Vasco

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sábado, 31 de janeiro de 2015

ESQUINA DA COLINA LONGE DE CASA


Vasco da Gama x Flamengo já levaram o Clássico dos Milhões para vários gramados fora do Rio de Janeiro . Confiras onde forams parara nas primeiras vezes: 
31.01.1965 – Vasco 0 x 0 Flamengo – Estádio Pedro Ludovico, em Goiânia-GO; 31.03.1966 – Vasco 2 x 1 Flamengo – Estádio Nacional de Brasília-DF; 06.11.1966 – Vasco 1 x 2 Flamengo – Estádio Lomanto Júnior, em Vitória da Conquista-BA; 31.08.1969 – Vasco 0 x 2 Flamengo, em Aracaju-SE;  17.01.1971 – Vasco 1 x 2 Flamengo - Estádio Hermenegildo Barcelos, em Arraial do Cabo-RJ; 03.12.1976 – Vasco 3 x 2 Flamengo – Estádio Engenheiro Araripe, em Cariacica-ES;  20.03.1977 – Vasco 1 x 2 Flamengo, em Itabuna-BA: 03.02.1980 – Vasco 1 x 0 Flamengo – Estádio Vivaldo Lima, em Manaus-AM; 19.05.1981 – Vasco 1 x 0 Flamengo – Estádio Mammmoud Abbas, em Governador Valadares-MG; 22.06.1986 – Vasco 2 x 1 Flamengo – Estádio Castelão, em Natal-RN; 29.05.1994 – Vasco 0 x 1 Flamengo, - Estádio Castelão, em Fortaleza-CE; 20.07.1976 – Vasco 3 x 2 Flamengo – Estádio Vivaldão, em Manaus-AM; 03.05.1997 – Vasco 1 x 2 Flamengo – Estádio Alair Corrêa, em Cabo Frio-RJ; 17.07.2005 – Vasco 0 x 1 Flamengo – Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda-RJ.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

VASCO DAS CAPAS DE REVISTAS - VAVÁ

      Este é o centroavante pernambucano Vavá, que era meia, em sua terra, mas virou camisa 9 no Vasco da Gama. Como homem de área, o glorioso Edvaldo Izídio Neto, o seu verdadeiro nome, tornou-se um tremendo "matador" e foi ao Mundial-1958, na Suécia, voltando chamado por Leão da Copa- devido a raça que exibia. Graças ao grande sucesso vestindo a jaqueta da Turma da Colina, Vavá foi para o espanhol Atlético Madrid, após a jornada sueca.

Em 1962, quando ficou bi do Mundial,  época em que a Seleção Brasileira só convocava quem estivessem atuando no país, ele foi o primeiro a ser chamado estando longe dos nossos gramados. Vavá é um cruzmaltino inesquecível. Quando deixou São Januário, os treinadores sofrerem muito, pela falta de um homem-gol como ele.

This is the Pernambuco striker Vava, who was half in their land, but turned 9 shirt at Vasco da Gama. As a man of the area, the glorious Edvaldo Izidio Neto, his real name, has become a tremendous "killer" and was the 1958 FIFA World Cup in Sweden, so I called back the "Lion of the World Cup," the race that disputed the departures.
 Thanks to the great success that managed to wearing the jacket of the "Class of the Hill", Vava was for the Spanish Atletico Madrid after helping the boys bring the "pitcher in the world".
 At a time when the Brazilian team summoned only athlete who was acting in the country, he was the first to be called being away from our lawns.
 Vava is an unforgettable cruzmaltino. When he left San Gennaro, the Vasco coaches suffer much, for lack of a man-gol like him

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

VIRA-VIRA NA ESQUINA DA COLINA

 Almirante Vasco da Gama era católicoa e as suas caravelas viajavam levando nas velas o símbolo da Cruz de Cristo. Nada, porém, que impedisse o time em suas homenagem infernizxarf a vida de rivais em uma quarta-feira de cinzxas. Foi assim no 22 de fevereiro de 2012, quando a sua rapaziada mandou 2 x 1 Flamengo, pela Taça Guanabara.

2 - Além dos três pontos faturados, o placar levou a rapaziada paras a final da competiç.ão e encerrou tabu de não vencer o Urubu desde 22 de março de 2009. Passadas três temporadas, rolou vitória de virada (mais uma), pois a moçada levou gol flamenguista com dois minutos de bola rolando. 


3 - Por tasl feito, o Vasco da Gama atingiu oito jogos invictos na Taça GB: 2 x 0 Americano; 3 x 1 Duque de Caxias; 3 x 1 Bangu; 2 x 0 Friburguense; 2 x 1 Fluminense; 3 x 0 Volta Redonda: 1 x 0 Boavista e 2 x 1 Flamengo. 

4 - Juninho Pernambucano e Diego Souzxa foram os depenadures de urubuláceos. Cristóvão Borges era o treinador e a turma do vira-vira foi: Fernando Prass; Fagner, Rodolfo (Renato Silva), Dedé e Thiago Feltri; Nilton, Fellipe Bastos, Juninho Pernambucano (Felipe) e Willian Barbio (Kim); Diego Souza e Alecsandro. 

