Vasco

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

HISTOR I& LENDAS - FLABATIDO

1 - Nos 22 de junho, os vascaínos bateram  nos flamenguistas em duas oportunidades. Em  1986, 2 x 1, amistosamente, no estádio Castelão, em Fortaleza-CE, com gols de Mauricinho e de Roberto Dinamite. Em 1988, 1 x 0, ficando bi estadual. No dia seguinte à festa, o autor do gol, o lateral-direito Luís Edmundo Lucas Correia, o Cocada, saiu distribuindo cocadas pelas ruas do Rio de Janeiro, um sarro nos flamenguistas.
                                 
Capitão Bellini
2 - Curioso! Na data de 27 de junho, o "Almirante" igualou-se, por duas vezes, com os alviverdes paulistanos: 3 x 3, em 1945, e 1 x 1, em 1954. Só trocaram os dois últimos números: 45 e 54. O primeiro desses empates foi eletrizante, em uma quarta-feira, no  Pacaembu-SP. Os vascaínos chegaram a abrir três gols de frente, por Lelé (2) e Santo Cristo. O time alinhou: Barcheta, Berascochea, Rafagnelli, Nílton, Dino (Argemiro) Rubens, Djalma, Santo Cristo, Lelé, Isaías e Chico (Ademir Menezes). Em 1954, valeu pelo Torneio Rio-São Paulo, em um domingo, no mesmo local. Hélio marcou o tento da rapaziada, que foi: Barbosa; Dário e Bellini; Amauri, Laerte e Haroldo (Beto); Sabará (Vaguinho), Ademir Menezes (Iedo), Vavá, Alvinho e Hélio.

3- PRIMEIROS VSC X FLA FORA DO RJ:  31.01.1965 – Vasco 0 x 0 Flamengo – Estádio Pedro Ludovico, em Goiânia-GO; 31.03.1966 – Vasco 2 x 1 Flamengo – Estádio Nacional de Brasília-DF; 06.11.1966 – Vasco 1 x 2 Flamengo – Estádio Lomanto Júnior, em Vitória da Conquista-BA; 31.08.1969 – Vasco 0 x 2 Flamengo, em Aracaju-SE;  17.01.1971 – Vasco 1 x 2 Flamengo - Estádio Hermenegildo Barcelos, em Arraial do Cabo-RJ; 03.12.1976 – Vasco 3 x 2 Flamengo – Estádio Engenheiro Araripe, em Cariacica-ES;  20.03.1977 – Vasco 1 x 2 Flamengo, em Itabuna-BA: 03.02.1980 – Vasco 1 x 0 Flamengo – Estádio Vivaldo Lima, em Manaus-AM; 19.05.1981 – Vasco 1 x 0 Flamengo – Estádio Mammmoud Abbas, em Governador Valadares-MG; 22.06.1986 – Vasco 2 x 1 Flamengo – Estádio Castelão, em Natal-RN; 29.05.1994 – Vasco 0 x 1 Flamengo, - Estádio Castelão, em Fortaleza-CE; 20.07.1976 – Vasco 3 x 2 Flamengo – Estádio Vivaldão, em Manaus-AM; 03.05.1997 – Vasco 1 x 2 Flamengo – Estádio Alair Corrêa, em Cabo Frio-RJ; 17.07.2005 – Vasco 0 x 1 Flamengo – Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda-RJ.

 4  - O Vasco já vence o Corinthians com "th" sem "h". Com as duas letras, por 32 vezes, encarando os corintianos paulistanos.  Sem o "t",  em 1978,quando mandou 1 X 0 no Corintians da cidade satélite (de Brasília) do Guará. Era 22 de junho, uma quinta-feira e o prélio rolou, amistosamente, no Estádio Antônio Ottoni – homenagem a um Editor de Esportes do Jornal de Brasília e torcedor cruzmaltino, com gol de Mauricinho.  

