Vasco

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quarta-feira, 12 de março de 2014

VASCO DAS CAPAS DAS VELHAS REVISTAS

O atacante Pinga foi capa do Nº 928 da revista “Esporte Ilustrado”, de 19 de janeiro de 1956, fotografado por José Santos. Diz o texto da página 3: “Pinga, um dos maiores valores da vanguarda cruzmaltina, cujos tentos preciosos têm contribuído para a obtenção de muitos triunfos dos atuais líderes do campeonato”. Na época, tinha-se disputado oito rodadas da temporada carioca, com o Vasco liderando: 46 pontos , em 19 jogos, com 15 vitórias, dois empates e duas quedas, marcando 46 e sofrendo 14 gols o que lhe dava o bom saldo de 32 tentos. A edição focalizava a rodada de 12 de janeiro daquele 1956, quando o Vasco havia vencido o Bonsucesso, por 2 x 1, em São Januário, com arbitragem de Charles William e renda de Cr$ 265.425,00. Pinga mandou a primeira bola vascaína à rede e Maneca a outra. O time formou com: Hélio, Paulinho de Almeida e Bellini; Mirim, Orlando e Beto; Sabará, Maneca, Vavá, Pinga e Parodi.
MÁRIO E OLDAIR – O atacante Mário 'Tilico' e o polivalente Odair Barchi foram a capa da Revista do Esporte Nº 368, de 26 de março de 1966. A edição, que custava Cr$ 300 cruzeiros e anunciava, na página frontal, que os dois jogadores contavam as suas alegrias e tristezas, o que estava nas folhas 44 e 45.
Mário revelou por aquela edição que uma de suas maiores alegrias em, São Januário, foi ter sido lançado  em sua verdadeira posição, no meio do ataque.no time titular, pelo treinador Zezé Moreira, diante do Santos, pelo Torneio Rio-São Paulo de 1965. Em seguida falou do nascimento do seu filho, que ganhara, de Laerte e Sabará,  o seu mesmo apelido. Revelou, ainda, que outra grande alegria fora ter sido campeão da I Taça Guanabara, em 1965, o que valera vaga na Taça Brasil e vice-campeonato na decisão contra o Santos, de Pelé.
De sua parte, Odair, também, enalteceu o título da Taça GB, acrescentando a sua boa atuação, marcando Mané Garrincha. E revelava que ter trocado o Fluminense, pelo Vasco, fora outra vitória na carreira, pois sentira que crescera muito. De negativo, Mario queixava-se dos dirigentes Agartino Silva Gomes e Jaime Soares, os quais acusava de sempre tentarem impedir a sua escalação no time principal. Já Odair reclamava das viagens e concentrações, que o impediam de se dedicar mais à família.

terça-feira, 11 de março de 2014

VASCO DAS PÁGINAS - O DEMOLIDOR

“Derrubador de Campeões”. Foi como a “Manchete Esportiva” Nº 64, de 9 de fevereiro de 1957, classificou o Vasco da Gama, após uma excursão e três jogos em Lima, a capital peruana. Além de fazer as páginas 13 e 14  –  com seis fotos – de louvação à “Turma da Colina”, a semanário do empresário Adolpho Bloch ainda encheu de elogios uma coluna à folha 7 – com três fotos–, informando: “Invicto em Lima o Vasco.”
 Naquele giro “cucaracha”, o time vascaíno estreou no dia 23 de janeiro, vencendo o Deportivo Municipal, por um emocionante 4 x 3, perante 36 mil torcedores que, segundo a revista, “ficaram muito satisfeitos com a exibição dos brasileiros”.
BOLA BALANÇANDO REDE -

