Vasco

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segunda-feira, 11 de março de 2019

TRAGÉDIAS DA COLINA - BARBOSINHA

Reprodução de www.netvasco.com.br
Em 1963, o defensor Barbosinha viveu uma situação inusitada no Vasco da Gama. Levado a julgamento, por jogo violento, pelo Tribunal de Justiça da Federação Carioca de Futebol, além de não ter sido defendido pelo seu clube, este enviou advogado para acusá-lo de agredir um adversário e de usar da sua influência de capitão da equipe para incentivar a indisciplina entre os companheiros.
 O Vasco, ainda, tirou-lhe a braçadeira de capitão, o afastou do time titular e multou-o em 60% dos seus salários. Com tudo contra, o TJD aplicou-lhe uma outra muita, de Cr$ 3.500,00 (cruzeiros), valor nada desprezível para a época. Passada a briga, Barbosinha voltou a vestir a camisa vascaína, defendendo-a até 1965. 

 

domingo, 10 de março de 2019

HISTORI & LENDAS DA COLINA - ROMÁRIO

1 - Romário de Souza Faria, o segundo maior goleador as história vascaína,  nasceu no Rio de Janeiro, em 29 de janeiro de 1966. Foi da casa entre 1985/1988; de 1999/ 2002, e em 2005. Trocou o Vasco pelo holandês PSV Eindhoven (1988/1993). Depois, foi do espanhol Barcelona (1993/1994), quando a FIFA o elegeu melhor do mundo.

2 - Durante a às Copas do Mundo-1990/1994, Romário disputou oito jogos, com seis vitórias, dois empates e cinco gols. Totalizou, pela Seleção Brasileira, 74 partidas, com 49 vitórias, 16 empates, 9 derrotas e 56 gols. Diante de seleções nacionais, foram 71 atuações, que renderam 49 vitórias e 15 empates, além de 7 quedas.

3 - Nesses prélios citados acima, Romário marcou 56 tentos. Fez mais três, contra clubes/combinados – uma vitória e duas derrotas. Pela Seleção Olímpica 11 jogos, com 8 vitórias, dois empates, duas derrota e 15 gols marcados. Pelo time principal do Brasil, conquistou a Copa Stanley Rous-1987; Torneio Bicentenário da Austrália-1988; Copas América-1989/1997; Copa do Mundo-1994 e Copa das Confederações-1997.
PESCADOR INCORRIGÍVEL: sempre voltava pra casa com “peixe na rede”.

6 - O DOMINGO É UMA MULHER BONITA - A BELÍSSIMA MUSA VASCAÍNA JAM SANDORO

Campeoníssima, absoluta, de aplausos do "Kike", a gloriosa Jam é uma das mais inteligentes e ativas modelos do pais. Ela não só torce pelo Vasco da Gama, como, também, gasta a sua energia como atleta,  saindo na porrada e vencendo nos rinques de luta livre. Seguramente, se Portugal imaginasse que esta lindíssima musa vascaína iria nascer na Terra de Santa Cruz, com certeza, o Rei Dom João I teria passado a perna mais cedo nos espanhóis, assinando o Tratado de Tordesilhas e Dom Manuel, o Venturoso,  convocado  o almirante Vasco da Gama, rapidão, para passar as coordenadas a Pedro Alvares Cabral e achar, o quanto antes, as praias onde a beleza morena de Jamila reina. Confere?

Campeonísima, absolute, of visits to "Kike", the glorious Jam is one of the most intelligent and attentive models of the country. She does not just twist Vasco da Gama hair, as, too, she spends her energy as an athlete, hanging out and winning in the freewheel rides. Surely, if Portugal imagined that this very cute Basque muse would be born in the Land of Santa Cruz, as surely, King Don João I would have signed, as early as, the Treaty of Tordesillas, such as Spain, and Don Manuel, the Venturoso, summoned Admiral Vasco da Gama, fast, to pass the coordinates to Pedro Alvares Cabral and find, as before, the beaches where the beautiful beauty of Jamila reigns. Do you hurt? 
        REPROZIDA DE WWW.MODELSTPO.BLOGSPOT.COM.BR

sábado, 9 de março de 2019

VASCO DA GAMA 1 X 1 FLAMENGO

O clássico foi no Maracanã, e o gol vascaíno marcado por Maxi López, de pênalti. O próximo compromisso vascaíno será nesta quinta-feira, contra o catarinense Avaí, a partir das 21h30, em São Januário, no jogo de ida pela terceira fase da Copa do Brasil. 