domingo, 10 de fevereiro de 2019

HISTORI & LENDAS - LOS URUGUAJOS

1 - O Peñarol é um tradicional freguês continental da “Turma da Colina”. Em 17 jogos, os cruzmaltinos venceram nove (52,94%), marcando 31 gols, à média de 1,82 por partida. Confira a estatística desse que é um dos maiores clássico sul-americano: 04.02.1947 - Copa Atlântico – Vasco 0 x 0 Peñarol; 08.04.1951 - amistoso  - Vasco 3 x 0; 22.04.1951 – amistoso – Vasco 2 x 0; 16.01.1958 - amistoso – Vasco 3 x 1; 09.04.1963 -Torneio de Santiago do Chile – Vasco 3 x 2; 04.03.1967 - amistoso – Vasco 2 x 1; 03.09.1967 -Troféu Ramón de Carranza – Vasco 1 x 3; 20.02. 1982 - Torneio de Verão do Uruguai – Vasco 1 x 0; 15.02.1983 - Torneio Bicentenário. Simon Bolívar – Vasco 1 x 2; 20.06.1997 - Supercopa da Libertadores – Vasco 3 x 1; 11.07.1997 - Supercopa da Libertadores – Vasco 1 x 1 Peñarol; 29.07.1999 - Copa Mercosul - Vasco1 x 2; 31.08.1999 - Copa Mercosul - Vasco1 x 1 Peñarol; 01.08. 2000 - Copa Mercosul – Vasco 3 x 4; 07.09. 2000 - Copa Mercosul - Vasco1 x 1 Peñarol; 05.04.2001 - Taça Libertadores – Vasco 2 x 1; 02.05.2001 - Taça Libertadores – Vasco 3 x 1.

2 - O Vasco já enfrentou o Rio Negro, de Manaus-AM, por 12 vezes. Venceu cinco (41.67%) e empatou seis (50%), marcando 22 gols, com 1.83 de média por partida. Confira data e placar de cada refrega contra os amazônicos:  23.06.1968 - amistoso - Vasco 4 x 1; 12.10.1971 - amistoso - Vasco 2 x 0; 30.09.1973 - Campeonato Brasileiro - Vasco 0 x 0 Rio Negro; 27.05.1976 - amistoso - Vasco 1 x 1 Rio Negro; 12.06.1983 - amistoso - Vasco 1 x 1 Rio Negro; 27.06.1984 - amistoso - Vasco 2 x 3; 09.07.1987 - amistoso - Vasco 0 x 0 Rio Negro; 20.07.1988 - amistoso - Vasco 3 x 2; 19.07.1989 - Copa do Brasil - Vasco 1 x 1 Rio Negro; 22.07.1989 - Copa do Brasil - Vasco 2 x 1; 09.02.1991 - Copa do Brasil - Vasco 1 x 1 Rio Negro; 21.02.1991 - Copa do Brasil - Vasco 5 x 0

GOYTACAZOU CINCO NA IZKINA DA KOLINA

Só trocou a data e a temporada. No entanto, nas duas oportunidades, o Almirante não se esqueceu de reabrir o seu saco de maldades contra time interiorano. E mandou ver: 

16 de fevereiro de 1986 - Vasco da Gama 5 x 0 Goytacaz-RJ -  Campeonato Estadual, com três explosões do Dinamite - a última aos 44 do segundo tempo - e duas encaçapadas de Romário. Foi jogado em uma....,, em São Januário, quando o goleiro do adversário mostrou aos 6.893 pagantes que estava muito mais pra rato na rede do que pra seu apelido de Gato Félix. Antônio Lopes armou a ratoeira e o Almirante atirou o pau no gato pro intermédio de: Acácio; Paulo Roberto Gaúcho, Donato, Moroni e Lira; Vítor, Mazinho e Gersinho; Mauricinho, Roberto Dinamite e Romário. 

17 de agosto de 1997 - Vasco da Gama 5 x 0 Goytacaz-RJ - uma quarta-feira, em São Januário, pelo segundo turno do Estadual. Como a galera cruzmaltinna não tinha bola de cristal, embora a moçada que estava dentro das quatro linhas (dsconsiderando-se as meias-luas da grande área) tivesse bola pesada no chulé, só 8.004 pagantes assistiram ao sacode. A explosão da vitória começou, aos sete minutos de refregam com Roberto Dinamite filomenando o time de Campos - depois, fez mais um, bem como Dirceu Guimarães, o Dirceuzinho, baxinho, magrinho, mas dono do maior fôlego do mundo; Paulinho e Zandonaide. De sua parte, o titio Orlando Fantoni escalou: Mazaropi; Orlando ‘Lelé’ (Fernando), Abel, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário, Paulo Roberto (Zandonaide) e Dirceu; Wilsinho, Ro­berto Dinamite e Paulinho

sábado, 9 de fevereiro de 2019

VASCAINAGENS NA "SELÉ"


