. 

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

VASCO X 'HERMANOS' EM BRASÍLIA

 Vasco 2 x 2 Boca Juniors foi jogo vascaíno em Brasília, em 29 de julho de 2001, no Estádio Mané Garrincha, pelo Grupo A da Copa Mercosul – atual Copa Sul-Americana –, que tinha, ainda, a Universidad Católica, do Chile, e o Cerro Porteño, do Paraguai.
O Vasco começou a partida fustigando 'los hermanos', em jogadas com Euller e o meia Pedrinho. O gol de abertura do placar saiu de falta batida por Pedrinho, mandando 'la pelota' para o canto esquerdo da meta de Abbondanciere. O empate saiu, também, em cobrança de falta. Perez, que substituía o craque do time, Riquelme, acertou o ângulo superior direito da baliza de Helton.
Na etapa final, o Boca melhor sua colocação em campo e equilibrou as ofensivas. Euller seguia como melhor opção de ataque carioca, mas seus bons cruzamentos eram, seguidamente, desperdiçados. Como castigo, aos 13 minutos, Schelotto escapou, pela esquerda, cruzou bola na área vascaína. Perez entrou livre e virou: Boca 2 x 1. No entanto, a inferioridade cruzmaltina nas redes só demorou seis minutos. Aos 19, Patrício recebeu a bola, na entrada da área, e bateu rasteiro, fechando o placar nos 2 x 2. No último minuto, Euller, na cara do gol, bateu de virada, por cima do travessão, perdendo a chance de dar a vitória ao Vasco.
A partida foi apitada pelo paraguaio Epifânio Gonzalez, numa tarde de domingo e assistido por 20.206 pagantes. O Vasco formou com: Hélton; Patrício, Odvan, Alexandre Torres e Gilberto; Jorginho, William, Pedrinho e Juninho Paulista; Euller e Romário. Técnico: Joel Santana. O Boca Juniros foi: Abbondancieri.; Martinez, Barbosa, Burdisso e Rodriguez; Battaglia, Serna, Traverso e Perez; Schelotto (Carreño) e Delgado (Gimenez). Técnico: Carlos Bianchi.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

VASCO X FLAMENGO EM BRASÍLIA

O primeiro VSC x Fla no Planalto Central do país rolou em 31 de março de 1966, marcando a festa da inauguração dos refletores do estádio. Célio foi o nome do jogo, marcando os dois gols da vitória cruzmaltina, por 2 x 1, aos 35 minutos do primeiro tempo e aos 9 da etapa final – o ex-vascaíno Almir 'Pernambuquinho' fez o deles, a 1 minuto da etapa final do prélio apitado por Idélcio Gomes de Almeida, da Fedração Desportiva de Brasília-FDB. 
 O Vasco, de Zezé Moreira, foi Amauri; Joel Felício (Gama), Brito (Caxias), Ananias e Hipólito; Maranhão e Danilo Menezes; William, Célio, Picolé (Zezinho) e Tião (Ronildo). O Flamengo, do técnico Armando Renganeschi,  teve: Valdomiro (Marco Aurélio), Murilo, Paulo Lumumba, Itamar e Paulo Henrique; Jarbas (Evaristo) e Juarez; Paulo Alves, Almir (Fio Maravilha), César e Rodrigues

O segundo duelo VSC x FLA por aqui rolou em 10 de maio de 1967, e o Vasco repetiu o placar, no mesmo local. Sílvio de Almeida Carvalho, árbitro daFDB, apitou e os gols cruzmaltinos foram marcados por Paulo Bim, com um minuto de bola rolando, e Nei, aos 18 – Paulo Henrique, aos 35 da fase final, anotou o deles. O Vasco era treinado por Zizinho e alinhou: Pedro Paulo; Jorge Luís, Ananias, Fontana (Nílton Paquetá) e Oldair; Maranhão, Danilo Menezes, Luisinho (Zezinho), Nei, Bianchini (Paulo Bim) e Moraes. O Flamengo era: Valdomiro; Leon, Ditão, Jaime e Paulo Henrique; Jarbas e Américo; Pedrinho, Fio, Ademar (Aloísio) e Osvaldo (Neviton). Valeu, Vevé?

domingo, 9 de janeiro de 2011

TRAGÉDIAS DA COLINA - FURACÃO VARREU

1 -  Vasco x Clube Atlético Paranaense é um confronto com menos de meio século. Vem de maio de 1964. O Furacão, apelido do rubro-negro de Curitiba, é um velho freguês, mas os placares dos encontros são apertados, com a maior goleada da “Turma da Colina” sendo 4 x 0, de 26 de agosto de 2001, pelo Brasileirão.

