Vasco

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domingo, 13 de fevereiro de 2011

TRAGÉDIA FLA-FLUZEIRADA LÁ NA ESQUNA

 04.04.1976 – Vasco da Gama 1 x 3 Flamengo -  Taça Guanabra, com o Maracanã recebendo o mairo público da história dos jogos vascaínos: 174. 770 pagantes. Dia em que o Almirante começou a naufragar com 20 segundos da largada. E o pior: com gol marcado por Luisinho Tombo, atacante que passava mais tempo (nas partidas) com a cara no chão do que em pé. Pior-2: passe, de calcanhar, de Zico, que já havia feito um, para Luisinho cavar pênalti, marcado por Agomar Martins, e ele (Zico) botar na rede – cavar pêenalti era a especialidade do vascaíno Dé, que deixara o dele naquele clássico em que o Vasco entregou os ponto a partir de quando Zé Mário saiu de campo contundiu. Time: Mazzropi; Toninho, Abel, Renê e Marco Antônio Feliciano; Zé Mário (Lopes), Zanatta e Luís Carlos Lemos; Luis Fumanchu, Dé e Roberto Dinamite. Técnico: Paulo Emílio.  

 14.11.1976 – Vasco da Gama 0 x 3 Fluminense – Campeoanto Brasileiro, com os tricolores em grande fase, tentando o bi estadual como favoritos neste pega que 58.353 pagantes ao Maracanã. Para não fazer feio, o treinador vascaíno, Paulo Emílio, armou retranca, congestionando o tráfego perto das balizas defendida pelo seu goleiro. Então, Mário Travaglini, o chefe da repaziada tricolor, dominou o meio-de-campo e ficou atraindo o Almirante, na expectativa de surgir uma onda para afogá-lo. E o afogou mais rápido do que esperava, pois o Almira foi no papo e abriu rota para quem  lhe atacase, caso do zagueiro Carlos Alberto Torres, que bateu ainda cedo, aos 14 minutos. Porteira aberta, a defensiva vascaineira deixou passar mais um, aos  28 do segundo tempo, pro conta de Dirceu Guimarães. Com o Almirante afogado, aos 42, Doval ainda lhe afudou mais. Vasco do vexame: Mauro; Gílson Paulino, Abel, Gaúcho e Marco Antônio Feliciano; Zé Mário, Zanatta e Luís Carlos Lemos; Luís Fumanchu, Roberto Dinamite e  Galdino. 

OBS: O Flu era uma seleção. Além dos citados capita Torres, do hermano matador Doval e do motorzinho Dirceuzinho, alinhava, ainda, Edinho Nazaré, Rodrigues Neto, Pintinho, Gil, Paulo César Caju e Rivelino, além do goleiro Renato e de coringa Rubens Galaxe, que haviam passdo, também, por seleções canarinhas.      




HISTÓRIAS DO KIKE - UM REI MUITO BOLA FORA EM MATÉRIA DE ESCALAR AS FERAS

 Em 20 de maio de 2004, Brasil e França jogaram um amistoso festivo, o Centennial Matach, no Stade de Farnce, em Paris, encerrado no 0 x 0. Até aí, nada de menos - ou de mais. O bicho só pegou quado a FIFA-Federação Internacional de Futebol Associado divulgou a lista dos 100 maiores atletas vivos naquele seu centenário. Quem aprontouo rolo? Pelé! Isso mesmo! O Rei do Futebol,  ao fazer a seleção final dentre 200 nomes lhe apresentados pela entidade.

Os 100 eleitos pelo Rei entraram para o livro Hundred, que valeu uma edição limitada da FIFA. Italianos e franceses, que tiveram, cada um, 14 nomes nesta seleção gloriosa, adoraram as escolhas do Pelé, mas os brasileiros, pentacampeões mundiais, a execraram. Não aceitaram, principalmente, que a equipe canarinha do tri-1970, no México, tivesse só o capitão Carlos Albrto Torres lembrado – Pelé entrou na lista como hour concurs, número 1 absoluto.