1  - A Seleção Brasileira já encarou os espanhóis em oito oportunidades. Venceu a metade, empatou duas e escorregou em duas. Marcou 11 gols e sofreu oito. A primeira foi em 27 de maio de 1934, pela segunda Copa do Mundo, no estádio Luigi Feraris, na italiana Genoa. Para levar um time, a então Confederação Brasileira de Desportos (CBD), que brigava, com a Federação Brasileira de Futebol, pelo comando da modalidade no país, ganhou a parada, por ser filiada à FIFA, e levou a patota, em meio a uma luta entre profissionalismo e amadorismo no Brasil. Entre os carinhas conquistados, a CBD tirou o centroavante Leônidas da Silva do Vasco, por uma boa grana. E foi dele o gol brasileiro, na escorregada, por 1 x 3, que eliminou a rapaziada.

2 -  O segundo duelo Brasil x Espanha rolou durante a Copa do Mundo de 1950, no Maracanã. O Brasil sapecou 6 x 1, com quatro gols vascaínos, de Ademir (2) e Chico (2), e mais três representantes da Colina na partida, o treinador Flávio Costa, o goleiro Barbosa, o lateral-direito e capitão Augusto, e o apoiador Danilo. O confronto estava empatado: uma vitória para cada lado. O desempate rolou em 6 de junho de 1962, no estádio Sausalito, em Viña del Mar, pela Copa do Mundo de 1962, no Chile. Brasil 2 x 1, de virada, com dois gols de Amarildo, atacante que encerrou a carreira no Vasco.

3 - Em 1978, pelo Mundial de Argentina, em 7 de junho, no estádio Municipal de Mar del Plata, não houve gols: 0 x 0. O representante cruzmaltino na partida foi o atacante Dirceu Guimarães. Jorge Mendonça, que fez parte da "Turma da Colina", mais tarde, também entrou no jogo. Em 1º de junho de 1986, no Jalisco, da mexicana em Guadalajara, pela Copa de 1986, Sócrates enfiou as cicuta goela a dentro da espanholada 1 x 0. E assim se conta a história de Brasil x Espanha, pelo caneco do mundo.

4 - Amistosamente, Brasil e Espanha se pegaram, pela primeira vez, em 8 de julho de 1981, na Fonte Nova, em Salvador, com Brasil 1 x 0. Em 12 de setembro de 1990, quando o ex-apoiador Paulo Roberto Falcão esteava como treinador e lançava uma seleção inexperiente, de jogadores novos, a “Fúria” mandou 3 x 0, no espanhol estádio El Molinón, em Gijon. Da "turma experimental", o zagueiro Paulão esteve por São Januário, em 1992. Por último, rolou Espanha 0 x 0 Brasil, amistosamente, em 13 de novembro de 1999, no também espanhol Balaídos, em Vigo. Nesta, Anderson, cria do Vasco e que defendia o francês Lyon,  nos segundo tempo, a Jardel, outra cria da Colina e que estava defendendo o português Porto.