O JOGO - A primeira oportunidade vascaína foi criada logo no primeiro minuto de jogo. Ronaldo errou a saída de bola, que sobrou para Pikachu. O camisa 22 arriscou de longe e bateu no canto, conseguindo escanteio. Na cobrança, Werley desviou e Marrony aproveitou na segunda trave, mas mandou a bola pelo lado de fora da rede. Aos 9, o Vasco puxou ótimo contra-ataque e Cáceres cruzou para Thiago Galhardo, que cabeceou, mas mandou para fora.
Aos 11, Danilo Barcelos cobrou falta da direita e obrigou o goleiro a fazer boa defesa. Aos 16, Danilo cobrou escanteio e Werley cabeceou forte, mandando pra fora. Aos 38, Cáceres cruzou da direita, Marrony desviou e Maxi López se esticou todo para tocar na bola, mas acabou não alcançando.
Fotografado por Rafael Ribeiro, 
O adversário abriu o placar logo aos 2 minutos do segundo tempo. O Vasco respondeu aos 4, com Danilo Barcelos cobrando falta, defendida pelo goleiro. 
O Cruzmaltino passou a dominar as ações e criou boas chances aos 8 e 9 minutos, quando Pikachu arriscou de longe e obrigou César a fazer boa defesa. Aos 11, Danilo cobrou escanteio, a bola desviou e pegou na trave.
Aos 15, Maxi López é derrubado na entrada da área. Danilo cobra, a bola passa no meio da barreira e César faz boa defesa. Quatro minutos depois, Marrony recebeu na esquerda e acionou Galhardo, que tentou o chute acabou desarmado. Aos 35, Danilo cobrou escanteio e Lucas Mineiro desviou, mandando muito perto do gol. Aos 48, Ribamar ganhou no alto e escorou para Marrony, que foi derrubado na área. Pênalti que Maxi López cobrou para empatar e finalizar o jogo.

CONFIRA A FICHA TÉCNICA - e09.03.2019 (sábado). Taça Rio. Estádio: Maracanã-RJ. Juiz: Wagner do Nascimento Magalhães-RJ. Público: 29.226 pagantes e 29.226  total).. Renda:  R$ 1.150.768,00. Gols:Jrascaeta, aos 2, e Maxi Lopes (pen), aos 50 min do 2º tempo. VASCO: Fernando Miguel; Raúl Cáceres, Werley, Leandro Castán e Danilo Barcelos; Raul (Ribamar),  Lucas Mineiro, Yago Pikachu(Rossi) e Thiago Galhardo(Bruno César); Marrony e Maxi López. Técnico: Alberto Valentim. FLAMENGO: César; Rodinei, Thuler, Hugo Moura e Trauco; Piris da Motta, Ronaldo, Vitinho (Lucas Silva), Arrascaeta e Éverton Ribeiro (Kleber); Vítor Gabriel(Bruno Henrique).Técnico: Abel Braga
REPRODUÇÃO DE www.vasco.com.br - agradecimento.

