Vasco

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quarta-feira, 10 de abril de 2013

VASCO DE EMPATAÇOS: 3 x 3, 4 x 4 e 5 x 5

O Vasco sempre  teve a tradição de formar times muito ofensivos. Retrancas, "stoppers", ferrolhos, etc jamais foram bem vistos em São Januário. na Colina, o lema é jogar e deixar jogar, e que vença o melhor. Por ter trdição ofensiva, os times vascínos já aplicaram muitas goleadas e sofreram muitos gols, em alguns jogos. Confira os maiores "empataços" da rapaziada. Ete são os placares coletados, por ora, pelo "Kike":
11.07.1926  - Vasco 3 x 3 Flamengo; 26.06.1927 -  Vasco 3 x 3 Botafogo;12.06.1932 - Vasco 3 x 3 Olaria; 13.05.1933 -    Vasco 3 x 3 Madureira; 27.01.1935 - Vasco 3 x 3 Boca Juniors-ARG; 10.10.1937 - Vasco 3 x 3 Flamengo; 03.07.1938  - Vasco 3 X 3 Bangu; 04.06.1940 - Vasco 3 x 3 São Paulo; 07.06.1942 - Vasco 3 X 3 Botafogo; 21.03.1943 - Vasco 4 x 4 Fluminense; 13.05.1943  - Vasco 3 x 3 Madureira; 01.05.1944 - Vasco 3 x 3 São Paulo; 01.07.1944 - Vasco 3 x 3  Fluminense;  27.06.1945 - Vasco 3 x 3 Palmeiras; 25.01.1945 - Vasco 4 x 4 Boca Juniors-ARG; 20.06.1948 - Vasco 3 x 3 São Cristóvão; 30.04.1950 - Vasco 4 x 4 Rio Grande-RS; 02.06.1951 - Vasco 4 x 4 América; 06.02.1952 – Vasco 3 x 3 Bangu; 25.01.1953 - Vasco 4 x 4 Boca Juniors-ARG; 20.09.1953 - Vasco 3 x 3 Flamengo; 07.06.1953 - Vasco 3 x 3 Hibernian-ESC;  25.10.1953 - Vasco 3 x 3 Flamengo; 23.08.1953 - Vasco 3 x 3 Bonsucesso; 17.04.1955 - Vasco 5 x 5 Corinthians; 17.02.1959 - Vasco 3 x 3 Sport Recife; 15.04.1959 - Vasco 3 X 3 Ferroviária de Araraquara-SP;  09.05.1964 - Vasco 3 x 3 Portuguesa de Desportos; 23.11.1980 - Vasco 3 x 3 Fluminense; 31.05.1981 – Vasco 3 x 3 Volta Redonda-RJ; 23.07.1985 - Vasco 3 x 3 Fluminense; 1993 - Vasco 3 X 3 Americano-RJ; 22.05.1999 - Vasco 3 x 3 Olaria; 20.07.1997 – Vasco 3 x 3 Juventude-RS; 06.08.2000 - Vasco  3 x 3 Cruzeiro-MG; 15.04.2001 - Vasco 3 x 3 Fluminense; 17.02.2007 - Vasco 4 x 4 Fluminense; 11.04.2007 - Vasco 4 x 4 Botafogo; 23.07.2008 - Vasco 3 x 3 Fluminense.

 

 

terça-feira, 9 de abril de 2013

SORATO: ANIVERSARIANTE DO DIA

Não foi bem um sacode. Quase isso. No dia 22 de julho de 1988, passados 42 dias da estréia do garoto Sorato no time A cruzmaltino (fez dois gols em Vasco 3 x 1 Flamengo, pelo Estadual, em 12.06.1988), os cartolas mandaram a rapaziada caçar níquel no Acre. Sem problemas,  3 x 0 pra cima do Independência, no Estádio José de Melo, em Rio Branco.
 
