Vasco

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quarta-feira, 25 de julho de 2012

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - PAZ NO GRAMADO

Em 31 de julho de 1937, o Vasco disputou, com o América, o jogo que ficou conhecido por "Clássico da Paz”. Nem, tanto! No placar, bagunça cruzmaltina nas redes: 3 x 2. 

O zagueiro Itália
 Esta história começa em 19 do mesmo julho e do mesmo ano, quando os presidentes vascaíno Pedro Pereira Novaes e o americano Pedro Magalhães Correia reuniram-se, secretamente, na Associação dos Empregados do Comércio do Rio de Janeiro, para criar uma estratégia pacificadora do futebol carioca.
O dito cujo rolava com duas entidades, a Liga Carioca de Futebol e a Federação Metropolitana de Desportos e, do encontro, saiu uma proposta aceita pelos outros 10 membros das duas “brigonas”.
A comemoração do novo momento deu-se 12 dias depois, com um amistoso Vasco x América, em disputa da Taça Pinto Bastos e do Bronze da Vitória, este oferecido pela revista O Cruzeiro – o Vasco ficou com a posse definitiva de ambos.

VASCO 3 x 2 AMÉRICA  rolou em São Januário, apitado por Sanchez Diaz e assistido por 25 mil pagantes. Lindo (2) e Raul marcáramos gols dos cruzmaltinos, treinados pelo uruguaio Carlos Scarone, que mandou a campo: Joel, Poroto e Itália (foto abaixo); Oscarino (Rainha), Zarzur e Calocero; Lindo, Kuko, Raul, Feitiço e Luna (Orlando). 

terça-feira, 24 de julho de 2012

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - O VASCO E O REI


CRUZMATINO, EM 1957
VASCO 2 X 1 SANTOS -  Corria o 21 de julho de 1974 e o adversário e a batalha valia pela fase final do Campeonato Brasileiro. Pelé deu esperanças de vitória à sua patota, igualando o placar, aos 30 minutos do segundo tempo – aos 15 da primeira etapa, Luís Carlos Lemos havia aberto o placar. Mas, faltando duas voltas do ponteiro do relógio do juiz gaúcho Agomar Martins para o final da pugna, o garoto Roberto Dinamite desempatou, para os cruzmaltinos, em um belíssimo tento que mereceu elogios do “despedinte”. 
Pelé disputou a sua última partida no Maracanã diante de 97.696 desportistas, que pagaram Cr$ 1.168.789,00. A bola que ele mandou à rede teve aquele endereço pela 1.214ª vez, em 1.242 compromissos. Coincidentemente, o seu comandante em seu último jogo no Maracanã era Tim, o treinador que tentou levá-lo para o Bangu, quando ele tinha 15 anos e defendia o Baquinho, de Bauru. Treinado por Mário Travaglini, o time cruzmaltino ganhou do “Rei" contando com: Andrada; Fidélis, Joel Santana, Miguel e Alfinete; Alcir, Zanata e Peres; Luís Carlos, Roberto Dinamite e Jaílson (Jorginho Carvoeiro). A “Turma do Rei” era: Carlos; Hermes, Vicente, Bianchi (Oberdan) e Zé Carlos; Clodoaldo e Brecha; Fernandinho, Nenê (Cláudio Adão) e Pelé e Mazinho. (Foto reproduzida da revista "Grandes Clubes"). Agradecimento.


                                          HISTÓRIA DE UM GRANDE DUELO

 O Vasco encarou Pelé por 20 vezes, entre 1957 e 1974. E igualou a “guerra”, rolando oito vitórias de cada lado, além de quatro empates. A primeira batalha foi em 1957, durante a “Semana Alvinegra”, promovida pelo Santos, para comemorar o seu 45º aniversário, como bicampeão paulista (1955/56). De sua parte, o “Time da Colina” era o campeão carioca (1956).

No primeiro Vasco x Pelé, em 7 de abril de 1957, na Vila Belmiro, e o Peixe mandou 4 x 2 e o garoto santista nem era titular ainda. Fazia a sua 15º partida no time A santista. Depois daquilo, muitas histórias viriam, como as que leremos abaixo.

Torneio Rio-São Paulo de 1959 - O Vasco liderava e só uma escorregada diante do Peixe, no último jogo, lhe tiraria o bi. Pelé esteve infernal, fez um gol e levou seu time aos 3 x 0, tomando o caneco da “Turma da Colina”.

Torneio Rio-São Paulo de 1963 - O “Time da Colina” encarava Pelé no Maracanã, e o vencia, por 2 a 0. A dupla de “xerifões” vascaínos, formada por Brito e Fontana, resolveu tirar um sarro no “Camisa 10”. Quando a bola saía, um deles a chutava, para mais longe, aproveitando que, naquela época, não havia tantos gandulas. E sacaneavam: ‘É, crioulo, nessa não dá mais”. Pra chatear mais, indagavam: “Cadê o Rei?” Faltando dois minutos para o final da partida, Pelé empatou a pugna: 2 x 2. Aí, pegou a bola, chegou pra Fontana, entregou-lhe a bola e sugeriu-lhe: “Leve para a senhora sua mãe. Diga que foi presente do Rei”.

Torneio Roberto Gomes Pedrosa-1969 (Taça de Prata) - No dia 19 de novembro de 1969, o mundo parou para ver or milésimo gol de Pelé. Justamente, contra o Vasco. Houve um pênalti, muito constestado pelo zagueiro Fernando, que jura não ter nem tocado no “Camisa 10”, e este foi para a cobrança. O goleiro vascaíno Andrada, até então, fechava o gol, pois não queria ver a trma lhe chamando de “Arqueiro do Rei”. Ele até tocou na bola, durante a batida da falta. Mas não deu. Naquele noite, até a segunda viagem do homem à Lua passou despercebida diante de um acontecimento tão grandioso aqui na Terra.