O VENENO DO ESCORPIÃO - CARLITO MAIA, UM MAGO DA PUBLICIDADE BRASILEIRA

“Não se case antes de falar comigo”. O sujeito que escreve um bilhete desses  para uma noiva , logo ao vê-la, em um bar paulistano, no mínimo, é maluco, pois nem todo noive tem estopim curto.
 Maluco, o cara não era. Era, simplesmente, um dos chamados “gênios” da publicidade brasileira. Adorava uma cachacinha, um cigarrinho e a boemia, mas ainda não estava pra lá de “Sampa”, o que viera a rolar, com muito álcool e delírios que o faziam até jogar pro alto contas publicitárias e empregos mirabolantes.
Reprodução de foto do livro
"Carlito Maia, a irreverência equilibrista" 
  Registado e batizado por Carlos Maia de Souza, ele ficara conhecido por Carlito Maia e era fã de um outro Carlito, ou melhor, o Carlitos, o personagem consagrador de Charles Chaplin.
 Nascido na mineira Lavras –  19 de fevereiro de 1924- terra onde crescera a cantora Wanderléa  – as suas vidas iriam se cruzar, mais tarde -, foi na década-1940 que Carlito manteve o seu primeiro contato com um produto publicitário, representando fábrica de caixinha de fósforo na qual se podia imprimir nome de empresas, ou mensagens publicitárias. Foi por ali que ele acendeu o pavio da sua criatividade, acabando com as mesmices do “agora”, “corra”, “aproveite”, “novo”, aquelas coisas prontas e imutáveis do antigo mercado.
Carlito passou por várias agências publicitárias e foi sócio de uma criada por três Carlos – Magaldi, Maia@ Prosperi  -, que ajudou a música popular brasileira a mudar de rumos e a criar os primeiros ídolos de consumo de massas, a Jovem Guarda, que fez a juventude “brasuca” idolatrar Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa. Por sinal, a ele é atribuída a criação das denominações "Ternurinha", para a Wandeca; de "Tremendão", para Erasmo, e a marcante "É uma brasa, mora!", usado, pela primeira vez, em título de um show do Roberto.
É atribuído, também, a Carlito Maia a criação do termo Jovem Guarda que denominou o programa musical da TV Record, nas tardes dos domingo de 22 de agosto de 1965 ao início de 1968. Mas isso é um outro departamento, pois a história passa por várias vertentes.   
A  história dele incluiu, também, enviar flores para os amigos, em seus grandes momentos, e uma intensa atividade política, tendo por base plataforma de esquerda. 
 Como publicitário esquerdista, execrava os “PTelho”, como  chamava os petistas chatos e burocratas do partida que ajudara a fundar, Carlito Maia criou “slogans” que renderam altas faturagens à sua sigla política, como ”oPTei” e “Lul-lá”, este gerador de um “jingle” que fez muito sucesso durante a campanha presidencial que levou Luís Inácio Lula da Silva ao segundo turno, vencido por Fernando Collor de Melo, em 1989.
 Carlito Mais ainda não era esquerdista quando inscreveu-se na FAB-Força Aérea Brasileira, aos 17 de idade, como voluntário, durante  Segunda Guerra Mundial. Enviado para a base aérea de Paramirim, do lado da potiguar Natal, por não ter idade para se juntar à Força Expedicionária Brasileira que lutava contra Hitler, na Itália, ele passou o seu tempo militar chegando a sargento mecânico de rádio. Encerrada a guerra, voltou à vida civil feroz inimigo de ditadores e de nazistas, sofrendo com o muito da miséria que tivera visto no Rio Grande do Norte.
 Aos 30 de idade, atuando, novamente, como representante comercial, em São Paulo, Carlito prestou exame foi o primeiro colocado do concurso da Escola de Propaganda, o que abriu-lhe o caminho para cuidar de conta de empresas multinacional, em agência multinacional.

Veio, então, a década-1960 e os militares brasileiros tomaram o poder, instalando no Brasil uma ditadura que lembrava-lhe os horrores do nazismo, com a propaganda proposta por Goebel. Por ser catalogado comunista, subversivo, as considerações para quem discordava do regime, teve de comparecer e depor, em São Paulo,  em um temível órgão de repressão, o DOPS-Departamento de Ordem Pública e Social. Sobreviveu, porém, e passou por dois casamentos – em 1958, com Maria Helena, que deu-lhe cinco filhos (Maria Luíza, Maurício, Marco Antônio, Luciana e Marina) e, a partir de 1980, com Tereza Rodrigues, com quem viveu até 22 de junho, quando saiu desta vida para ficar só na história da publicidade brasileira.