Vasco

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domingo, 15 de julho de 2018

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - KOLINDA, UMA PRESIDENTE BOLEIRA

Ela comprou passagem aérea com dinheiro do seu bolso, viajou em classe econômica e foi para a arquibancada nos jogos seleção croata. Seu nome: Kolinda Grabar-Kitarovic, a primeira mulher presidente da república na Croácia.
Foto reproduzida de www.esporte.uol.com.br - agradecimento
Eleita em janeiro de 2015, Kolinda, com "50tão" de idade, está na Rússia vibrando como uma das torcedoras mais entusiasmadas com a sua rapaziada. Mas não é de hoje que o futebol a empolga. Quando era garota já gostava de rolar a bola.
Por gostar tanto de futebol, seis meses após estar presidindo a Croácia ela foi ao Vaticano e presenteou o Papa Francisco - um outro fã do futebol e até associado do seu clube, o argentino San Lorenzo - e o presenteou com a jaqueta 9 que pertenceu Davor Suker, um dos maiores ídolos do futebol croata.
 

Kolinda foi torcer no meio da galera, como mostra esta foto, também, da Uol.
Quando está nos estádios das Rússia, Kolinda usa a camisas da sua seleção. E já foi até o vestiário, depois das vitória sobre a Rússia (nos pênaltis), cumprimentar e comemorar com a moçada, principalmente com o capitão Modric.
 "Assistirei a decisão (Croácia x França, hoje, em Moscou) não como uma política, mas como torcedora apaixonada por futebol e alguém que já jogou futebol", disse ela, que só não foi às semifinais devido compromissos como chefe de estado, uma reunião de cúpula da Otan- Organização do Tratado do Atlântico Norte.
No mesmo 2014, durante a sua campanha eleitoral, Kolinda participou da abertura de um torneio em homenagem a Blago Zadro - figura importante para a independência croata -, tendo passado vários minutos batendo bola no gramado. Chutou, lançou e fez o pontapé inicial da competição.


Kolinda ainda bate uma bolinha - foto divulgação
Katarina Kitarovic, de 17 anos, é filha da presidente Kolinda e uma das principais promessas da patinação artística do país. Além disso, a chefe de Estado também acompanha o handebol e o basquete locais com afinco. Ela incentiva os esportes locais e tem reuniões frequentes com Vytenis Andriukitis, comissário europeu para saúde e segurança alimentar.  
 Kolinda é a quarta presidente da Croácia e teve carreira diplomática antes, tendo sido, por três anos, embaixadora do país nos Estados Unidos entre 2008 e 2011. Ela pertence à União Democrática Croata (HDZ, na sigla do país), que é um partido de linha nacionalista e anticomunista, mas é considerada uma moderada.

sábado, 14 de julho de 2018

O VENENO DO ESCORPIÃO - O PAÍS DO GAGUINHO: SUSUSUSUSUSUREALISTA

1 - O deputado federal André Vargas-PT-PR apresentou, em 2009, o projeto de lei 6.167/09, concedendo ao trecho da BR-277, entre  as paranaenses Paranaguá e Curitiba, o nome de de Rodovia Cecílio do Rego Almeida.A homenagem foi aprovada, com parecer favorável, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, por um deputado também petista, José Mentor. Para quem não conhece o homenageado: ele viveu até os 78  e levou para o outro mundo o título o “maior grileiro do mundo”. Juntando as fazendas que grilou, tinha mais terra do que o estado da Paraíba, isto é, 6 milhões de hectares. Denunciado à justiça federal do Pará, o processo contra as suas grilagens juntou 1.500 páginas, num total de seis volumes.

