Vasco

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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

A BELA DO DIA - BATVASCOGATA

 O artista que produz "cartoons" para o bem projetado site www.paixaovascao.lcom.br é supercriativo. Neste lance, ele imagina que a "Mulher-Gato", personagem dos gibis norte-americanos, é vascaína. Até poderia ser, pois tem a garra, a simpatia, o encanto das "Gatinhas da Colina". Leia mais sobre o personagem no Kike datado de 22 de janeiro de 2017, na sessão "Domingo é dia de mulher bonita", quando a felina foi a homenageada. Valeu?

The artist who produces "cartoons" for the great www.paixaovascao.com.br is super creative. In this cast, he imagines that the "Catwoman," a character in American comic books, is Vasco. It could even be, because it has the claw, the sympathy, the charm of the "Gatinhas da Colina". Read more about the character in the January 22, 2017 Kike, in the session "Sunday is beautiful woman's day", when the feline was honored. Thanks?

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

SEGUNDO MANDATO DINAMITE

Vencido um conturbado processo eleitoral, com várias disputas judiciais, Roberto Dinamite iniciou, na noite da sexta-feira 19 de agosto de 2012, oficialmente, o seu segundo mandato (até agosto de 2014), como presidente do Club de Regatas Vasco da Gama. A sessão solene, realizada na sede náutica vascaína, na Lagoa Rodrigo de Freitas, marcou, ainda, a comemoração oficial dos 113 anos de fundação do clube, o que se daria dois dias depois, isto é, em 21 de agosto.
Eleito, pela primeira vez, em 2008, Roberto Dinamite obteve o seu segundo mandato na presidência do Vasco, na noite de 9 de agosto de 2011, em votação do Conselho Deliberativo, realizada na sede náutica, na Lagoa Rodrigo de Freitas. Ganhou mais três anos de mandato.
Maior ídolo da história do cube, como atleta, Roberto disputou pela chapa "O sentimento tem que continuar", que havia vencido o pleito para formação do Conselho Deliberativo, uma semana antes, com os votos dos sócios. Recebeu 149 dos 154 possíveis.
Antônio Peralta saiu primeiro vice-presidente e Nelson Rocha (vice de finanças nos últimos três anos) o segundo vice. Léo Gonçalves, o segundo colocado nas urnas, desistiu da candidatura, dizendo obedecer a vontade dos sócios. Assim, a chapa "Cruzada Vascaína" não recebeu votos e Roberto Dinamite pôde indicar 120 conselheiros – Leonardo Gonçalves, 30. Somados aos 150 natos, formou-se o colegiado de 300 membros no Conselho Deliberativo. Mas, 99 não compareceram e 47 preferiam não votar. A chapa encabeçada pelo Dinamite elegeu, também, os presidentes dos conselhos Deliberativo, Abílio Borges, e Fiscal, Helio Cesar Donin.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

TRAGÉDIAS DA COLINA - VIRADA RUBRO-NEGRA


Célio e Aírton marcaram, juntos, quatro gols
Gosto de ler as “Tragédias da Colina”, porque o torcedor precisa saber, também, das nossas pisadas na bola. Eu gostaria de contar um grande sofrimento meu, com o time do Vasco”. Gustavo Carvalho
Claro! O choro é livre! Manda!
“Em minha casa havia uma enorme sala de visitas, cimentada de vermelho, e uma cadeira de balanço, de vime, onde eu me sentava para ouvir jogos de futebol, no rádio à pilha do meu pai. Eu acompanhava, pela Rádio Globo, o duelo contra o Flamengo, em um 15 de novembro, pelo returno do Campeonato Carioca de 1963. Abrimos 2 x 0 de frente. Vibrei, pois virar o primeiro tempo com aquela vantagem era demais. Ainda mais na data do aniversário do odiado rival. Só que eles reagiram e empataram. Mas voltamos a passar na frente do placar. Clássico emocionante Eles 'reempataram', de pênalti, e desempataram, vencendo, por 4 x 3. Para mim, foi uma grande tragédia, pois eu tinha 12 anos de idade”.
DETALHE – Aquele “Clássico dos Milhões” disputou-se em uma sexta-feira à tarde, no Maracanã, apitado por Amílcar Ferreira, com gols cruzmaltinos marcados por Célio, aos 9, e Mário ‘Tilico”, aos 16 e aos 60 minutos. Por sinal, este atacante foi expulso de campo, aos 69 minutos. Para o rival, marcaram Aírton, aos 45, 57 e 75, e Osvaldo, aos 69, de pênalti.
 O Vasco teve: Marcelo Cunha; Paulinho de Almeida, Brito, Fontana e Pereira; Odmar e Lorico; Joãozinho, Mário, Célio e Da Silva. Técnico: Otto Glória. O Flamengo era: Marcial; Murilo, Luís Carlos, Ananias e Paulo Henrique; Carlinhos e Nelsinho; Espanhol, Aírton Geraldo e Osvaldo. Técnico: Flávio Costa. (FOTO REPRODUZIDA DA REVISTA DO ESPORTE)

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

HISTÓRIAS DA COLINA - O VASCO E MIRON


Esta foi tétrica para o apostador brasileiro e gloriosa para um goiano. Em 27 de setembro de 1975, o Vasco aprontou um dos maiores rebus do futebol canarinho. Jogando uma bola furada, derrubou quase todos os apostadores do Teste Nº 254 da Loteria Esportiva – menos o goiano Miron. 
 