 O Vasco abriu o placar, aos 25 minutos, por intermédio de Livinho. O peruanos igualaram a conta, aos 3 da fase final, por intermédio de Arce. Aos 8, Sabará voltou a colocar a rapaziada na frente. Aos 13, Seminário votou a deixar tudo igual, e, aos 25, Arce voltou a balançar a rede, deixando seu time na frente, pela primeira vez. Só que em um lance reclamadíssimo pelo time carioca, alegando que o adversário havia ajeitado a bola com uma das mãos. Mas veio troco. Em cinco minutos, aos 29 e aos 30, Valter Marciano e Livinho viraram o placar.
  O pontapé inicial da partida foi dado pelo embaixador brasileiro no Peru, Orlando Leite Ribeiro, e o time cruzmaltino, escalado pelo técnico Martim Francisco teve: Wagner, Laerte, Bellini e Ortunho; Orlando Peçanha e Coronel; Sabará, Livinho, Wilson Moreira, Valter Marciano  e Roberto Pinto.                                                                                     
Três dias depois, a rapaziada voltou a campo e venceu o Sporting Cristal, o campeão peruano, por 1 x 0, em mais um jogo duríssimo. O gol saiu aos 41 minutos da etapa inicial, marcado por Laerte. Foi por causa daquela vitória que a “Manchete Esportiva” chamou o Vasco de “Deerrubador de Campeões”, pois, antes havia batido Nacional, campeão uruguaio, e o Colo-Colo, campeão chileno. A escalação vascaína daquela partida teve: Wagner, Ortunho, Bellini e Orlando: Laerte e Coronel; Sabará, Livinho, Wilson Moreira, Válter Marciano e Roberto Pinto (Artoff).

No encerramento do giro, em 31 de março, o Vasco mandou 3 x 1 no Universitário, em uma quinta-feira, com gols de Livinho, Artoff e Válter, diante de 27.117 pagantes. O tgécnico Martim Francisco mandou a campo esta rapaziada: Vagner, Ortunho e Bellini; Orlando, Laerte e Coronel; Sabará, Livinho, Wilson Moreira, Valter e Roberto Pinto (Artoff).  
 






 
 

 

segunda-feira, 10 de março de 2014

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS

10.05.09 - Durante o jogo Atlético-PR 0 x 2 Vitória, na Arena da Baixada, em Curitiba, pelo Brasileirão, o goleiro colombiano Viáfara, do time baiano, jogou com meiões do Vasco. Motivo: vascaínos e atleticanos usavam material esportivo da empresa Champs, que enganou-se no envio das peças. Então, a turma do Leão da Barra passou a treinar com o material errado. No momento de separar o ”fardamento” para o jogo contra o Furacão, o roupeiro do Vitória enganou-se e colocou o material vascaíno para o camisa 1. Nem percebeu.
BAIANO DESCANSADINHO. Incluiu a Cruz de Cristo vascaína em suja macumba.

O primeiro jogo do Vasco no Mineirão, e Belo Horizonte, foi em 3 de março de 1966, vencendo o Atlético-MG, por 2 x 0. Picolé marcou seu primeiro gol na casa inaugurada em 7 de setembro de 1965. No Estádio Olímpico, do Grêmio, em Porto Alegre, a primeira vez foi em 23 de novembro de 1955, perdendo do anfitrião, por 0 x 2. A primeira vitória foi em 21 de fevereiro de 1950, com 1 x 0 sobre o mesmo time e gol de Wilson Moreira, por conseguinte, o primeiro na casa. O mesmo ocorreu em seu primeiro jogo no Beira-Rio: perdeu do Internacional, por 0 x 2, em 1º de novembro de 1969, pela Taça de Prata. Em 17 de dezembro de 1972, deixou a sua primeira marca nas redes da casa colorada, no 1 x 1, pelo Brasileiro, que teve Alcir Portella escrevendo no placar.
NO MINEIRÃO, PICOLÉ esfriou o Galo. No Olímpico, Moreira vazou o Grêmio, mora! No Beira-Rio, Portela fez u sambinha na rede.

Na Fonte Nova, em Salvador, o Vasco pisou, pela primeira vez, em 17 de janeiro de 1954, vencendo a Seleção Baiana por 2 x 0, amistosamente, com gol de Alvinho. Ou de Ademir Menezes? No Serra Dourada, em Goiânia, foi em 29 de junho de 1975, empatando, por 1 x 1, com o Goiânia. Dé marcou o primeiro gol vascaíno na casa.
NA BAHIA, o “sumaleiro” complicou a súmula. No Serra Dourada, deu Dé.

O Vasco tomou a liderança do Campeonato Brasileiro de 2011, na 5ª rodada do returno, beneficiado pela derrota do Corinthians, para o Santos, por 3 x 1. Na tarde daquele domingo 18 de setembro, o Gigante da Colina via a rodada se encerrar totalizando 45 pontos, contra 44 do São Paulo e 43 dos corintianos. Na véspera, a “Turma da Colina”, havia goleado o Grêmio Porto-Alegrense, em São Januário, por 4 x 0, com gols Elton, Diego Souza, Éder Luís e Fagner.
BOA PONTARIA. Pulou na ponta e, prontamente, ficou de prontidão como ponteiro.

