Vasco

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sexta-feira, 15 de abril de 2022

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - INÍCIO DE FESTA

                                                      ESTREIA

15 de abril de 1923 - Vasco da Gama 1 x 1 Andarahy-RJ - início da caminhada da Turma da Colina na elite do  Campeonato Carioca. Com gol marcado pr Torterolli, o Almirante começou a navegar em direção ao seu primeiro título de campeão estadual -  pela Liga Metropolitana de Desportos Terrestres -, conquistando 11 vitórias, dois empates e levando só uma quedinha. Marcou 32 e deixou passar  19 gols, tendo Ceci por seu principal artilheiro: oito tentos.  Treinado pelo uruguaio Ramón Platero, o time estrenate alinhou: Nélson, Leitão e Cláudio; Nolasco, Bolão e Arthur; Russo, Paschoal, Torterolli, Ceci e Negrito.
            Reprodução de capa colorizada de antiga revista vascaína 

CAMPANHA: 15.04.1923 – Vasco 1 x 1 Andarahy (gol de Torterolli); 22.04.1923 – Vasco 3 x 1 Botafogo (Mingote, Paschoal e Ceci); 29.04. 1923 – Vasco 3 x 1 Flamengo (Ceci (2) e Negrito); 13.05. 1923 – Vasco 1 x 0 América (Arlindo); 20.05. 1923 – Vasco 1 x 0 Fluminense (Arlindo); 03.06.1923 – Vasco 3 x 2 Bangu (Arlindo (2) e Negrito); 10.06.1923 – Vasco 3 x 2 São Cristóvão (Lucio (contra), Torterolli e Arlindo).24.06.1923 – Vasco 3 x 1 Andarahy (Ceci (2) e Bolão); 01.07.1923 – Vasco 3 x 2 Botafogo (Arlindo(2) e Ceci); 08.07.1923 – Vasco 2 x 3 Flamengo (Ceci e Arlindo); 22.07.1923 –Vasco 2 x 1 América (Nicolino e Torterolli); 29.07.1923 – Vasco 2 x 1 Fluminense (Pires e Negrito); 12.08.1923 – Vasco 3 x 2 São Cristóvão (Negrito (2) e Ceci); 19.08.1923 - Vasco 2 x 2 Bangu (Claudionor e Negrito).

SURREALISSIMAMENTE LÁ NA IZIKININHA

 As histórias contadas por torcedores cruzmaltinados contam que o Almirante navegou ao mundo surreal  e fez estrepolias de lascar o cano, como empobrecer Millonários (no placar) e vencer Vitória (na rede). Sem o su, só no real, realmente, rolou. Confira:

1 – Vasco da Gama  2 x 1 Millonários-COL -  largada para a conquista do título do Torneio Internacional de Santiago do Chile-1953. Benegas (contra) e Friaça  marcaram para os cruzmaltinos, enquanto Bellini (contra) devolveu a gentileza dos colombianos, também chutando contra o patrimônio, como diziam antigos  speakers esportivos.  Turma do dia: Barbosa, Augusto e Bellini; Ely, Miriam e Jorge; Sabará, Maneca, Friaça, Vavá e Chico.

2 – Passados 27 temporadas,  o Almira  mandou 2 x 0 Vitória-BA - em uma quinta-feira, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro. Jorge Mendonça e Paulinho deglutiram a cocada que levou o time cruzmaltino a atingir o sétimo triunfo invicto diante do Leão da Barra (apelido do time baiano), pelo Brasileiro unificado, isto é, juntando a Taça Brasil e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa. Orlando Fantoni era o treinador desta moçada: Leão, Paulinho II, Orlando, Ivan, João Luís (Paulo Roberto), Paulo César,  Zé Mário, Dudu (Paulinho), Pintinho, Jorge Mendonça e  Wilsinho. 

 

quinta-feira, 14 de abril de 2022

HISTÓRIAS DO GAMA - JAIME DOS SANTOS

A maioria dos atletas formados pelos alviverdes pelos inicios do futebol profisisional alviverde foram trabalhados pelo treinador Jaime Sousa dos Santos, um baiano, de Juazeiro e que era o responsável pela base do Periquitão. Ele subiu ao time A, em 1978, e passou tempos subindo e descendo, pois era o que se apelidava por "móveise utensílios da casa".

