Vasco

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domingo, 15 de maio de 2016

DOMINGO É DIA DE MULER BONITA - MÔNICA, PRIMEIRO AMOR DE ROMÁRIO

Casamento fotografado por www.netvasco com.br
 Ela ficou famosa por casar-se com um dos maiores craques do futebol, o hoje senador Romário, da Seleção Brasileira campeã da Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos e carregador de muitos outros troféus por clubes como Vasco da Gama, Flamengo, o holandês PSV Eindhoven e o espanhol Barcelona.
Glórias do ex-marido à parte, Mônica conheceu o goleador quando contava infantis 13 anos de idade e “...ele era apenas um garoto de subúrbio, não era ninguém...só tinha uma linha telefônica e morava na Vila das Penha. Nunca tive interesse material ”, contou à revisa carioca “Manchete”, de 16 de setembro de 1995, acrescentando que o atleta fora o seu “...primeiro tudo, primeiro amor, primeiro  homem...”
 Mônica contou, ainda, à semanária, que o craque que assombrava goleiros era muito ciumento, não gostando que ela usasse sapatos com salto alto e nem roupas curtas ou decotadas. E que Romário não jogava bem quando ela não tivesse por perto. “Eu era o seu amuleto”, disse ela, acrescentando: “Ao mesmo tempo em que o Romário é o homem mais romântico do mundo, ele é o cão” (referindo-se a um animal, as vezes, bravo). Mas ela, também, não escondia ser ciumenta. Revelou quase ter partido para cima de uma tiete e armado o maior barraco, em uma boate de Barcelona, porque a moça dera em cima do seu marido. Uma outra vez, em um restaurante, quando discutiam, “... ele duvidou que eu fosse jogar chocolate quente nele. Joguei. Ele se abaixou e acertei o garçom”, contou ainda à “Manchete”. 
Aniversário de Romarinho fotografado
 por www.lavozdegalicia.com
À época em que da separação do jogador, a imprensa divulgou que uma bailarina espanhola chamada Sonia dizia estar grávida do craque. “Nosso amor foi um cristal que se quebrou, não dá para colar”, disse Mônica à mesma revista, à qual afirmou ainda que o divulgado “namoro” de Romário com a morena
Andréa Oliveira (a imprensa explorou bem o fato e a moça foi capa de revista Playboy) não implodiu o casamento, mas o uniu mais o casal, que gerou Romarinho e Moniquinha.      

FERAS DA COLNA - ADHEMAR FERREIRA

A foto que você vê é de um dos maiores nome do atletismo brasileiro, Adhemar Ferreira da Silva, estreando com a jaqueta cruzmaltina. Foi em setembro de 1955, quando ele venceu a prova do salto triplo, valendo pela segunda etapa do Campeonato Carioca de Atletismo, disputada no estádio do Fluminense. Cravou 15 metros e 43 centímetros.
Adhemar Ferreira da Silva, paulistano que viveu entre 29 de setembro de 1927 e 12 de janeiro de 2001, chegou em São Januário naquele mesmo ano. E cruzmaltina ficou até o final da carreira, em 1960, quando venceu a sua última prova, no dia 1º de outubro, pulando 15 metros e 08 centímetros, no salto triplo do Campeonato Carioca, disputada no Estádio Célio de Barros.
Antes de ser vascaíno, Adhemar fora bicampeão olímpico do salto triplo. Em 1952, cravou a marca de 16m22cm, nos Jogos de Helsinque, na Finlândia, batendo o recorde da prova, por quatro vezes – 16,05 m; 16,09 m; 16,12 m e 16,22 m. De quebra, fez a primeira volta olímpica de um atleta, individualmente, aplaudidíssimo pelo público. E o que lhe valeu um bolo com a marca da vitória escrita em cima – havia pedido à cozinheira um bife com salada, para depois da competição. Em 1956, em Melbourne, na Austrália, pintou o bi, com de 16 metros e 35centimetros.
Adhemar começou a carreira, em 1947, defendendo o São Paulo Futebol Clube, no Troféu Brasil de Atletismo, quando venceu a sua especialidade, com 13m05cm. Depois, sagrou-se pentacampeão sul-americano e tricampeão pan-americano – 1951, 1955 e 1959 – e faturou o Campeonato Luso-Brasileiro-1960, na portuguesa Lisboa. Nas competições nacionais, tornou-se decacampeão. Juntou mais de 40 canecos pelo mundo das pistas deste planeta. Por isso, virou um selo (foto abaixo) dos correios brasileiros e, em 2012, passou a ser um dos imortais do “Hall da Fama do Atletismo”, único brasileiro presente naquele espaço da Federação Internacional de Atletismo.
Além do esporte, Adhemar não bobeou com a cultura. Formou-se escultor, pela Escola Técnica Federal de São Paulo; professor, pela Escola de Educação Física do Exército; advogado, pela Universidade do Brasil e relações públicas, pela Faculdade  Cásper Líbero. Entre 1964/1967 serviu ao país, como adido cultura na embaixada brasileira em Lagos, na Nigéria. A sua melhor marca foi como vascaíno, em 1955, nos Jogos Pan-Americanos, no México, cravando 16metros e 56 centímetros. Valeu, "Garoto da Colina!"