Reprodução de comercial da época
2 - Em novembro de 2011, o governo brasileiro criou a Comissão da Verdade, para investigar graves violações de direitos humanos, entre 18 de setembro de 1946, quando o país era presidido pelo militar Eurico Dutra, e 5 de outubro de 1988, quando já estava comandado pelo civil José Sarney - com mais de médio-século de atraso.
3 - A Comissão da Verdade não apurou verdade nenhuma, entre elas, se os generais que presidiram o Brasil, de 1964 a 1985, mandavam eliminar os opositores, segundo informou, neste 2018, a agência de espionagem dos Estados Unidos, a CIA. Se foi verdade, os “matadores” nem tinham como serem punidos, pois saíram de cena protegidos por uma lei de anistia aprovada pelo Congresso Nacional -  n° 6.683, de 28.08.1979.
4 - A divulgação das matanças não comoveu a população brasileira de 2018, pois a geração atual malmente sabe que houve o golpe militar de 1964. Por exemplo, quem tinha 18 de idade quando o presidente João Goulart foi derrubado, está, agora, com 72, quase ou já gagá. Mais: 60% dos atuais “brasucas” contam com “40tão” nos costados, o que significa que só faziam soltar pipas, jogar bolas de gude, rolar por ladeiras com carrinhos de rolimã, brincar com bonecas, tais coisas, quando rolava o temível Ato Institucional-5, o símbolo do regime -  foi revogado, em 2008, restabelecendo vários direitos públicos e privados. Quanto aos militares de hoje, também, não eram nascidos, ou eram crianças quando rolava a Ditadura dos generais.
5 - Como voltar aos abusos dos governos contra opositores, entre l946 a 1988, não comoveu ninguém, ganha sentido a frase do ex-ministro da Fazenda, Pedro Malan (foto abaixo), segundo o qual “o Brasil é um país tão surrealista que, nele, não se pode prever nem o passado”. Confere?    
Reprodução de
 www.fazenda.gov.br
6 -  Preso, em abril deste 2018, o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva ganhou, na Superintendência de Polícia Federal, em Curitiba-PR, sala de 15 metros quadrados, cama, mesa, televisão de plasma, chuveiro com água quente e esteira ergométrica para exercita-se. Em junho, o seu PT- Partido dos Trabalhadores pediu usar o cárcere como estúdio, a fim de Lula gravar programas eleitorais, e um frigobar – na maioria das prisões brasileiras, os “hóspedes” se amontoam.     
7 – “Quando eu tinha 17, 18 de idade, fui a um comício, no Rio de Janeiro, usando boné e camiseta com o seu nome. A sua história é relevante para todos nós, inclusive para mim”. Palavras do juiz federal Marcelo Bretas, ao colher o primeiro depoimento do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, no dia 7 de abril deste 2018, segundo publicação da revista “Veja”, edição 2586, n 24, de 13.06.2018, à página 36.       

sexta-feira, 13 de julho de 2018

O RETRATO DO BRASIL NA COPA-2018

  A 21º Copa do Mundo, na Rússia, terminou, hoje, com França 4 x 2 Croácia, na final. A Seleção Brasileira repetiu 2006 e 2010, caindo nas quartas-de-final. Este foi o retrato das sua participação em mais um Mundial de futebol:

17.06.2018 - BRASIL 1 x 1 SUÍÇA. Local: Arena Rostov. Juiz: César Arturo Ramos-MEX. Público pagante: 43.472.  Gols: Gols: Philippe Coutinho, aos 19 min do 1º tempo e, Zuber, aos 5 da 2ª etapa. BRASIL: Alisson; Danilo, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Casemiro (Fernandinho), Paulinho (Renato Augusto) e Philippe Cooutinho; Willian, Neymar e Gabriel Jesus (Firmino). Técnico: Tite. SUÍÇA: Sommer; Lichtsteiner (Lang), Schär, Akanji e Rodriguez; Behrami (Zakaria), Xhaka (Embolo), Dzemaili, Shaqiri e Zuber; Seferovic. Técnico : Vladimir Petkovic.