 O placar não poderia ser levado em consideração, devikdo a distãncia técnica entre os dois lados. Legal foi ver, novamente, um futuro artilheiro cruzmaltinos enchendo o saco dos zagueiros. Sorato marcou, totalizando naquela dia, seu oitavo tentos com a jaqueta cruzmaltina. Até deixar São Janauário, com uma bola no barbante ( fez um, em Vasco 3 x 1, pela Copa Rio, em 17.06.1992), ele havia contribuído com 85 gritos da galera.
VOLTA PRA CASA - volta pra Depois de um passeiozinho por fora da Colina, Sorto voltou em 1997. Disputou mais quatro jogos e, pra não perder o costume, deixou mais quatro pipocas registradas no caixa: 89 alegrias da galera, em sua história cruzmaltina, das quais, a mais importante  valeu o título brasileiro, em 1989. Portanto, para o “Kike da Bola”, ele é “O Agente 89”. 
Sorato ganhou vaga no time titular vascaíno por intermédio do técnico Nelsinho Rosa. Foi uma exigência da torcida, que queria vê-lo marcando pelo time de cima os muitos gols dos tempos  das divisões inferiores. Depois de aprontar em cima de Botafogo e Corinthians, ele foi fundamedntal, com os seus deslocamentos, para os dois gols de Bebeto, diante do Internacional, que abriram o caminho para encarar o São Paulo nas finais do Brasileiro.
 Paulista, nascido em 8 de abril de 1969, em Araras, Agnaldo Luiz Sorato foi cria dos infantis  vascaínos. Tinha 20 anos quando Luis Carlos Winck cruzou e ele cabeceou para marcar o gol que deu o segundo título do Brasileirão à “Turma da Colina”, naquele 1 x 0 sobre os são-paulinos, no Morumbi, em 16 de dezembro de1989. Ganhava Nc$ 75 mil (cruzeiros novos, moeda da época), enquanto o Vasco gastava NCz$ 20 milhões  para contatar Bebeto, Tita e Andrade.  “Mesmo não querendo, sou forçado a acrediar que uma força maior dirige a nossa vida. Antes da partida (contra o São Paulo), quando einda estávamos no hotel, telefonei para Andreia, a minha namorada. Ele me disse que eu seria o autor do gol dotítulo. Não deu outra. Também, o lance do gol foi bastante similar ao que feiz contra o Corinthais: no mesmo estádio, na mesma baliza e num lance de cuzmanto, pelo lado direito, do  Luis Carlos Winck”, contou ele à págian 104 da revista Manchete, de 30 de dezembro de 1989.      
GRITO DA GALERA - Sujeito caladão, Sorato ficou na dele quando a torcida vascaína protestava por vê-lo no banco dos reservas, e, as vezes, nem por lá. Não reclamava. Esperava pela sua vez. Que chegou na hora certa. “A nossa vitória começou a acontecer quando Mazinho anulou o Mário Tilico. O time do São Paulo estava muito dependente das suas jogadas, ficou perdido”, analisou, para a mesma revista, finalizando: “Aprendi uma lição: é no treino que conquistamos a condiçãode titular. Treinei  e mostrei, em campo, que posso ser titular...”.     

 

