Vasco

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sexta-feira, 11 de abril de 2014

IMAGEM CRUZMALTINA DO DIA

                                                  Foto reproduzia de www.crvascodagama.com.br
 

 

quinta-feira, 10 de abril de 2014

TRAGÉDIAS DA COLINA - VALDIRAM


Valdiram Caetano de Morais, pernambucano, de Canhotinho fez sucesso em São Januário, entre 2006-2007. Nascido em 30 de outubro de 1981, mesma data em que Diego ArmandoMaradona apaga velinhas, a última notícia sobre ele diz que foi mandado embora do Comercial, da alagoana Viçosa, em janeiro último. Motivo? Seu futebol estava uma droga.
Antes de chegar à Colina, Valdiram havia passado por Mirassol-SP, seu revelador, em 2001, CRB-AL, Anápolis-GO, Belenenses, de Portugal, Cianorte-PR,Guarani-RS e Esportivo-RS. Do Vasco,foi dispensado por indisciplina. E rodou mais. Passou por Itumbiara-GO, Ituano-SP, Al-Shamal-Catar, Paysandu-PA, Criciúma-SC, Noroeste-SP, CSA-AL, Goytacaz-RJ, Avenida-RS, Sport-MG, Central-PE, Tupi-MG, Ferroviário-CE, Duque de Caxias-RJ, Bonsucesso-RJ e Comercial-AL.
Se os insucessos estivessem sendo ó na bola, menos mal. Valdiram foi acusado de tentativa de estupro, em 2010, quando já era um dependente químico. Fez uma forcinha para se recuperar, mas não ficou muito tempo longe do álcool e das drogas. No desespero, chegou a pegar objetos de colegas para vender e comprar drogas, conforme divulgou o portal globoesporte.com, de 17 de janeiro último. Foi quando o clube de Viçosa o dispensou. Que pena! (foto reproduzida de NetVasco) Agradecimento.
 
  



quarta-feira, 9 de abril de 2014

ÁLBUM DA COLINA - PÁGINA 1957


Ao lado do goleiro Yashin (E), os vascaínos entram em campo para encarar o Dínamo de Moscou, em 1957

Você tem aí fotos de recordações vascaínas. De uma excursão à antiga União Soviética, em 1957, época em que a rapaziada girava pelo mundo, constantemente. Por sinal, o Vasco foi o primeiro clube carioca a visitar a Europa. Aconteceu, em 1931. Depois, mostrou a sua camisa em 54 países, conforme registra o pesquisador Mauro Prais, em seu site, anotando 71 viagens internacionais.
Depois destas fotos de 1957, Vavá reencontrou os russos em 1958
A Espanha, pelas verificações de Prais, é o país que mais viu o Vasco, por 24 vezes, enquanto o circuito por maior número de países rolou em 1956, totalizando 20 pagnas, em 13 nações. No entanto, o maior número de jogos foi em 1966, revela o pesquisador: 22 partidas em 10 países da Europa e da África, durante 88 dias.
Mauro Prais anotou 393 partidas, com 202 vitórias, 86 empates e 106 derrotas. Foram 810 bolas balançando as redes dos gringos, e 525 buscadas. Outra informação dele: em 21 dos jogos empatados, com decisões por pênaltis, o Vasco venceu 8 e perdeu 13. Mas a moçada trouxe o caneco de 23 das 69 competições encaradas, ressalta Praia, revelando: “É interessante registrar que, nessas excursões, o Vasco enfrentou dois adversários brasileiros: Portuguesa de Desportos-SP, pelo Torneio Euro-Luzitânia, em Portugal-1988, e Bahia, durante o Torneio da Amizade, no Gabão-1991 – vitória em ambos, respectivamente, por 2 x 0 e 2 x 1. para disputar a competição e, por esse motivo, ela está contabilizada.
As pesquisa de Mauro Prais revelam mais grandezas: o Vasco permaneceu invicto por 29 duelos seguidos no exterior, entre 14 de fevereiro de 1948 e 4 de março de 1954. E, a partir de 9 de janeiro de 1949, chegou à invencibilidade de 34 refregas, diante de equipes de vários países, com 11 desses pegas no Brasil e 23 no exterior, “o que nenhum clube brasileiro jamais conseguiu”, cita Mauro.
Orlando fotografando Wilson Moreira
As fotos que você vê são do final de uma excursão à União Soviética. Vasco disputou três amistosos naquele local. E perdeu todos. Em 8 de julho de 1957, caiu ante ao ucraniano Dínamo, de Kiev, por 1 x 3 – a Ucrânia ainda não era uma república livre. Três dias depois, foi batido por um outro Dínamo, o de Moscou, na cidade do mesmo nome e pelo mesmo placar. Por fim, em 14 de julho, perdeu, por 0 x 1, do Spartak, novamente, em gramado moscovita.
Vale ressaltar que o time cruzmaltino chegou à capital soviética cansado, desgastado por uma excursão que começara em 5 de junho, por Curaçao. Passados quatro dias, a rapaziada já estava jogando nos Estados Unidos. No dia 12, abriu a temporada europeia, constante de mais oito partidas. Após 10 vitórias, em todos os compromissos, os cartolas obrigaram o time a se apresentar, também, para os moscovitas, para trazer mais dólares. A turma, esgotada, não aguentavas mais ver bola pela frente, pois os jogos anteriores haviam sido em um curto espaço de tempo. entre um e o outro. Deu no que deu, na antiga URSS.
Pra completar os vexames, os vascaínos chegaram mais cansado, ainda, da viagem Moscou-Rio deJaneiro, para estrear no Campeonato Carioca, em 21 de julho de 1957, em um clássico, contra o forte Fluminense. Sem tempo para se preparar, foram goleados, por 5 x 2.
Leia sobre a revanche o Vasco x Dínamo Moscou  na página de 4 de dezembro de 2011. (fotos reproduzidas de Manchete Esportiva)

