Vasco

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sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

HISTORI & LENDAS DA COLINA - ALECGOL

   Alecsandro! Grande “matador”da temporada oficial da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro-2012. Mas empatado com Somália, do Boavista, ambos com 12 maldades com os goleiros. Quem se deu bem com este lance foi o auxiliar de serviços gerais do Vasco, o boa chapa do Sávio, muito querido pelos atletas. História interessante.

Estava a rapaziada em pré-temporada, no início do ano, em Atibaia-SP, com salários atrasados, o que deixava a vida do Sávio complicada. Um dia, quando ele chorava no cangote de Alecsandro, este jurou-lhe: “Pra você parar de reclamar, a cada rede que eu balançar, lhe rolo uma grana na mão. Combinado? Então, torça por mim”.

Quando Alecsandro já contava nove bolas no filó, Sávio fazia a contas do quanto iria receber, depois que o “Almirante” abrisse o cofre. Torcia mais do que o estádio inteiro. E sofria quando o atacante perdia um gol. Principalmente, porque o acordo previa “colaboração dobrada” em tentos nos clássicos

Ficu assim o “curículo golar” do artilheirão-2012: Vasco 2 x 0 Americano (1); Vasco 1 x 3 Duque de Caxias (1); Vasco 3 x 1 Bangu (1); Vasco 2 x 1 Fluminense (2); Vasco 3 x 0 Volta Redonda (2); Vasco 2 x 1 Flamengo (1); Vasco 2 x 2 Bonsucesso (1); Vasco 1 x 1 Resende (1); Vasco 3 x 1 Nova Iguaçu (2).

NO TAPETÃO - No meio desse rolo todo, Alecsandro deixou um na caçapa do uruguaio Nacional (Vasco 1 x 2 Nacional), um outro contra o paraguaio Libertad (Vasco 2 x 0), ambos pela Taça Libertadores, e mais um no amistoso da despedida de Edmundo (Vasco 9 x 1), diante do equatoriano Barcelona, de Guayaquil. Sávio queria incluí-los no pacote, mas o “regulamento”era omisso quanto a tais balançadas de redes, ficando “sub judice”, para ser decidido no “tapetão”.

DESTABUZADO - Com o “Alecgol” no filó, o Vasco quebrou um tabu de oito temporadas sem ter o principal artilheiro do Estadual. Veja quem foram os “matadores” cruzmaltinos dos Cariocas: 1929 – Russinho, 29 gols, empatado com Telê, do América; 1931 – Russinho, 17; 1937 – Niginho, 25; 1945 – Lelé, 13; 1947 – Dimas, 18; 1949 – Ademir Menezes – 31; 1950 – Ademir Menezes, 25; 1962 – Saulzinho, 18; 1978 – Roberto Dinamite, 19, empatado com os flamenguistas Zico e Cláudio Adão; 1981 – Roberto Dinamite, 31; 1985 - Roberto Dinamite, 12; 1986 – Romário, 20; 1987 – Romário, 16; 1994 – Valdir ‘Bigode” 19; 2000 – Romário, 19; 2004 – Valdir ‘Bigode”, 14; 2012 – Alecsandro, 12, empatado com Somália, do Boavista.

                   

quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

LEMBRADO PELO VIZINHO DO ALMIRANTE

          GOLEADA DO DIA 

20 de janeiro de 1949 - Vasco da Gama 6 x 1 Guadalajara -  aviso do poder de fogo da rapaziaca para a temporada. Era uma quinta-feira e o meia Ipojucan (2), Ademir Menezes, Friaça e Chico aproveitaram bem a viagem ao México. O treinador chamava-se Flávio Costa e a sua impiedosa formação relacionou: Barbosa, Augusto e Wilson; Ely, Danilo e Jorge; Friaça, Pacheco (Dimas)(Maneca), Ademir (Nestor), Ipojucan e Chico (Aedo). 

