Vasco

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segunda-feira, 9 de outubro de 2023

TRAGÉDIAS DA COLINA – CÉLIO DE SOUZA

Em 1965, o time infanto-juvenil do Vsaco da Gama  foi o campeão cariocas, sem a diretoria do clube ligar muito para a garotadas. Só o treinador Célio de Souza botava fé nos “meus meninos”, como ele os chmava. Célio vivia pedindo aos repórteres eu cobriam São Januário, para darem uam forcinha à sua molecada, assistir um treino. Mas ninguém comparecia. Ele só teve alguma cob rura quando o Vasco decidiu o certame, com o Flamengo, e carregou o caneco, tendo o centroavante Adílson Albuquerque, irmão de Almir, como gande revelação.

REPRODUÇÃO DO JONAL DOS SPORTS

 Com o sucesso na categoria infnto-juvenil, subiram o Célio de Souza para a juvenil. E ele, novamente, carregou o caneco, que o Almirante não via há uma década atingindo oito títulos entre infantos, juvenis e aspirantes. Mesmo assim, ninguém lhe dava uma linha, não adiantava ele pedir. Só quem lhe prestigiou foi o Madureira, que convdou-lhe para dirigir o seu time principal. Ele topou e fezx do “Madura” vice do Torneio Início de 1967, vencido pelo Botafogo  - bi estadudal e das Taças Guanabara-1967/68 - de Rogério Hetmanek, Gérson, Roberto, Jairzinho e Paulo César Lima.

 Célio de Souza voltou ao Vasco da Gama, mas o clube seguiu sem botar muita fé no seu taco e mandou-o, de novo, para as divisões inferiores. Só em 1972 deu-lhe uma chance de dirigir o time A, quando demitiu o treinador Zizinho (Tomaz Soares da Silva), após 0 x 0 Olaria, em 1972, pelo segundo turno do Estadual, no Maracanã.

        Infantos-juvenis reproduzido da revista Reis do Futebol

Veio a tarde de 21 daquele maio, um domingão, e Célio de Souza, diante de 81.654 pagantes, mandou o Vasco ao garmado do “Maraca”, pazra enfrentar o Fluminense, confiando em: Andrada; Haroldo, Miguel, Moisés e Eberval; Alcir (Alfinete) e Edson (Suingue); Jorginho, Silva, Tostão e Gílson Nunes. Era uma prova de fogo para a sua capacidade e, em jogo duríssimo - apitado por Aírton Vieira de Moraes -, o Vasco da Gama bateu na rede, aos 39 minutos do segundo tempo, por intermédio de Suingue, o que mostrava o seu acerto até nas substituições. E, por 1 x 0 a vitória foi para a Colina, ante um Fluminense que inha craques como Marco Antônio e Gérson, tricampeões mundiais em 1970, no México, e o artilheiro argentino Artime. Eufóricas, a torcida vascaína gritou pelo nome de Célio de Souza e, sem demora, a chefe da torcida, Dulce Rosalinda, arrumou milhares de assinaturas pedindo a efetivação dele no comando da equipe.

 Os cartolas vascaínos ficaram enrolando. Célio pediu para definirem logo a sua situação. Pediu na hora errada: o Vasco o mandou embora e contratou Mário Travaglini, após o antigo lateral-esquerdo Coronel ter dirigido o time em dois amistosos.  

 

domingo, 8 de outubro de 2023

TREINADOR DO VASCO MANDA JUIZ "SIFU"

      15 de março de 2023 - durante a estreia do Vasco da Gama no Campeonato Brasileiro - Vasco 2 x 1 Atlético-MG, no belo-horizontino  Mineirão, o  treinador cruzmaltino, Maurício Barbieri, foi convidado a se retirar da pugna. Nenhuma novidade, pois o tal tinha currículo aprontador.

Aquele 15 deste março era um sábado e o Barbieri foi expulso da partida aos 36 minutos do primeiro tempo, por mandar o juz Raphael Claus “tomar caju" e, também, ‘sifu”, conforme Sua Senhoria relatou em súmula, contando ter ouvido, do quarto árbitro, as “recomendações” do treinador. Ainda segundo Claus, após o prélio, Barbieri foi ao seu vestiário, pedir desculpas e reconhecer o erro.

7 de abril de 1985 -  o Vasco da Gama encarava o Guarani de Campinas, pelo segundo turno da primeia fase do Campeonato Brasileiro, quando o então atleta Barbieri foi excluído do match, pelo árbitro Nei Andrade Nunes Maia, aos 22 minutos ainda do primeiro tempo. Que horror! Ele  formava o meio-de-campo bugrino, com Zé Mário (aquele mesmo que fora vascaíno) e Nei, e era o responsável pelos lançamentos para o artilheiro Edmar Bernardes. Após a sua saída, Edmar ficou sem ver a maricota, tendo o treinador Lori Sandri atribuído o empate - 0 x 0 -, em São Januário, à expulsão do seu meia-lançador – bom para o Vasco.