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Lima, Zito, Dalmo, Calvet, Gilmar, Mauro, Dorval, Mengálvio, Coutinho e Pepe, bicampeões mundiais por clubes, esquecidos por Pelé, o penúltimo agachado à direita

O treinador Mário Jorge Lobo Zagallo, atleta bi-1958/62, treinador campeão-1970 e como coordenador-técnico-1994, não entendia como a França – campeã mundial só em 1998 – poderia superar os cinco títulos brazucas.  Para o meia Ademir da Guia, um dos maiores ídolos da história da torcida do Palmeiras e que foi à Copa do Mundo Alemanha-1994, viu o lance do Pelé como bola fora, “um erro injustificável”.  Da mesma forma, analisou o tri mundial Rivellino, colega do Rei na equipe comandada por Zagallo, em 1970, lembrando que o Camsia 10 fazia questão de diferenciar o Pelé do Edson (Arantes do Nascimento), o cidadão. E mandou uma patada atômica em cima do que leu e ouviu: “O Pelé sabia tudo de futebol, foi eleito o Atleta do Século (pela FIFA). Esta lista só pode tere sido feita pelo Edson”, descascou.

Muitos campeões mundiais brasileiros procurados pelos jornalistas para comentar as escolhas do Pelé preferiaram evitar polêmicas, casos dos colegas dele (no Santos e na Seleção Brasileira) Clodoaldo (meio-campista) e Coutinho (atacante), este o seu maior parceiro de tabelinhas e de bolas na rede. Outros não escondiam a decepção pela desconsideração por vários cracaços patrícios, afirmando que a lista trazia figuras que não seriam titulares em nenhum time grande brasileiro, como Nagata (japonês); Hong (sul-coreno); Vieira (francês); Keane (irlandês); Vieri (italiano); Ceulemans (blga) e Belozoglu (turco). O Pelé foi muito criticado, ainda, por ter incluído em sua lista só o meia-atacante Puskas da seleção da Hungria que maravilhou o mundo durante a Copa do Mundo-1954. 

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Rogério, Gérson, Roberto, Jairzinho e Paulo César Lima, também, esquecidos pelo "Rei"

O meia Gérson Nunes de Oliveira, o apelidado Papagaio (por motivos óbvios), craque em Flamengo, Botafogo, São Paulo e Fluminense, além, é claro, na seleção canarinha tri-1970, bateu no Rei, indignado: “Ele tem o direito de selecionar quem lhe agradou mais, mas não de esquecer companheiros que o carregaram nas costas, em muitas partidas em que não esteve bem. Foi um absurdo. Da minha parte, graças a Deus, fiquei fora de uma seleção que tem jogadores como Vieira (francês) e Cafu (brasileiro).

Um outro tricampeão mundial, o meia-atacante Tostão, de nível cultural bem acima da sua antiga categoria e que graduou-se e tornou-se professor de Medicina, garantiu não ter ficado magoado com o seu parceiro de ataque no México-70, mas criticou o que considerou “falta de corência nas escolhas”. Confira os brasileiros da lista do “Rei das Críticas”: Carlos Alberto Torres, Cafu, Roberto Carlos, Leovegildo Júnior e Djalma Santos (laterais); Paulo Roberto Falcão,  Rivaldo, Sócrates e Zico (apoiadores); Romário e Ronaldo Fenômeno (atacantes). 

sábado, 12 de fevereiro de 2011

HISTORI & LENDAS - GOYTARICANOS

14.02.2979 – Vasco da Gama 3 x 0 Goytacaz foi o primeiro jogo do Almirante, pela Federação que uniu as entidades que geriam o futebol da Guanabara e do antigo Estado do Rio de Janeiro. Criado um Campeonato Especial – e a Federação Estadual de Futebol do Estado do Rio de Janeiro- FERJ -, o prélio citado acima rolou no Maracanã, assistido por 9.291 pagantes e teve gols marcados por Folha (contra), Washington Oliveira e Gaúcho. Time: Leão: Orlando Lelé, Abel Braga, Geraldo e Marco Antônio Feliciano; Helinho, Paulo Roberto e Oliveira; Ramon, Paulinho (Zé Mário) e Paulo Céar (Gaúcho). Técnico: Carlos Froner.