2 - Quando devolveu o vexame, o Atlético-PR foi cruel. Em 27 de julho de 2005, pelo mesmo Brasileirão, mandou 7 x 2 na rapaziada, levando o treinador Renato” Gaúcho”  Portaluppi a dizer que, naquele dia, “até mulher grávida faria gol no Vasco. A partida valeu pela 15º rodada do primeiro turno, foi disputada na Arena da Baixada, a casa do adversário, assistida por 8.633 almas, que pagaram R$ 130.992,00 e ouviram o apito de Márcio Rezende de Freitas.

3 - Treinado pelo técnico que mais títulos conquistou em São Januário, Antônio Lopes, o time paranaense levou gols vascaínos marcados, na etapa final, por Ânderson (com acento), aos 10, e por Alex Dias, aos 46 minutos. O Vasco do “arenazo” foi: Elinton; Luciano, Gomes, Éder e Wágner Diniz; Ygor, Felipe Alves, Morais (Fernandinho) e Diego; Alex Dias e Ânderson (Elbinho).

sábado, 8 de janeiro de 2011

HISTÓRIAS DO KIKE - CEUB NO TERREIRO DO "GALO" QUE BICOU MAIS FORTE, UAII!

 Dos chamados “grandes” do futebol mineiro, o Ceub nunca torceu o pescoço do “Galo” (apelido do Atlético-MG). Mandou a Raposa (apelido do Cruzeiro) e o Coelho (apelido do América-MG) pra dentro da toca, mas parou com o futebol devendo uma frente no placar ante os alvinegros das alterosas.

 Em cinco confrontos contra o Atlético-MG, o melhor resultado do Ceub foi o empate, amistosamente, por 2 x 2, em 19 de fevereiro de 1974, no já demolido estádio Pelezão, que arrrcadou Cr$ 30 mil 267 cruzeiros. Naquele jogo, o time candango chegou a animar a sua torcida, saindo na frente do placar, com o zagueiro atleticano Vantuir Galdino marcando gol contra, aos 11 minutos. A alegria da sua torcida, porém, só durou até os 38, quando Totonho empatou. Mas a rapaziada voltou a abrir o sorriso, aos 52, com Juraci comparecendo à rede e passando o Ceub, novamente, à frente. Pena que o mesmo Totonho voltou a empatar o prélio, aos 67.

O amistoso foi apitado pelo mineiro Maurílio José Santiago, rendeu Cr$ 30.267,00 cruzeiros, a moeda da época, e teve a Acadêmiva da Asa Norte (apelido do Ceub), formando com: Valdir Appel; Lauro, Pedro Pradera, Cláudio Oliveira e Adevaldo; Rogério e Xisté (Emerson Braga); Dilson (Dario), Péricles (Gilberto), Juraci e Cardosinho. O “Galo”, treinado por Telê Santana, alinhou: Careca; Getúlio, Grapete, Vantuir e Cláudio Mineiro; Vanderlei Paiva e Fausto (Toninho Cerezo); Paulinho, Reinaldo Lima, Totonho (Campos) e Romeu. OBS: por haver taça em jogo, houve cobranças de pênaltis e os mineiros levaram o caneco, chsmado Taça Vitória-Minas, mandando 4 x 2.

