Vasco

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

PROCURA-SE TIM MAIA CANTANDO O VASCO

 O "Kike da Bola" procura, para comprar, este CD, gravado por Tim Maia, contando o hino do Vasco, em forma de "dance music". Caso você o tenha, ou saiba de alguém que o tem e quer vende-lo, por favor, entre em contato.  

terça-feira, 16 de agosto de 2011

A GRAÇA DA COLINA - MULHER ENROLADA


Isso é o que se pode chamar de uma mulher enrolada. Foi tirada de um anúncio publicitário de marca de linha e teve colado o escudo vascaíno no peito.
That's what you call a coiled woman. It was taken from a line marquee and had the Vascaíno shield on the chest.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

HISTORI&LENDAS DA COLINA - ALAGOANEIRA

  17 de julho de 1960 - O Vasco foi fazer um amistoso, em Alagoas, e encontrou tanta facilidade que, ao colocar 5 x 0 no placar, trocou todos os titulares, pelos reservas. Jogou com dois times.
FOI, MAS NÃO FOI MUTO, NÃO! Explica-se: a pugna rolou em Maceió, diante do Clube de Regatas Brasil, o“Cê-Rê-Bê”. Por tratar-se de jogo festivo, o Clube da Colina foi trocando seus “players” durante o decorrer da contenda, para movimentar todos os que haviam viajado. Só Paulinho de Almeida, Coronel e Ronaldo não saíram. No total, 19 atletas foram substituídos.

 12 de outubro de 1941 -Torcedores cruzmaltinos super-fanáticos contam, sem a menor vergonha, que os cartolas do Madureira tinham tanta admiração pelo Vasco, ao ponto de, em um domingo, levarem a rapaziada para disputar duas partidas na Rua Conselheiro Galvão.
LENDINHA. Realmente, Vasco e Madureira se enfrentaram, em um mesmo domingo, e os vascaínos venceram os dois jogos, pelo mesmo placar de 4 x 1. Um deles valeu pelo Campeonato Carioca e o outro pela Taça Oscar Cox.
 EVIDENTEMENTE, que os “dois times usaram dois times”. Ainda não se falava em biônicos.

domingo, 14 de agosto de 2011

FERAS DA COLINA - BRITO E FONTANA

Depois de Hideraldo Luís Bellini, com Orlando Peçanha de Carvalho, durante o Mundial-1958, na Suécia, o Vasco da Gama só voltou a ter uma dupla de zaga na Seleção Brasileira-1966, na fase de preparação para a Copa do Mundo da Inglaterra.
 Ela foi formada por Hércules Brito Ruas e José de Anchieta Fontana, que atuaram juntos por três oportunidades. Da primeira vez com a camisa canarinha, os dois xerifões ajudaram a bater o Peru, por 3 x 1, diante de 109. 380 pagantes, no Maracanã, amistosamente.
Era 8 de junho e Brito marcou um gol contra –  Fidélis, Tostão e Edu Américo fizeram a favor. Naquele dia, o técnico Vicente Feola escalou: Ubirajara; Fidélis, Brito, Fontana e Oldair; Roberto Dias,  e Denílson; Paulo Borges, Alcindo, Tostão e Edu. O juiz foi o escocês William Syme.
Em 12 de junho, a “duplaça” cruzmaltina voltou a estar junta com canarinha, nos 2 x 1, também amistosos, contra a então Tchecoeslováquia, no mesmo “Maraca”, com 82.976 pagantes e apito por Archie Webster, da Escócia. Pelé marcou os dois gols e a equipe alinhou: Gilmar; Fidélis, Brito, Fontana e Paulo Henrique; Zito e Lima; Jairzinho, Alcindo, Pelé (Tostão), Amarildo e Edu Américo.   
A terceira parceria rolou três dias depois, nos 2 x 1 com os mesmos adversários, ainda no Maracanã, e com menos público: 62. 416 pagantes. William Syme voltou a apitar, e Pelé e Zito balançaram o filó. O time: Manga; Fidélis, Brito, Fontana (Altair) e Paulo Henrique; Zito e Lima: Jairzinho, Alcindo (Silva), Pelé e Amarildo (Edu Américo).
Quatro anos depois, em 10 de junho de 1970, Brito e Fontana já não eram mais jogadores do Vasco, mas voltaram a formar a dupla de zaga canarinha. Aconteceu durante a Copa do Mundo do México, nos 3 x 2 sobre a Romênia, com gols de Pelé (2) e Jairzinho, no estádio Jalisco, em Guadalajara.
 O apito esteve com o austríaco Ferdinand Marshall e o público atingiu 50.,804 pagantes. A equipe, dirigida por Mário Jorge Lobo Zagallo, era: Félix: Carlos Alberto Torres, Fontana e Everaldo (Marco Antônio); Wilson Piazza, Clodoaldo (Edu Américo) e Paulo César “Caju” Lima; Jairzinho, Tostão e Pelé.
Da dupla Brito/Fontana, só o primeiro segue vivo e residindo na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro. Fontana, nascido em 31.12.40, em Santa Teresa-ES, viveu até 10.09.80.
 Vascaíno, de 1962 até 1968, antes, passara pelos capixabas Vitória, em 1958, e Rio Branco, de 1959 a 1962. Defendeu, também, o Cruzeiro, de 1969 a 1972. Pela Seleção Brasileira, atuou em outras 10 partidas, com 8 vitórias, 2 empates e 1 derrota. Dessas, 7 foram contra seleções nacionais - 4 vitórias, 2 empates e 1 derrota - e 4 contra clubes e combinados, vencendo todas.