O VENENO DO ESCORPIÃO - O ÚLTIMO SUPERCONTO DE FADAS DO SÉCULO 20

O casal com os pais do noivo, reproduzido de www.blogrealmonarquias
  Noiva casando-se com o pai do noivo? Só em livro de sacanagem! Ou em filme.  Mas aconteceu no reino mais charmoso do planeta. Não que rolasse uma sacanagem a três, mas tudo por conta de uma tremenda gafe.
  Rolava a manhã dia 29 de julho de 1981, na catedral de Saint Paul, em Londres, quando a noiva Diana Frances Spencer chamou o noivo Charles Philip Arthur George Windsor  por Philip Charles Arthur George, o nome do pai.
 Nada chocante, porém, para os 2.500 convidados, que nem se tocaram.
 A cerimônia prosseguiu com o casal trocando alianças feitas do ouro da mina de Saint David, no País de Gales, do mesmo veio que já dera argola à sogra da nubente. Foram 70 minutos de cerimônia religiosa, 25 a mais do que um jogo de polo a cavalo, esporte no qual Charles Philip batia bem na “gorduchinha”. Aliás, para não perder a forma, rapidão,  deixou Diana gorduchinha, aferindo material de primeiro uso.
 Para ouvir amigo de Charles ler espístola de São Paulo aos coríntios e Sir John Betjeman poema de sua autoria, Diana precisou cumprir uma  lei mais antiga do que a Inglaterra, o exame de virgindade, no qual foi aprovada por conta do devagar e único namorado que tivera antes, Simon Berry, filho de um rico comerciante de vinhos.
 Vinho, no entanto, não foi escalado para o almoço oferecido pela família real a 108 chegados, no Palácio de Buckingham. No lugar, entrou a champanhe Krug - linguado com molho de ostras e frango ao creme Cornish foi o rango. Por sobremesa, bolo de noiva, com 1m50cm de altura, pesando 84 quilos, dos quais 25 em marzipã, cobertos por outros quilos de glacê.
Cinco andares de um bolo delicioso, reproduzido de
www.pinterest
Todo aquele trabalho do confeiteiro David Avery foi decepado por Diana e pela espada de Charles, componente do seu uniforme de gala da Marinha. De sua parte, ela uniformizara-se com um vestido de tafetá de seda marfim, com pérolas naturais aplicadas no decote e nas mangas, produção dos estilistas David e Elizabeth Emmanuel  – o véu com oito metros de renda, a mesma usada no casamento da Rainha Elizabeth I, meio-século antes.  
E quem, entre as moças casadoiras do reino, não estava de olhol no buquê da noiva? Este foi oferecido pela Royal Companyh of Gardners, composto por rosas e orquídeas brancas, entremeado por muguês, agardênias, frésias e um ramo de mirta, como no buquê da rainha Vitória.
Penteada por Kevin Shanley, todas as cabeças coroadas do mundo cumprimentaram a noiva, homenageada, pelo noivo, com um hino religioso entoado pelo Coral Bach, de 150 vozes. A pedido dela, os presentes ouviram, também, Kiri Te Kanawa  cantar, acompanhada por três orquestras,  “I vow to thee my country”, canção medieval que ouvia no colégio, quando garotinha.
Todavia, nem só aquele som os convidados ouviram. Também, por 30 minutos, dos dois sinos maiores e dos 12 menores da catedral de Saint Paul, antes da chegada da noiva, e por mais  quatro horas depois do final do enlace – isto é o que se pode chamar de casamento bem sinalado.
   A história dessa história começou às 9h daquele 29 do 07 do 81, com o recebimento dos convidados na catedral. Às 10h22, começava a rolar a carruagem da Raínha El.izabeth II, seguida por por mais oito, numa das quais estava o noivo. 
Csamento selado, carimbado, colecionado
As 10h40, a noiva e o pai, o Conde Spencer, deixavam Clarence House e faziam um trajeto enfeitado por flores azul, rosa e branca. À porta da igeja, Diana ouviu a galera cantar o hino britânico, “God save the queen (Deus salve a rainha)”.
 Para a lua-de-mel, o casal, em traje de passeio, partiu às 16h20, em carruagem que parou na Estação Waterloo, onde o trem real esperava para largar às 17h em ponto, rumo ao vilarejo de Romsey, a 150km  de Londres. Hospedou-se, por alguns dias, no palacete de um amigo lorde e, depois, a bordo do navio Britannia, viajou por ilhas do Mediterrâneo, até o Egito, de onde pegaram um avião, para a Escócia.
Por fim, de volta a Londres, Charles e Diana tinham duas mil caixas de presentes para abrir e fabricar um herdeiro ao trono dos Windsor, o que foi comunicado à galera no 5 de novembro do mesmo 1981. 
Em 21 de junho de 1982, chegava William, 12 da linha sucessória e que poderá ser o 42 rei da Inglaterra e 33 da linhagem de Guilherme o Conquistador. Em 15 de setembro de 1984, era a vez de pitar Henry Charles Albert David.
A história  mereceu capa da mais importante revistas semanal brasileira
 Era pra tudo isso ser um belo filme, com um  The End de fazer a plateia chorar. Afinal, uma professorinha de jardim de infância tornava-se princesa. 
Pena que, no meio dessa história, havia um tampax, que tapava o futuro e não deixou a ilha de Sua Majestade ver o último conto de fadas do século 20.