Vasco

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segunda-feira, 30 de julho de 2012

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - CARRANZA

1 - A sala de troféus de São Januário recebeu duas taças vindas da Espanha, na década-1980: Colombino e Ramón de Carranza. A primeira, conquistada diante do promotor Recreativo Huelva e do Espanyol, de Barcelona, e a outra tendo por adversários os também espanhóis Sevilla e Cádiz. A segunda taça é mais famosa.

2 - Mas, quem foi o distinto cidadão? Pois bem! Ramón de Carranza y Gómez era um militar aristocrata espanhol, colaborador do golpe militar de 18 de julho de 1936, que levou o generalíssimo Francisco Franco ao poder. Nascido em 21 de maio de 1998, em Cádiz, também foi presidente do Sevilla Fútbol Club, entre 19.07.1957 a 19.08.1961.

3 - O Troféu Ramón de Carranza era disputado nos finais do verão de Cádiz, desde 1955. A ideia de criá-lo partiu de Juan Ramón Cilleruelo, que obteve o apoio do prefeito José León de Carranza, sucessor e filho de Ramón de Carranza, que dá nome ao estádio do clube. Também chamado de Taça das Taças, recebia quatro times, entre eles o anfitrião Cádiz Club de Fútbol. O Vasco o carregou em 1987/88/89.



domingo, 29 de julho de 2012

HISTORI & LENDAS - CANECO E REDE

Dois fatos marcam a data 29 de julho dos vascaínos: faixas no peito e bola no filó. Confira: 





















29 de julho de 1934 - Vasco da Gama 1 x 0 Fluminense  - placar que valeu aos cruzmasltinos o primeiro título na era do futebol profissional no Rio de Janeiro -
 quarto no total, com os outros em 1923/24/29. O time era treinado pelo inglês Harry Welfare e enfrentou os os tricolores com: Rey, Domingos da Guia e Itália; Gringo (Calocero), Fausto e Mola; Orlando, Almir, Gradim (Lamanna), Nena e D'Alessandro. Aquela fora a segunda vez em que o Flu era batido em um 29 de julho. Pelo returno do Estadual-1923, ano em que o caneco fora carregado também, para a Colina, o Vasco vencera, por 2 x 1, com gols de Pires e Negrito, na casa tricolor, contando com: Nélson, Leitão e Miongote; Nicolino, Claudionor e Artur; Pascoal, Torterolli Arlindo, Cecy e Negrito.

CAMPANHA - Para carregar a taça de 1934, o Vasco disputou 12 jogos. Venceu oito, empatou dois e escorregou só duas vezes. Marcou 28 e levou 16 gols. Gradim fez 9, Nena 6, Orlando 4, D´Alessandro e Almir 3 (cada um), Russinho 2 e Lamanna. O time jogou em sete ocasiões em São Januário, que era o principal estádio do país, duas na tricolor Laranjeiras e uma em Figueira de Mello, o terreiro do São Cristóvão. O título vascaíno foi conquistado pela Liga Carioca de Futebol, que reunia adeptos do profissionalismo, os mais fortes. Do lado dos amadores, na Associação Metropolitana de Esportes Athléticos, estava o Botafogo e uma patota fracota que não tinham como lhe segurar, isto é, Brasil, Cocotá, Confiança, Engenho de Dentro, River, Mavilis, Olaria, Portuguesa e Andaraí, sendo que os cinco primeiros “pularam fora enquanto corria a barca”. (Foto rara reproduzida dos arquivos do pesquisador Mauro Prais e de NetVasco). Agradecimentos.
FERAS DA COLINA - Na "Turma da Colina" campeão carioca-1934, embora Gradim (Francisco de Sousa Ferreira) tenha sido o principal artilheiro, destacava-se o zagueiro Domingos da Guia, que atuou em todas as partidas. Além dele, fez parte da campanha o centroavante Leônidas da Silva, que atuou em quatro – 2 x 1 América; 2 x 0 Bangu; 2 x 0 Bonsucesso e 0 x 1 São Cristóvão.
 Foi durante aquele campeonato que surgiram as primeiras transmissões radiofônicas. O Vasco mostrou-se tão superior aos adversários que levou a taça para a Colina com duas rodadas de antecedência. Mais? Saiu da disputa com quatro pontos à frente do segundo colocado, o São Cristóvão; a sete do Fluminense e a oito do Flamengo.

CAMPANHA – 01.04.1934 - Vasco 2 x 1 América; 08.04 - Vasco 2 x 0 Bangu; 12.04 - Vasco 2 x 0 Bonsucesso; 22.04 - Vasco 0 x 1 São Cristóvão; 01.05 - Vasco 5 x 2 Flamengo; 06.05 - Fluminense 1 x 2 Vasco; 27.05 - América 2 x 2 Vasco; 06.06 - Bonsucesso 3 x 4 Vasco; 24.06 - Bangu 2 x 5 Vasco; 01.07 - São Cristóvão 1 x 1 Vasco; 22. 07 - Flamengo 3 x 2 Vasco; 29.07 - Vasco 1 x 0 Fluminense. 



