Vasco

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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

COINCIDÊNTICOS NA ISKINA DA KOLINA

  23 de outubro dfe 1977 -  Concidentemente, o Almirante  que já repesentu a Velhacap, bateu em dois times das Novacap, em uma mesma data. Prmeiramente, mandou 3 x 0 Brasília Esporte Clube, pelo Campeoanto Brasileiro, em um domingo, com faturas liquidada na primeira fase da visita brasiliense a São Januário. Ramon Pernambucano (2) e Roberto Dinamite explodiram o Colorado do Planalto, apelido que se tentou, mas não pegou no tme candango. Diante de 9.956 pagantes, o titio Orlando Fantoni, comandou esta rapaziada três(3)eira: Mazzaropi; Orlando, Abel (Gaúcho), Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário, Zanata e Dirceu; Wilsinho, Roberto Dinamite e Ramon (Paulinho). 

No segundo 23 do 10, Romário deixou uma placa no velho e reconstruído estádio Mané Garrincha, driblando três adversários e o goleiro. Era noite de uma quinta-feira, valendo pelo Campeonato Brasileiro-1986. Aos 33 minutos do segundo tempo, o Baixinho deixou  22.076 pagantes atônitos, pintando aquela pintura, em Vasco da Gama 3 x 1 Sobradinho - Roberto Dinamite e Juninho, também, visitaram o placar. Quem degolou o Leão da Serra? (apelido do Sobrá). Uns carinhas chamados Acácio; Paulo Roberto, Juninho, Donato e Pedrinho; Josenilton, Gersinho e Geovani; Mazinho, Roberto Dinamite (Mauricinho) e Romário, treinados por Joel Santana. 


ESQUADRAS DO ALMIRANTE - VASCO-1965


Em pé, da esquerda par a direita: Lévis, Joel Felicio, Brito, Maranhão, Fontasna e Barbosinha; agachados, na mesma ordem: Joãozinho, Lorico, Célio, Mário Tilico e Zezinho, em foto reproduzida da revista paulistana e Gazeta Esportiva. Contracapa da edição Nº 277, que circulou na primeira quinzena de maio de 1965. Era o Ano XII da publicação paulista que se intitulava de "a maior revista esportiva do Brasil". 


FLUPINTAGELANÇA NA ISKIINA DA KOLINA

19 de julho de 1980 - A tabela da Taça Guanabara mandava o Vasco da Gama para o Maracanã, onde o Fluminense o aguardaria - para apanhar. Apanhou diante de 15.735 almas,  por 3 x 1. Roberto Dinamite abriu os trabalhos, no primeiro tempo e, não satisfeito com a pontaria do seu pé bom de rede, voltou a sua faina, na segunda etapa. Pelo fialzinho da pugna, Edvaldo, liquidou aquela história "que entroua pelo bico do pato e saiu pelo do pinto". Aliás, do coelho, do apitador Arnaldo César Coelho. Está antado no caderninho como tendo sidofoi a primeira vitória vascaína sobre os tricolores na década de 1980, e o segundo jogo do período – 1 x 1 no primeiro, meses antes, pelo Campeonato Brasileiro. A rapaziada etava treinada por Gílson Nunes, ex-ponta-esquerda da casa e campeão carioca-1970, e formou assim: Mazaropi; Orlando Lelé (Ivo), Juan, Léo e Marco Antônio; Serginho (Zandonaide), Pintinho e Guina; Katinha, Roberto Dinamite e Paulo César.  
KÁ PRA ZNÓIZ! O Almirante fez o Flu de pinto, mas Pintinho estava vascasinadíssimo.

Irmão de Valdo, o maior artilheiro da história do Fluminense, o também atacante Vanderlei começou com um bom futuro em São Januário. Em 1960, ele foi convocado para a seleção canarinha que disputaria os Jogos Olímpicos de Roma, na Itália. Todos os atletas tinham a idade de juvenis. Mesmo assim, ao deixar aquele time,  ele passou a segundo reserva do ponta-direita Sabará, e chegou a disputar algumas partidas do time A cruzmaltino. Ganhou prestígio, afinal jogar na vaga do titular não era fácil. Sabará era o único ponteiro respeitado por Nílton Santos, considerado o melhor lateral-esquerdo da história do futebol brasileiro. Vanderlei, no entanto, não explodiu. O Vasco o  mandou para a Portuguesa Santista, em 1961. Ao encerrar o seu contrato, ele disse não ter se adaptado ao novo clube e voltou para o Rio de Janeiro, pensando em encerrar a carreira. Por sorte, o irmão Valdo tinha muito prestígio no futebol espanhol e conseguiu encaminhá-lo ao Elche.  


