Vasco

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sexta-feira, 9 de maio de 2014

CORREIOS DA COLINA - EQUÍVOCO E NORTE

1 -  O "vasconauta" que se identifica, apenas, por BAICO, mando esta mensagem "É uma honra, para os vascaínos com mais de sessenta (anos de idade) , saber que o "Possesso" dos anos 1960 (Amarildo) encerrou a carreira no Vasco, da mesmas forma que Tostão, o mineirinho de ouro, genial artilheiro das "Feras do Saldanha". O astral de tê-los (no time), acabou com o complexo de vira-latas do Vasco que voltou a ser grande. Não me esquecendo, também, o grande "batuta" Silva (líder do time campeão carioca de 1979).
Prezado Baico. O "Kike" discorda de você dizer que o Vasco já teve complexo e voltou a ter "complexo de vira-latas. Um clube que abriu a democracia no esporte brasileiro, que sempre foi o primeiro em tudo, não tem razão para isso. Qual o time do RJ que já fico quase sete anos batendo no seu maior rival? Pergunte aos flamenguistas. Só para citar poucos itens: primeiro time brasileiro campeão no exterior; primeiro a ter um estádio decente no Brasil – maior da América do Sul, entre 1927 e 1930, e do país, até 1940; primeiro campeão mundial de futebol na areia; primeiro carioca campeão brasileiro; clube pelo qual o Rei Pelé conquistou seu primeiro titulo, e etc, etc, etc. Valeu? Mas você temo direito de expressar o seu ponto de vista. Principalmente, nestas tribuna vascaína.


2 - "Quantas vezes e contRa qual time o Vasco já jogou aqui no Amazonas?" José Luís Gutemberg Fares, de Manaus.
Anote aí, garoto, e confira que o Vasco é bom de Norte, ou teve times bem norteados. Vamos ver?
22/02/1953 – Vasco 4 x 1 Nacional-AM; 01/03/1953 – Vasco 8 x 1 América-AM; 08/10/1955 – Vasco 2 x 1 Fast-AM;09/10/1955 – Vasco 6 x 1 América- AM; 17/06/1965 – Vasco 7 x 2 Combinado de Manaus; 20/06/1965 – Vasco 4 x 0 Nacional-AM; 23/06/1968 – Vasco 4 x 1 Rio Negro-AM; 27/06/1968 – Vasco 0 x 1 Fast-AM; 01/07/1968 – Vasco 1 x 0 Nacional-AM; 12/10/1971 – Vasco 2 x 0 Rio Negro-AM; 14/10/1971 – Vasco 3 x 1 Nacional-AM; 17/09/1972 – Vasco 3 x 1 Nacional-AM; 30/09/1973 – Vasco 0 x 0 Rio Negro-AM; 03/07/1974 – Vasco 0 x 0 Nacional-AM; 25/05/1976 – Vasco 1 x 1 Nacional-AM; 27/05/1976 – Vasco 1 x 1 Rio Negro-AM;11/02/1979 – Vasco 1 x 0 Nacional-AM; 30/01/1980 – Vasco 2 x 0 Nacional-AM; 30/02/1980 – Vasco 1 x 0 Flamengo-RJ; 29/05/1980 – Vasco 3 x 1 Nacional-AM; 05/08/1980 – Vasco 1 x 0 Nacional-AM; 12/03/1981 – Vasco 3 x 0 Nacional-AM; 28/03/1981 – Vasco 2 x 1 Nacional-AM; 29/03/1981 – Vasco 2 x 0 Itacoatiara-AM; 28/01/1982 – Vasco 1 x 0 Nacional-AM; 07/02/1982 – Vasco 4 x 0 Nacional-AM; 12/06/1983 – Vasco 1 x 1 Rio Negro-AM; 05/02/1984 – Vasco 2 x 0 Nacional-AM;15/02/1984 – Vasco 1 x 0 Nacional-AM; 27/06/1984 – Vasco 2 x 3 Rio Negro-AM; 26/03/1986 – Vasco 7 x 0 Seleção Amazonense; 05/11/1986 – Vasco 2 x 1 Nacional-AM; 25/01/1987 – Vasco 2 x 1 Nacional-AM; 09/07/1987 – Vasco 0 x 0 Rio Negro-AM;17/03/1988 – Vasco 3 x 1 Combinado de Manaus; 20/07/1988 – Vasco 3 x 2 Rio Negro-AM; 19/07/1989 – Vasco 1 x 1 Rio Negro-AM; 22/07/1989 – Vasco 2 x 1 Rio Negro-AM; 09/02/1991 – Vasco 1 x 1 Rio Negro-AM; 21/02/1991 – Vasco 5 x 0 Rio Negro-AM; 28/07/1992 – Vasco 1 x 1 Nacional-AM; 04/08/1992 – Vasco 5 x 0 Nacional-AM; 15/04/1995 – Vasco 2 x 0 Nacional-AM; 27/04/1995 – Vasco 4 x 1 Nacional-AM; 21/01/1996 – Vasco 4 x 0 Nacional-AM; 20/07/1996 – Vasco 3 x 2 Flamengo-RJ; 17/09/1996 – Vasco 4 x 0 Tolima-COL; 23/10/2003 – Vasco 1 x 1 Fortaleza-CE; 28/06/2006 – Vasco 2 x 1 São Raimundo; 20.08.2013 -Vasco 2 x 0 Nacional.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