21.06.2018 - BRASIL 2 x 0 COSTA RICA. Estádio: Krestovsky, em São Petesburgo. Púbico pagante: 64.468. Juiz: Gols: Philippe Coutinho, aos 45,, e Neymar, aos 51 do 2º tempo. Juiz:  Bjorn Kuipers-HOL. Público pagante: 64.468. BRASIL: Alisson; Fagner, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Casemiro, Paulinho (Roberto Firmino) e Philippe Coutinho; Willian (Douglas Costa), Gabriel Jesus (Fernandinho) e Neymar. Técnico: Tite. COSTA RICA: Keylor Navas; Gamboa (Calvo), Giancarlo González, Óscar Duarte, Acosta e Oviedo; Guzman (Tejeda), Celso Borges, Venegas e Brian Ruiz; Ureña (Bolaños). Técnico: Óscar Ramírez.
Cria do Vasco da Gama, marcou dois gols
e foi eleito o melhor de duas partidas

27.06.2018 - BRASIL 2 X 0 SÉRVIA. Local: Arena Spartak Moscou. Juiz: Alireza Faghani-IRÃ. Público pagante: 44.190. Gols:  Paulinho, aos 35 min do 1º tempo, e Thiago Silva, aos 22 fase final. BRASIL: Alisson; Fagner, Thiago Silva, Miranda e Marcelo (Filipe Luís); Casemiro; Willian, Paulinho (Fernandinho), Coutinho (Renato Augusto) e Neymar; Gabriel Jesus Técnico: TiteSÉRVIA: Stojkovic; Rukavina, Milenkovic, Vilejkovic e Kolarov; Matic, Tadic, Milinkovic-Savic e Ljajic (Zivkovic); Kostic (Radonjic) e Mitrovic (Jovic).Técnico: Mladen Krstajic 

02.07.2018 - BRASIL 2 x 0 MÉXICO. Local: Arena Samara. Juiz: Gianluca Rocchi-ITA.. Público pagante: 41. 970. Gols: Neymar, aos 5, e Firmino, aos 42 min do 2º tempo. BRASIL: Alisson; Fagner, Thiago Silva, Miranda e Filipe Luís; Casemiro; Willian (Marquinhos), Paulinho (Fernandinho), Coutinho (Firmino) e Neymar; Gabriel Jesus.Técnico: Tite. MÉXICO: Ochoa; Alvarez (Jonathan dos Santos), Ayala, Salcedo e Gallardo; Rafael Marquez (Layun), Herrera e Guardado; Vela, Chicharito Hernandez (Gimenez) e Lozano. Técnico: Juan Carlos Osorio.

27.06.2018 - BRASIL 2 X 0 SÉRVIA. Local: Arena Spartak Moscou. Juiz: Alireza Faghani-IRÃ. Público pagante: 44.190. Gols:  Paulinho, aos 35 min do 1º tempo, e Thiago Silva, aos 22 fase final. BRASIL: Alisson; Fagner, Thiago Silva, Miranda e Marcelo (Filipe Luís); Casemiro; Willian, Paulinho (Fernandinho), Coutinho (Renato Augusto) e Neymar; Gabriel Jesus Técnico: Tite. SÉRVIA: Stojkovic; Rukavina, Milenkovic, Vilejkovic e Kolarov; Matic, Tadic, Milinkovic-Savic e Ljajic (Zivkovic); Kostic (Radonjic) e Mitrovic (Jovic).Técnico: Mladen Krstajic 

06.07.2018 - BRASIL 1 X 2 BÉLGICA. Local: Arena Kazan.  Juiz: Milorad Mazic-SER. Público pagante: 42.873. Gols: BRASIL: Renato Augusto, aos 30 minutos do segundo tempo;  Fernandinho (contra), aos 12; De Bruyne, aos 30 min do 1º tempo, e Renato Augusto, aos 30 da segunda etapa. BRASIL: Alisson; Fagner, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Fernandinho, Paulinho (Renato Augusto), Willian (Roberto Firmino), Philippe Coutinho e Neymar; Gabriel Jesus (Douglas Costa)
Técnico: Tite. BÉLGICA: Courtois; Alderweireld, Kompany e Vertonghen; Fellaini, Witsel, Meunier e Chadli (Vermaelen); De Bruyne, Lukaku (Tielemans) e Hazard.