  APERTUCHOS
20 de janeiro de 1953 - Vasco da Gama 1 X 0 Olaria - placar magrinho, em São Januário, em uma terça-feira, valendo pelo Campeonato Carioca-1952, do qual tornou-se o campeão. Sabará foi o cara na rede e o time, treinado por Gentil Cardoso, alinhou: Barbosa, Augusto e Haroldo: Ely, Danilo e Jorge; Sabará, Edmur, Vavá, Ipojucan e Chico.

20 de janeiro de 2010 - Vasco da Gama 2 x 1 América-RJ -  Taça Guanabra, em uma quarta-feira, no Engenhão, isto é, o Estádio Olímpico João Havelange. Nilton, aos 5, e Carlos Alberto (Gomes de Jesus), aos 37 minutos do segundo tempo, fizeram oi Diabo (apelido dos americanos) sair chamuscado dessa escaramuça. Paulo César Gusmão era o treinador desta rapaziada: Fernando Prass; Fagner, Fernando, Gian Mariano e Marcio Careca; Nilton, Jumar, Léo Gago (Paulinho) e Philippe Coutinho (Fumagalli); Carlos Alberto e Dodô. OBS: Fagner marcoua gol contra.

    ANIVERSARIANTES

Acácio Cordeiro Barreto, nascido em Campos-RJ, no  20 de janeiro de 1959. Com 1m89 de altura, aos 17  idade, fez teste e foi aprovado pelo Rio Branco, de sua terra. Esteve emprestado ao Comercial, de Campo Grande-MS, voltou ao RJ e foi para o Serrano, de Petrópolis. Em 1982, já estava noVsco da Gama, barrandoo goleiro Mazzaropi e sendo campeão estadual, o que repetiu em 1987/1988. Em 1989, papou o Brasileirão. De quebra,  o tri do espanhol Troféu Ramon de Carranza-1977/78/79.  Chegou a ficar 879 minutos invicto, em 1988. Em 1991,  trocou o Vasco pelo português Tirsense, encerrando história cruzmaltina, de nove temporadas Na volta ao a Brasil, encerrou a carreira defendendo o Madureira, em 1995. Disputou sete pugnas pela Seleção Brasileira: 15.03.1989 - 1 x 0 Equador; 29.03.1989 - 3 x 1 Al Ahli; 12.04.1989 - 2 x 0 Paraguai; 10.05.1989 - 4 x 1 Peru; 08.06.1989 - 4 x 0 Portugal; 16.06.1989 - 1 x 2 Suécia; 19.06.1989 0 x 4 Dinamarca.

 Jorge Soares Marins (Cabrita) - leia no post acima,  FERAS DA COLINA - BERREIRO DO CABRITA 

FERAS DA COLINA - BERREIRO DO CABRITA

 Fazer dois gols em cima de uma zaga que tinha o flamenguista Pavão, considerado um dos maiores “craques no sarrafo” do futebol carioca da década-1950, não era pra qualquer um, não. E marcar três, tendo pela frente o “armário”  vascaíno Ortunho,  não seria mesmo pra nenhum carinha bobo, mesmo!