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - CAPITÃO MIL

1 - Em 23 de fevereiro da temporada-2000, pelo Torneio Rio-São Paulo, o zagueiro gaúcho Mauro Galvão atingiu a marca de mil jogos na carreira. Foi na partida em que o Vasco da Gama venceu o São Paulo, por 2 x 1, com dois gols de Romário - um em cada tgempo -, em uma quarta-feira, em São Januário, perante 7.750 pagantes. 

2 - A partida que fico em destaque na história de um dos maiores zagueiros que já vestiram a jaqueta vascaína valeu pelas semifinais da disputa interestadual e foi mediada pelo paulsita Romildo Corrêa.

3 - Para atingir a marca milesimal, o capitão Mauro Galovão havia atuado, antes, por Internacional-RS, Bangu, Botafogo e Seleção Brasileira.  O seu time do Jogo1000 alinhou:  Helton; Jorginho (Maricá), Odvan, Mauro Galvão e Gilberto;  Válber, Felipe (Alex Oliveira), Amaral e Paulo Miranda (Rogério); Viola e Romário. Técnico: Antônio Lopes.

 

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

HISTORI&LENDAS DA COLINA - CONCENTRADO

1 - A primeira vez em que ao time vascaíno concentrou-se para um descanso total foi em 1923, na cidade mineira de Mar de Espanha. O local, a estância hidromineral da Fazenda Rocha, foi oferecido por um associado do clube, o historiador cruzmaltino José da Silva Rocha, o Rochinha, que viria a ser o 35º a presidir o clube, em 1963.
MESMO COM O MAR BEM PERTO, NO RIO DE JANEIRO, O VASCO PREFERIU O MAR DE MINAS GERAIS, ONDE NÃO TEM MAR.
2 - Nos inícios dos Campeonatos Cariocas, os árbitros era indicados pelos clubes. Entre outros, o Vasco indicou Francisco Alberto da Costa, Eduardo Pinto da Fonseca, Mílton de Castro Menezes, Carlos Gomes de Farias, Paiva Anciães, José Pereira Peixoto, José Pinto Lopes e Diogo Rangel. Já o primeiro representante vascaíno fora do Rio de Janeiro foi Achilles Astuto, “embaixador” junto à entidade paulista de remo, em 1925.
PARA LIDAR COM PAULIASTAS REMADORES, SÓ MESMO ALGUÉM MUITO ASTUTO.

3 - Locais onde os vascaínos já se alojaram: Rua Teófilo Otoni Nº 89; Clube Dansante e Recreativo Estudantino Arcas Comercial, no Largo do Capim; Sociedade Dramatica Filhos de Talma à Rua da Saúde Nº 293, onde ocorreu a fundação, em 1898; Ilha das Moças; Travessa Maia Nº 15; Rua do Passeio Nº 18; Rua Santa Luzia; Sede do Calaboauço; sede náutica na Lagoa Rodrigo de Freitas; Edifício Cineac 9º andar, na Avenida Rio Branco Nº185, e Rua General Almério de Moura.

O ALMIRANTE ANVEGOU, NAVEGOU, E FOI ANCORAR O SEU BARCO NA COLINA

4 - A primeira bandeira do Club de Regatas Vasco da Gama foi de flanela e oferecida pela guarnição da canoa Zoca.
AINDA BEM QUE, NAQUELESA VELHOS TEMPOS, AINDA NÃO HAVIA FLANELINHAS.

5 - Na década-1950, torcedores fanáticos inventaram que o mais famoso dos cartolas da história do futebol espanhol, Santiago Bernabeu, presidente do Real Madrid, por mais de 50 anos, havia rompido relações com o Vasco, porque o seu clube fora vencido pelos cruzmaltinos, na final do Torneio de Paris, em 1957. Acrescentavam que o homem não admitia o melhor time do mundo cair ante uma equipe sul-americana, de uma região habitada por gente subdesenvolvida. Lenda brava!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - EDMUNDO


26.01.1992 -  Estreaia do atacante Edmundo no time principal do Vasco da Gama. Registrado por  Emundo Alves de Souza Neto, ele, sempre, se declarou torcedor vascaíno e  ligou a sua história ao Almira,  até 2011, quando encerrou a carreira, saindo e voltando de São Januário.
 Quem lançou edmundo no time A vascaíno foi o treinador Nelsinho Rosa, em um domingo, valendo pela primeira fase do Campeonato Brasileiro, no Estádio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, em São Paulo. Embora não tivesse visitado a rede, Edmundo contribuiu muito para Vasco da Gama 4 x 1 Corinthians ( 3 x 0 no primeiro tempo), com gols por Bebeto (2),e Sorato e o zagueiro Jorge Luís, diante de 15.145 torcedores, que pagaram Cr$ 67.090.000,00 (cruzeiros, a moeda da época. Renato Marsiglia-RS apitou e o Vasco formou com: Régis; Luis Carlos Winck Jorge Luis, Alexandre Torres e Eduardo; Luisinho Quintanilha, Geovani (Sidnei) e William: Edmundo Sorato (Júnior) e Bebeto.

