Vasco

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terça-feira, 20 de março de 2018

CRUZMNALTINAS NA TORCIDA DA COLINA

Estas duas vascaínas afirmam que engrossam a galera da Colina desde priscas eras.  E que pintam sempre nos jogos da rapaziada, levadas pelo pai, mais um valoroso torcedor do Almirante. Elas podem usar camisas diferentes quando comparecem para empurrar o glorioso Vasco da Gama pra frente, mas com qualquer roupa o Vasco encanta, garantem. Elas foram fotografadas torcendo pelas lentes do www.supervasco.com.br, um dos melhores sites cruzmaltinos destas plagas.
These two  cruzmaltinas women claim that they have grown up from the hill for many years. And who always paint in the games of the boy, taken by his father, plus a valiant fan of the Admiral. They can wear different shirts when they appear to push the glorious Vasco da Gama forward, but with any outfit the Vasco enchants, they guarantee. They were photographed twisting through the lens of www.supervasco.com.br, one of the best cruzmaltin sites of these pests.

segunda-feira, 19 de março de 2018

28 - OS ARQUEIROS DA COLINA - FÁBIO

Foto reproduzida de Placar~. Agradecimento`
 Fábio Deivson Maciel, nascido em 30 de setembro de 1980, na cidade de Nobres, em Mato Grosso, começou a agarrar bolas em 1997, pelo time do União Bandeirante, do Paraná, pelo qual fez23 jogos. No ano seguinte, foi para o Atlético Paranaense e atuou em 16 partidas.
De 1999 a 2000, F[abio tentou o Cruzeiro, mas conseguiu fazer so quatro jogos. Foi então que pintou no Vasco. Em São Januário, teve a chance de ser titular, quando Elton saiu, em 2002.
Fabio ficou de 2000 a 2004, tendo feito 150 partidas e sofrido 195 bolas na rede. Por desacordo salarial, em 2005, voltou ao Cruzeiro, trocado pelo atacante Alex Dias. Antes, com o vascaíno, chegou à Seleção Brasileira. Por sinal, aquilo levou o Vasco  a promovê-lo, por meio de uma camisa dourada, listrada de preto, vendida com a sua assinatura.
  Campeão brasileiro, pelo Vasco, em 2000, Fábio, planeja bater o recorde, em 2015, de atleta que mais jogou pela “Raposa”. Talvez, não deixará de ter parte vascaína nisso, pois levou para a “Toca da Raposa” um trabalho que lhe abriu grande futuro e experiência.
Hoje, ele tem mais de 750 jogos pelo clube mineiro, suplantando  os 634 que pareciam ser inatingíveis, conquistada pelo apoiador Zé Carlos, nas décadas-1960/70. Se disputar 70 jogos nesta temporada, poderá passar o meia-atacante Dirceu Lopes (610), no começo de 2014.
Por ora, o ex-vascaíno Fábio já é o segundo camisa 1 que mais defendeu o Cruzeiro. Raul, o goleiro da camisa amarela, é o primeiro, com 557 atuações. 

 

                                           

 

   

Foto reproduzida do blog vascotorcidacandanga - Agradecimento

domingo, 18 de março de 2018

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - PRINCIPALMENTE, AS CRUZMALTINAS


Esta é a bela modelo  Patrícia, em foto reproduzida de www.globoesporte.com, com os nossos agradecimentos, pela divulgação das musas do Brasileirão. O "Kike" agradece também, a Henrique Ferreira Monteiro, Luís Antônio Rodrigues, José Alexandre D' Avelar Rodrigues e Manuel Teixeira de Sousa Júnior, que fundaram  o Club de Regatas Vasco da Gama, para ter uma torcedora tão linda inteligente e trabalhadora.

This is the beautiful model Patricia in photo reproduced in www.globoesporte.com, with our thanks for the disclosure of the Brasileirão muses. The "Kike" thanks also to Henrique Ferreira Monteiro, Luis Antonio Rodrigues, José Alexandre D 'Avelar Rodrigues and Manuel Teixeira de Sousa Junior, who founded the Club de Regatas Vasco da Gama, to have a cheerleader so beautiful smart and hardworking.



