Vasco

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terça-feira, 17 de outubro de 2017

FUXICOS DA COLINA - PAULINHO

  Quando Reinaldo Reis assumiu a presidência vascaína, ele desconsiderou as pressões dos conselheiros e, como gostava do trabalho do ex-lateral-direito vascaíno Paulinho de Almeida, fez valer a sua vontade foi busca-lo  no Olaria.
O Vasco terminou a temporada-1968 com Paulinho treinado o time A e o ex-ponta-esquerda Pinga comandando os juvenis. Trocado o calendário, Pinga subiu e Paulinho saiu de São Januário.
 Duas versões circularam sobre a queda de Paulinho: o Vasco teria lhe oferecido Cr$ 3,5 milhões de cruzeiros antigos (a moeda sofrera modificação) para renovar contrato, e ele pedira 5 milhões, além de bicho dobrado. Teria havido falta de acordo financeiro.
A outra versão assegurava terem alguns “cardeais” da Colina vetado a continuidade de Paulinho, com o endosso do presidente Reinaldo Reis, por o treinador ter perdido dois títulos em 1968, o Campeonato Carioca e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, também chamado de Robertão e de Taça de Prata. Comentou-se, adicionalmente, que o Vasco teria consultado Orlando Fantoni, treinador do Cruzeiro, para ser o seu supervisor, o que poderia manter Paulinho no cargo, mas o mineiro recusara. E que pesava, também, contra Paulinho, o fato de ele não escalar o centroavante Bianchini, que já defendera a Seleção Brasileira.
Com Paulinho, o “Almirante” só vencera um jogo – 2 x 1 América – da Taça Guanabara-1968 e perdera o título carioca-1968, para o Botafogo. Então, os cartolas voltaram a pressionar Reinaldo pela contratação de Tim. Novamente, ele resistiu, dizendo que Paulinho merecia uma nova chance durante o Torneio Roberto Gomes. Mas, como o time vascaíno não fez boa campanha na disputa, Paulinho de Almeida não ficou para o inicio da temporada seguinte, tendo o ex-ponta-esquerda Pinga assumido a sua vaga.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

FIGURAS DA COLINA - JORGINHO CARVOEIRO

O cronômetro do árbitro Armando Marques marcava 33 minutos dos segundo tempo.O apoiador Alcir Portella lançou e o ponta-direita Jorginho Carvoeiro balançou a rede do Cruzeiro. Dali até o final da partida, dos 112.993 pagantes, a maioria cruzmaltina, só fez festa, no Maracanã.
Caminhava o Vasco da Gama para conquistar o seu  primeiro título de campeão brasileiro. E, graças aquele gol, carregou a taça e colocou a faixa. Era 1º de agosto de 1974 e o Maracanã assistia à primeira grande noite de glória de Jorginho Carvoeiro, que recebera aquele apelido por causa de um amigo que exercia talo ofício.
 Garoto talentoso, Jorge Vieira, verdadeiro nome, chegou ao Bangu, aos 14 de idade, para iniciar a carreira. Em 1971, foi convocado para a Seleção Brasileira de amadores, disputou o Torneio de Cannes, na França, voltou campeão e eleito o melhor da competição.
Reprodução de www.vascofotoswordperess- Agradecimentos
 Pela temporada seguinte, Jorginho já estava defendendo o Vasco. Mas ele teve pouco tempo para comemorar a glória.
Nascido em Castelo-ES, em 11 de outubro de 1953, Jorginho viveu só até 13 de julho de 1977,  quando foi tragado pela leucemia.
JOGO DO TÍTIULO - Ademir, substituindo o machucado Peres, abriu o placar, aos 14 minutos. O Vasco de Jorginho Carvoeiro virou de etapa na frente, mas Nelinho empatou, aos 64.
Então o destino reservou aquela noite de glória para o atacante da "Turma da Colina", que formou ao lado de: Andrada; Fidélis, Miguel, Moisés, Alfinete, Alcir, Zanata, Ademir, Roberto Dinamite e Luís Carlos Lemos, que eram treinados por Mario Travaglini.
Foi esta a campanha vascaína com a ajuda de Jorginho Carvoeiro: Vasco 2×0 Coritiba; Vasco 0×0 Desportiva-ES; Vasco 1×1 Flamengo; Vasco 2×1 Remo-PA; Vasco 0×0 Paysandu-PA; Vasco 0×0 Botafogo; Vasco 0×0 Bahia; Vasco 0×0 Vitória-BA; Vasco 1×2 Fluminense; Vasco 3×2 América-RN; Vasco 3×0 Itabaiana-SE; Vasco 1×1 Olaria; Vasco 1×0 Tiradentes-PI; Vasco 0×2 Sampaio Corrêa-MA; Vasco 0×1 América-RJ; Vasco 1×0 Avaí-SC; Vasco 0×1 Grêmio; Vasco 1×1 Atlético-PR; Vasco 3×1 Internacional.SEGUNDA FASE: Vasco 3×0 Operário-ms; Vasco 0×0 Nacional; Vasco 2×0 Atlético-MG; Vasco 2×0 Corinthians; Vasco 0×0 Vitória-BA.TERCEIRA FASE: Vasco 2×1 Santos; Vasco 1×1 Cruzeiro; Vasco 2×2 Internacional-RS. FINAL: Vasco 2 x 1 Cruzeiro.