Passadas cinco temporadas, Edmundo  foi o grande nome do time cruzmaltino durante a conquista do título de campeão brasileiro-1997. Dificilmente, alguém por este planeta jogou tanto quanto ele. Sobretudo, conquistou o torcedor, pela sua garra, gols marcados sobre o Flamengo e transparecência do seu amor incondicional pelo Vasco da Gama.
Escreveu o site oficial do clube: "...destacado nas categorias de base...em seu primeiro ano como profissional (Edmundo), foi considerado o melhor jogador do Campeonato Carioca, após o Vasco ter faturado a competição de forma invicta... passou pelo Palmeiras, voltou à Colina, em 1996...e foi considerado o melhor do Campeonato Brasileiro-1997...quebrou o recorde de Reinaldo (Atlético-MG) e totalizou 29 gols...na competição... O ...vigésimo nono gol surgiu justamente contra o maior rival, o Flamengo...arrasado, por 4 x 1. Após o título de 97, o atacante se transferiu para a (italiana) Fiorentina... retornou a São Januário, em três oportunidades:  1999, 2003 e 2008. Sempre demonstrando sua forte ligação com o clube cruzmaltino, o Animal sempre morou no coração dos vascaínos...”, acentua o texto 
Vários grandes ídolos vascaínos não mereceram elogio assim no link dos heróis. Edmundo merecia. Afinal, chegou a perder emprego por amor ao Vasco? Aconteceu na tarde de 3 de outubro de 2001, quando vestia a camisa do Cruzeiro, em São Januario, avisado de que não comemoraria, caso marcasse gol contra os donos da casa. Por causa daquilo, o treinador Marco Aurélio  escalou o inexpressivo Cleber Monteiro em sua vaga, deixando para lança-lo no segundo tempo, quando o  Vasco   3 x 0  Cruzeiro já era o placar  placar da partida da 15ª rodada do Campeonato Brasileiro, assistidas por 7.508 pagantes.

URUBULEIRO –  Um dos jogos mais expressivos de Edmundo contra o Flamengo foi em 3 de dezembro de 1997, pela segunda fase do Campeonato Brasileiro. Foi às redes, aos 16 minutos do primeiro tempo e aos 10 e aos 42 do segundo, em partida apitada por Paulo César de Oliveira-SP, em uma quarta-feira noturna, no Maracanã - Carlos Germano; Filipe Alvim (Maricá), Alex Pinho, Mauro Galvão e César Prates; Nélson, Nasa, Juninho Pernambucano (Moisés) e Ramon Mineiro;  Edmundo e Evair (Fabrício Eduardo) foi o time escalado pelo treiandor Antônio Lopes.

RECORDISTAS - Além de ter batido o recorde de gols no Brasileiro-1997, o carioca Edmundo, nascido em dois de abril de 1971, bateu o recorde, também, de maior números de tentos em uma só partida da competição, visitando, por seis vezes, as redes do União São João, de Araras-SP, no dia 11 de junho. 
A festa começou com um minuto de jogo, quando recebeu bola, pela intermediária, progrediu, sem marcação, e chutou fraco, cointando com uma ajudazinha do pereuzeiro Adinam. Ainda no primeiro tempo, voltou à rede, aos 23. Na segunda fase, fez o terceiro, aos 27. Por ali, queria pedir substituição, por não sentia-se bem, desde a concentração. Sorte dele que Luisinho Quintanilha deu-lhe uma dura: “Pirou, cara? O jogo tá fácil, você tá disputando a artilharia. Segura!” E ele segurou. E mandou mais bolas no filó, aos 29, aos 34 e aos 44 minutos. 
Clever Assunção Gonçalves-MG apitou a goleada, assistida por 1.313 pagantes, com renda de R$ 14.mil, 390 reais, em São Januário, pela primeria fase do Brasileirão. Antônio Lopes comandava esta rapaziada: Márcio; César Prates, Alex Pinho, Mauro Galvão e Felipe; Luisinho (Odvan), Nasa (Fabrício Eduardo), Ramon e Juninho Pernambucano (Mauricinho); Edmundo e Pedrinho.  

                                         ENCAÇAPADAS BRASILELIRÃO-1997
16.07.1997 – (1) – Vasco 2 x 1 Corinthians; 03.08 – (1) Vasco 3 x 1 Fluminense; 17.08 - (1) - Vasco 3 x 0 Bragantino-SP; 30.08 – (2) – Vasco 3 x 2 Sport-PE; 11.09 – (6) – Vasco 6 x 0 União São João-SP; 14.09 – (1) – Vasco 2 x 4 Vitória-BA; 20.09 (2) – Vasco 4 x 1 Paraná; 28.09 – (1) – Vasco 2 x 1 Portuguesa de Desportos; 01.10 – (1) –Vasco 2 x 1 Palmeiras; 05.10 – (1) – vasco 2 x 1 Atlético-PR; 11.10 - (3) –Vasco 3 x 1 Coritiba; 26.10 – (2) – Vasco 4 x 3 Criciúma-SC; 02.11 - (2) –Vasco 3 x 1 Bahia. 14.11 – (1) – Vasco 3 x 0 Joinville-SC; 26.11 – (1) – Vasco 2 x 1 Portuguesa de Desportos; 03.12 (3) - Vasco 4 x 1 Flamengo.