 31.10.1991 – Vasco da Gama 7 x 1 Goytacaz – Taça Rio, em São Januário, com 412 pagantes, foi a quinta partida cruzmaltina que levou menos gente à casa do Almira, público pagante que não dava para pagar a compra da bola do prélio. Teve um torcedor a menos do que o jogo Vasco da Gama 1 x 1 Nova Cidade-RJ, pela Taça Rio, em São Januário, com 413 presentes, em 21 de março de 1990. Bebeto (2), Jorge Luiz, aos 2 minutos. William, Torres, Bismarck e Sorato foram os impiedosos do dia. Time: Carlos Germano; Pimentel, Alexandre Torres, Jorge Luiz e Cássio; França, Geovani, Bismarck e William (Macula); Bebeto (Mauricinho) e Sorato. Técnico: Antônio Lopes.

25.03.2.000 – Vasco da Gama 6 x 0  Americano – Romário só fica atrás de poucos – Edmundo (6) e Roberto Dinamite (5) como atacante que mais gols vascaínos marcou em uma só partida. Nesta, pela Taça Guanabara, em São Januário, assistida por 6.791 pagantes, ele deixou quatro na caçapa do time de Campos-RJ -  Edmundo e Paulo Miranda completaram a balaiada.  Time: Helton; Paulo Miranda, Odvan, Mauro Galvão e Felipe (Gilberto); Nasa, Amaral, Alex Oliveira (Pedrinho) e Rogério (Jorginho); Edmundo e Romário. Técnico: Abel Braga       

CANRINHOS VSC NO URUGUAI

Passado o vexame da Seleção Brasileira na Copa do Mundo-1966, na Inglaterra, quando foi eliminada na primeira fase, a Confederação Brasileira de Desportos-CBD saiu para novos tempos, no ano seguinte.
A primeira convocação foi para a Copa Rio Branco, disputada contra o Uruguai. De início, a entidade pensou em ser representada por um selecionado carioca, mas terminou por formar uma das chamadas "seleção de novos". E Vasco teve um convocado, Jorge Luís, que não atuou no 0 x 0 de 25 de junho de 1967, no Estádio Centenário, em Montevidéu, e nem nos 2 x 2, três dias depois, no mesmo local.
Em 1968, a CBD queria homenagear Djalma Santos, e marcou dois jogos, contra os mesmo Uruguai, para o lateral atingir o centésimo com a sua camisa. Brito foi convocado, mas não entrou em campo nos 2 x 0 (06.06), no Pacaembu, em São Paulo, bem como nos 4 x 0 (12.06), no Maracanã. Quatro dias depois, a Seleção Brasileira já estava excursionando ao exterior, com Brito continuando sendo o único representante vascaíno. Ele ficou fora da estreia (1 x 2) Alemanha Ocidental, mas a partir da goleada (6 x 3) sobre a Polônia (20.06), tornou-se titular pelo restante do giro: 2 x 3 Tchecoeslováquia (23.06); 2 x 0 Iugoslávia (25.06); 2 x 0 Portugal (30.06); 1 x 2 México (10.07); 4 x 3 Peru (14.07); 4 x 0 Peru (17.07). O time-base desses jogos teve: Cláudio (Félix); Carlos Alberto, Brito, Joel e Rildo; Gérson e Rivellino; Natal, Jairzinho, Tostão e Edu Américo (Eduardo).