RECADO AO LEITOR: o "kikenauta" Raimundinho Maranhão pediu para mudar o nome desta série, pois não lhe agradou CLUBE DOS ESQUECIDOS. Segundo ele, assim fica parecendo que o torcedor vascaíno é um ingrato, não toma mais conhecimento de quem ajudou a fazer a história do clube assim que o atleta pendura as chuteiras.
 O "Kike" aceita a tese filosófica do amigo, embora pondere que seria muito difícil um torcedor nascido em 2.000, por exemplo, curtir antigos ídolos, como Ademir Menezes, Bellini, Pinga e outras feras feríssimas, mesmo sendo um pesquisador. Mas atende à sugestão do glorioso Raimundinho Maranhão, pois quem manda aqui é você, vascaíno, cruzmaltino, cruzcristense, cruzcristiano, etc.
O "Kike" ainda coloca ESQUECIDOS no "post" do Dario, para deixar você ligado na série. Depois, ficará sendo só FIGURAS DA COLINA. Combinado? Apôijz tá!     

 
 
       

 

            

domingo, 15 de outubro de 2017

DOMIGO E DIA DE MULHER BONITA - MICHELE, PRESIDENTE DO CHILE

Filha do brigadeiro-general da Força Aérea chilena – Alberto Bachelet –  integrante do governo do presidente Salvador Allende, ela era membro do Partido Socialista, desde 1973, quando a ditaduras militar o prendeu, em 1974, e o matou, na prisão, torturado.
 O fato fez Michelle e sua mãe – arqueóloga Angela Jeria – passarem à clandestinidade. Detidas, em 1975 – também, torturadas –, ao se livrarem da prisão, exilaram-se na Austrália e, depois, na então Alemanha Oriental.
É assim que começa a história politica da médica – trabalhou como epidemóloga – Verónica Michelle Bachelet Jeria, nascida em Santiago – 29.09.1951 –, primeira mulher a governar o Chile – 11.03.2006 a  2010  e de 2014 até hoje.
 MICHELE FOI, também, a primeira presidente da União das Nações Sul-Americanas; primeira chefe da agência Nações Unidas Mulheres; primeira mulher ministra da Defesa (chilena)  no continente latino-americano e primeira a vencer duas eleições presidenciais (em seu país). Passada a ditadura militar chilena, foi ministra da Saúde do presidente Ricardo Lagos – 2000 a 2002 – e o sucedeu eleita, em segundo turno, 53,5% do total dos votos, tornando-se a sexta presidente da república latino-americana – após Isabelita Perón (Argentina-1974); Violeta Chamorro (Nicarágua-1990); Rosalía Arteaga (Equador-1997, por dois dias) e Mireya Moscoso (Panamá-1999).
Do casamento com o arquiteto Jorge Dávalos, ficou mãe de Sebastián e de Francisca. Na década-1990, trabalhou junto com o colega epidemólogo Aníbal Henríquez e, com este, gerou Sofía.
EMPOSSADA EM 11 de março de 2006, Michelle adotou como primeiro ato importante gratuidade do sistema público de saúde para maiores de 60 anos e criação de comissão  para reforma da Previdência Social. Seus inícios presidenciais valeram-lhe a popularidade em 60% do eleitorado.
No entanto, ela teve problemas com estudantes secundários,  descontentes com o ensino no país enfrentou descontentamentos, também, com o sistema de moradia. E, ao anunciar  distribuição  gratuita de anticoncepcionais na rede pública de saúde para qualquer mulher acima dos 14 anos de idade, enormemente, a Igreja Católica. Resultado: queda de prestígio.