sábado, 17 de março de 2018

O VENENO DO ESCORPIÃO - O BRASIL DEVE MAIS RESPEITO À FORTE RAÇA NEGRA

           Em 1814, o Império brasileiro recomendou ao governo da Bahia proibir “ajuntamentos de negros durante os batuques”, por vê-los focos de rebeliões. Escravista, por mais de 300 viradas de calendário, o Brasil reúne a maior população negra fora do continente africano e a segunda maior do mundo, atrás da Nigéria, que soma 85 milhões de almas.
 Detentor da vergonhosa conta de 5 milhões de negros africanos trazidos como escravos, o Brasil, só a partir da década-1930 passou a discutir, timidamente,  democracia racial, embora  durante a maior parte do século 20 nada fizesse para combater racismos. A abolição da escravatura, em 1888, nem ajudou tanto, devido  ausência de norma legal definindo desigualdades. Com isso, mesmo com acentuada presença africana na cultura brasileira, o Império desconsiderava  propostas para a inclusão do negro no desenvolvimento nacional. 
Imagem reproduzida de capa de livro
 Os pesquisadores brasileiros poderiam saber muito mais sobre a trajetória dos negros no Brasil, mas ficam prejudicados por conta de um sujeito preconceituoso e pai da nossa inflação, Ruy Barbosa.
 Quando ministro da Fazenda (1889/1891) do primeiro governo republicano, ele ordenou a queima de todos os arquivos sobre a escravidão negra no país, para inviabilizar cálculos indenizatórios que  proprietários de escravos receberiam da República, por terem as suas economias abaladas,  como pedia projeto de lei enviado à Câmara, 11 dias após a Abolição assinada pela Princesa Isabel .

MESMO COM o baiano Ruy Barbosa queimando a história, o maranhense Nina Rodrigues, especialista em  Medicina Legal,  descobriu que mestiços e crioulos brasileiros descendiam de camitas africanos, semitas mestiços muçulmanos, sudaneses da Costa do Ouro, bantus e de escravos. Gente de centenas de nações africanas. Muito mais, porém, deixou de ser pesquisado, como as invasões de reinós que destruíram, em 1867, a República Negra dos Palmares, criada pelos bantus, que se insugiram, novamente, 1813, bem cmo os nagôs; religiosidades do candomblé, da macumba e de outros cultos, e a mitologia gêgê-nagô, que os gerou.
  Estudos antropológicos que escaparam da fogueira do Ruy e juntados a outros da década-1950, mostram que, entre 1872 e a metade do século 20, os negros foram diminuindo no Brasil, de 24,13% da população, para 12,30%. Pelo mesmo período, os brancos, que eram 52,21%, subiram para 69,86%. Em 1818, eles somavam 1.728 negros escravos, contra 1.043.00 brancos. Vale ressaltar que já havia 585 negros e pardos livres, além de 250 mil indígenas.
 Outros estudos pós-Ruy Barbosa informam que os brancos aumentaram bastante no sul brasileiro, por conta da imigração europeia, principalmente, para São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Só na Bahia a relação seguiu quase parelha, com 926.075 pretos e 1.428.685 brancos. Grande discrepância só na ilha de Fernando de Noronha, com 39 pretos e 383 brancos.

DE ACORDO  COM o sociólogo Costa Pinto, um dos grandes intelectuais brasileiros do século passado e autor do aplaudido livro “O Negro no Rio de Janeiro”, mesmo com a queda da população negra, o Brasil seguia, na época, com um dos mais altos índices de natalidade do planeta, superando,  inclusive, Rússia, China e Índia, países de imensas dimensões territoriais. 

Pelé reproduzido da Revista do Esporte
 Passada as terríveis brutalidades da escravidão, o negro brasileiro teve de lutar muito  contra as negativas de uma sociedade que dificultava a sua passagem por portas que o levassem ao magistério, à magistratura, à administração, ou comandos militares, por exemplo, excetuando-se o Exército, que sempre usou a democracia racial – Marinha e Aeronáutica negavam-se a aceita-lo. No que diz respeito à educação escolar, livros didáticos de colégios famosos chegavam a conter frases assim: “Todos os negros são mais ou menos preguiçosos”.
 Para subir na escala social brasileira, o negro teve de valer-se da música, do canto, do teatro, da literatura e do futebol, principalmente, podendo-se citar, entre outros, Pelé, Lima Barreto, Tobias Barreto, Cruz e Sousa, José do Patrocínio, Juliano Moreira, Gonzaga de Campos, Teodoro Sampaio, Evaristo de Morais, André Rebouças, Joaquim Nabuco, Machado de Assis, Grande Otelo, Carolina de Jesus e Ruth de Sousa.