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

HISTÓRIAS DO FUTEBOL BRASILIENSE. AMISTOSOS DO CEUB CONTRA FLA-FLU

 

 Em 1972, o Ceub ainda não pensava disputar o Campeonato Nacional, iniciado na temporada anterior, pela Confederação Brasileira de Desportos, a atual CBFutebol. Mesmo assim, convidava adversários fortes e favoritos, é claro, paras amistosos em Brasília. Como as coisas mudavam muito na bola brazuca, pelos inícios de 1973, o torcedor brasiliense já estava na expectativa de a Acadêmica da Asas No Asa (apelido que não pegou), também, entrar no rolo que hoje é chamado por Brasileirão. A moçadas marcava amistosos, testava formações e chegava a uma pré-base nos prélios pré-Brasileirão. Nesses amistosos, chegou a empatar com dois “grandes” cariocas. Confira:

25.06.1972 – Ceub 1 x 1 Flamengo – Para a torcida rubro-negras, a maior do DF, os ceubenses não teriam a menor chance diante de sua rapaziada, feras como os goleadores Doval e Caio, e gente que  já fora convocada para a Seleção Brasileira, casos do goleiro Renato, do apoiador Zanatta e do ponteiro Arílson, além do imprevisível atacante Fio Maravilha e do discutidíssimo zagueiro Chiquinho Pastor que, também, chegaria ao escrete nacional.

Formalidades cumpridas, com a banda do Corpo de Bombeiros do DF executando o  hino nacional e os dois capitães tirando o “toss” (como se falava do sorteio para escolher o lado do campo a jogar), o juiz Djalma Neves apitou e o Flamengo fez a saída de bola e o primeiro ataque, logo respondido pelo time  anfitrião, que voltou a se assanhar, aos quatro minutos. Aos seis, o lateral rubro-negro Wanderley (futuro famoso treinador Wanderley Luxemburgo) cometeu pênalti, tocado uma das mãos na pelota. O que rolou de imediato foi uma cena cômica: o atacante Augustinho saciou em disparada paras encher as mãos de areia do lado de for do gramado, para tapar o buraco na marca do pênalti  que seria cobrado pelo meia Cláudio Garcia (antigo ídolo da torcida do Fluminense). Deve ter ajudado, pois o ex-tricolor, com o pé direito, calou a imensa torcida rubro-negra no Pelezão: Ceub 1 x 0. 

 Além do gol, o Ceub voltou a levantar a sua torcidas, quando Aderbal aplicou um chapéu em Vicentinho. Pouco depois, Zanatta municiou o mesmo Vicente, que tentou o gol, mas o goleiro Zé Valter fez defesa espetacular, cedendo escanteio. Animado, o Flamengo vai pra cima e o Ceub dois homens de frente,  pra se segurar. Ficou animadas a contenda, com investidas pra lá e pra cá. Aos 40, rolou mais um grande lance ceubense, com Dinarte repetecando chapéu,  daquela vez sobre Moreira. Aos 44. Quem meteu o braço na bola foi Oliveira. Pênalti que Caio Cambalhota cobrou, alto e forte, para o canto direito da trave defendiedas por Zé Walter: 1 x 1 e fim de papo no primeiro tempo. No segundo, os dois times parecerem terem esquecido a bola nos vestiários. O Flamengo esbarrava em bloqueios defensivos ceubenses e estes só tentavam contra-ataques que não davam em nada. Foi tudo.

O amistoso rendeu C$ 41 mil cruzeiros (moeda da época) e o treinador Carlos Morales escalou o Ceub: Zé Walter; Aderbal, Lúcio, Cláudio Oliveira e Serginho; Renê, César e Cláudio Garcia; Augustinho (Paulinho), Hermes (Carlinhos) e Dinarte. O Flamengo foi: Renato; Moreira, Chiquinho, Tinho e Wanderley; Zé Mário (Liminha), Zanatta e Arílson; Vicentinho, Caio (Dionísio) e Doval (Fio Maravilha).            