Na economia, durante os primeiros meses do governo, Michelle a manteve em bom estado, ajudada pelo grande crescimento do valor do cobre ( principal produto de exportação chileno) no marcado internacional, valendo mais de US$ 6 bilhões de dólares de  em superavit fiscal.
Michelle Bachelet, com desempenho moderado no primeiro governo, conseguiu terminá-lo com um grande apoio, especialmente graças a medidas adotadas quando a crise econômica internacional chegou ao Chile. Protegeu setores sociais mais fragilizados, sobretudo o dos aposentados, pois a previdência chilena era totalmente privatizada.
MESMO ASSIM, Michelle não fez o sucessor, perdendo o pleito para  Sebastian Piñera. Mas voltou, em 2014, com propostas para um governo muito mais avançado. Prometeu  ampliar gastos sociais, investir mais em educação e reduzir desigualdades. Além de devolver a gratuidade do ensino universitário e promover reformas tributária e eleitoral, o que cumpriu, sem aumentar a sua popularidade, contribuindo para isso a resposta do grande empresário, fazendo a cabeça do povo sugerindo momentos de pessimismo, o que coincidiu com a baixa dos preços dos produtos primários de exportação – em particular, do cobre –, para diminuir o nível de crescimento econômico.
Em 2015, o governo Michele viveu uma terrível crise, motivada por denúncias e corrupção por parte de políticos da base governista, inclusive do filho dela, Sebastian Dávalos, acusado de usar o seu cargo (Noragate) para obter empréstimo, de  US$ 10 milhões, para empresa de sua mulher, junto a um banco privado que havia contribuído para a campanha de Bachelet. Ele se demitiu, mas não impediu que o desgaste diminuísse ainda mais o apoio ao governo.
O ESCÂNDALO levou Michelle a tentar acalmar o eleitorado, anunciando troca de 23 dos seus secretários de Estado e ministros. Recuperou pontos em seu conceito, ajudada pela criação de comissão de notáveis para um projeto de maior transparência e ataque à corrupção.   Mas o seu prestígio, em 2015, caiu a 29%, o mais baixo patamar de sua avaliação.
Em sua corrida pelo aumento de popularidade, em agosto dete 2017, Bachelet  apresentou  três projetos de reforma previdenciário, a fim de subir, em 20% , o valor das aposentadorias, pois o trabalhador chileno era responsável, exclusivamente, pelo seu futuro financeiro. Estipulou 5% de contribuição para o empregador e estabeleceu uma aposentadoria básica universal para todos os excluídos do sistema que hoje paga o equivalente a 157 dólares a 1,3 milhão de pessoas.
BACHELET anunciou, também,  proposta para igualar as aposentadorias dos militares,  em média, sete vezes mais altas que as do restante dos chilenos. –  chegar ao poder, as vezes, não é difícil. Duro é manter-se amado por ele.
                            FOTOS DIVULGAÇÃO DO GOVERNO CHILENO

 