                           REPRODUÇÃO DE WWW.VASCO.COM.BR 


sábado, 7 de outubro de 2023

VASCO DA GAMA 0 X 0 SÃO PAULO

Resultado péssimo para a Turma da Colina,  popr jogar em casa, diante de sua torcida. Com isso, a rapaziada segue lutgado cotras a zoa de rebaixamento. Devido a pausa no Braileirão, paas a Selerção Brasileia enfrentar a Venezuela e o Uruguai, pelas Eliminatórias da Coipa do Mundo, o Almianter só voltarás a navegar o  próximo dia 18, diante do Fortaleza, novamente em São Januário. Confira a ficha técnica:  

Mesmo com casa cheia, o time vascaino enganchou na equipe tricolor paulista 

07.10.2023 (sábado) - Vasco da Gama 0 x 0 São Paulo. 26ª rodada do Campeoanto Brasileiro. Estáio: de São Januário-RJ. Juiz: Braulio da Silva Machado-SC. Público: 19.997 pagantes  e 20.690 presentes; Renda: R$ 1.046.359,00. VASCO: Léo Jardim; Paulo Henrique (Puma Rodríguez, Maicon, Léo e Lucas Piton; Zé Gabriel, Paulinho (Mateus CarvalhoT) e Praxedes; Gabriel Pec (Figueiredo), Marlon Gomes (Payet) e Vegetti. Técnico: Ramón Díaz). SÃO PAULO: Rafael; Nathan, Diego Costa, Alan Franco e Caio Paulista (Wellington); Pablo Maia e Alisson (David); Wellington Rato (Juan), James Rodríguez (Luciano) e Rodrigo Nestor (Michel Araújo); Lucas. (Técnico: Dorival Júnior).


sexta-feira, 6 de outubro de 2023

ESQUADRAS DO ALMIRANTE - DECADA-50

                 REPRODUÇÃO DA REVISTA ESPORTE ILUSTRADO

Em pé, da esquerda para a direita: Barbosa, Augusto, Laerte Garacia, Jorge, Danilo e Ely; agachados, na mesma ordem: Mário Américo (massagista), Alfredo dos Santos, Ipojucan, Ademir Menezes, Maneva e Djayr. 

               REPRODUÇÃO DA REVISTA MANCHETE ESPORTIVA
Nesta formação, o quarto à esquerda, entre Bellini e Orlando Peçanha, é o gaúcho Laerte, que não deve ser confundido com o Laerte da foo de cima. Lá no alto o Laerte é Monteiro Garcia, enquanto o morenão aqui abaico é Nadir Heraldo Prates, sendo Laerte um apelido. Neste fime, "os caras" eram Válter Marciano e Vavá, segundo e terceiro agachados.

quinta-feira, 5 de outubro de 2023

O VENENO DO ESCORPIÃO - O OUTRO 31 DE MARÇO - FERRÃO DO MARECHAL DE FERRO

     Quem acha que só houve um 31 de março relevante no calendário politico brazuca, o de 1964, precisa levar um papinho com uma “veímha” que mora e ali na esquina, uma tal de “Dona História Brasileira da Hora”. Figuraça de memória supimpa, ela contará que, 72 viradas da “folhinha” antes do “meia-quatro”, rolara rebu, na mesma data, que ela o diz  “meio-tanto quanto azucrinante” quanto o engendrado pelos militares da turma do general-presidente Castelo Branco.

 Intrigante, a tal “veinha”! Espalha que o marechal Floriano Peixoto só foi chegadão na oligarquia cafeeira paulista enquanto precisava da grana dela pra botar pra correr os sediciosos que lhe apoquentavam, lá por 1891, quando ele era i, “vice-presidente-presidente. Que alcoviteira! “Só mesmo no Brasil, acontece de o presidente ser o vic”, sacaneia a própria pátria. Mais? A “veínha” conta, também, que os cafeicultores paulistas que financiaram o “vice-presidente-presidente”, lhe fornecendo armas e pagando reforma de navios  nos Estados Unidos, estavam pouco se lixando para a república que o Floriano tentava segurar. “Só queriam que as sedições não tornassem o Brasil uma esculhambação e prejudicassem os seus negócios com os parceiros estrangeiros”, afirma.

 Rola o tempo e a Dona História Brasileira da Hora sacou que o marechal Floriano andava pisando na bola, intervindo nos Estados, pra sacanear a turma dos amiguinhos do ex-presidente Deodoro da Fonseca. Com alquilo, ressslta a ‘véa”, os paulistas temiam que o alagoano se tornase um grande ditador e passaram a vê-lo como um incompetente governamental. “De quebra, trocaram de mal”, destaca, acrescentando: “Se já não bastasse a guerra civil que rolava no Sul, rolavam, ainda,  fake news dando conta de que os inimigos do Governo, os monarquistas, estavam sendo presos e fuzilados na Ilha das Cobras, no Rio de Janeiro”. Enfim, pelo que se deduziu, o glorioso Floriano Peixoto ficava na dele, fazia que não ouvia o que ouvia e, por tirar onda de surdo, deu munição à Dona História para escrever a história do primeiro 31 de março arrepiante dos brazucas, como ela contará no parágrafo abaixo:

 “O Marechal Floriano Peixoto encarava pressões dos ‘contra’ pra convocar eleições presidenciais, pois aquela patotinha o consideravam presidente inconstitucional, o que ele não entendia, por ter sido eleito vice-presidente pelo Congresso e substituído um presidente (Marechal Deodoro da Fonseca) renunciante.

 A questão foi parar no Legislativo, que nem teve tempo de se manifestar, pois, no 31 de março de 1892, oficiais do Exército e da Marinha lançaram manifesto exigindo a convocação de eleição presidencial. Resultado: os “contra” promoveram manifestações pelas ruas do Rio de Janeiro, exigindo a renúncia do “vice-presidente-presidente”, do que Floriano Peixoto mostrou porque a Dona História o batizou por “Marchal de Ferro”. Sem papo furado,  suspendeu as garantias constitucionais, por três dias,  demitiu e botou na cadeia os oficiais “manifesteiros” e, pra não deixar muito barato, desterrou alguns sediciosos para os confins da Amazônia, onde eles só iriam encher o saco de grilos e lagartixas. Por aquele momento, ou ele segurava a sua “res pública”, ou os “contra” estariam ali na esquina esperando o cavalo selado para pra rapaziada montar” – que “véa” linguaruda, fuxiquenta!      

   

IMAGENS REPRODUZIDAS DE LIVROS SOBRE A HISTÓRIA DO BRASIL