Antes de Edmundo ter marcado tanto em uma só jogo do Brasileirão, Roberto Dinamite havia feito cinco, em Vasco 5 x 2 Corinthians, em 4 de maio de 1980; Arthurzinho, quatro, em Vasco 9 x 0 Tuna Luso-PA, em 1984, e Romário, também, quatro, em 2001, contra o Guarani de Campinas. Vale citar, também, que o Vasco já dominou a artilharia do Brasileirão em oito oportunidades: 1974 - Roberto Dinamite, com 16 gols; 1978, Paulinho, 19; 1984 - Roberto Dinamite, 16; 1992, Bebeto, 18; 1997, Edmundo, 29; 2000, Romário, 20; 2001, Romário 21; 2005, Romário, 25 – em 1984, o Vasco tornou-se o único disputante a ter o principal artilheiro e o vice, respectivamente: Roberto Dinamite, com 16 gols, e Arturzinho, com 14 gol.

CANARINHO - Com tanta categoria, seria natural que Edmundo chegasse à Seleção Brasileira. Foi canarinho, por 39 jogos, vencendo 25, empatando oito, perdendo seis e marcando 10 gols. Ficou campeão das Copas da Amizade -1992; Copa Stanley Rous-1995 e da Copa América-1997. Disputou, ainda, dois jogos da Copa do Mundo-1998. 
                        Fotos reproduzidas de www.crvascodagama.com.br 

sábado, 24 de janeiro de 2015

CASA, VASCAÍNO! - CÉLIO DE ALMEIDA

Quem está aqui nesta foto sendo chegado “ao pé da cajazeira”, como brincam os nordestinos, é o dirigente (sem pasta) vascaíno Célio de Almeida. No dia 13 de maio de 1961, ele subiu ao altar da igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, para trocar alianças com a cantora Araci Costa, torcedora rubro-negra.  O flagrante foi publicado pela Revista do Esporte de Nº 120, datada de 24 de junho daquele 1961. O fotógrafo captou os cumprimentos do maior goleiro cruzmaltino de todos os tempos, Moacyr Barbosa. Quanto à noiva-cantora, embora flamenguistas, decidira afinar a sua vida pelo tom vascaíno.

Who is here in this picture being reached "at the foot of cajazeira" as the northeastern play, is the leader (without portfolio) Vasco Celio de Almeida. On May 13, 1961, he went up to the altar of the Candelaria church in Rio de Janeiro, to exchange rings with the singer Araci Costa, red and black cheerleader. The glaring was published by the Revista do Sport No. 120, dated 24 June 1961. The photographer that flipped the greetings of the largest cruzmaltino goalkeeper of all time, Moacyr Barbosa. As for the bride-singer, though Flamengo, decided to narrow down your life for vascaíno tone   

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

PRIMEIRO E ÚLTIMO NA 'ISKINA DA KOLINA'


  Reprodução da capa de Placar 
Nº 1157, de 11.11.1999. 




1 - Aconteceu em um 8 de novembro: o primeiro gol de Jardel e o último de Edmundo com a camisa vascaína. Coincidentemente, também, em jogos com o mesmo placar de 1 x 0 e ambos  saindo do banco dos reservas. 

2 - O grandalhão Jardel primeirou em VASCO 1 X 0 OLARIA, pelo segundo turno do Estadual-1992, na Rua Bariri. Só 6.400 pagantes testemunharam o feito de Jardel, aos  83 minutos. Na ocasião, Joel Santana dirigia esta rapaziada: Carlos Germano; Luis Carlos Winck, Jorge Luis, Alexandre Torres e Cássio; Luisinho Quintanilha, Leandro, Bismarck e William (Tinho); Valdir Bigode (Jardel) e Edmundo. 

3 - Edmundo ultimou nas redes para o Almirante pelo Brasileirão-2008, também, na Colina. Rolou em VASCO 1 X 0 SANTOS, diante de  21.310 pagantes, com o tento saindo aos 73 minutos (28 minutos da etapa final). Seu chefe era Renato "Gaúcho” e a rapaziada do dia era: Rafael; Eduardo Luiz, Jorge Luiz, Odvan (Edmundo) e Wagner Diniz; Jonílson, Mateus (Leandro Bonfim), Madson e Rodrigo Antonio; Alex Teixeira e Leandro Amaral. 







quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

HISTORI&LENDAS DA COLINA - ORIGI E XEROX

1 - Original e cópia. O Vasco da Gama sapecou o pancadão em dois Fluminense, em um mesmo mês de fevereiro. No Flu carioca, 4 x 2 em 24 do 02 de 1996, e no xará, de Nova Friburgo, 4 x 0, na mesma data, mas em 1979.