Pois um rapazinho magrinho, de 19 de idade, fez isso. E mais: jogando pelo “pequeno” Bonsucesso.  Aconteceu nos 2 x 2 Flamengo, de 28 de novembro de 1958, e em 25 de julho e 25 de outubro, respectivamente, em “Bonsuça”  2 x 4 e 3 x 3 Vasco. Além disso, o garoto marcara outros dois tentos sobre o Olaria e um encarando o Canto do Rio. Total: 9. Significava muito em relação ao 20 do principal artilheiro da temporada, o botafoguense Quarentinha, que jogava em um ataque com Garrincha, Didi e Paulo Valentim,  feras mais do que ferozes e de Seleção Brasileira.
  Antes de o campeonato começar, só se sabia que o centroavante Cabrita era filho de um ex-goleiro do América – e dele herdara o apelido. No mais, era mera aposta do técnico Daniel Pinto. Enquanto isso, em São Januário, o treinador Gradim (Francisco de Sousa Ferreira) sentia uma imensa saudade do seu antigo camisa 9, o campeão mundial Vavá, que  disputara apenas três partidas e fora negociado com o espanhol Atlético de Madrid.
 Sem o conterrâneo pernambucano Edvaldo Izídio Neto,  o craque  Almir Albuquerque passou a ter Wilson Moreira como parceiro de dupla fatal. Mas o novo cara não agradou tanto quanto Vavá,levando o Gradim a experimentar Delém, Roberto Pinto, Valdemar e Rubens, que não emplacaram tanto na função matadeira.
Foi então que os cartolas vascaínos lembraram-se daquele garoto que havia aprontado diante de sua rapaziada, e foram buscá-lo. Veio a rodada de 17 de maio de 1959, pelo Torneio Rio-São Paulo, e o Vasco teria o Santos pela frente. Gradim relacionou o novo contratado para o banco dos reservas e o mandou para o jogo, no segundo tempo, em lugar de Zé Henrique. E Cabrita já saiu de campo tendo uma história para contar aos netos: ajudara a vencer o time do Rei Pelé, por 3 x 0,  diante de aproximadamente 21 mil espectadores, no paulistano Pacaembu, fora de casa – Laércio, Ramiro, Getúlio e Mourão; Álvaro e Zito (Fiote); Dorval, Jair da Rosa Pinto, Coutinho, Pelé e Pepe foi o Peixe, enquanto o Vasco alinhou: Barbosa, Dário, Viana e Coronel; Laerte e Russo; Sabará, Robson, Zé Henrique (Cabrita), Rubens e Peniche (Osvaldo).
Mesmo com uma estréia vitoriosa, Cabrita só voltou a ter uma chance de jogar  em 16 de agosto, pelo Campeonato Carioca, quando o Vasco goleou o seu ex, o Bonsucesso, por 6 x 1, e ele deixou o dele na rede, jogando ao lado de: Barbosa, Paulinho, Bellini e Orlando; Écio e Coronel; Sabará, Cabrita, Pinga, Rubens e Teotônio.  Uma semana depois, Cabrita esteve nos 4 x 2 contra o Madureira. Como não marcou, foi barrado na rodada seguinte. Voltou a time (27.09) nos 2 x 1 Canto do Rio, ainda sem marcar. Por isso, tornou a ficar de fora de um clássico – contra o Fluminense. Reapareceu (18.10) voltando a vencer o Bonsuça, daquela vez por 3 x 2, e, em seguida (24.10), ficou no  1 x 1 com o Bangu.
 Seis jogos e um gol. Assim se contava a história de um centroavante contratado para fazer a torcida vascaína esquecer Vavá. Pouquíssimo, ou quase nada, na verdade.  Cabrita, no entanto, reagiu marcando cinco gols nos primeiros amistosos da temporada que abria uma nova década  – 13.01.1960 - Vasco 2 x Combinado da Federação Metropolitana de Futebol-RJ (1); 16.01 – Vasco 6 x 3 Atlético-MG (1); 30.01 – Vasco 6 x 1 Alianza Lima-PER (2). 03.02 – Vasco 3 x 1 Universitário-PER (1);
O destino, porém, reservava algo muito importante para Cabrita. No dia 19 de abril de 1960, no último jogo (no Maracanã) do Rio de Janeiro como capital do país, o último gol foi dele. Depois de ficar um tempão no banco dos reservas. Aos 80 minutos, venceu o goleiro Valdir Joaquim de Moraes e fechou o placar, em Vasco 3 x 0 Palmeiras – Miguel, Dario, Bellini e Coronel; Écio e Orlando (Barbosinha); Sabará, Waldemar, Delem, Roberto Pinto (Cabrita) e Ronaldo foi o Vasco.
Cabrita participou, também, entrando no segundo tempo, do primeiro jogo do Estado da Guanabara, em 24 de abril: Vasco 0 x 0 Santos. Continuou invicto diante do “Rei” – Barbosa, Dario, Bellini e Coronel; Barbosinha (Brito) e Écio; Sabará, Waldemar, Delem (Cabrita), Pinga e Roberto Peniche foi o Vasco. O Santos teve: Laércio, Feijó, Mauro e Dalmo; Calvet e Zito; Dorval, Mengálvio, Coutinho (Ney), Pelé e Pepe (Tite).
Cabrita, isto é, Jorge Soares Marins, cidadão campista-RJ, nascido em 20 de janeiro de 1939 e cria do Goytacaz, não passou mais de uma temporada na Colina. Tudo por causa de uma discussão com o treinador Ely do Amparo. Foi negociado, por Cr$ 500 mil cruzeiros, com o Guarani de Campina. Em 1961, já estava no Jabaquara, para ficar até 1965 – jogou, também, por Portuguesa Santista, Noroeste de Bauru, Ferroviária de Araraquara e São Bento de Sorocaba.  (foto reproduzida da Revista do Esporte). 

