Vasco

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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

HISTORI&LENDAS DA COLINA - SÓ DE QUATRO

19 de setembro de 1937 - Vasco da Gama 4 x 0 Fluminense - amistoso dominical de muita vibração, em São Januário, com  Lindo (2), Alfredo I e Luna fizendo a festa da galera, quando o time era treinado por Floriano Peixoto. Time goleante: Rey, Poroto e Itália; Rapha, Zarzur (Oscarino) e Calocero; Lindo, Alfredo I, Feitiço, Mamede e Luna.
19 de setembro de 1943 - Vasco da Gama 4 x 0 Madureira -  Campeonato Carioca-1943, e em uma domingueira, na Colina. Ademir Menezes (2) e Lelé estavam entre os goleadores do time do técnico uruguaio Ondino Vieira, que montava o Expresso da Vitória por aquela época em que o time tinha: Oncinha, Figliola, Rafagnelli, Argemiro, Djalma, Ademir Menezes (foto), Rubens, Lelé e Chico. 

19 de setembro de 1958 - Vasco da Gama 4 x 2 Olaria - em uma sexta-feira à noite, no Maracanã, pela temporada oficial carioca em que a Turma da Colina conquistou o seu nono título estadual. Naquela vez, Sabará (2), Rubens e Osvaldo (contra) estiveram na rede. O treinador era Francisco de Souza Ferreira, o Gradim, que escalou: Barbosa, Paulinho de Almeida e Bellini; Écio, Orlando Paçanha  e Dario; Sabará, Rubens, Delém, Dominguinhos e Pinga.                                          
                                                           

BELAS DA MANCHETE ESPORTIVA - MARTHA

 O fotógrafo Ângelo Gomes clicou e a repórter Meg nos apresentou, pelo Nº 21 da revista "Manchete Esportiva", esta linda loura cuja graça informou ser Martha Maria Monarcha da Costa. Nome de princesa que preparava-se para ser uma rainha das quadras (de vôlei).                                                                          Mesmo loira, Martha avisava: era carioquíssima. Como se sabe, a maioria das cariocas são morenas. Quando não nascem, se amorenam pelas praias da Cidade Maravilhosa. Gatinha nascida em Botafogo, a lindíssima Martha treinava vôlei com as meninas do Fluminense.                                
                   Adoradeira do mar, para ela, a praia é "a coisa mais louca deste mundo". Ei-la em um encontro desses, respirando amplidão e liberdade, o que não tinha muito quando garotinha.  Estudava em um internato mantido por freiras, em Teresópolis. Ainda bem que aquele tempo passou, rápido.                              
      Em abril de 1956, quando a sua foto fez sucesso em uma revista esportiva, ela sonhava ser Miss TV, um concurso que pintava. Estampa, mostrava, com sobras. Principalmente, quando ia à praia com aquele seu maiô vermelhinho de bolinhas bem branquinhas. Deixava os paqueras desesperados.                      
  Pena que ela não estivesse interessada em ser arqueira de Cupido. Namoro podia esperar. Emotiva, Martha dizia-se fácil de chorar, embora considerando isso prejudicial á beleza e à linha que toda moça deveria manter. Prato predileto? Galinha. Verdura não pintava em seu prato. Animais Gostava da bicharada, menos de gato. Imagine! Uma gatinha eu não gostava de gatos!

domingo, 18 de setembro de 2016

HISTORI&LENDAS DA COLINA - LEGAL! MADUREIRA FAZ GOL NO MADUREIRA.

O 18 de setembro marca vitória sobre o freguês Madureira. Nada de extraordinário, a não ser que uma atacante vascaíno com o apelido de Madureira fez gol no Madureira. Foi pelo Campeonato Carioca de 1966, com Nado e Alcir, também, pipocando o filó.  Antônio Viug apitou e a grana da contenda atingiu Cr$ 5.034.000 cruzeiros, com o treinador Zezé Moreira escalando: Edson Borracha; Oldair, Brito, Sérgio e Mendes; Maranhão e Alcir Portella; Nado, Madureira, Célio e Danilo Menezes.   
O centroavante, Madureira era muito querido pelos colegas vascaínos. Ganhou nome de batismo/registro civil Carlos Alberto Ferreira e ele esteve cruzmaltino durante toda a temporada de 1966. Cria do América, em 1961, antes de desembarcar em São Januário passou pelo Clube Atlético Operário-SC e o Pelotas-RS.  Ao deixar São Januário, vestiu a camisa do Metropol-SC. Em 1968, já estava no Clube Atlético Paranaense, jogando ao lado de outro ex-vascaíno, o zagueiro Hideraldo Luiz Bellini. A foto que ilustra esta matéria é do arquivo de Fábio Emmanauel, filho do ex-atleta, e reproduzida de http://www.marcelodieguez.com.br/. 