sábado, 14 de outubro de 2017

O VENENO DO ESCORPIÃO - 43 - JORNAL DA BAHIA - A RAÇA DO TOURINHO DANADO

 A bola da vez, hoje, é a turma apontada pela Procuradoria Geral da República como “nada recomendável para casamento com a sua filha”. Nesse time jogam senadores, deputados, grandes empresários e até o presidente da República. Todos acusados de pegarem o taxi mais rápido e cruzarem o 'propinoduto' que vai dar nas tetas mais gordas da velha vaca preta.
 Alguém se lembra de Paulo César Farias, o PC, tesoureiro de campanha do presidente Fernando Collor de Mello? O bigodudo que cruzava o céu  do país a bordo de um jatinho apelidado por “Morcego Negro” teve de fugir do Brasil, acusado de ser muito íntimo da boca do cofre e de fantasmas. Garantiu o emprego de muito jornalista, proporcionando manchetes  diárias de jornais, rádios e TVs.
Reprodução do blog do meu amigo josiasdesousa.uol
 O CARECA PC Farias, que nunca se declarou comprador do disco “Revolver”, dos cabeludos The Beatles, teria sido despachado por um projétil lhe enviado por uma namorada ciumenta, Suzana Marcolino, quando já era um viúvo.
Se chegou ao Céu, deve ter ido para a galeria dos anjinhos; se foi para o inferno, dado nova moral à casa. O que o PC foi acusado de movimentar, em relação ao que é imputado à turma que a Operação lava Jato foi buscar, nem o cara que coloca o chapéu (ou o pires) na ponta de calçada aceitaria. Não daria nem para entortar, quanto mais quebrar uma agência estatal.            
Além de garantir emprego de jornalistas, PC Farias colocou na mídia nacional o juiz Paulo Castelo Branco, da 10ª Vara de Justiça Federal do Distrito Federal, que assinou a ordem de prisão preventiva contra ele, por sonegação à Receita Federal.
 Da mesma forma, tirou do anonimato o juiz baiano Fernando da Costa Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal sediado em Brasília. Foi quem teve a coragem de conceder-lhe “habeas corpus”, em 13 de setembro de 1993, pelo parecer nº 3,688, datilografado em 600 linhas de 21 laudas – ato que beneficiou, também, Jorge Bandeira de Melo, mais um amigo do Collor.
 O ARRETADO juiz baiano Tourinho Neto era mesmo um cabra da peste. Quando todos os ventos ventavam contra o governo do Fernando outrora “Caçador de Marajás”, ele concedeu o mesmo benefício à secretária Rosinete Silva de Carvalho Melanias, que só fazia o que o chefe PC Farias lhe mandava – ou fazia, ou perdia o emprego.
 O baianíssimo Tourinho Neto era um exímio praticante da língua portuguesa. Escrevia para invejar Luís de Camões, Alexandre Herculano, Eça de Queirós e muitos outros bambas no idioma. Ao “habeascorpuscar” o PC, ele citou o artigo 7, item 3, da Conferência Especializada Interamericana, condenando detenção e prisão arbitrárias, e concluiu, de própria versão, que “prisão preventiva só se houver indeclinável necessidade”.
 Tempinho depois, o PC Farias deu uma sumida dos trópicos e fez o delegado  Nascimento Paulino, da Polícia Federal, afirmar que ele voltaria logo para a  cadeia. Estava no seu rastro e iria pegá-lo pelo Cone Sul, mesmo. Pala fronteira da Argentina com o Uruguai – não pegou.
Fim de linha de PC Farias foi manchete do jornal
 Notícias Populares
 O SERVIÇO de inteligência policial brasileira deveria ser de terceira divisão, um Bonsucesso da vida, pois PC Farias passou três temporadas sem “oszome” terem pista de onde ele andava, após o Supremo Tribunal Federal condená-lo (seis meses após o “empeachment” do presidente Collor, que renunciou ao cargo, em 29.12.1992) por extorsão a empresários, corrupção, lavagem de dinheiro, superfaturamento de contratos públicos, falsidade ideológica e uso de contas fantasmas. Só foi descoberto pelo repórter de primeira divisão, Roberto Cabrini, da TV Globo. Em 1995, foi preso, na Tailândia. Extraditado, desmoralizou a turma da “terceirona”, exigindo não lhe colocarem algemas, para se entregar.
Por sorte do PC, a Justiça brasileira era “legalzinha” e, pelo final de dezembro daquele 95, ele estava livre, tendo cumprido só parte da pena. Já o destino não era tão legalzão. Em 1996, ele já era, como já lemos acima.
  À ÉPOCA DO  “habeas corpus”, Tourinho Neto contava 50 de idade, servia ao TRF, desde 1989, era um dos mais respeitados pelos colegas e considerado, pelos empregados daquela douta casa, um “baiano porreta”. Visto, também, como “show de bola” em conferências sobre o Direito Penal – tanto quanto a bola do glorioso Esporte Clube Bahia, seu time e campeão baiano daqueles tempos dos rolos do PC Farias.      
 Em 1971, quando o Bahia tinha sido, também, o dono da bola na “Boa Terra”, o futuro juiz Tourinho foi à Fonte Nova, em uma tarde de domingo, e assistiu ao macumbeiro do “Tricolor de Aço” – Lourinho – abrir uma gaiola, no meio do gamado, antes da pugna, e dela soltar uma bomba branca que saiu voando e foi cair na rede do gol que dá para o lado do Dique do Tororó. Minutos depois de o arbitro mandar a “maricota” rolar, um pênalti a favor do tricolor baiano terminou com a bola chutada pelo ponta-esquerda Arthruzinho fazendo o mesmo voo da ave e se aninhando no filó. Também, no mesmo lugar do pouso ornitológico –inapelavelmente!
DIAS DEPOIS, Tourinho foi declarado  o primeiro colocado em concurso para juiz de Direito. Repetiu a dose, em 1979, em concurso para juiz federal – de primeira divisão, é claro.  Não era nenhum Leônico (time baiano) da vida.    