VASCO DAS CAPAS - BOLETIM-1954

Em 1954, o Club de Regatas Vasco da Gama publicava o “Boletim de Informações aos Associados”. A edição de janeiro/fevereiro, Ano XIII, 2ª Série, Nº 7, trazia uma bonita fachada, explicada, sob o título “Nossas Capas”, abaixo do expediente, à folha 3: “Na primeira página da capa honra-se a publicação em destacar o "feito singular do Deca-Campeonato de Remo", em alegoria do jovem artista e atleta vascaíno Orlando Mauro; a última registra um expressivo momento da visita do Exmo. Ministro da Marinha de Portugal ao nosso clube”.
Filiado à entidade dirigente do remo carioca, desde a fundação, em 1898, o Vasco, entrou nas disputas a partir de 1905. À época do “boletim”, já tinha o bi de 1905/1906; o tri de 1912/13/14/; os hexas de 1927 a 1932 e de 1934 a 1939; o deca de 1944 a 1953 e títulos de 1919, 1921 e 1924. Em 1915, “não correu”, como se falava.
A homenagem aos decacampeões está na página 7, onde desfilam todos os seus nomes, por temporada.Duas adiante, há cinco fotos, com “Os heróis de 1953”, remando single-skiff (Francisco Medina); double-skiff (Frederico Schrage e Cosme de Souza Gomes); 2 sem patrão (Nelson Guarda e Ruy Kopper); 4 com patrão (Adriano Monteiro Soares, Lon Menezes, Manoel Fgueiredo Barbosa, João Calixto de Oliveira e Mário Lemosa) e 4 sem patrão (Dezir Correia, Ruy Kopper, Nelson Guarda e Eugênio Botinelli Soares). As páginas 15/16, também, enaltecem o feito, focalizando um banquete (com 10 fotos), prestigiado por quatro ex-presidentes e o “então atual” Cyro Aranha, qaue homenageou, também, o técnico campeão, Herbert Buhtz, entre outros.
A folha 20, que ainda focaliza o banquete, traz uma coluna intitulada “P´ra ler no bonde”, assinada por José Brígido, dizendo que o domingo do deca foiglorioso para o Vasco.“Sagrou-se pela décimavez campeão de remo, avantajou-se magnificamente no atletismo e destacou-se no futebol por duas vitórias de ressonância contra o Botafogo, nas pelejas de profissionais e aspirantes” – oatletismo, bi em 1952/53, está brindado nas páginas 10 e 28, onde registra-se, com foto, a melhora do recorde sul-americano do “vigoroso e incansável” Alcides Dambrós, lançando o peso a 16,28 m de distância, em São Paulo, durante um duelo Brasil x Itália.
O “Boletim” elogiou a “incansável” torcida vascaína “naquela manhã de 29 de novembro de 1953, sob o sol intenso que inundava de luz e calor a lagoa Rodrigo de Freitas”, e a viu “incitar as guarnições vascaínas, com seus hurras e casacas, exibindo flâmulas, bandeiras e galhardetes, espalhando entusiasmo e alegria”
Com 40 anúncios, dois de página inteira, a edição, ainda, abordava o aumento da flotilha do clube, focalizando o batismo de mais três barcos, em 17 de janeiro de 1954; celebrava com três fotos, a primeira vitória vascaína em motonáutica, em sua primeira competição interestadual, em 6 de dezembro de 1953;Quanto à visita ao clube, do ministro da marinha de Portugal, o almirante Américo de Deus Rodrigues Thomaz, que esteve acompanhado pelo embaixador português no Brasil, Antônio de Faria, isso está na página 6, acompanhada por três fotografias, e também na contracapa.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