 Campeonato Brasileiro-1973 - Pelé vai ao Maracanã encarar o Vasco. Seria a primeira vez em que o maior ídolo do Santos estaria frente a frente com o futuro maior ídolo cruzmaltino, Roberto Dinamite. Muitos achavam que o “Garoto da Colina”, aos 19 anos, se intimidaria diante do “Rei”. Porém, aos 34 minutos, o lateral vascaíno Paulo César cruzou, na medida, para Roberto ganhar de Carlos Alberto Torres, na corrida, e emendar, de num sem-pulo , par a rede, indefensável. Pelé foi cumprimentá-lo, após o jogo, e declarou: “Foi o gol mais bonito que eu vi neste Brasileiro. Se este garoto for bem trabalhado, será um craque”. Proféticas palavras: Roberto Dinamite se tornaria o maior artilheiro da história do Vasco, com mais de 700 gols em mais de mil jogos com a jaqueta vascaína. (foto reproduzida de www.osgigantesdacolina.blogspot.com). Agradecimentos



segunda-feira, 23 de julho de 2012

HISTORI&LENDAS - PEDRO APEDERJOU

 1 - VASCO 2 X 0 FLAMENGO, em 27 de julho de 1947, com dois gols por Maneca, um em cada tempo, eliminou o maior rival do Torneio Início do Campeonato Carioca, em clássico relâmpago rolado em São Januário, com o Almirante representado por: Barbosa; Wilson e Rafagnelli; Ely, Danilo e Jorge; Djalma, Maneca, Dimas, Lelé e Chico.  

2 - O Vasco, no entanto, não passou pelo Olaria, repetindo a escalação do jogo anterior e que terminou sem gols. Decidido nas cobranças de pênaltis, a rapaziada caiu, por 3 x 4, com Lelé, o cobrador cruzmaltino, desperdiçando a primeira e a terceira cobranças. A disputa reunia todos os times, em um mesmo local e em uma tarde domingueira, com partidas eliminatórios, de 15 minutos, em cada tempo, sendo que os empates eram decididos nos  pênaltis. Na final, o relógio trabalhava dobrado, também, em duas etapas.


3 - VASCO 1 X 0 FLAMENGO, pela primeira fase do Campeonato Brasileiro-1997, teve Pedrinho atirando uma pedrinha no Urubu. E matou! Aconteceu em tarde de domingo, no Maracanã, com a galera do treinador Antônio Lopes comemorando, aos 40  minutos do segundo tempo. Aquele Clássico dos Milhões foi o de número 289, juntando-se todas as disputas, entre amistosas, oficiais e jogos do Tornei Início. A turma da pancada está assim na súmula: Márcio; Marica, Mauro Galvão, Alex Pinho e Felipe; Luisinho (Moisés), Válber (Nasa) e Pedrinho; Ramon (Brener), Edmundo e Evair.1 - 


VASCO 2 X 1 ATLÉTICO-PR, pelo Campeonato Brasileiro de 2006, em 23 de julho (?), anotou 
um lance interessante. Jogado em tarde domingueira, em São Januário, teve gol de entrada e de saída.  Explica-se a inediticidade da situação: com um minuto, Morais abriu o placar; aos 90, Andrade o fechou. No dia, treinador  Renato Gaúcho confiou em: Cássio; Wagner Diniz, Fábio Braz, Jorge Luís e Diego Corrêa; Andrade, Morais (Ernane), Ygor e Ramon (Abedi), Edílson Capetinha, Valdir Papel (Ricardinho).

domingo, 22 de julho de 2012

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - EMPATAÇAÇO

oO grande resultado cruzmaltino nos 22 de julho foi o empate, por 1 x 1, com os argentinos do River Plate, na casa dele, o Estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires. Classificou a rapaziada para a final da Taça Libertadores-1998, contra o equatoriano Barcelona, de Guaiaquil. Para os vascaínos, aquele foi uma “final antecipada”, devido a força dos dois times – no jogo de ida, em  São Januário,  "Almirante" 1 x 0.
O empate com os riveristas aconteceu em uma noite de quarta-feira, assistido por 55 ml pagantes. Os “hermanos” abriram o placar, aos 21 minutos do primeiro tempo, por intermédio do lateral-esquerdo Sorín. 

Aos 37 da etapa final, o árbitro chileno Guido Aros marcou uma falta, contra os anfitriões, pela esquerda do ataque vascaíno, da altura da intermediária. Juninho Pernambucano, que havia entrado em campo, na vaga de Luizão,  bateu forte. 
A bola fez um impressionante voo direto – para a torcida vascaína, uma eternidade, até chegar à rede –, pelo alto, rumo ao canto direito defendido pelo goleiro Burgos. Um golaço, que evitou a prorrogação.
 Treinado por Antônio Lopes, o time vascaíno jogou com: Carlos Germano; Válber, Odvan, Mauro Galvão e Felipe: Luisinho, Nasa, Ramon e Pedrinho (Vagner); Donziete “Pantera” e Luizão (Juninho Pernambucano). (Foto reproduzida de www.crvaascodagama.com.br). Agradecimento.


sábado, 21 de julho de 2012

VOLTA DE ROBERTO DINAMITE O VASCO

Confira como foi a volta de Roberto Dinamite ao Vasco da Gama, após uma rápida passagem pelo espanhol Barcelona. Ele marcou os cinco gol dos 5 x 2 Corinthians, em mais uma virada de placar pela Turma da Colina. Clique no link abaixo, reproduzido de youtube.com. Agradecimentos.  

                      https://www.youtube.com/watch?v=CjZ5luU6dfk