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

VASCO DOS GRÁFICOS - 3 x 2 BOTAFOGO

Desenhos de William Guimarães
O 1.635º jogo da rapaziada, em 25 de novembro de 1956,  está no caderninho da Colina, anotando Vasco 3 x 2 Botafogo, no Maracanã, pelo Campeonato Carioca. A defesa alvinegra, que era a menos vazada, daquela vez, não suportou o poder de fogo da esquadra do “Almirante”, principalmente os petardos  disparados pelos atacantes Pinga, Livinho e Válter Marciano.
A semanário carioca “Esporte Ilustrado” montou as duas páginas centrais  – fotografadas por José Santos e Alberto Ferreira – com oito imagens do clássico, e considerou que os vascaínos estiveram melhores “enquanto houve futebol”, tendo em vista que o árbitro Frederico Lopes não impediu cenas violentas, no segundo tempo.
 Foi uma grande vitória, mesmo com os arranhões, pois o Botafogo contava ciom craques, como Nílton Santos, Gaarrincha, Didi e Paulinho Valentim, todos se seleção. Mas o Vasco –  Carlos Alberto Cavalheiro; Paulinho de Almeida e Bellini; Laerte, Orlando e Coronel; Lierte, Livinho,Vavá,Válter e Pinga, comandados pelo treinador Martin Francisco, não tomou conhecimendo da fama dos rivais.
O clássico integrou a campaha que levou a rapaziada ao título estadual, com 16 vitórias e quatro empates, em 22 jogos, marcando 58 gols e ficando com saldo de 41. Confria os gols no traço do desenhista William Guimarães. 
Vavá (D) puxa o ataque vascaíno
The 1,635th game of the boys, on November 25, 1956, is in the notebook of the Hill, noting Vasco 3 x 2 Botafogo, in Maracanã, for the Campeonato Carioca.
The alvinegra defense, which was the least leaked, did not withstand the firepower of the "Almrante" squad, especially the firecrackers fired by the attackers Pinga, Livinho and Vernal Marciano.
Didi e Orlando (D) em duelo de gigantes
The Rio weekly "Esporte Ilustrado" edited the two central pages - photographed by José Santos and Alberto Ferreira - from the classic edition, with eight images and considered that the Basques were better "while there was football", given that referee Frederico Lopes did not stop violent scenes in the second half.
 
It was a garnde victory, even with the scratches, because the Botafogo counted ciom stars, like Nílton Santos, Gaarrincha, Didi and Paulinho Valentim, all if selection. But the Vasco - Carlos Alberto Cavalheiro; Paulinho de Almeida and Bellini; Laerte, Orlando and Coronel; Lierte, Livinho, Vavá, Válter and Pinga, commanded by coach Martin Francisco, did not take notice of the fame of the rivals.The classic integrated the campaign that led the boys to the state title with 16 wins and four draws in 22 games, scoring 58 goals and getting a balance of 41.It

                              Confers the goals in the trait of the designer William Guimarães.