 

 

terça-feira, 8 de abril de 2014

FERAS DAS COLINA - RAMON

  Ramón da Silva Ramos foi o quarto “matador” pernambucanos da camisa 9 a fazer sucesso na Colina, após Ademir Menezes, Vavá e Almir. Esteve vascaíno de 1977 a 1979, tendo sido importantíssimo na conquista do título carioca de 1977, no time armado pelo treinador Orlando Fantoni.
Autor de 148 gols, em 377 jogos que lhe faziam ser o terceiro maior artilheiro da história do Santa Cruz, Ramon havia defendido, também, o Internacional-RS e o Sport Recife, quando o Vasco foi buscá-lo, na expectativa de vê-lo repetir as atuações do Campeonato Brasileiro de 1973, quando tornara-se o primeiro atleta de um clube nordestino artilheiro (21 tentos) da competição.
Natural de Sirinhaém (12.03.1950), o sonho de Ramon, de ser goleador de um grande time, ficava a 76 quilômetros de casa. Em um dia de 1967, ele disse aos colegas da equipe do Usina Trapiche que iria tentar a sorte no juvenil do Santas Cruz, na capital. Ralou por dois anos, até ser relacionado para os dois últimos jogos do time campeão pernambucano de 1969.
Em 1970, Ramon foi ganhando espaço no ataque bicampeão estadual. Mandou seis bolas nas redes, uma delas nos 2 x 0 que decidiram o título com o Náutico. No Torneio Roberto Gomes Pedrosa do ano, fez os primeiros jogos contra os grandes clubes brasileiros. Em 1971, foi tri pernambucano e já era ídolo da torcida tricolor. Em 1972, ficava tetra e vice-artilheiro da temporada, com 13 gols. Em 1973, titular absoluto e decisivo na conquista do penta estadual. Fez os dois gols do título (totalizou 21) na partida extra contra o Sport,
De 1970, a 1973, em 84 jogos, Ramon já contava 46 gols em Estaduais. Mas a glória maior viria no Brasileiro da temporada 73, quando arrasou e, de prêmio, foi incluído entre os 40 selecionados pelo técnico Zagallo para a Copa do Mundo de 1974, na Alemanha. Mas uma contusão muscular, enfrentando o Santo Amaro, no início do ano, lhe tirou qualquer chance de concorrer à vaga, pois a recuperação foi longa. Quando nada, foi vice estadual, perdendo o título para o Náutico. Em 75, marcou oito gols e ajudou o Santa Cruz a fazer a sua melhor campanha em Brasileiros: quarto lugar. Aí não deu mais para o Santa segurá-lo.
A sua história nos gramados ficou assim: Santa Cruz: 1967 a 75 e em 1983; Internacional: 1976; Sport Recife: 1976; Vasco da Gama: 1977 a 79; Goiás: 1979 a 81; Ceará: 1981 a 82; São José-SP: 1983; Ferroviário-CE: 1984 e Brasília: 1985. Títulos: Pernambucano: 1969/70/71/72/1973; Carioca: 1977 e Cearense: 1981. (foto reproduzida de album de figurinhas).

segunda-feira, 7 de abril de 2014

FERAS DA COLINA - MAURICINHO

Maurício Poggi Villela, o Mauricinho, é um paulistas baixinho – 1m65 –, nascido em Ribeirão Preto –29.12.1964 – e buscado pelo Vasco, no Comercial, por ter se destacado na campeã Seleção Brasileira do Mundial Sub-20 de 1983. No mesmo ano em que desembarcou em São Januário, foi campeão carioca. E, depois, bi, em 1987/1988.
Mauricinho experimentou passear por fora Colina, algumas vezes. Mas não suportou a distância. Passou pelo futebol português, espanhol e paulista, para voltar, em 1991. Experimentou outro “passeiozinho”, por plagas paulistas, japonesas e até usou camisa rival cariocas. Seu pedaço, no entanto era mesmo São Januário, para onde “re-voltou”, em 1997. Só ali ganhava títulos, como o do Estadual-RJ e o brasileiro daquela temporada. Em 1998, papou a Taça Libertadores e o Torneio Rio-São Paulo.
Mauricinho escreveu esta história com a jaqueta cruzmaltina: 1984 – 43 jogos e 6 gols; 1985 – 63 jogos, 9 gols; 1986 – 45 jogos, 12 gols; 1987 – 49 jogos, 7 gols; 1988 – 10 jogos, 2 gols; 1991 – 14 jogos; 1991 - 14 jogos, sem gols; 1997 - 48 jogos, 6 gols; 1998 - 27 jogos, sem marcar;1999 - 6 jogos, sem gols. Total - 305 jogos e 42 gols. (foto reproduzida de álbum de figurinhas)