O Vasco jogou, pela primeira vez, no estádio do Fluminense, nas Laranjeiras, em 3 de junho de 1917, empatando, por 2 x 2, com o Sport Club Brasil, pelo Campeonato Carioca da Segunda Divisão. Na Gávea, o campo do Flamengo, em 4 de setembro de 1938, na inauguração, vencendo o anfitrião, por 2 x 0, pelo Campeonato Carioca. Já no estádio do Botafogo, em General Severiano, em 3 de maio de 1916, quando estreou no futebol, sendo goleado, pelo Paladino, por 10 x 1, o que está na história como o primeiro jogo oficial vascaíno.
NAS LARANJEIRAS, descascou um empate; na Gávea, cortou as asas do Urubu; em General Severiano, cassou a patente do anfitrião.

Em Caio Martins, em Niterói, a estreia foi em 20 de julho de 1941, com 3 x 1 sobre o Canto do Rio, pelo Carioca. Em Campos Salles, do América, em dois de setembro de 1917, em Vasco 3 x 0 Boqueirão, pelo Carioca da Segunda Divisão. Atualmente, o América tem a sua casa, o Estádio Giulite Coutinho, em Mesquita. Ali, o Vasco jogou, pela primeira vez, em 30 de janeiro de 2002, vencendo o América, por 2 x 0. O Estádio Proletário, chamado de Moça Bonita, do Bangu, recebeu a rapaziada de São Januário, pela primeira vez, em 10. 10.1948, com uma goleada: Vasco 6 x 1 Bangu.
AFUNDOU O BOQUEIRÃOo, queimou o Diabo e massacrou os Operários.

Da primeira vez que jogou com clubes paulistanos, em seus estádio, o Vasco empatou, por 3 x 3, com o São Paulo, no Pacaembu, em 04.06.1940. No Morumbi, a primeirona foi em 04.12.1968, em 3 x 0, Palmeiras, pela Taça de Prata. No palestra Itália, em 15.11.1924, em 1 x 1, com o mesmo Verdão, E, na Vila Belmiro, em 03.12.1933, 2 x 2, com o Santos, pelo Rio São Paulo.

Em 2 de março de 2002, o Vasco participou do jogo número 4.000 da história da Portuguesa de Desportos. “Presenteou” a Lusa do Canindé, com uma goleada, por 4 x 1, em São Januário, pelo Torneio Rio-São Paulo. Era um sábado, na oitava rodada, com arbitragem de Lourival Dias Lima Filho e gols Alex Oliveira, aos 13; Euller, aos 20', e Romário, aos 29 e aos 37 minutos do 2º tempo. O time do estrago foi: Helton; Leonardo Moura (Rodrigo Souto), Wagner (Gomes) e João Carlos; Alex Oliveira, Jamir, Donizete Oliveira e Léo Lima e Felipe; Euller e Romário.


 

 

 

domingo, 9 de março de 2014

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - ADELITA, LINDA MORENA ANGICALENSE

Esta seção só sai aos domingos. E, como o "Dia Inetnacional da Mulher" foi ontem, a homeangem vai hoje, para a  lindíssima morena trabalhadora que é Adelita Ferreira, a primeira modelo fotográfico profissional do Estado de Goiás. Breve, ela lançará um  livro sobre a sua linda história nas passarelas, que começou quando as garotas que desfilavam modas ainda eram chamadas de manequins. O nome Adelita homenageia a mãe Adelaide e o pai Elito. Atualmente, Adelita trabalha com eventos e é representante de empresas internacionais de joias, em Goiânia. Quando tem uma folguinha (coisa raríssima) , faz uma esticadinha, para descansar, em seu síto , em Aruanã, perto da capital goiana. Adelita é uma pessoa muito simpática, que encanta a todos, com a sua meiguice, aprincipalmente. E tem um coração daquele tamanho. Participa de tudo quanto é campanha de ajuda aos necessitados, em Goiânia. É comum vê-la durante as madrugadas goianienses levando sopa e cobertores aos não visitados pela sorte. Uma grande mulher, acima de tudo. Aguardem o livro.