Faltando 25 minutos para o final do jogo (do Brasileirão), o atacante Washington marcou o gol da vitória do visitante, em partida na qual o Vasco era franco favorito. Jogava em casa e jamais perdera do visitante – 2 x 1, em 27.04.1974, e 1 x 1, em 12.09.1973. Só 4.046 pagantes assistiram a refrega, apitada por Sílvio Luiz de Souza-SP e que rendeu Cr$ 61 mil 455 cruzeiros, uma ninharia diante da bolada levada pelo goiano.
Miron Vieira de Souza era balconista de mercearia, em Ivolândia-GO, onde ganhava salário mínimo. Apostando no América-RN, ele faturou, sozinho, Cr$ 22 milhões de cruzeiros (US$ 3 milhões de dólares), grana que aquele sujeito sem os dentes da frente queria saber se daria para comprar um caminhão – de zebras, certamente. Como o seu sonho era ser fazendeiro, comprou terras com o então maior premio lotérico pago no Brasil.
Os caras que derrubaram quase todo o Brasil e enriqueceram Miron, vestindo a camisa do Vasco foram: Mazaropi; Toninho, Moisés, René e Deodoro; Alcir, Gaúcho (William) e Ademir; Luiz Carlos, Jair Pereira e Freitas. Mário Travaglini era o técnico. O América-RN, de Sebastião Leônidas, teve: Valdir, Ivan (Carmindo)(Carlindo), Odélio (Mário Braga), Queirós, Olímpio, Zeca, Ivanildo, Washington, Pedrada, Humberto Ramos e Hélcio.

domingo, 16 de agosto de 2015

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - JORNALISTA GAÚCHA LIANA SABO

Gaúcha, nascida em Ijuí, por uma cadeia genética que mistura as raças alemã, russa e húngara, Liana Sabo  é uma das jornalistas mais queridas (e competentes) de Brasília. Já percorreu vários setores da busca pela notícia e, atualmente, escreve sobre um dos mais prestigiados temas do moderno jornalismo, a gastronomia.
Apelidada, pelos amigos, por Lili, a gaúcha é, também, o que se pode chamar de um “mulherão”: linda, loira e medindo 1m73cm de altura – e muito mais de inteligência, de cultura e de politização. Aqui, por Brasília, ela começou a acontecer no jornalismo no dia 28 de março de 1968, quando foi pautada para cobrir uma manifestação de estudantes universitários, na Avenida W-3 Sul. Armada, apenas, pelo seu bloquinho de anotações e uma caneta esferográfica, foi reforçar um grupo de vários repórteres que  acompanhavam a possibilidade de choque entre estudantes e forças militares, naquele tempo duro da ditadura dos generais-presidentes.
Lili não conta, pois jamais faz propaganda de si. Mas os colegas de redação daquela época lembram da sua coragem e determinação. Já saiu até no jornal. A rapaziada lembra que, ao deparar-se com uma barreira policial, e ser impedida de seguir adiante, ela encarou o repressor, avisando-lhe estar trabalhando tanto quanto ele. E, por se tratar de um soldado baixinho, ela, com aquele seu tamanhão incomum à maioria das brasileiras da época, abaixou-lhe a crista e seguiu destino. O representante da ditadura perdeu-se diante dos olhos verdes da desaforada, ainda, nem totalmente saída do estágio das chamadas, “foquinhas”, isto é, estreantes.
 O que fazer com uma repórter que desafiava o regime, por uma pauta? Dar-lhe pequenas missões seria um desperdício. Então, o chefe de redação sacou que que o local certo para ela arrancar notícias quentíssimas seria o Palácio do Planalto, onde quem dava as ordens era o segundo presidente-general do ciclo iniciado em 31 de março de 1964, Arthur da Costa Silva.
Por aqueles tempos da ditadura brava, a juventude do país convivia com os embalos do iê-iê-iê daquelas letrinhas mais apropriadas às revistas juvenis de histórias em quadrinhos, só tratando de conquistar a menina, da festa, do carrão, coisas assim. Uma dessas musiquinhas contava da briga de sete cabeludos por uma garota, concluindo que “Lili era bonita/Mas não tinha coração”. Ainda bem que Roberto Carlos falava de uma outra Lili, pois o coração da Liana Sabo “é do tamanho de um trem”, como cantava Erasmo. Pergunte aos colegas de redação e aos sobrinhos dela!  
Passado o regime miliar, Lili ficou, por uns tempos, cobrindo a área internacional. Sacava tanto do riscado que, as vezes, quando o Itamaraty anunciava a distribuição de uma nota oficial, ela, de brincadeira, com os colegas setoristas, já a fazia, antecipadamente. E a que saia do forno governamental era quase idêntica. Tinha fontes que a deixavam mais bem informada do que o chanceler, se ele bobeasse. Que danada, esta gaúcha, tchê!
 Após deixar a cobertura do setor internacional, Lili aceitou o desafio do jornal Correio Braziliense, de lançar o que ainda não havia pegado nos diários da capital do país: o jornalismo culinário. Lá se vão 17 temporadas, deixando os candangos com água na boca. Êta gaúcha arretada, tchê! Barbaridade!    (FOTO REPRODUZIDA DE CORREIO BRAZILIENSE) . AGRADECIMENTO.