Atleta cruzmaltino, entre 1955 e 1960, Adhemar Ferreira da Silva tornou a data 27 de novembro gloriosa para o “Calendário da Colina”. Nela, conquistou a sua segunda medalha de ouro olímpica, no salto triplo, durante as Olimpíadas de 1956,  em Melbourne, na Austrália. Pulou 16,35 metros. Ainda como vascaíno, ganhou dois Pan-Americanos, em 1956/1959, e o Campeonato Luso-Brasileiro, em 1960, em Portugal. Foi vencedor até a sua última prova: 15,58 m, em 1º de outubro de 1960, no salto triplo do Campeonato Carioca de Atletismo, disputado na pista do Estádio Célio de Barros.
Adhemar ainda não era um vascaíno, quando criou a “Volta Olímpica. Para atender ao público que queria aplaudi-lo, após quebrar o recorde mundial do salto triplo, por quatro vezes, na finlandesa Olimpíada de Helsinque, ele percorreu toda a pista do estádio, onde cravara 16, 05m, 16,09, 16,12m e 16,22. Conta-se que, antes da consagração, teria pedido a uma cozinheira finlandesa um prato repleto de  bife com salada, para traçar na volta. O encontrou, juntamente com um bolo, onde estava escrito: 16,22. (Foto reproduzida de www.vasconet.com.br) . Agradecimento.

sábado, 14 de maio de 2016

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - 'VASCOMAIÊRO'

 Se o glorioso maio é o Mês das Noivas, o Almirante noivou com taças e faixas. Pelo menos, é o que diz os dois textos que você lerá abaixo. E, diga-se, de pasagem, dois canecos importantíssimos, inesquecíeis na caderneta da Turma da Colina. Bola leitura! 

                                                                      14 DE MAIO

   A temporada do centenário do Vasco da Gama foi comemoradas com o título de campeão estadual.     A moçada encerrou a campanha, com 1 x 0  Bangu, durante a noite do 14 de  maio de 1998, somando 34 pontos (em 14 jogos), contra 25 do Flamengo; 20 do Fluminense; 17 do Bangu; 15 do Madureira; 14 de Friburguense e Botafogo e 11 do Americano, o que mostra a sua grande superioridade. 
VASCO 1 X 0 BANGU foi apitado por Ubiraci Damásio e teve 1.266 pagantes, na casa do adversário, o Estádio Proletário, em Moça Bonita, com o gol marcado pelo zagueiro e capitão Mauro Galvão, aos 47 minutos do segundo tempo. Antônio Lopes era o treinador e a galera agradece a: Marcio; Vitor, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Nasa, Válber, Vagner (Juninho) e Pedrinho; Donizete (Mauricinho) e Luizão (Luiz Cláudio. Como havia sido o campeão da Taça Guanabara, o primeiro turno, o Vasco liquidou a disputa, diante dos banguenses, conquistando naquele jogo a Taça Rio, o returno.