SÓ PAULISTAS - Como a CBD convocou um selecionado paulista para disputar a Taça Osvaldo Cruz, com o Paraguai, pela última semana de julho de 1968, o Vasco só voltou a ter representante canarinho no amistoso de 7 de julho, com os argentinos, na goleada, por 4 x 1, no Maracanã. Na verdade, formara-se um combinado carioca, dirigido por Mário Jorge Lobo Zagallo, que chamou três cruzmaltinos: Brito, Nado e o centroavante Nei Oliveira, que entrou aos 77 minutos, nesta formação: Felix; Moreira (Murilo), Brito, Leônidas e Valtencir; Carlos Roberto e Gérson; Jairzinho, Roberto Miranda (Nei), Paulo César "Caju" e Nado.
Ainda em 1968, Brito voltou a envergar a camisa canarinha, no amistoso (31.10) em que o Brasil perdeu (1 x 2) dos mexicanos. Foram dois jogos em retribuição à visita brasileira ao país azteca, mas ele não entrou no segundo. No primeiro, atuou por esta formação do técnico Aymoré Moreira, que o comandara em seis partidas anteriores: Felix: Carlos Alberto Tores, Brito, Roberto Dias e Everaldo; Gérson e Rivellino; Paulo Borges (Natal), Jairzinho (Tostão), Pelé e PC Caju.

CARTOLAGEM - A próxima convocação de vascaínos para o escrete nacional foi um lance do presidente Agathyrno Gomes, que fazia parte da Comissão Selecionadora Nacional-COSENA. Como a CBF vetara cinco convocados por Aymoré Moreira, ele pediu as convocações do lateral-esquerdo Eberval, do ponteiro Nado e do centroavante Valfrido "Espanador da Lua", alegando que isso ajudaria na arrecadação. Mas só Nado jogou, a partir dos 67 minutos, em lugar de Paulo César "Caju", durante os 2 x 2, com a Alemanha Ocidental, no Maracanã, diante de 50.678 pagantes.
Em 7 de abril de 1969, o Brasil vencia o Peru, por 2 x 1, inaugurando o Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, com gols de Jairzinho e Gérson. E Brito voltou como titular do novo treinador, João Saldanha, que chegou escalando as suas 11 feras (que jogaram naquele dia): Félix: Carlos Alberto, Brito, Djalma Dias e Rildo; Piazza, Gérson e Dirceu Lopes; Jairzinho, Pelé e Tostão. Dois dias depois, houve um novo jogo, no Maracanã, assistido por 80.302 pagantes com Brasil 3 x 2 e Saldanha repetindo a escalação para começar a partida. Daquela vez, Pelé Tostão e Edu Américo, que substituiu Dirceu Lopes, marcaram – Joel Camargo substituiu Piazza e Paulo César entrou na vaga de Tostão.
Em 12 de junho, na despedida de Gilmar, nos 2 x 1 sobre a Inglaterra, no Maracanã, Brito foi convocado, mas não jogou. Chamado, também, para as Eliminatórias da Copa do Mundo-1970, só entrou nos 6 x 0 Venezuela, em 24.08, na vaga de Joel Camargo, aos 30 minutos. Foi o seu último jogo como vascaíno pela Seleção. Pouco depois, foi negociado  com o rival Flamengo.           

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

HISTÓRIAS DO KIKE - JORGE 26

 O Fluminense jogava pelo empate; o América pelo vencer, ou vencer, para voltar a ser campeão carioca, o que não era desde 1935. No comando dos tricolores, aos 52 de idade, o Seu Zezé Moreira, a quem atribuíam a moda do treinador usar terno e gravata na boca do túnel, durante partidas de futebol; do lado americano, Jorge Vieira, de 26 de idade, só um mais velho do que Wilson, filho do treinador adversário. Logo, poderia ser seu filho.

 Entre torcedores dos outros clube, não se botava muita fé no América, embora secassem o Fluminense. Tudo porque que o Moreira tinha a experiência de já ter dirigido grandes times nas últimas 11 temporadas, com três títulos no currículo: Botafogo-1948 e Fluminense-1951 e 1959. Isso, além da Copa Rio-1952, autêntico Mundial de Clubes (Flu) e dirigido a Seleção Brasileira da Copa do Mundo-1954. De sua parte, Jorge Vieira, ponta-direita do Madureira-1953 a 1955, só havia treinado o mesmo Madureira (1956/1957, vencendo o Torneio Início-RJ-1957; passado três meses no Fluminense-1958 e comandado o selecionado cearense do Brasileiro de Seleções-1959.