2 - Vasco 4 x 2 Fluminense, em um sábado, foi da sexta rodada da Taça Cidade Maravilhosa, no Estádio Caio Martins, em Niteroi, com 2.406 pagantes. Alcir Portella era o comandante desta Turma da Colina: Caetano; Pimentel, Zé Carlos, Tinho e Bill; Leandro Ávila, Juninho Pernambucano, Luisinho (Nélson) e Válber; Serginho e Nílson (Bruno Carvalho - Nilson, Válber, Pimentel e Zé Carlos bateram na cara do sapo.

3 - Vasco 4 x 0 Flu-Fri rolou, também, em um sábado, em São Januário, valeu pelo primeiro turno do Campeonato Estadual Especial. O lateral-esaurdo Marco Antônio, tricampeão mundial no Méxicvo-1970, era um péssimo chutador ao gol, mas marcou dois, naquele dia. Já o lateral-direito Orlando Lelé, era ótimo no quesito, e também deixou um. O uruguaio Washington Olievira também fez o dele.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

FÊVÊRANÇA NA ISKINA DA KOLINA

1 - Fevereiro tem sido um mês generoso para o Almirante. Nele, o Vasco da Gama já mandou grandes sapecas. Como 5 x  Rio Negro-AM, 7 x 0 Botafogo-PB e 4 x 0 Atléticvo-MG, entre outros.

2 – Diante do time e Manaus, a pugna foi no 21 do fêvêra, em uma quinta-feira, pela Copa do Brasil-1991. Detalhe: o apoiador pernambucano Zé do Carmo, que não era muito de bater no filó, daquela vez, mandou duas bolas para o endereço.  Sorato, Júnior e Luciano completaram a festança, tocada por; Acácio: Ayupe, Jorge Luís, Tosin e Eduardo; Luisinho Quintanilha, Roberson e William (Luciano). Sorato e Tiba (Júnior).  

3 – Diante dos alvinegros paraibanos, valeu pela Copa do Brasil-2006, em 22 do 02, mas diante de pouca gente, na Colina: 1.231 testemunhas.  Romário (3),  Éder e Morais setsram o visitante, a mando do treinador Renato Gaúcho, que usou: Roberto; Claudemir, Jorge Luiz, Éder e Diego (Thyago); Ygor, Abedi (Ricardinho), Ramón (Ernane) e Morais; Valdiram e Romário..
  
4 – A quatrada pra cima do Galo foi nos 23 de fevereiro de 1992, no Mineirão, pelo Brasileirão, diante de 15.145 pagantes. Bismarck, Bebeto e Edmundo (2) fizeram o serviço, para estas patota: Régis; Luís Carlos Winck, Jorge Luís, Alexandre Torres e Eduardo; Luisinho, Geovani e William; Edmundo, Bebeto e Bismarck.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

ÁLBUM DA COLINA - BELLINI, O "CAPITÃO TOCHA" CIRCULA O FOGO NO MINEIRÃO

O eterno capítão vascaíno Hideraldo Luís Bellini, admirado por torcedores de todas as camisas, pela sua seriedade, liderança e moral, foi o convidado, pelo Governo do Estado de Minas Gerais, para desfilar com a pira olímpica durante a inauguração do Mineirão, em 5 de setembro de 1965. Muito aplaudido pelos mineiros, Bellini preferiu usar um macacão da Confederação Brasileira de Desportos-CBD (atual CBFutebol), para não provocar ciúmes clubístiscos entre os torcedores do Atlético Mineiro e do Cruzeiro, os dois maiores da terra em festa.

 The eternal Vasco captain Hideraldo Luís Bellini, admired by fans of all jerseys, for his seriousness, leadership and morals, was invited by the Government of the State of Minas Gerais to parade with the Olympic pyre during the inauguration of Mineirão, in 5 September 1995. Much applauded by the miners, Bellini preferred to wear a jumpsuit from the Brazilian Sports Confederation-CBD and current CBFutebol, so as not to cause club jealousy among the fans of Atlético Mineiro and Cruzeiro, the two biggest clubs of the world.  


MUITO MAL VISTO NA ESQUINA DA COLINA


1 - O Almirante fez a parte dele. Navegou enchendo a sacola do passageiro: 6 x 0 América de Três Rios, pelo Campeonato Estadual-RJ-1993, com gols marcados por Valdir Bigode (2), Bismarck (2), Carlos Alberto Dias e Alexandre Torres.

2 – Para o malandro gozador carioca, este foi um jogo muito mal visto: por apenas, 1.029 pagantes. Realmente, deste ponto de vista. Quem não viu, perdeu um show de bola na rede, durante noite de quinta-feira, em São Januário, com apito por Aloísio Viug.