sábado, 8 de março de 2014

DILÚVIO NA COLINA - VASCO 1 X 1 BONSUCESSO

Ajudou no gol do empate
Tudo conspirou contra o Vasco, hoje. Primeiramente, uma chuva terrível, momentos antes do início da partida, deixou o gamado em estado precaríssimo. Até a circulação da bola foi difícil. Por causa disso, o time não conseguiu aproveitar as várias chances de gol, ficou no 1 x 1, com o Bonsucesso, e adiou a sua classificação às semifinais da Taça Guanabara.
A rapaziada poderia ter saído na frente do marcador nos primeiros 10 minutos. Na primeira chance, Reginaldo ficou olhos-nos-olhos com o goleiro rubro-anil, mas escorregou na “grama-quiabo”. Pouco depois, ele obrigou o goleiro suburbano a fazer grande defesa.
CHOQUE - Aos 16 minutos, Guiñazu chocou-se com Nill, em uma disputa aérea, e o jogo foi paralisado. O visitante saiu de campo em ambulância e foi levado a um hospital, com suspeita de fratura no nariz. Pior pro Vasco, pois o substituto, Geovane, abriria o placar, nos segundo tempo.
Após a paralisação, a chuva e a água acumulada no gramado deram um tempo. Para o redator do blog oficial do Vasco (www.crvascodagama.com.br) ,Pedro Henrique Diaz, só o que não melhorou foi a visibilidade do quinteto de arbitragem. Ele queixou-se que, “após cobrança de escanteio, o atacante (rubro-anil) Somália desviou a bola com o braço, e o juiz Antônio Schneider mandou seguir”. Depois, o “Bonsuça” criou uma chance de gol, aos 25 minutos, e não mais encheu o saco.  De sua parte, o Vasco desacelerou-se, até o fina da etapa.
Pedro Ken tentou ser "garçon", mas o Bonsuça" desperdiçou a entragada 
SEGUNDO EMPO -  “no minuto dois”, como escreveu Diaz, de dentro da pequena área, o zagueiro Rodrigo chutou pro cima da trave.  Aos 4, Pedro Ken fez uma entregada para Somaria, mas o goleiro Diogo Silva quebrou-lhe o galho. Minutos mais tarde, Diego Renan pediu para sair. Ken foi para a lateral-direita e Aranda entrou, no meio-de-campo. Dali até a parada técnica, aos 20 minutos. “a única coisa que movimentou foi a caderneta do juiz”, observou o criativo redator cruzmaltino Pedro Henrique Diaz, proprietário de um bom texto.
 Reiniciada a partida, Aranda e Edmilson desperdiçaram chances de gol. E já que não fizeram, Geovani não perdeu a dela, aos 29. O Vasco respondeu com um chute, de Rodrigo, no tavessção, em cobrança de falta. A seguir, Thalles perdeu mais uma boa chance de gol. Quis o destino que o lateral0-esquerdo Marlon, que vinha sendo muito vaiado, empatasse a partida, aos 39, após receber m passe, de calcanhar, de Thales, durante sua arrancada ao ataque. Perto do apito final, o goleiro vascaíno Diogo Silva aprontou. Espalmou uma bola parta a frente da área, mandando a bola nos pés de Victor Hugo, que foi miserável no lance. Com o arco aberto, à sua disposição, conseguiu o mais difícil: perder o gol. Sorte do anfitrião, que ainda crcriou uma chance de virada, com Douglas, e uma com Luan, durante os quatro minutos de acréscimos. Fim de papo em 1 x 1. E o Vasco saiu de campo, com 25 pontos, para enfrentar o Fluminense, no domingoque vem, no Maracanã.  

                                 CONFIRA A FICHA TÉCNICA – VASCO 1 X 1 BONSUCESSO    
  
08.03.2014 (sábado) Vasco 1 x 2 Bonsucesso. Taça Guanabara. Estádio: São Januário-RJ. Juiz: Antônio Frederico de Carvalho Schneider. Público: 3.945 pagantes. Renda: R$ 71.620,00. Gols: Geovane, aos 29, e Marlon, aos 39 min do 2º tempo. VASCO: Diogo Silva; Diego Renan (Aranda), Luan, Rodrigo e Marlon; Guiñazu, Fellipe Bastos (Everton Costa), Pedro Ken e Douglas; Reginaldo e Edmílson. Técnico: Adilson Batista. BONSUCESSO:  Rodrigo Viana, Marquinhos (Iago), China, Da Silva e Marlon; Alê Carioca, Victor Hugo, Nill (Geovane) e Fernando (Romulo; Somália e Marlon Silva. Técnico: Alfredo Sampaio.