DOS FINALMENTES do século passado para este, a sociedade brasileira passou a olhar  com mais respeito pelos negros, por conta de pressões sociais. Em 1995, por exemplo, o Governo criou o Grupo de Trabalho para a Valorização da População Negra e elegeu a Fundação Cultural Palmares para receber investimentos imediatos e buscar  transformações. Sabia, porém, o presidente-sociólogo Fernando Henrique Cardoso que decreto não  muda contexto social. Só o rompimento de círculos viciosos, orçamentos, leis e programas que ataquem, decididamente, conceitos culturais.
 Muito da memória mais recente dos negros no Brasil era de difícil acesso, com arquivos incompletos, passando longo da diversidade da raça. Ultimamente, negros e pardos representam 54% da população brasileira, mas só 17,2 % deles entram nos 30% dos brasileiros com maior nível de renda, sendo que 40% dos mais pobres recebem apenas 13,3%  do que entra no bolso.



sexta-feira, 16 de março de 2018

ARQUEIROS DA COLINA - 27 - C. GERMANO

  Nascido na capixaba Domingo Martins, em 14 de agosto de 1970, Carlos Germano foi eleito o melhor goleiro do Brasileirão-1997, recebendo a “Bola de Prata” da revista “Placar”, a principal do país. Ele é o segundo atleta que mais vestiu a camisa cruzmaltina, 632 vezes, superadas só pelas 1.108 envergadas de Roberto Dinamite.
Cria das bases de São Januário, ele chegou à Seleção Brasileira ajudado pelo fato de ficado 933 minutos sem sofrer gols, entre 24.11.1991 a 27.09.1992, o que o coloca como o 65º menos vazado domundo da bola, pela Federação Internacional de História do Futebol.
Em 14 de dezembro de 1997, Carlos Germano Schwambach Neto fez a sua maior partida. Fechou o gol no primeiro jogo decisivo do Campeonato Brasileiro daquela temporada, em Vasco 0 x 0 Palmeiras, no Morumbi, em São Paulo. Mereceu vários minutos de destaque no programa jornalístico de maior audiência na TV brasileira, o “Jornal Nacional”, da Rede Globo.
Assim como Alfredo II, que na década de 1950 recusou-ser a assinar contrato com o Flamengo, Carlos Germano protagonizou história semelhante. Antes do Brasileirão-1997, como não chegava a um acordo com a cartolagem vascaína, para renovar contrato, o Fla depositou o valor correspondente ao seu atestado liberatório junto à Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro. No entanto, ele avisou: “Vestir a camisa rubro-negro, jamais”.
Reprodução de álbum de figurinhas

COPEIRO - Carlos Germano colecionou seis títulos de campeão com a camisa cruzmaltina: Eestaduais-RJ-1992/1993/1994/1998; Brasileiros-1997; Taça Libertadores-1998 e Torneio Rio-São Paulo-1999. Ainda levou o Prêmio Charles Miller, de melhor goleiro brasileiro de 1994.
Idolo da torcida cruzmaltina, entre 1992 e 1999, Carlos Germano saiu de São Januário, em 2000, para defender o Santos. No ano seguinte, estava na Portuguesa de Desportos. Em 2002, voltou ao RJ e e defendeu o Botafogo. Em 2004, subiu no mapa, para o paraense Paysandu. Voltou ao RJ, em 2004, para ser do América. Naquele ano, retornou ao Vasco e, em 2005, encerrou a carreira, defendendo o Madureira e o português Penafiel.
Pela Seleção Brasileira, Carlos Germano tem as faixas de campeão sul-americano sub-20, em 1988, e da Copa América-1997. Pelo time principal, fez oito partidas, com seis vitórias, dois empates e oito gols sofridos. Estes foram os seus jogos canarinhos: 11.10.1995 - Brasil 2 x 0 Uruguai; 08.11.1995 – Brasil 1 x 0 Argentina; 28.08.1996 – Brasil 2 x 2 Rússia; 31.08.1996 – Brasil 2 x 2 Holanda; 26.02.1997 – Brasil 4 x 2 Polônia; 13.08.1997 – Brasil 3 x 0 Japão; 10.09.1997 –Brasil 4 x 2 Equador; 03.06.1998 – Brasil 3 x 0 Andorra.
Como treinador de goleiros do Vasco, participou das conquistas dos títulos do Brasileiro da Série B-2009 e da Copa do Brasil-2011.