                      FOTO REPRODUZIDA DO DIÁRIO DE BRASÍLIA

      Reinaldo (D) disputa lance com o ceubense Emerson Braga

Para o Ceub, o empate foi um grandioso resultado, pois aquele time atleticano teve seis atletas que chegaram à Seleção Brasileira: Getúlio, Vantuir, Toninho Cerezo, Reinaldo, Campos e Romeu, além do treinador Telê Santana, que comandaria o time canarinho em duas Copas o Mundo, as de 1982 e de 1986.  O primeiro encontro do Ceub com o Atlético-MG foi no 31 de março de 1973, no Pelezão, com o meia-atacante Péricles abrindo o placar, aos 9 minutos, e o também meia atleticano Lola (Raimundo José Correa) empatando, aos 26. O goleador Campos, muito esperado, não veio, por ter sido convocado para a Seleção Brasileira. Mas o técnico Paulo Benigno trouxe time titular e forte, que foi: Mussula; Aranha, Grapete, Normandes e Cláudio Mineiro (Oldair); Vanderlei Paiva e Spencer; Paulinho, Reinaldo Lima (Pedrilho), Lola e Romeu. No Ceub, o treinador/atleta Cláudio Garcia anunciou duas estreias, mas só estreou uma delas, o goleiro Jair Bragança, e não escondeu escalação, que foi: Jair Bragança; Edmílson (Serginho), Cláudio Olveira, Emerson Braga e Murilo (Fernando); Enísio, Péricles e Cláudio Garcia; Renê (Paíca), Julinho e Rogério. O árbitro foi Hélio Cosso, da Federação Mineira de Futebol, enquanto os bandeirinhas - Alaor Ribeiro e Aristeu Santana -  da Federação Desportiva de Brasília, que arrecadou naquele amistoso Cr$ 19 mil cruzeiros, boa grana para a época.

Em 8 de agosto do mesmo 1973, o Ceub voltou a enfrentar o “Galo”, daquela vez reabrindo o Pelezão, reformado para a sua participação no Campeonato Nacional, confirmada em 10 de abril, pela então Confederação Brasileira de Desportos, atual CBFutebol. Para aquela partida, o presidente ceubense, Adílson Peres, anunciou as estreias do centroavante Dario Alegria, também chamado por Dario Paracatu (alusão à sua cidade mineira) -  havia passado por Vasco, Fluminense e até vestido a camisa do escrete canarinho quando o Palmeiras representou o Brasil, em amistoso de 1965 -  e do coringa Oldair Barchi – jogara, também, pelo escrete nacional e os mesmos ex-times do atacante, além de ter sido capitão do Atlético-MG.

 O Ceub endureceu o jogo até os 27 minutos do segundo tempo apitado pelo mineiro Sílvio Gonçalves David, mas o “Galo” era muito mais forte e chegou à rede por intermédio de Campos, aos 72 minutos, diante de 7.908 pagantes, que deixaram nas bilheterias do Pelezão a grana de Cr$ 79 mil e 80 cruzeiros. Treinado por João Avelino, o Ceub mandou a campo:  Rogério, Enísio, Paulo Lumumba, Emerson Braga e Rildo; Oldair, Cláudio Garcia e Péricles (Jadir); Walmir, Dario Alegria (Julinho) e Tuca. O Atlético-MG teve: Mussula; Zé Maria, Márcio, Vantuir e Cláudio Mineiro; Vanderlei Paiva e Bibi; Arlém, Pedrilho (Marcelo), Campos e Romeu (Rodrigues), treinados por Telê Santana.

O jogo seguinte entre o Ceub e o “Galo” foi oficial, rendeu Cr$ 62.400,00, teve 6.591 pasgantes e valeu pelo Campeonato Brasileiro, em seis de abril de 1974, no então estádio Governador HélioPrates da Silveira, o atual Mané Garrincha. A equipe candanga levou  2 x 4, com tentos atleticanos  marcados por Arlém, Reinaldo Lima, Campos e Fausto. Coube a Dario e Gilberto descontarem para os ceubenses, que foram: Valdir Appel; Cláudio Oliveira, Pedro Pradera, Emerson e Rildo;  Jorge Luís (Renê), Péricles e  Gilberto; Cardosinho, Carlos Roberto e Dario (Juraci), treinados por Cláudio Garcia.  O Atlético-MG,  de Telê Santana, teve: Mazurkiewicz; Getúlio, Grapete (Márcio), Vantuir e Cláudio Mineiro; Vanderlei Paiva e Fausto; Arlém, Reinaldo (Totonho) Campos e Romeu.