 Quando garoto, Jaime tentou ser goleiro do time de um colégiode freiras, em Bom Jesus da Lapa, mas sofreu uma pancada grave em um dos joelhos e não deu mais pra ser atleta. Então, aconteceu de ser auxiliar-atécnico do comandante (Dozinho) do time juvenil do Flanável (organizado pela turma da antiga Comissão do Vale do São Francisco). Coo o Dozinho era, também, centroavante do time principal e pintou convite para jogar peloVitória (de Salvador), sobroui a vaga pra ele, que havia passado pela escolinha do time. 

A experiêcia adquirida no Flanável levou Jaime para o time adulto do Milícia, time da PM de Juazeiro. Fez trabalho elogiável e foi  levado pelo Olaria, um dos principais times da cidade. Ao ganhar quadrangular contra times (amadores, é claro) de Salvador. Feira de Santana e Vitória da Conquista, despertou o interesse do Veneza, outro grande juazeirense, e conquistou o Torneio Início da Liga Municipal. Já era 1965 e o sucesso em sua terra o fez tenta-lo, tmbem, no Gama (cidade-satélite de Brasília). Se enturmou com a moçada da Associação Atlética Mariano (futuro Planalto) e não demorou a ser o trineinador do time que seria uma das bases da Sociedad Esportiva do Gama.

Nesta sua nova fase na carreira, Jaime foi campeão amadora gamense-1967/68 e vice-campeão amador candango. Nesta disputa, venceu o Brasília (time deTaguatinga), por 2 x 1 na final, mas perdeu o título no saldo de gols. Perdeu no regulamento, mas teve seu trabalho reconhecido pela Sociedade Esportiva do Gama, que tirou do Planalto. E, rápido, foi campeão gamense infanto-jvuernil e juvenil-B, pela Organização dos Esportes do Gama, e vice candango,  em 1976; Em 1977/78 tornou-se vice e em 19879 capeão brasiliense juvenil, pela Federação Metropolitana de Futebol. Depois disso, ficu subindo e descendo do time A alviverede, sem demérito. Comdndava a bvase e segurava a barra no time A, quando um treinador caía e um outro demorava a chegar.      

HISTORI & LENDAS DE 4 TRICOLENDAS

 O Almirante já plicou um sossega legal nos tricolores, em quatro oportunidades: 1947, 11949, 1985 e 1996. 

Em 5 de outubro de 1947, valeu pelo primeiro turno do Campeonato Carioca, em São Januário, com  Dimas sendo o cara e, deixando três na conta. Chico (2) e Ademir Menezes (2) também pintaram e bordaram. Não fora por falta de aviso que o tradicional freguês fora buscar tantas bolas no fundo de suas redes. Sabia que a rapaziada triturava quem pintasse pela frente, naquela que seria a campanha rumo ao título carioca de 1947. Tanto que, antes de pegar o Flu, mandara chocantes 14 x 1 Canto do Rio; 5 x 1 São Cristóvão; 4 x 1 Bangu e 4 x 1 Bonsucesso. Isso, além de 2 x 1 Flamengo e 2 x 0 Botafogo. Não tinha adversários. Para derrubar tricolores, o técnico Flávio Costa escalou: Barbosa, Augusto e Rafanelli; Ely, Danilo e Jorge; Djalma, Maneca, Isaías, Ismael e Chico. 