Durante a campanha, o Vasco enfrentou guerrilha desencadeada por Botafogo e Flamengo, que viam o título perdido para a Turma da Colina e tomaram atitudes incivilizadíssimas. Os alvinegros foram os primeiros, não comparecendo ao jogo remarcado para o dia 10 de maio, um W x 0 inédito na história do clássico. Mas os vascaínos estavam apoiados no regulamento, que lhe permitia adiar jogos, por estarem disputando a Taça Libertadores, a principal competição do futebol continental. Tanto que os banguenses aceitaram enfrentar o Vasco (o Americano, também) pela Taça Guanabara, antes do início da fase seletiva que reuniria seis times “pequenos”. Independentemente das balbúrdia, o Vasco era o melhor. Liderou a temporada desde o começo, venceu a Taça GB e liderava a Taça Rio, quando veio o boicote de Bota e Fla.

A conquista do caneco teve estes placares: Taça Guanabara - 18.01 – Vasco 1 x 0 Bangu; 01.02 – Vasco 5 x 0 Americano; 08.03 – Vasco  x 3 Fluminense; 29.03 - Vasco 1 x 2 Botafogo;  07.04 – Vasco 3 x 0 Friburguense; 12.04 – Vasco 4 x 0 Madureira; 19.04 – Vasco 0 x 0 Flamengo. Taça Rio – 22.04.1998 – Vasco 1 x 0 Americano; 26.04 -   Vasco 3 x 1 Friburguense;  29.04 – Vasco 2 x 0 Madureira; 10.05 – Vasco W x O Botafogo; 14.05 – Vasco 1 x 0 Bangu; 17.05 – Vasco W x O Flamengo; 21.05 – Vasco 0 x 2 Fluminense.
                                                     
                                                                 15 DE MAIO

15 de maio de 1994 - Vasco da Gama 2 x 0 Fluminense  - A rapaziada deu o aviso de que queria carregar o caneco do Estadual. Passou pela dupla Fla-Flu e pelo Botafogo, mostrando muito veneno. E só não terminou invicto porque teve um gol legítimo anulado, em sua única escorregada, durante a campanha. Na finalíssima, de cara, Yan  perdeu um pênalti. Mas Jardel não demorou a consertar o estrago. Aos 6 minutos, beijou o véu da noiva. E repetiu o programa, aos 17 do segundo tempo. Léo Feldman apitou ante  66.121 pagantes e estes foram os campeões: Carlos Germano; Pimentel, Alexandre Torres, Ricardo Rocha e Cássio; Luisinho, Leandro Ávila e William; Yan, Valdir e Jardel.
Comemora, Jardel!
Jair Pereira era o chefe da esquadra tri, que teve 66% de aproveitamento, em 18 compromissos, ou 12 vitórias, 5 empates (27,78%) e aquela derrota no apito. Nas redes, o time compareceu em 28 vezes, à média de 1,56 tentos por jogo. E sofreu só 9, ou 0,50 gol por jogo. 
CAMPANHA: 30.01.1994 – Vasco 2 x 0 Volta Redonda; 07.02 – Vasco 1 x 0 Bangu; 10.02 – Vasco 2 x 1 Itaperuna; 20.02 – Vasco 0 x 0 Madureira; 27.02 – Vasco 3 x 1 Flamengo; 02.03 – Vasco 1 x 0 América; 06.03 – Vasco 2 x 0  Botafogo; 09.03 – Vasco 2 x 1 Olaria;12.03 – Vasco 2 x 0 Campo Grande; 21.03 – Vasco 0 x 0 Americano; 27.03 – Vasco 0 x 0 Fluminense; 03.04 – Vasco 4 x 1 Fluminense; 10.04 – Vasco 1 x 0 Botafogo; 17.04 – Vasco 1 x 1 Fluminense; 24.04 – Vasco 1 x 2 Flamengo; 01.05 – Vasco 1 x 1 Flamengo; 06.05 – Vasco 3 x 1 Botafogo; 15.05 – Vasco 2 x 0 Fluminense. (Foto reproduzida de http://www.supervasco.com/). Agradecimento.