segunda-feira, 8 de abril de 2013

ANIVERSARIANTE - MAZINHO

 Vascaíno, entre 1986 e1990, Mazinho, na verdade, era um supercruzmaltino. Para defender, ou ajudar a sair da defesa , o treinador poderia contar com ele pelas das duas laterais e, ainda, pela cabeça-de-área; Quer dizer: era um polivalente.
Paraibano, de Santa Rita, Mazinho, isto é, Iomar do Nascimento, estreou no planeta, em 8 de abril de 1986, dois meses antes de a Seleção Brasileira ir tentar o tri, na Inglaterra. Com 1m71cm de altura, pesando, sempre, 67 quilos, ele fez 191 jogos e marcou 10 gols para a “Turma da Colina” . Foi bicampeão estadual-RJ, em 1987/1988, e brasileiro, em 1989, mesma temporada em que, como vascaíno, sagrou-se campeão da Copa América, pela Seleção Brasileira.
Quando chegou à Colina, como juvenil, Mazinho avisou, rápido, que era um cabra arretado” chegado do Nordeste. No time júnior, atuava como volante. E, assim, foi promovido ao grupo principal, porque o miolo estava congestionado por “feras”, como Geovani, Henrique, Vítor, Gersinho e Josenilton. Então, ele foi deslocado para a lateral-esquerda, onde fixou titularidade. Mas o treinador Antônio Lopes o escalou muito, na “meiuca”, durante a temporada-1986, naquele time que atacava com Romário e Roberto Dinamite, e se defendia com gente da estampa de Donato, que naturalizou-se espanhol e jogou pela“Fúria”, apelido da seleção da Espanha.
CABRA ARRETADO - Se, em 1986, Mazinho tinha que disputar a lateral-esquerda, com Lira e Paulo César, no ano seguinte, já era o dono do pedaço, em um time pouco mexido. Na defesa, Antônio Lopes só trocou o goleiro Paulo Sérgio, por Acácio, e Fernando, por Morôni. Com Mazinho na lateral – a direita era do gaúcho Paulo Roberto –, Dunga e Tita entraram no meio-de-campo. Em 1988, Mazinho teve sangue novo do seu lado, coma as chegadas de Sorato, William, Zé do Carmo e Bismarck, companheiros do título do Brasileirão de 1989, de uma turma que incluía Bebeto e outros coras, como Luís Carlos Winck e Marco Antônio Boiadeiro.
Ganhador de três títulos estaduais e de um nacional, logo, Mazinho só poderia ser mesmo um “cabra-da-peste”. E não deu mais para o “Almirante”mantê-lo em sua esquadra. Aportou no italiano, Lecce, em 1990. Mas demorou pouco. No ano seguinte, quem queria tirar as provas do seu veneno nordestino era a Fiorentina. Mazinho voltou ao Brasil, para ser palmeirense, entre 1992/1994. Neste último ano, integrou a Seleção Brasileira tetracampeã da Copa do Mundo dos Estados Unidos, jogando ao lado de Dunga, Bebeto e Romário, velhos parceiros de São Januário.
Depois do Mundial, Mazinho regressou à Europa, para defender, de 1994 a 2000, os espanhóis Valência, Celta, Elche e Deportivo Alavés. Em 2001, encerrou a sua história nos gramados, com a camisa do Vitória da Bahia. Seus tempos vascaínos lhe renderam, também, por três temporadas, um dos maiores trofeus que um atleta brasileiro pode conquistar por aqui, a “Bola de Prata”,que a revista “Placar” confere aos melhores do Campeonato Brasileiro. Mazinho a levou em 1987/1988/1989

domingo, 7 de abril de 2013

NO MUNDO DA COPA - BASIL DE MANÉ (BI)

  No dia 17 de junho de 1962, a Seleção Brasileira sagrava-se bicampeã mundial de futebol, no Chile. Uma história viva na lembrança de um dos heróis daquela conquista, o lateral-esquerdo Nílton Santos, que coversou com o repórter Gustavo Mariani. Ele contou:

 - O bicampeonato começou a ser ganho naquele lance em que eu fiz o pênalti, diante da Espanha, durante a primeira fase do Mundial... dei um passo pra cima da linha divisória da grande área e o árbitro, que estava distante, assinalou a falta do lado de fora. Os espanhóis nos  venciam, po 1 x 0. Se abrissem dois gols de vantagem ...

Para o (apelidado) Enciclolpédia do Futebol, no entanto, as sua jogada de mestre aconteceu foi dentro do vestiário, quando vestia a camisa canarinha:  

- Escutei o Didi dizendo: “Vou mostar àquele filho da puta (Di Stefano, a quem o acusava de ter lhe boicotado quando defendeu o espnhol Real Madrid) que eu sei jogar bola. Imediatamente, fui pra cima dele, lhe dizendo que de nada adiantaria jogar bonito e o nosso time perder ... sempre que ele errava um passe eu o apupava, ele pedia calma e, assim, mexi com os seus brios.

Djalma Santos, Z|ito, Gilmar, Zózimo, Nílton Santos, Mauro e Dr. Hílton Gosling, 
em pé, da esquerda para a direita; Mário Américo, Garrincha, Didi, Vavá,
 Amarildo, Zagallo e o roupeiro Assis, agachados, na mesma aordem.  

 O time brasileiro da Copa do Mundo-1962 era, praticamente, a mesma que fora campeã na Suécia-1958. Segundo Nílton Santos, o que o marcou durante a apresentação do grupo fora a forma como os atletas se entreolhavam:

- Estava escrito em nossos olhos que a nosssa responsabilidade seria maior, pois éramos os campeões mudiais.