3 Joel Santana foi o treinador deste time da balaiada mal vista: Carlos Germano; Cláudio Gomes (Tinho), Jorge Luiz, Alexandre Torres e Cássio; Luisinho, Leandro Ávila (Sidney), William e Carlos Alberto Dias; Bismarck e Valdir.


segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

ÁLBUM DA COLINA - PÁGINA 1956

Em 1956, temporada em que o Vasco foi campeão carioca, GradiM (D) era auxiliar do treinador Martim Francisco.  (Foto reproduzida da revista Manchete Esportiva)

domingo, 18 de janeiro de 2015

CASAMENTO DE VASCAÍNOS - ALMIR


 Há jogadores que podem vestir dezenas de camisa, que serão, sempre, lembrados por uma delas. Aquela inesquecível, que marcou a sua idolatria pela torcida, do lado de quem viveu o seu grande momento. Caso de Almir  Morais Albuquerque. Conheceu a glória defendendo o Vasco da Gama, pelo qual foi campeão carioca e do Torneio Rio-São Paulo, e em nome do qual chegou à Seleção Brasileira. Por isso, tornou-se um eterno vascaíno, mesmo tendo passado, depois, por uma meia-dúzia de outros times.
Quando casou-se (inesperadamente), com Maria de Lourdes Nabuco de Abreu, em 22 de abril de 1961, Almir já havia deixado (contra a sua vontade) o Vasco. No entanto, o seu padrinho foi o grande amigo dos tempos de São Januário, o zagueiro-capitão Hideraldo Luís Bellini (com a senhorita Neusa Gionini), que já era o seu padrinho de batismo – em seus tempos de garoto, em Recife, os seus pais – Arlindo de Brito Albuquerque e Adelaide Moraes Albuquerque – não o levaram à pia batismal.
 Filha de Huascar Nabuco de Abreu/Ana Leopoldina Nabuco de Abreu, a noiva teve o casal Antônio Splendore/Leopoldina Splendore por padrinhos. E quem mais esteva presente ao ato, na igreja do Sagrado Coração de Jesus, em São Paulo? Vários jogadores e diretores vascaínos, que estavam na capital paulista popr conta de um jogo contra o Palmeiras, pelo Torneio Rio-São Paulo. O espírito da vascaínidade falou mais alto. (fotos reproduzidas da Revvista do Esporte).

 

 

  

 

 

 

 

 

sábado, 17 de janeiro de 2015

O VENENO DO ESCORPIÃO. ABADE & PAPA PREVOST, ENCOTRO NA LINHA DO TEMPO




 Pesquisas arqueológicos dão conta de que à mesma época em que chineses e japoneses jogavam o futebol primitivo, nativos também rolavam a bola em vários pontos da América pré-colombiana. Um dos que contaram isso foi o abade Prévost, segundo o qual era muito antigo entre os astecas a prática de um jogo chamado por tlatchtli.

 Abade Prevost! Mesma cadeia genética do  papa Robert Francis Prevost?  Desportivamente, o novo líder da igreja católica é torcedor de um time de beisebol nos Estados Unidos, o White Sox, de Chicago, que não vence um torneio da World Series desde 2005 - vai precisar de muitas orações papais para melhorar. Ele gosta de jogar tênis e, em 2023, quando concedeu entrevista ao jornal italiano da Ordem Agostiniana, mostrava-se perfeitamente integrado às suas funções de Prefeito do Dicastério dos Bispos e presidente da Comissão Pontifícia para a América Latina. Só tinha um choro: “Não encontrar tempo para jogar tênis”, cobrou.   

AbadePrevsta repropduzido de 
https://www.infopedia.pt

 Se o abade Prevost noticiou sobre os inícios do balípodo, só se conhece manifestações do novo papa sobre o futebol partindo de jornalistas da cidade de Chiclayo, que o teve por bispo durante oito temporadas e lhe deu cidadania peruana. Segundo aqueles, o homem gostava de ver uma bola rolando e torcia pelo Alianza Lima - futebol, por sinal, era o esporte predileto do seu antecessor, amigo próximo e, assim como ele, o progressista (argentino) Francisco, torcedor e associado do clube San Lorenzo.   

 O abade, isto é, Antoine François Prévost, viveu de 1697 a 1763 e, coincidentemente com o Prevost eleito papa neste 8 de maio de 2025, também foi um beneditino,  ramos dos mais antigos da Igreja Católica, inspirada na vida e nos escritos de Santo Agostinho, “o doutor” do catolicismo, que buscava profundidade no compromisso social, o que o norte-americano fez questão de anunciar ao mundo tão logo foi aprestando a 1,4 milhão de católicos como seu novo líder, querendo ser "a ponte entre Deus e os homens".

 Se o sangue do francês Prevost foi o mesmo que chegou às veias do novo papa, ainda não se falou. Mas se sabe que o Antoine, após ter sido expulso de sua ordem religiosa, por ser muito chegado a escândalos amorosos que o faziam  pular a janela da casa de maridos enciumados, "pingou muito no bucho de holandesas e britânicas descaradinhas", quando fugiu para a Holanda e a Inglaterra, este país que colonizou os Estados Unidos, onde nasceu, com ascendência francesa, o pai do novo papa.

