Vasco

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sexta-feira, 19 de abril de 2019

HISTORI & LENDAS DA COLINA - SANTADA

 1 - 3 - Vasco 3 x 1 Santos, amistosamente, em São Januário, em 1936, foi mais uma vitória de virada da "Turma da Colina", com Lauro, Meira (contra) e Nena batendo na rede.  O mais importante, porém, foi o jogo ter sido uma revanche muito esperada pelos vascaínos, pois eles haviam sido batidos (5 x 3), pelos os santistas, no jogo que marcara a inauguração do estádio cruzmaltino, em 21 de abril de 1927, durante grande festa que contou até com a presença do presidente da república, Washington Luís. O time dos 3 x 1 teve: Joel, Poroto e Osvaldo; Oscarino, Chiquinho e Marcelino Peres (Calocero); Orlando, Jaci, Lauro,  Nena e Luna.  

2 - Em 22 de outubro de 1950, os laterais vascaínos Augusto da Costa – respectivamente, nascidos em 22.10.1920, e Jorge Sacramento, em 22.101927 – entraram em campo para enfrentar o Canto do Rio, pela última rodada do primeiro turno do Campeonato Carioca. Aproveitarem e deram-se de presente uma tremenda goleada: Vasco 7 x 0, em um domingo, em São Januário. O treinador era Flávio Costa e a turma do dia teve: Barbosa, Augusto e Wilson: Ely, Danilo e Jorge; Tesourinha, Maneca, Ademir, Jansen e Djayr –
        Foto reproduzida da revista carioca Sport Ilustrado.



A PRIMEIRA ISCA DO PEIXE

Quem foi o goleiro que levou o primeiro gol de Romário? Lembra-se? Seguite: se valerem só os gols como profissional, a primeira vítima foi Rogério Teles, do Nova Venécia-ES, em 18 de agosto de 1985, no Estádio Zenor Pedrosa Rocha, quando o Vasco mandou 6 x 0, amistosamente, e o “Peixe compareceu ao filó, aos 40 minutos do segundo tempo – dois minutos depois, fez mais um.
Rogério Teles caiu na rede do "Peixe"

Interessante, foi que Rogério, medindo 1m77cm de altura, estava no banco dos reservas, tremendo. Garantia que era de febre. Jogava Edson, o Dinho, titular durante todo o primeiro tempo. Na etapa final, saiu do jogo e da história, para a sorte de Rogério, que comemorou muito, quando Romário chegou ao milésimo (pelas contas dele).
De outra parte, valendo tudo, o cargo de “primeira isca do Peixe” fica com Josenildo Francisco da Silva Bellot. Em 1979, vestindo a camisa do Olaria, o “Baixinho” mandou-lhe buscar a pelota “lá onde a coruja dorme”, pelas disputas cariocas dos infantis. Pelas estatísticas de Romário, aquele foi o “Gol- 1”dos seus 1.002. Josenildo Bellot, que só viveu 47 anos, era pernambucano, de Recife. Chegou ao RJ, criança, em 1965. 
                 Foto reproduzida de www.netvasco.com.br). Agradecimento

quinta-feira, 18 de abril de 2019

HISTORI & LENDAS DA COLINA - CARTOLAS

1 - O Vasco havia sido bicampeão estadual-RJ, em 1987/1988. E tinha tudo para ser o campeão nacional na última destas duas temporadas,  quando o Campeonato Brasileiro teve o nome de Copa União.  Foi o melhor time das duas etapas classificatórias, mas não chegou às fases decisivas. No primeiro turno,  fez 27 pontos, em 12 compromissos, com 7 vitórias, 3 empates, 2 derrotas e saldo de 8 gols, sendo o primeiro do Grupo B. No returno, a campanha foi ainda melhor, sem derrotas. Repetiu os 27 pontos da fase anterior (23 de 6 vitórias e 5 empates, além de 4 pontos extras), em 11 jogos sem derrotas. Teve um saldo de 12 gols.

 3 - Para chegar à segunda fase do Brasileirão-1988, o Vasco teria que eliminar o Fluminense, em “mata-mata” de dois jogos.  Um adversário que fora o pior do Grupo A do segundo turno, com duas vitórias (5 derrotas e 4 empates). Juntando-se os dois turnos eliminatórios, o Vasco colocou 16 pontos de vantagem sobre Flu.  Definindo vaga às quartas-de-final, no primeiro duelo, o Vasco caiu, por 0 x 1. Recuperou-se no segundo, mandando 2 x 1. Na prorrogação, perdeu, por 0 x 2. E de nada adiantou a sua melhor campanha geral em dois turnos, somando 54 pontos, oito a mais do que o segundo colocado no geral, o Internacional-RS (46) e 10 à frente do terceiro, o Bahia (44).  