VASCO DA GAMA 1 X 1 TREZE -PB

Beneficiado peloa vitória no jogo de ida, na Paraiba, na semana passada, o empate, por 1 x 1, hoje à noite, em São Januário, foi suficiente para colocar o Vasco na terceira fase da Copa do Brasil. Agora, a "Turma da Colina" enfrentar a Ponte Preta, de Campinas-SP, pelas oitavas-de-finais.
O tento cruzmaltino saiu aos 19 minutos, em cobrança de escanteiol.  O zagueiro Douglas Silva subiu mais do que a zaga nordestina e cabeceou sem chances de defesa para o goleiro do "Galo da Borborema", o apelido do Treze de Campina Grande. Depois, o lateral-esquerdo Marlon perdeu bela chance para ampliar, acertando o poste, quando estava com o canto direito do goleiro à sua disposição. O Vasco ainda teve, no primeiro tempo, um gol letgítimo, anulado, sem que Marquinho estivesse impedido no lance, como acusou a arbitragem.
O gol de empate do Treze saiu por uma tremenda falha do zagueiro Luan. Ele cabeceou uma bola, para o lado, mandando-a nos pés do atacante paraibano, ao tentar atrasar para o goleiro Martín Silva. O Vasco chega à terceira fase invicto: 0 x 0 e 1 x 0 sobre o Resende-RJ e 2 x 1 e 1 x 1 com o Treze
                                             CONFIRA A FICHA TÉCNICA
07.05.2014 - (quarta-feira) - Vasco 1 x 1 Treze-PB. Copa do Brasil. Estádio: São Januário-RJ. Juiz: Diego Almeida Real-RS. Público: 7.704 pagantes. Renda: R$ 115.070,00. Gols: Douglas Silva, aos 19, e Jailson, aos 24 min do 1º tempo.VASCO: Martin Silva; Diego Renan, Luan, Douglas Silva e Marlon; Danilo (Aranda), Fellipe Bastos (Montoya) e Douglas; Yago, Marquinhos (Fabrício) e Thalles. Técnico: Adilson Batista. TREZE: Gilson, Eduardo Arroz, Negretti, Douglas e Fernandes; Esquerdinha, Sapé, Clébson (Léo Bartholo), Douglas Paker; Jailson (Tiago Souza) e Jonatas Belusso (Birungueta). Técnico: Givanildo Oliveira.
 

terça-feira, 6 de maio de 2014

ÁLBUM DA COLINA - PÁGINA 1970

 
Este é o time que quebrou o tabu, de 12 temporadas sem o título estadual, e colocou no peito as faixas de campeão carioca. A rapaziada era treinada por Elba de Pádua Lima, o 'Tim', tinha em Buglê (C) o seu capitão. À sua esquerda na foto, aparece Silva, que era o maior nome da equipe.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