24.02.1973 – Ceub 1 x 1 Fluminense – O que vinha sendo uma grande animação para os desportistas de Brasília, que só assistiam grandes jogos pela TV, de repente, esvaziou a boca do balão. Sacanagem dos tricolores cariocas que só desembarcaram na cidade às 11 horas do dia do amistoso, e sem trazer o meia Gérson (de Oliveira Nunes), o “tricampeão mundial” que deveria ser a grande atração do prélio, juntamente como goleiro Félix e o lateral Marco Antônio Feliciano, também tri na Copa do México-70. A “saca” valeu-lhes muitas pragas, das quais não escapou nem o venerável Seu Zezé Moreira, o treinador membro do rol dos gloriosos do futebol brasileiro. “Mais pior” para o Ceub, que esperava ver bem acima de Cr$ 100 mil cruzeiros passando pelas bilheterias do antigo e já demolido Pelezão, mas teve de se contentar com Cr$ 75 mil.

Enfim, entre pragas e vaias, que o Fluminense bem as mereceu, o Ceub da etapa inicial foi mais ativo pelo meio-de-campo e safou-se bem das  investidas tricolores. Estes só tiveram uma chance de gol, com o ponteiro Lula e o centroavante Dionísio bobeando e permitindo ao becão ceubense Mauro Cruz acabar com uma farra deles pela esquerda. E sem gols terminou o primeiro tempo. Para o segundo, o Seu Zezé Moreira trocou três peças, mas “efeitos melhorativos” pintaram só do lado do Ceub, que teve três escanteios consecutivos, criou boa chance de gol, aos oito, e abriu o placar, aos 11 minutos, por intermédio de Marco Antônio (Pereira).

 Inferiorizado no placar, o Flu buscou o empate, tornou o jogo mais rápido e, aos 18 minutos, Denílson (Custodio Machado) municiou Silveira, o apelidado “Coice de Mula”, que soltou a sua famosa pancada. A bola quicou no terreno, enganou o goleiro Zé Valter e escreveu: Ceub 1 x 1 Fluminense, apitado por Ranulfo Soares, auxiliado por Carcírio Martinho e Jorge Aloise.

O Ceub alinhou: Zé Válter; Mauro Cruz, Emerson, Cláudio Oliveira e Murilo; Renê, Cláudio Garcia e Enísio; Julinho, Marco Antônio e Dinarte. O Fluminense teve: Félix (Jorge Vitório); Toninho Bainao (Oliveira), Silveira, Assis (Abel Braga) e Marco Antônio Feliciano; Denílson, Didi e Hertz (Wilton); Mica (Adílson), Dionísio e Lula. OBS: 1 – Cláudio Garcia foi atleta e treinador interino do Ceub, substituindo o demissionário Carlos Morales; 2 – Félix foi substituído por contusão.      

SACO FURADAÇO NA ESQUINA DA COLINA

25.12.1938 - O Almirante nunca foi de deixar a maricota sossegada. Até quando a rolicinha deveria estar descansando ele a fustigava E, diga-se, de passagem, tratando muito mal. Aos chutes, bicudos e pontapés. Mas ela jamais reclamou. Mesmo assim, queria viver, sempre e sempre, no bico das chuteiras dele que, em razão de saber bem do barato, não titubeou, nem mesmo em um 25 de dezembro, para lhe mandar o sapato.Podes crer! Na data em que a cristandade comemora a chegada de sua estrela maior, Jesus Cristo, o Vasco da Gama foi ao gramado de São Januário esperar pela visita do Bangu. E pagou caro, por maltratar a roliça, em um dia sagrado.

O visitante escreveu 4 x 1 no cartão natalino deixado no placar do estádio vascaíno, onde só ficou mencionado para a sua rapaziada o chamado gol de honra, por Fantoni. Aquela foi a única partida disputada pelo Almira na data em que Jesus nasceu, em Belém, na província romana a Judeia, segundos escritos cristãos. Seus representantes  - Joel, Jaú e Florindo; Aguirre, Aziz e Marcelino; Lindo, Alfredo, Fantoni, Villadoniga e Luna – bateram na pelota com o consentimento de Sanchez Diaz, o que contribuiu, no Campeonato Carioca, para a Turma da Colina  terminar a temporada, em quarto lugar, com 19 pontos, em 16 jogos, somando sete vitórias, cinco empates e 37 gols marcados.