Chegado ao América, em 1960, com "curriquim" bem contrastante com o "currricão" do rival da decisão do título carioca-1960, Jorge Vieira apresentou-se diante dele, no Maracanã, e de 98.099 pagantes, na tarde do domingo 18 de dezembro daquele 1960, para grande batalha tática. Aos 26 minutos, pênalti contra o seu time. O zagueiro Pinheiro bateu e escreveu: Flu 1 x 0 América, placar que perdurou por todo o primeiro tempo.

 Veio a etapa final e Jorge Vieira avisou à torcida que não aceitaria cair, facilmente. Inflou, com mais ânimo, a sua rapaziada durante o intervalo da partida e, aos cinco minutos, o ponteiro-esquerdo Nilo empatou o prélio: 1 x 1. Como a igualdade deixaria os tricolores bi, Seu Zezé Moreira segurou a sua moçada na defensiva, tornando-a “a menos brasileira do futebol brasileiro”, como a considerou a revista O Cruzeiro. Jorge Vieira, afoito, mandou a sua patota cavar o gol. Exigia futebol ofensivo. Nada de negar futebol-arte, futebol-espetáculo. E, já que o Fluminense estava satisfeito ficando "em cima do muro do 'Maraca', lendo a cartiha do “primeiro se defender”, o Vieira pensava diferente e achava que “atacar era a melhor defesa”. Contando com grandes atuações do apoiador Amaro e dos atacantes Calazans, João Carlos e Nilo, seu time virou o placar, aos 34 minutos do segundo tempo, quando Nilo bateu falta, de fora da área, o goleiro Castilho deu rebote e o lateral-direito Jorge mandou a bola pra rede: América 2 x 1.

Jorge Vieira foi carregado pela torcida americana por conquistar o título carioca-1960. Há 25 disputas, seu clube não vivia glórias.

 O chute do Nilo - camisa 11 –  terminado em gol do título, aos 34 do segundo tempo, deixou 11 minutos rolando pra Jorge Vieira duelar, taticamente, com Zezé Moreira - este, assim como o Jorge, um ex-atacante, mas que defendera grandes times, como Flamengo, Palestra Itália (atual Palmeiras), Botafogo e América-RJ.

  Os 52 de idade do Seu Zezé, naquele tarde, não inspiraram mais experiência e nem sapiência do que os 26 do Jorge, que apresentava  a defesa menos vazada do campeonato. Chegava ao final do campeonato “todo futebol-arte, todo bem brasileiro”, no dizer, também de O Cruzeiro.

 Assim que o árbitro Wilson Lopes de Souza olhou para os bandeirinhas José Gomes Sobrinho e Antonio Viug, e os atletas americanos sacaram que iriam ouvir o apito final, a festa começou, dentro de campo, para quem havia lutado tão bravamente: Ari; Jorge, Djalma Dias, Wilson Santos e Ivan; Amaro e João Carlos; Calazans, Antoninho (Fontoura), Quarentinha e Nilo. Com eles, Jorge Vieira vencera o famosíssimo Zezé Moreira, que tivera: Castilho, Jair Marinho, Pinheiro, Clóvis e Altair; Edmílson e Paulinho (Jair Francisco); Maurinho, Waldo, Telê e Escurinho.

 Depois do título e sendo o mais jovem treinador a conquistar campeonato importante,  Jorge Vieira passou por vários clubes grandes e conquistou outros títulos, entre eles campeão baiano (Galícia-1969); paulista (Corinthians-1979 e 1983); Taça Cidade de São Paulo (Botafogo de Ribeirão Preto-1977) e Torneio Início do Campeonato Paranaense (Coritiba-1976). Também, foi vice-campeão brasileiro (Palmeiras-1978). Entre os seus trabalhos no exterior – El Salvador, Portugal. México e Iraque -, neste último teve mais sucesso, levando-o à Copa do Mundo-1986. Nascido no Rio de Janeiro, viveu entre 18 de julho de 1934 a 24 de julho de 2012.