Papa Prevost reproduzido do Jornal de Brasília


 Uma outra coincidência, além do sobrenome, entre o Prevost francês e o norte-americano é que nasceram cercados por veias literárias. Antoine ficou famoso, em 1739, quando produziu Manon Lescault, adaptada pelo patrício Jules Massenet e transformada em ópera pelo italiano Giacomo Puccini que, por ali, conheceu o seu primeiro sucesso internacional, em cima de uma mulher espiritualmente perturbadora, temível e charmosa, enfim, um hino à canalhice feminina - do jeito que o diabo gosta (e o autor gostava).

Reprodução de capa de livro

De sua parte, ao novo papa, (ao contrário do abade é muito bem comportadinho) lhe foi atribuído a publicação de livro sobre probabilidades analisadas por dois filósofos  sobre a existência de Deus. Mas o Robert Prevost autor disso não é o Robert Francis Prevost, mas um  parente homônimo, também, norte-americano e que, embora registrado por Rober Ward Prevost, só assinou os seus livros por Robert Prevost. Muita coincidência.

 Coincidências à parte, Deus e o diabo se encontraram nas veias literáras da linhagem Prevost. Confere? 


Texto de Gustavo Mariani publicado pelo Jornal de Brasília do domingo 11 de maio de 2025 e trazido para cá pelo Túnel do Tempo.

                               

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

HISTÓRIAS DO KIKE - O SHOW DOS REIS. SANTOS E BOTAFOGO, LENDAS DÉCADA-60

  Entre 1962/1963, o Brasil tinha o melhor futebol do planeta. Tanto que conquistara a Copa do Mundo, pela segunda vez, consecutivaente, juntando amistosos e jogos oficiais com vitórias sobre quase todos os adversários. Razão para a imprensa carioca considerar Santos 5 x 0 Botafogo, no dia 2 de abril de 1963, no Maracanã, “o maior jogo do mundo”.
Garrincha e Pelé reproduzidos de Fatos&Fotos

 Não era pra menos, afinal reuniu 11 atletas participantes da campanha do bi – Gilmar, Mauro Ramos, Zito, Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé (santistas), Nílton Santos, Garrincha, Amarildo e Zagallo (botafoguenses) - e mostrou um ‘Rei Pelé” mais majestoso do que nunca, “diante de 100 mil torcedores”, como exagerou a revista Fatos & Fotos – na verdade, 70.324 pagantes.

 Embora a partida tivesse sido disputada em 1963, valia (ainda)  pela decisão da Taça Brasil-1962 (tipo Copa Brasil de hoje), com os dois preliantes sendo os campeões da temporada anterior em seus estados. Houve três confrontos. No primeiro, em 19 de março, no paulistano Pacaembu (Estádio Paulo Machado de Carvalho), o Santos andou levando algumas vaias da sua torcida, mas venceu por um apertado 4 x 3, com dois gols de Pepe, (um deles cobrando falta), Coutinho e Dorval. Pelo lado botafoguense - Mané Garrincha não atuou -, Quarentinha (também, de falta), Amoroso e Amarildo descontaram o prejuízo, apitado por Armando Marques e assistido por 30.481 pagantes.

 Pelé vence Zé Maria e castiga Manga
 

 Veio o segundo duelo, no Maracanã, e o Botafogo, agora com Garrincha, não tomou conhecimento da patota do Pelé e mandou 3 x 1, no 31 de março, diante de 100.260 pagantes, com gols de Edson (substituto de Didi), Quarentinha e Amarildo, enquanto Rildo (contra) marcou para os santistas. Mas a vingança do “Rei” seria “maligrina”, como diria um personagem de Chico Anísio: 5 x 0, com Pelé (2), Dorval, Pepe e Coutinho na rede.

 Pelé domina o lance diante do botafoguense Élton

 A farra Pelé domina o lance dianbte do botafoguense Elton de gols começou aos 24 minutos, pelo ponta-direita Dorval. O Botafogo tentou segurar o impacto, mas não segurou muito. Aos 39, o outro ponteiro santista, Pepe, o da esquerda, aumentou para 2 x 0. Grande vantagem para quem passara por sufocos no jogo de ida.No entanto, no segundo tempo, não tivera quem segurasse o “Rei”, que bateu na rede, aos 20 e aos 40 minutos.    

Bola para um lado, goleiro paras o outro  

 O Santos daquele dia foi escalado pelo treinador Lula (Luís Alonso Peres) com: Gilmar, Lima, Mauro  e Dalmo: Calvet e Zito; Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe. O Botafogo, de Marinho Rodrigues, alinhou: Manga, Rildo (Joel), Zé Maria e Ivan (Jadir); Nilton Santos e Ayrton; Garrincha, Edson, Quarentinha, Amarildo e Zagalo (Jair Bala).   