                 

23 - NO MUNDO DA COPA - SELEÇÃO DE 1958

A turma canarinha de 1970, quando voltou do México, com o tri, de quebra, passou a ser considerado a “melhor seleção brasileira de todos os tempos”. Realmente, foi um timaço que, em seis jogos, marcou 19 e sofreu 7 gols, sobrando um saldo de 12. Além disso, colocou Carlos Alberto Torres, Clodoaldo, Gérson, Jairzinho, Pelé e Rivelino, na seleção dos melhores da Copa – os outros foram Banks, Bobby Moore e Terence Cooper (ING), Beckenbauer e Gerd Muller (ALE) – e, ainda, fez o segundo artilheiro, “O Furacão” Jair Ventura Filho, com 7 gols, três a menos do que o líder alemão Müller.
Durante aquele que foi o primeiro Mundial transmitido, ao vivo, pela TV, para o Brasil, a Seleção passava tanta confiança, que a vitória era esperada, com certeza. Foi fantástico, emocionante. No entanto, a equipe de 70 durou apenas uma Copa. Em 1974, não tínhamos mais Félix, Carlos Alberto, Brito, Piazza, Clodoaldo, Gérson, Tostão e Pelé, se bem que o “Rei do Futebol” não foi à Alemanha porque decidiu, antes, encerrar a carreira. Então, Jairzinho e Rivellino foram os titulares que restaram – atuaram, também, o lateral-direito Zé Maria e o atacante Paulo César “Caju”, reservas, em 70, e titulares, em 74.
Nas antigas histórias para jovens desportistas, pouco já se cultua a seleção de 1958, a do nosso primeiro título mundial, na Suécia. Ela começa a perder força junto aos pesquisadores, embora tenha sido o começo dessa história de grandiosas glórias. O time que aparece nesta foto, com Djalma Santos, Zito, Bellini, Nilton Santos, Orlando, Gilmar (em pé), Garrincha, Didi, Vavá, Pelé e Zagalo, além do massagista Mário Américo, ao contrário do de 1970, atingiu duas Copas, trazendo, do Chile, o bicampeonato, em 1962, com duas trocas, apenas, no time titular: os zagueiros Orlando Peçanha de Carvalho – jogava pelo argentino Boca Junior e, na época, não se convocava quem atuasse no exterior – cedeu a sua vaga a Zózimo, enquanto Bellini passou a braçadeira de capitão a Mauro Ramos de Oliveira.
Se o time do tri regressou com o saldo de12 gols, em seis vitórias, a rapaziada do bi fez 16 e sofreu quatro, em igual número de partidas, ms com um empate. Portanto, o mesmo saldo. E, assim como no México, fez, também, o segundo artilheiro nas disputas da Suécia, o garoto Pelé, de 17 anos, com seis tentos, empatado com o alemão Helmut Rahn – o principal artilheiro foi o francês Just Fontine, com 13 bolas nas redes. No quesito “Seleção da Copa”, porém, os “tri” ganham, por 8 x 6. De 58, foram selecionados Djalma Santos, Nilton Santos, Zito, Garrincha, Didi, o melhor da Copa, e Pelé – o “time ideal” teve, ainda, Yashin e Voinov (URSS), Blanchflower (Irlanda do Norte), Liedlholm e Skoglund (SUS), e Fontaine (FRA).
A equipe de 58 compensa a perda no quesito acima, comparecendo à história dos Mundiais de futebol com dois goleadores no topo da lista dos “matadores” da VII Copa do Mundo: Vavá e Grrincha, cada um, com quatro gols, empatados com o chileno Leonel Sanchez, o húngaro Florian Albert e o então soviético Valentin Ivanov – o então iugoslavo Dragan Jerkovic, com cinco gols, foi o primeiro colocado. Por extensão, como a seleção de 58 é quase a mesma de 62, vale ressaltar que, quatro anos envelhecida, ela contribuiu com Gilmar, Djalma Santos, Zito, Garrincha e Vavá no “time da disputa”, que teve, também, Schnellinger (ALE), Voronin (URSS), Novak e Masopust (TCH), Toro (CHI) e Skoblar (IUG). Portanto, vida longa, em nossa memória, para a seleção de 1958.
Só para reverenciar: embora não tivessem sido campeãs mundiais, vale lembrar que as seleções de 1938 e de 1950 fizeram os artilheiros dos seus respectivos Mundiais: Leônidas da Silva, com oito, e Ademir Marques de Menezes, cm nove gols