sábado, 13 de agosto de 2011

HISTÓRIAS DO FUTEBOL CANDANGO. MANÉ GARRINCHA ENVERGA A JAQUETA DO CEUB

  Quando ainda era time amador,  o CEUB (Centro Educacional Universitário de Brasília) aventurou-se enfrentar equipes de profissionais. Um deles foi o Cruzeiro, em junho de 1972,  amistosamente, em um domingo que levou às bilheterias do já demolido estádio Pelezão a grana de Cr$ 42 mil cruzeiros (moeda da época). Reforçado por Mané Garrincha, que estava ligado ao carioca Olaria, que o liberou para o amistoso, o time da Asa Norte segurou 0 x 0 no placar do jogo apitado pelo árbitro carioca Carlos Costa, auxiliado pelos bandeirinhas candangos Cacírio Marinho e Adélio Nogueira.

Por ser a Brasília da época cidade com poucos meios de divertimento para o povão, as bilheterais do Pelezão foram abertas às 11 da manhã, com ingressos ao preço único de Cr$ 70 cruzeiros. Antes de CEUB x Cruzeiro, foi programado um “esfria sol”, a partir do meio-dia, com aspirantes ceubenses enfrentando o time da CODEBRAS, e, a partir das 14 horas, bola rolando para Disbrave e Brasal, equipes de revendedoras de automóveis.

Jornalista Jorge Martins acompanhou o Mané desde o aeroporto

 Quanto ao jogo principal, evidentemente, por ser mais forte (conferir escalação, abaixo) , o Cruzeiro teve mais domínio da partida, levando o Ceub a se virar para segurar o empate, uma grandiosa glória para o amador futebol brasiliense. Para tanto, o treinador gaúcho Carlos Morales recou Lúcio, Noel, Serginho e Cláudio. A novidade do seu time era a estreia do meia-atacante Cláudio Garcia, ex-Fluminense. A maior atração do prélio, o Mané Garrincha, era sempre festejado quando a bola lhe chegava, mas fez poucas jogadas e pouco tentou o seu famoso drible pela direita. Ppor duas vezes, o Seu Mané pediu aos colegas de ataque que entrassem na área e tentassem fugir da marcação para receberem os seus cruzamentos, “mas sentiu a falta de entrosamento”, relembrava Carlos Morales, sempre que falava da partidas. Por sinal, antes do início daquele amistoso, o “Torto” foi homenageado, recebendo placa de prata, lhe oferecida pelo presidente ceubense, Adílson Peres.

Embora jogos do futebol mineiros não fossem televisionados para Brasília, na época – normalmente, eram os cariocas e os da Seleção Brasileira -, o torcedor candango conhecia muitos dos atletas cruzeirenses famosos, como o zagueiro Fontana (tricampeão na Copa México-70, os atacantes Palhinha e Eduardo Amorim, e o apoiador Luís Carlos Lemos, que defendera o Vasco da Gama, que era frequente na TV candanga das tardes dos domingos. De acordo com jornalistas que assistiram a partida, entre eles Jorge Martins e Nílson Nélson, o empate zerado no placar foi até justo, “devido a garra demontrada pelo nosso time, que ressentiu-se de experiência”, assegurou o sempre sorridente e gordo treinador Carlos Morales, que fora campeão brasiliense-1963, jogando pelo Cruzeiro do Sul.

   Reprodução do álbum de recortes de jornais de Adílson Peres

O Ceub consegui aquele gloriossímo empate por conta de: Zé Walter; Aderbal (Sérgio), Noel, Lúcio, e Serginho; César e Darese, (Augustin); Garrincha ( Procópio), (Carlos Alberto), Cláudio, Hermes e Dinarte. O Cruzeiro alinhou: Raul; Lauro, Moraes, (Darci Menezes), Fontana e Wanderlei; Toninho e Luís Carlos Lemos; Eduardo, Palhinha, (Rinaldo), Repeto e Lima. A nota zero do amsiotoso ficou para as expulsões de campo do anfitrião Noel e do visitante Repeto, devido jogadas violentas.