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - AS ESPIÃS QUE SABIAM DEMAIS-2

 Em épocas mais próximas – nem tanto -, um caso sensacional de espionagem envolvendo mulheres foi armado pelo Rei Luís XV, da França, em  1754. Durante um baile, ele conheceu uma linda jovem usando cachos de cabelos loiros, encantou-se por ela, a recrutou para o seu serviço de inteligência e a enviou para a Rússia, a fim de espionar se aquele país armava alguma aliança com a Inglaterra.
Pois bem! Passando-se por Geneviève, a peça tornou-se confidente da imperatriz Elizebeth e, um dia, desapareceu da corte russa, levando para a França todos os segredos que o seu rei ansiava saber. Só que “ela” não érea “ela”, mas ele: Charles Geneviève Louise, Auguste André d´Éon de Beaumont, que prestou, depois, muitos outros serviços ao rei, frequentemente, como “ela”.
 Em 1777, quando os Estados Unidos ainda eram uma colônia da Inglaterra, o  herói George Washington tornou-se comandante de forças rebeldes e criou uma grande rede de espionagem para envolver os colonizadores, o Comitê de Correspondência Secreta, primeira ação do gênero na América. 
|Lydia em reprodução de www.classtools.net . Agradecimento.
Entre os recrutados por Washington estava a viúva Lídia Darrah, da Filadélfia. Quando os britânicos tomaram a sua casa, ela implorou por ficar, alegando ter dois filhos pequenos e não ter para onde ir. Persuadiu o comandante a atende-la e, durante uma reunião dos invasores para discussão de um grande ataque às forças coloniais, ela escondeu-se para ouvir tudo e informar aos colonos. Estes anteciparam-se aos britânicos e levaram a melhor. Botaram pra sangrar! Estes anteciparam-se aos britânicos e levaram a melhor. Botaram pra sangrar!


sábado, 17 de setembro de 2016

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - CAMPEÃO-70

Desde a temporada oficial do futebol carioca de 1958 – encerrada em 17 de janeiro de 1951 –, quando sagrou-se  "SuperSuperCampeão”, o Vasco não conquistava um título do Estadual. No período, só havia levado a I Taça Guanabara-1965, e dividido o “caneco” do Torneio Rio-São Paulo-1966, com Botafogo, Santos e Corinthians, por falta de datas para a decisão, pois a Seleção Brasileira ocuparia o calendário, a partir de então, treinando para a Copa do Mundo da Inglaterra. E, assim se passaram 12 anos na fila.
Veio, então, a temporada-1970. Elba de Pádua Lima, o Tim, dirigia a equipe e foi derrubando os adversários, um a um, até terminar a competição, com  13 vitórias, três empates e só duas quedas, marcando 30 e sofrendo 14 gols, o que lhe deixou com o bom saldo de 16 tentos. O “Batuta” Walter Machado Silva, o camisa 10.  foi o seu principal artilheiro, com nove bolas nas redes.

 NOITE DE GALA - O Vasco ficou campeão carioca na quinta-feira noturna de 17 de setembro de 1970, no Maracanã, vencendo o Botafogo, por 2 x 1, com gols de Gílson Nunes e de Silva, em jogo apitado por José Aldo Pereira, assistido por 59.170 pagantes. A turma da noite foi: Élcio; Fidélis, Moacir, René e Eberval: Alcir e Buglê; Luiz Carlos Lemos, Valfrido, Silva e Gílson Nunes. Era o 10º título estadual – os outros em: 1923, 1929, 1934, 1936, 1945, 1947, 1949, 1950, 1952 e 1958. Confira abaixo datas, placares e goleadores da temporada-1970.  

CAMPANHA: Turno - 28.06.1970 – Vasco 2 x 1 Bonsucesso (gols de Chiquinho (contra) e Silva); 04.07 –  2 x 1 Madureira (Valfrido e Silva); 08.07 –  4 x 2 Bangu (Valfrido, Silva, Bugleux e Luiz Carlos); 11.07 –  0 x 0 Campo Garnde; 19.07 –  1 x 1 Fluminense (Buglê); 22.07 – 1 x 0 São Cristóvão (Silva); 26.07 – 0 x 0 Botafogo; 01.08 – 1 x 0 Olaria (Alcir); 06.08 – 1 x 3 América (Silva); 09.08 – 1 x 0 Flamengo (Silva); 15.08 – 2 x 0 Portuguesa (Buglê (2). Returno -  22.08 – 3 x 1 Olaria (Fidélis, Gílson Nunes e Valfrido); 30.08 – 1 x 0 Flamengo (Valfrido); 06.09 – 2 x 0 Madureira (Silva e Alcir); 19.09 – 4 x 0 Campo Grande (Silva, Valfrido, Luiz Carlos e Ademir); 13.09 – 3 x 2 América ( Silva (2) e Gílson Nunes); 17.09 – 2 x 1 Botafogo (Gílson Nunes e Silva); 20.09 – 0 x 2 Fluminense.