2 - CABRITA -
                              
Na parede, a foto do pai goleiro
Em 1763, a cidade do Rio de Janeiro tirou de Salvador o título de capital do Brasil colonial. Em 1834, passou a município neutro da corte imperial. E Niterói tornou-se a capital da província do RJ. Em 1889, proclamada a república, o Rio seguiu capital nacional, enquanto a província virou Estado. Em 24 de fevereiro de 1891, o Brasil ganhou a sua primeira constituição republicana e a cidade do Rio de Janeiro passou a Distrito Federal. Até 21 de abril de 1960, quando Brasília pintou no pedaço.
Notícias sobre ele?
Qual time obteve a última vitória no Rio de Janeiro capital brasileira? Só podia ser! Anote: em 19 de abril de 1960, jogando pelo Torneio Rio São Paulo, contra o Palmeiras, no Maracanã, o Vasco mandou 3 x 0 nos paulistas. Todos os gols saíram no segundo tempo, marcados por Delém, aos 62 e aos 76, e por Cabrita, aos 80 minutos. A rapaziada era: Miguel; Dario, Bellini e Coronel; Écio e Orlando (Barbosinha); Sabará, Waldemar, Delém, Roberto Pinto (Cabrita) e Ronaldo. O juiz foi Olten Aires de abreu, da Federação Paulista de Futebol e a renda de Cr$ 258 mil, 605 cruzeiros. Já o público não foi informado.
Quanto a Cabrita, saído da pugna como o autor do último gol no Maracanã do RJ capital, um outro fato que marcou a sua carreira: foi o atleta escolhido para a seção "Raios X de Corpo Inteiro" do Nº 1 da principal semanário esportiva brasileira, entre 1959 e 1970, a "Revista do Esporte". Mas sobre ele você vai ler na materia abaixo, em "Feras da Colina". 
PRIMEIRO 'MARACA' GUANABARINO - Além de ter feito o último jogo no Maracanã em capital brasileira, o Vasco fez, também, o primeiro do estado da Guanabara. Rolou em 24 de abril de 1960, no empate, por 0 x 0, com o Santos, pela mesma competição citada acima. Na Turma da Colina estiveram: Barbosa; Dario, Bellini e Coronel; Barbosinha (Brito) e Écio; Sabará, Waldemar, Delem (Cabrita), Pinga e Roberto Peniche. Do outro lado, “Ele”, o glorioso Rei do Futebol, que entrou nesta escalação: Laércio; Feijó, Mauro e Dalmo; Calvet e Zito; Dorval, Mengálvio, Coutinho (Ney), Pelé e Pepe (Tite).
Esta partida, que rendeu Cr$ 656 mil e 519 cruzeiros, foi apitado por um sujeito que entrou para a história do futebol brasileiro, por ter sido o primeiro a expulsar Pelé de campo. Chamava-se Catão Montez Junior – e estava coberto de razão no dia em que mandou o "Rei" esfriar a cabeça mais cedo debaixo do chuveiro.
                  FOTOS REPRODUZIDAS DA REVISTA DO ESPORTE



quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

BANGULEOU RIVAL NA IZKINA DA KOLINA

 13 de setembro de 1942 - Vasco da Gama 4 x 3 Bangu - Massinha (2), Nino e Xavier cumprirm com o dever, no campo da Rua Ferrer, valendo pelo Campeonato Carioca, que teve três turnos e a rapaziada terminando em sétimo lugar, com apenas oito vitórias em 27 jogos. O time da refrega era treinado por Harry Welfare, que escaslou: Valter, Florindo e Haroldo; Alfredo II, Figliola e Argemiro; Xavier, Moacir, Massinha, Nino e Orlando.

Sebastião Lazaroni reproduzido de www.esporte.uol.com.br 


Sebastião Lazaroni
2 de agosto de 1987 - Vasco da Gama 4 x 0 Bangu - sacode rolado em um  domingo, no Maracanã, pelo Estadual,  conferido por 36.171 pagantes. Tita, aos 4 minutos do primeiro tempo abriu a goleada, completadas, na etapa final, por Geovani, aos 22, Romário, aos 33, e Roberto Dinamite, aos 35. Sebastião Lazaroni era o treinador e o time dele teve: Acácio; Mazinho, Donato, Fernando e Pedrinho; Henrique, Geovani, Luis Carlos Martins (Mauricinho) e Tita; Roberto Dinamite e Romário (Vivinho).

PUXOU DEDO ENFIADO NO COZ DA CALÇA

                                                        CANECO DO DIA 

19 de janeiro de 1957 – Vasco da Gama 3 x 2  Colo-Colo-CHI - final do Torneio de Santiago, no chileno Estádio Nacional da capital chilena, com o meia Válter Marciano parecendo ser de outro planeta. Ajudou a virar o placar, aos 28 e aos 40 minutos do primeiro tempo  - Livinho fez o primeiro tento vascaíno, aos 19, empatando o jogo. Foi o segundo caneco carregado do Chile pelos cruzmaltinos – o primeiro fora I Sul-Americano de Clubes Campeões, em 1948 - ,  com este time armado por Martim Francisco: Wagner (Hélio), Ortunho e Bellini; Cléver (Ceninho), Orlando e Coronel; Sabará, Livinho, Wilson Moreira, Válter e Roberto Pinto.

                                                     DISPENSA 

19 de janeiro de 1967 – Vasco da Gama 2 x 0 Flamengo – segundo jogo da Taça Rivadávia Corrêa Meyer, com Oldair Barchi, aos 25 minutos, batendo pênalti, e Moraes, aos  84, saíndo pro abraço. O prélio rolou no alvinegro Estádio General Severiano, em uma quinta-feira, assistido por 4.531 pagantes. Zizinho (Thomas Soares da Silva) era o treinador vascaíno e alinhou: Edson Borracha; Nílton Paquetá, Sérgio, Ananias e Oldair; Maranhão (Salomão) e Danilo Menezes; Zezinho (Nado), Adílson Albuquerque, Bianchini e Moraes. DETALHE: os dois jogos tiveram vitórias iguais dos dois times, que ofereceram a taça ao Botafogo, clube do coração do Rivinha.   

                                                  APERTUCHO

19 de janeiro de 2019 – Vasco da Gama 1 x 0 Madureira – estreia na temporada Estadual, na casa do adversário da Rua Conselheiro Galvão. Tiago Galhardo marcou o tento da vitória, o apito ficou com Marcelo Henrique de Lima, o público chegou a 1.850 pagantes e o time vascaíno, treinado por Alberto Valentim, foi: Fernando Miguel; Raúl Cáceres (Claudio Winck), Werley, Leandro Castán e Danilo Barcelos; Raul, Lucas Mineiro, Yan Sasse (Dudu)(Thiago Galhardo) e Marrony; Ribamar.

OBS: Coz foi o nome dado a uma freguesia do município de Alcobaça, em Portugal. Entrou para o vestuário brasileiro sendo um bolsinho falso da calça, onde se poderia guardar moedas.