 4 - Pelas rodadas seguintes,  os baianos eliminaram Sport Recife e Fluminense, enquanto os gaúchos tiraram Cruzeiro e Grêmio. E foram para as finais, com título indo para a Bahia. Detalhe, o Bahia foi campeão com 56 pontos, um menos do que a fatura total do Vasco (57).  O regulamento deixou o time do treinador Carlos Alberto Zanata, ex-meio-campista vascaíno, em quinto lugar, atrás, ainda, de Internacional (55),  Fluminense (42) e Grêmio-RS (41). Coisas de cartola brasileiro.    

quarta-feira, 17 de abril de 2019

HISTORI & LENDAS DA COLINA - FLUSARCA

1 –  Depois de mandar 3 x 2, no domingo 11 de março de 1923, no gramado da Rua Figueira de Mello, o Vasco demorou quatro temporadas, até 4 de dezembro de 1927, para disputar um novo amistoso com o Fluminense. Fez 1 x 0, nas Laranjeiras.  Em 1928, rolaram mais dois, com uma vitória para cada lado. Em 1929, escorregão da rapaziada, 1 x 2, compensada com 4 x 1, em 1930, dentro das Laranjeiras. Em 1931, o “Almirante" piorou a dose e mandou 4 x 0, no mesmo local. Houve recesso, até 1937, quando rolaram dois pegas e um triunfo para cada um, com o vascaíno sendo 4 x 0, em São Januário.

2 - Após novo recesso, em 6 de novembro de 1943, rolou Vasco 6 x 1, nas Laranjeiras. Era a terceira vez que a rapaziada batia forte dentro do terreno do rival.  Seguiu-se novo interregno, até 6 de abril de 1947, com 4 x 5 Flu. Próximo?  Vasco 4 x 2, em 20 de março de 1957. Aquele foi o 13º amistoso entre os dois. Em uma quarta-feira 21 de março, em São Januário, com os vascaínos chegando a escrever 4 x 0 no placar, construído por Vavá, Pinga,  Valter Marciano e  Wilson Moreira.
3 - Seguiu-se Vasco  0 x 1, em 1º de abril de 1959, e Vasco 2 x 1, em 11 de fevereiro de 1962. Após esta série, o "Almirante"  passou 15 temporadas sem amistosos com os tricolores, voltando a fazê-los  nos 2 x 0 de 27 de fevereiro de 1977. Em 28 de fevereiro de 1981, os vascaínos venceram, por 2 x 1, e este foi o último da série, abandonada há 38 temporadas.

4 – Vasco 4 x 4 Fluminense é um placar que já se repetiu por duas vezes e é o maior do clássico. O primeiro foi em 21 de março de 1943, pelo Torneio Municipal,  assistido por 11.822 pagantes, no estádio da Rua General Severiano. Lelé, Batista, Isaías e Chico vascainaram a rede, para esta turma: Alfredo, Haroldo e Osvaldo; Otacilio, Figliola e Argemiro; Batista, Lelé (Moacir), Isaias, Jair (Ademir) e Carreiro.
5 – O segundo 4 x 4 foi em 17 de fevereiro de 2007, pela Taça Guanabara, o primeiro turno do Estadual-RJ, no Maracanã. A rapaziada era: Cássio; Thiago Maciel (Eduardo), Fábio Braz, Jorge Luiz e Diego; Ives, Amaral, Conca e Morais (Abedi); André Dias (Romário) e Leandro Amaral, comandada por Renato Gaúcho. Os tentos da rapaziada foram de Leandro Amaral (3) – um de pênalti –, e de Diego.  Já rolou, também, 3 x 3, em 1º de julho de 1944.

terça-feira, 16 de abril de 2019

AS BASQUETEIRAS DA COLINA

As disputas femininas do basquete carioca são “meio-complicados”. Depois de 13 edições – 1952 a 1965 – e pararam por sete temporadas. Após a volta, em 1972, rolaram mais três paradinhas. Em 1977, outro “stop”. Jogaram em 1978/79 e desistiram pelos próximos dois anos.
A competição foi retomada em 1982, e levada até  1988. Houve nova parada, em 89, volta em 90 e outra parada, em 1991. Tudo parecia que ia bem, com disputas regulares, entre 1992/2001.
 Pela temporada seguinte, nada. Em 2003, bola rolando. Em 2004, nada. De 2005 a 2007, voltou a rolar. Depois disso, mais paradas.
Conforme dados da Federação de Basquetebol do Rio de Janeiro, o campeonato estadual feminino só registra três títulos das “Gatinhas da Colina”: 2000/2001/2003. Mas o time já emplacou quatro cestinhas: Catita (117 pontos), em 1982; Simone (2003), em 1987; Micaela (383), em 2001, e Adriana (216), em 203.
 Nas fotos (Júlio Bruno está d elado, acima, de lado) estão duas Sueli, Ceiça, Lena, Helô, Diô, Iara, Maria, reproduzidas da “Revista do Esporte”, publicação semanal que esteve nas bancas entree 1959 a 1970. Atualmente, está o basquete carioca sem provas regionais.