quinta-feira, 12 de julho de 2018

22 - NO MUNDO DA COPA - ESTREIA-1966

  Eram 19h30 na inglesa Liverpool – 15h30 no Brasil – de 12 de julho de 1966, quando a seleção do técnico Vicente Feola rolou a bola, em busca do tri. O jogo, apitado pelo alemão Kurt Tschencher, foi contra a Bulgária, no estádio do Everton, o Goodson Park, em Liverpool, diante de 47 mil pagantes. Ligados no rádio, pois ainda não havia transmissão direta pelas TVs brasileiras, os torcedores nem imaginavam que aquela seria a última partida em que a dupla Garrincha-Pelé atuaria junta. Em oito anos de parceria, 31 jogos, sem derrotas, pela Seleção Brasileira.
Vicente Feola escalou cinco jogadores que usara no Mundial 1858 – Gilmar, Djalma Santos, Bellini, Garrincha e Pelé – e Jairzinho na ponta-esquerda, onde ele jamais atuara, para encarar os búlgaros. Até que funcionou. Aos 15 minutos do primeiro tempo, Pelé cobrou falta e marcou o primeiro gol da VIII Copa do Mundo. E, por 1 x 0, no primeiro tempo, o time canarinho animava todo o Brasil. Veio a segunda etapa e, aos 18 minutos, em nova cobrança de falta, Mané Garrincha, de pé direito, mandava uma curva na bola, que o goleiro búlgaro Naidenov não conseguia parar: 2 x 0, fim de papo e mais esperanças de tri.
A vitória, no entanto, não dava para enganar. Os canarinhos, fisicamente, mostraram-se piores do que os jogadores búlgaros, que formavam uma equipe fraca, toda fechada e que só sabia descer a botina sobre Pelé. Tanto que deixaram o “Rei” (desenho) em péssimas condições para o segundo jogo, contra a Hungria, três dias depois, no mesmo estádio, onde o Brasil caiu, por 3 x 1, poupando seu camisa 10 – entrou Tostão – trocando Denílson, por Gérson, recuperado de lesão, e recuando Lima. Aquela, por sinal, fora a última partida de Garrincha com a camisa da Seleção.
Assim, o “saldo” da vitória sobre a Bulgária foi o fim de uma invencibilidade de 12 anos, ou 13 jogos invictos em Copas do Mundo. A última derrota fora para a mesma Hungria, por 4 x 2, no Mundial de 1954, na Suíça. Por fim, em um Mundial para ser esquecido, a Seleção Brasileira foi eliminada ainda na primeira fase, em 19 de julho, também, no Goodson Park, com os 3 x 1 impostos por Portugal.
                                                                    FICHA TÉCNICA

12.06.1966 - BRASIL 2 X 0 BULGÁRIA. COPA DO MUNDO. Local: Goodson Park, em Liverpool.-ING. Árbitro: Kurt Tschencher-ALE. Gols: Pelé, aos 15 min do 1º tempo, e Garrincha, aos 18 min do 2º tempo. Público: 47 mil pagantes. BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Bellini, Altair e Paulo Henrique; Denílson e Lima; Garrincha, Alcindo, Pelé e Jairzinho. BULGÁRIA: Naidenov; Shalamanova, Penev, Kutzov e Gaganelov; Jetchev e Kitov;  Dermendjev, Asparukhov, Yakimov e Kolev.