TRAGÉDIAS DA COLINA - TESTE 17

 O Vasco acabara de quebrar o tabu, de 12 anos sem títulos estaduais, e o Botafogo terminara a temporada carioca-1970 em quarto lugar.  Os dois fariam o Jogo 2 do Teste 17 da Loteria Esportiva, que começou com 13 opções de palpites e era uma coqueluche nacional. 
O lateral-direito Fidélis
Dentre as muitas publicações especializadas em prognósticos dos testes – mais tarde, passaram a ser concursos –, a revista “Placar” fazia uma cobertura espetacular, com tudo o eu o apostador precisava saber. Para aquela semana, informava que, em seus últimos seis jogos, os vascaínos haviam vencido cinco – 1 x 0 Flamengo; 2 x 0 Madureira; 4 x 0 Campo Grande; 3 x 2 América; 2 x 1 Botafogo – e perdido só um – 0 x 2 Fluminense. De sua parte, os botafoguenses, em cinco,  faturaram três e perderam dois. Os dois empatavam em gols marcados (12), mas a “Turma da Colina” sofrera menos (3) –,a metade do adversário.
“Placar” chamava seus informes de “Bolão”, considerou Vasco x Botafogo como “um jogo que cheira a empate” e via o clássico, “talvez seja, atualmente, o maior do futebol carioca”. E vendeu isso sobre os cruzmaltinos: “Nas mãos do técnico Tim (Elba de Pádua Lima), o Vasco adquiriu novo moral, subiu de produção, começou a disputar o Campeonato Carioca para ganhar, sua torcida no Maracanã dobrou, o clube passou a viver dentro de uma política pacífica. Os jogadores antes desunidos, n tempo de Paulinho ((de Almeida) como técnico, uniram-se no propósito de o Vasco reviver seu passado de glórias”.
Rolou o Jogo 2 do Teste 17. O Vasco que não perdia do rival, há três jogos – 21.04.1970 - 0 x 0; 31.05.1970 - 1 x 1; 26.07.1970 – 0 x 0 –, daquela vez – 27.09.1970 – deixou o Botafogo o carimbar a sua faixa de campeão carioca: 0 x 1, derrubando quem havia apostado na Coluna 1. Na verdade, a faixa já havia sido carimbada por Fluminense (2 x 0, na última rodada do Estadual-RJ) ) e Ponte Preta (1 x 0) na primeira rodada do Brasileiro. Mais verdade? Apostar no Vasco não seria bom palpite. O time parecia ainda em ritmo de comemoração. Não ligara para o clássico como Flu, quando Tim poupou o atacante Silva e o lateral-esquerdo Eberval, e lançou o lateral-direito Ferreira, de ponta-direita, só para este também ser campeão, e foi pegar a “Macaca” sem milho e nem pipoca. 
 O clássico do Teste 17, no Maracanã, teve apito de José Mário Vinhas, público de 24.078 pagantes e renda de Cr$ 89.225,00. Roberto Miranda marcou o gol da turma do Zagallo e o time vascaíno foi: Élcio; Ferreira, Moacir, Renê e Batista; Fidélis, Benetti e Villi (Paulinho); Zé Dias, Silva e Ademir. (fotos reproduzidas das revistsas Grandes Clubes Brasileiros (acima) e Manchete). 
 O clássico do Teste 17, no Maracanã, teve apito de José Mário Vinhas, público de 24.078 pagantes e renda de Cr$ 89.225,00. Roberto Miranda marcou o gol da turma do Zagallo e o time vascaíno foi: Élcio; Ferreira, Moacir, Renê e Batista; Fidélis, Benetti e Villi (Paulinho); Zé Dias, Silva e Ademir. (fotos reproduzidas das revistas Grandes Clubes Brasileiros (acima) e Manchete).
 O Vasco acabara de quebrar o tabu, de 12 anos sem títulos estaduais, e o Botafogo terminara a temporada carioca-1970 em quarto lugar.  Os dois fariam o Jogo 2 do Teste 17 da Loteria Esportiva, que começou com 13 opções de palpites e era uma coqueluche nacional. 
Dentre as muitas publicações especializadas em prognósticos dos testes – mais tarde, passaram a ser concursos –, a revista “Placar” fazia uma cobertura espetacular, com tudo o eu o apostador precisava saber. Para aquela semana, informava que, em seus últimos seis jogos, os vascaínos haviam vencido cinco – 1 x 0 Flamengo; 2 x 0 Madureira; 4 x 0 Campo Grande; 3 x 2 América; 2 x 1 Botafogo – e perdido só um – 0 x 2 Fluminense. De sua parte, os botafoguenses, em cinco,  faturaram três e perderam dois. Os dois empatavam em gols marcados (12), mas a “Turma da Colina” sofrera menos (3) –,a metade do adversário.
“Placar” chamava seus informes de “Bolão”, considerou Vasco x Botafogo como “um jogo que cheira a empate” e via o clássico, “talvez seja, atualmente, o maior do futebol carioca”. E vendeu isso sobre os cruzmaltinos: “Nas mãos do técnico Tim (Elba de Pádua Lima), o Vasco adquiriu novo moral, subiu de produção, começou a disputar o Campeonato Carioca para ganhar, sua torcida no Maracanã dobrou, o clube passou a viver dentro de uma política pacífica. Os jogadores antes desunidos, n tempo de Paulinho ((de Almeida) como técnico, uniram-se no propósito de o Vasco reviver seu passado de glórias”.
Rolou o Jogo 2 do Teste 17. O Vasco que não perdia do rival, há três jogos – 21.04.1970 - 0 x 0; 31.05.1970 - 1 x 1; 26.07.1970 – 0 x 0 –, daquela vez – 27.09.1970 – deixou o Botafogo o carimbar a sua faixa de campeão carioca: 0 x 1, derrubando quem havia apostado na Coluna 1. Na verdade, a faixa já havia sido carimbada por Fluminense (2 x 0, na última rodada do Estadual-RJ) ) e Ponte Preta (1 x 0) na primeira rodada do Brasileiro. Mais verdade? Apostar no Vasco não seria bom palpite. O time parecia ainda em ritmo de comemoração. Não ligara para o clássico como Flu, quando Tim poupou o atacante Silva e o lateral-esquerdo Eberval, e lançou o lateral-direito Ferreira, de ponta-direita, só para este também ser campeão, e foi pegar a “Macaca” sem milho e nem pipoca. 
 O clássico do Teste 17, no Maracanã, teve apito de José Mário Vinhas, público de 24.078 pagantes e renda de Cr$ 89.225,00. Roberto Miranda marcou o gol da turma do Zagallo e o time vascaíno foi: Élcio; Ferreira, Moacir, Renê e Batista; Fidélis, Benetti e Villi (Paulinho); Zé Dias, Silva e Ademir. (fotos reproduzidas das revistsas Grandes Clubes Brasileiros (acima) e Manchete).