VASCO 4 X 0 SAMPAIO CORREA-MA

O "Almirante" levou mais de 36 mil pessoas ao estádio da "Ilha do Amor", hoje, estreando na Série B da Copa do Brasil nem como a sua torcida esperava, pois o adversário maranhense é difícil de ser bastido dentro de casa. Com isso, o time do técnico Jorginho Amorim aumenta, para 36, o número de jogos invictos. Não perde desde o primeiro dia de novembro do ano passado.
O primeiro tempo terminou com os vascaínos marcando dois tentos. O primeiro surgiu de um cruzamento de Nenê para Riascos entrar de peixinho e cabecear para o fundo da rede. No segundo, Riascos devolveu a gentileza, lançando Nenê, que aplicou uma "cavadinha" por cima do goleiro Rafael.
Riscos pescou o primeiro e Nenê marcou os outros três gols. Só deu eles. 
Na etapa final, o terceiro tento saiu de uma jogada iniciada pela esquerda. Júlio César jogou a bola na área, Andrezinho dominou e tocou para trás, onde estava Nenê para finalizar. O último foi de lance também criada pela esquerda. Riascos invadiu a área, driblou um marcador e chutou. Rafael deu um tapa  na bola, mas esta caiu no pé esquerdo de Nenê que a despachou para o filó: 4 x 0 e 27 jogos invicto.
 O próximo jogo dos vascaínos será contra o mineiro Tupi, de Juiz de Fora, no sábado. Antes, na quarta-feira, terá a partida de volta contra o CRB-AL, pela Copa do Brasil. Na ida, venceu, fora de cassa, por 1 x 0, no dia em que igualou a sua terceira maior sequência de vitórias (26).

FICHA TÉCNICA – 14.05.2016 (sábado) Vasco 4 x 0 Sampaio Correa- 1º rodada do Brasileiro Série B. Estádio: Castelão, em, São Luís-MA. Juiz: Claudio Francisco Lima. Gols: Renda: R$ 869.630,00. Público pagante. 32.188 e presente 36.586. Gols: Riascos, aos  13 e Nenê, aos 24 min do 1º tempo, e aos 17 e aos 35 min do 2º tempo. VASCO: Martín Silva; Madson, Jomar (Rafael Vaz), Rodrigo (Aislan) e Julio César; Marcelo Mattos, Julio dos Santos (Yago Pikachu), Andrezinho e Nenê; Jorge Henrique e Riascos. Técnico: Jorginho Amorim.S ampaio Corrêa: Rafael; Léo Rodrigues, Mimica (Eli Sabiá), Luiz Otávio e Guilherme Santos; Diego Lorenzi, Arlino Maracanã (Carlos Alberto), Daniel Barros e Pedrinho; Edgar e Pimentinha (Daniel Amora) . Técnico: Petkovic. (Foto de Carlos Gregório, de www.crvascodagama.com.br). Agradecimento.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - INVICTANÍSSIMO

Na data de hoje, o Vasco da Gama começou uma de suas maiores histórias diante do seu maior rival, o Flamengo. Entre 1945 e 1951,  manteve invencibilidade, de 20 jogos.  A escrita  começou em 13 de maio de 1945, pelo Torneio Municipal, no estádio das Laranjeiras, na goleada, por 5 x 1,  apitada por Oscar Pereira Gomes. Na marcha do placar, João Pinto abriu a porteira, aos 8 minutos do primeiro tempo, e fez mais um, aos 4 da etapa final, quando também foram à rede: Ademir Menezes, aos 37; Santo Cristo, aos 41, e Berascochea, aos 43. O time do dia teve: Barcheta, Augusto e Sampaio; Nílton, Berascochea e Argemiro; Santo Cristo, Lelé, João Pinto, Ademir Menezes e Chico.
A série invicta que durou quase sete temporadas ficou assim: 13.05.1945 – Vasco 5 x 1 Flamengo; 16.09.1945 – Vasco 2 x 1; 18.11.45 – 2 x 2; 24.03.46 – Vasco 2 x 0; 19.05.46 – Vasco 3 x 1; 03.08.46 – 2 x 2; 06.10.1946 – Vasco 4 x 3; 25.05.1947 – 2 x 2; 19.07.47 - Vasco 2 x 1; 14.09.47 – Vasco 2 x 1; 30.11.47 – Vasco 5 x 2; 30.05.48 – Vasco 2 x 1; 01.08.48 – Vasco 3 x 1; 24.10.48 – Vasco 3 x 2; 21.08.49 – Vasco 5 x 2; 13.11.49 – Vasco 2 x 1; 14.01.1950 – 1 x 1; 24.09.50 – Vasco 2 x 1; 26.11.50 – Vasco 4 x 1; 25.03.51 - 2 x 2.