                                               O 10 comemora com os companheiros


 Daquele “maior jogo do mundo” sobraram duas histórias (ou lendas): 1 – pelo final da partida, quando a torcida já ia embora, uma bola sobrara entre Pelé e Nílton Santos, tendo o camisa 10 santista tentado aplicar um chapéu no "Enciclopédia", que  tirava a bola, de calcanhar. No desenrolar do lance, os dois se chocavam peito a peito, e se abraçavam, para não caírem. Então, Nílton Santos teria falado: “Pr cima de min, não, seu filho da....” E quem ainda estava pelo estádio teria aplaudido, de pé. Indagado sobre o tal lance, Nílton Santos, que residiu em Brasília e foi professor na escolinha de futebol do meu filho, disse-me não se lembrar disso. 2 – o jogo fora assistido por dois astronautas soviéticos que teriam dito: “Pelé é do outro mundo” – não há, porém, registros de visitas de astronautas ao Brasil de 1963.   
Mané Garrincha carregado antes do jogo

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

PEIXE A UMA DENTADINHA DO KANEKAÇO

  Ganhador do Estadual Paulista e das Taças Brasil (espécie de Copa do Brasil de hoje) e Libertadores da América, o Santos de 1962 só precisava conquistar o Mundial Interclubes da FIFA para ser campeão de tudo. E foi disputar a primazia, com o português Benfica, o campeão europeu.

Por aquele tempo, era jogo na casa de cada time, o que significas que o caneco estava a um oceano de distância dos campeões da América do Sul e da Europa. O primeiro jogo foi no Maracanã, estádio escolhido pelos santistas, porque era ali que eles se sentiam mais prestigiados pelo torcedor brasileiro, com os cariocas não lhe dispensando aplaudos.

Pelé bebeu dois goles de grande futebol no boteco do portuga...

Vieram, então, os portugueses com a fama de campeões europeus que haviam mandado 5 x 3 no poderosíssima Real Madrid, querendo comparar o seu astro Eusébio a Pelé, o “Rei do Futebol”, coroado pelo mundo, em 1958. E 90 mil desportistas pagaram Cr$ 31 milhões, 205 mil, 110 cruzeiros (moeda da época e equivalente, hoje, a R$ 4 milhões – para verem o que a imprensa carioca chamou por “Show de Bola” – do Santos, evidentemente.

 Durante o primerio tempo, o time português dificultou bastante o jogo dos santistas, tanto que estes levaram 31 minutos pra baterem na rede, por intermédio de Pelé, que aprfoveitou de um chute fortíssimi, de Pepe, que o goleiro portuga não seguoru. O camisa 10 entoru, como um raio, no lance e saiu pro abraço: 1 x 0. 

Parecia que o Befica iria engrossar mais o caldo, na etapa complementar, quando Santana empatou, aos 15. Os encarnados (como eram chamados, por conta da cor de suas camisas), porém, só tiveram três minutos pra comemorar. Coutinho marcou um belíssimo tento. Ele recebeu cruzamento de bola, feito por Dorval, fingiu que iria fazer cabeçada, mas matou a bola no peito,  venceu dois adversários,  pelo alto e, sem deixar a pelota cair,  mandou-a para a rede, voltando a passar o Peixe (apelido santista) na frente da maré: 2 x 1.  

Aos 41, Coutinho e Pelé  tabeleram desde o meio do campo. O primeiro tinha o goleiro protuguês pela frente e lançou o companheiro, que escreveu: 3 x 1, não deixando mais ninguém duvidar da vitória, que foi arranhada, aos 43, por mais um gol de Santana.

... e embebedou os gajos com uma mágica ensinada por ....

 Dos 3 x 2 mandados pelo Santos, no Maracanã, ficou a história - ou lenda – de que os portugas acreditavam reverterem a vantagem brazuca, em Lisboa, e já queriam discutir o local de uma “terceira partida”. Ainda bem que não combinaram com o Pelé que, no lisboeta e benfiquista Estádio da Luz, fez a maior partida de sua vida, como ele mesmo classificou, marcando três tentos e ajudando a sua patota a carregar o e para Santos, que ouviu a goleada, pelo rádio, em noite em que o Governo brasileiro até atrasou a transmissão da Voz do Brasil, para todo o povão acompanhar a irradiação da peleja.

... um feiticeiro que fazia lusitano jogar bola quadrada 

Nos 3 x 2 do Maracanã - uma quarta-feira -, o treinador Luís Alonso Peres, o Lula, sob apito do paraguaio, Ruben Cabrera, mandou a campo: Gilmar; Lima, Mauro, Calvet e Dalmo; Zito e Mengálvio; Dorval, Coutinho, Pelé e Pepe. O Benfica, treinado pelo chileno Fernando Riera, teve: José Rita; Angelo, Humberto, Raúl e Cruz; Cavem e Coluna; José Augusto, Santana, Eusébio e Simões.


FOTOS REPRODUZIDAS DAS REVISTA FATOS & FOTOS