 Estreia nervosa, final feliz – Os canarinhos começaram vencendo o México, por 2 x 0, e Nilton Santos não se envergonha de dizer que os primeiros dez minutos foram de nervosismo:

- O Zagallo não era um goleador, mas marcou (abriu o placar), na hora certa.

 Nílton Santos imputa o empate no segundo jogo (0 x 0 Tchecoeslováquia) à retranca imposta pelo adversário. 

 - Eles não passavam do meio do campo. Nos faltavam espaços para trabalhar”.

 Nilton conta que, ao ouvir o médico Hílton Gosling informar que o Pelé não tinha as mínimas condições de jogo, diante dos espanhóis (terceira partida) ele chamou para si a responsabilidade de preparar (o reserva)  Amarildo (aos 22 de idade) para dsubstituir o "Rei do Futebol".

- Você foi convocado para jogar (pela Seleção), o que joga pelo Botafogo. Nada mais. Faça só isso – e Amarildo fez os dois da virada do placar que levou o Brasil à segunda fase do Mundial.

 Do quarto compromisso – Brtasil 3 x 1 Inglaterra, com Garrincha marcndo um gol em cabeçada e um cobrando falta -, o que mais chamou a atenção do Enciclopédia, porém, tratou-se de fato extra-jogo:

 - Aparaeceu um cãozinho dentro de campo, obrigando o árbitro a parar a partida. Para o Garrincha, foi o melhor da Copa. Saiu caçando o animalzinho, mas quem o pegou foi um inglês, se não me engano. Depois do jogo, cheguei pra ele falando: Compadre, você acabou com eles, me referindo aos adversários. E ele retrucou: “Cachorrinho danado. Eu falava dos ingleses e ele do cachorro”.

 Na semifinal, o Brasil mandou 3 x 1 no Chile, com Garrincha expulso de campo, por revidar pancadas e desferir um pontapé no traseiro de um anfitrião. Mas os cartolas brazucas deram um jeito de sumirem com o juiz da partida e o Mané pode enfrentar e vencer a Tchecoeslováquia, que fez 1 x 0, mas levou a virada para 3 x 1.  

 Segundo Niton Santos, o que o seu compadre Mané Garrincha mais gostou do bicampeonato mundial foi, ao voltar ao Rio de Janeiro, ter ganho um mainá de presente.

OBS: 1 - esta matéria foi publicada (e reescrita) do Jornal de Brasília de 17.02.2022; 2 – mainé é um pássaro asiático da família dos esturnídeos e que constrói o ninho em cavidades de árvores.    

    

 

sábado, 6 de abril de 2013

ANIVERSARIANTE - LEANDRO ÁVILA

Tradicionalmente, o Vasco sempre se deu bem com jogadores gaúchos. A relação de “tchês” que caíram no gosto da galera é gande. Dela fazem parte, entre outros, o goleiro Gainete; os laterais Paulinho de Almeida, Paulo Roberto, Luís Carlos Winck  e Ramon; os zagueiros Noronha, Ortunho e Mauro Galvão; os apoiadores Laerte, Dunga e Luís Carlos Martins, e os atacantes Tesourinha, Saulzinho e Chico Aramburu. E, é claro, que nesse time tem   vaga, também, para Leandro Ávila.
Nascido em 6 de aril de 1971, em Porto Alegre, o volante Leandro Coronas Ávila disputou 216 jogos e marcou apenas cinco tentos com a jaqueta cruzmaltina, entre 1992 e 1996, sendo que, em 1995, esteve emprestado ao Botafogo, para ser campeão brasileiro. Na Colina, fez parte do time tri estadual-1992/93/94 e, ainda, colecionouos títulos das Taças Guanabara-1992/94; Taças Rio-1992/93; Copas Rio-1992/93; Trofeus Cidade de Zaragoza e  Cidade de Barcelona, ambos em 1993 na Espanha, e do Torneio João Havelge, também na mesma temporada.  
Além do Vasco, Leandro Ávila vestiu as camisas de Palmerias, Fluminense, Flamengo, Internacional-RS, Marília-SP e Serrano-RJ. No exterior, defendeu o Al Hilal, da Arábia Saudita.
Volante moderno, dono de um bom passe, Leadnro cheoug à Seleção Brasileira, tendo disputado oito jogos e ficado invicto, com sete vitórias e um empate