 Em 1949, o sapeca sabor laranja foi sorvido em 7 de agosto, no estadinho das Laranjeiras, valendo pelo primeiro turno do Campeoanto Carioca. Parecia combinado. O Vasco dizia: “Lhe mando 5 x 3 e, fico campeão”. E o rival respondia: “Tudo certo!" Fora quase um repeteco de 1947. O Flu não se emendava. Estava avisado de que a Turma da Colina andava com um terrível apetite de redes, já tendo feito 11 x 0 São Cristóvão e 6 x 0 Canto do Rio. Naquele segundo Vasco 5 x 3 Fluminense, o impiedoso  Ademir Menezes chupou duas laranjas, enquanto Ipojucan, Chico e Maneca esbagaçaram as restantes. A moçada, que seguia comandada pelo técnico Flávio Costa, alinhou: Barbosa, Augusto e Sampaio; Ely, Danilo e Jorge; Nestor, Maneca, Ademir Menezes, Ipojucan e Chico.  
A tripleta de 5 x 3 saiu no sabadão 16 de fevereiro de 1985, no Maracanã, pela primeira fase do Campeonato Brasileiro. Como tinha muita gente bebendo cachaça e chope geladíssimo, naquele dia de farra do verão carioca, só 18.159 pagantes compareceram ao clássico. Assistiram gols marcados por Roberto Dinamite – aos 24 e aos 40 minutos do primeiro tempoi, e aos 37 do segundo. Antes diso tudo, Cláudio Adão abrira o placar, aos 20 da etapa inicial. Rômuo, também deixou o dele, aos 8 da etapa final. Quem dirigia a equipe foi o meia-atacante vascaíno Edu Coimbra, o Eduzinho, que escalou: Acácio; Edevaldo, Donato, Nenê e Aírton; Vítor, Geovani e Cláudio Adão (Oliveria); Mauricinho, Roberto Dionamite e Rômulo (Gilberto).   

Completando o quadrado tricolíneo, o último 5 x 3 foi no domingão 14 de abril de 1996, novamente no Maraca, pela sétima rodada da Taça Guanabara, com casa vazia, apenas 13.211 presentes. Naquele dia, o  Almirante relembrou os seus velhos tempos da década-1929, resolvendo a parada no segundo tempo, quando o adversário já estava com a “gravata de fora" e as vitórias lhe valeram o apelido de Time da Virada.  O pega com placar gorducinho teve Assis, Brener (2) e Válber sacudindo o filó da tricolada. Carlos Alberto Silva era o chefe desta rapaziada: Carlos Germano; Pimentel, Sidnei, Alex Pinho e Ronaldo; Leandro Ávila, Nélson (Zinho), Luisinho e Valber; Assis e  Nilson (Brener). 

BATIDAS FORTES – Outros  placares dilatados dos vascaínos pra cima dos tricolores: 09.11.1930 – Vasco 6 x 0; 09.12.1931 – Vasco 4 x 0; 04.09.1932 – Vasco 5 x 1; 190.09.1937 – Vasco 4 x 0; 06.11.1943 – Vasco 6 x 1; 17.06.1945 – Vasco 5 x 1; 06.01.1951 – Vasco 4 x 0; 13.03.1958 – Vasco 6 x 1; 14.07.1965 – Vasco 5 x 0; 01.12;1991 – Vasco 4 x 0; 07.03.2004 – Vasco 4 x 0.   

quarta-feira, 13 de abril de 2022

ANIVERSARIANTE DO DIA - BOB DINAMITE

                 Carlos Roberto de Oliveira - o Roberto Dinamite, O "Bob", para os íntimos, maior ídolo da história da torcida vascaina, apaga velinha hoje. Nascido às 4h25 do 13 de abril de 1954,  foi criado no bairro de São Bento, em Duque de Caxias, e além de atleta - 1.022 jogos (768 oficiais e 254 amistosas), com 754 gols, foi, também, presidente do Club de Regatas Vasco das Gama, de ...2008 a... Atacnte de boa estatura - 1m87 cm - defendeu o Almirante em três oportunidades: de 1970 a 1979; de 1980 a 1988 e de 1990 a 1992. Quando esteve fora de São Januário, passou pelo espanhol Barcelona-1981; a paulistana Portuguesa de Desportos-1989 a 1990, e Campo Grande-RJ-1991. Em  setembro de 1979, quebrou o recorde, de 271 gols marcados por Ademir Menezes com a camisa cruzmaltina. Pela Federação Internacional de História e Estatística de Futebol, tem 470 gols em campeonatos nacionais de primeira divisão, perdendo só para Pelé, Josef Bican (antiga Tcheco-Eslováquia), Puskas (Hungria) e Romário. Seu último gol cruzmaltino saiu em São Januário, em 26 de outubro de 1992, contra o Goytacaz.