20 de jujlho de 1972 -  Vasco da Gama  1 x 0 São Cristóvão - primeiro gol cruzmaltino de Tostão. Valeu  pela primeira rodada do terceiro turno do Campeonato Carioca, em um sábado, no Maracanã, com arbitragem de José Aldo Pereira, e com time treinado por Mário Travaglni, que mandou a campo: Andrada; Paulo César Puruca, Miguel, Moisés e Eberval; Alcir e Buglê (Suingue); Jorginho Carvoeiro, Tostão (Jaílson)Silva)e Ademir. O jogo fez parte de uma rodada dupla, com Flamengo x Bonsucesso, depois. Tostão custara R$ 3,5 milhões de cruzeiros, preço recorde na época. Estreou nos 2 x 2 Flamengo, em 7 de maio, pelo Campeonato Carioca, e fez 45 jogos e seis gols, o último em 27 de fevereiro de 1973, amistosamente, contra o Argentino Juniors. Pouco depois, ele voltou a Houston-EUA, para ser examinado pelo médico Roberto Abdalla Moura, que operara o seu olho esquerdo, o que sofrera um deslocamento de retina, em 1969. Recomendado a parar com o futebol, teve o seu contrato cancelado, em 17 de maio de 1974, gerando uma briga jurídica, assunto para uma outra matéria.

sábado, 28 de julho de 2012

HISTORIA DA HISTÓRIA - TORNEIO INÍCIO


1 - Vasco x Flamengo, por Torneios Inícios, em alguns momentos, tem um detalhe inintendíve. Em fases em que um dos rivais era mais forte, a vantagem era do outro. Por exemplo, na década de 1920, que marcou o desembarque vascaíno na elite do futebol carioca, eles foram campeões duas vezes (1923/24), contra três conquistas do rival (1920/21/25/27). No pega geral, a "Turma da Colina" levou a melhor, em 12 dos 24 encontros, e empatou cinco. Nos Torneios Inícios, venceu duas e empatou duas.

2 - Durante a década-1930, os cruzmaltinos ganharam as temporadas estaduais de 1934/36, enquanto o rival passou toda a década correndo atrás de uma taça, que só levou em 1939. No total de duelos, a rapaziada venceu só 11 das 29 refregas, e empatou cinco. Só houve um encontro pelo Initium, com vitória cruzmaltina.  Chegada a década-1940, o Urubu voou em cima do seu primeiro tri estadual (1942/432/44), enquanto os vascaínos levaram  três alternados (1945/47/49). Na temporada total, em 42 refregas, os “cruzcristenses” venceram a metade das refregase se igualaram em 12. Pelos Torneios Inícios, dois empates e duas vitórias

3 - Na temporada-1950, quando o Vasco começou forte, foi para a entressafra  e só se revigorou da metade para o final, ficou por baixo no placar acumulado: em 40 pugnas, venceu 10 e empatou 15. Foi pior, também, nos dois jogos do Initium,  como ocorreu no único da década-1960, quando rolou o derradeiro encontro da série. No “frigir dos ovos”, perdeu 25, empatou 12 e venceu 14 do somatório sessentista. É uma boa briga da grande rivalidade. Desconsiderando-se decisões por pênaltis, os Torneios Inicios registram quatro vitórias para cada lado. 

sexta-feira, 27 de julho de 2012

HISTORI&LENDAS DA COLINA - CASA ALHEIA

O Feitiço da Colina
 1  - Corria agosto de 1937. O estádio era do Fluminense, mas que o ocupava eram dois dos seus maiores rivais. Na conta, Vasco da Gama 3 x 2 Flamengo, amistosossamenmte, erm um domingão carioquissimo. Feitiço (2) e Lindo quebraram asas do Urubu, que aidna não tinha este apelido. Batedores da vez: Joel, Poroto, Itália (Duarte), Calocero, Zarzur (Oscarino), Raul, Lindo, Feitiço, Kuko, Orlando (Mamede) e Luna (Kuko).
2 - Rolava lo Campeonato Caraioca-1944 e a  Turma da Colina encerrava sequência, de 11 jogos sem vencer o Flamengo, pelo Estadual. Até então, com tava-se 42 "Clássicos dos Milhões", com os vascaínos vencendo 17 vitórias, empatando sete e marcando 68 gols. Chico Aramburu e Djalma anotaram os tentos daquele grande dia, em São Januário, onde o teinador uruguaio  Ondino Viera escalou: Oncinha, Sampaio e Rafangnelli; Berascochéa, Dino e Argemiro; Djalma, Lelé, Alfredo II, Ademir Menezes e Chico.
                                                        
3 - O capixaba Geovani deveria se vendedor de imóveis. Porquê? Em uma tarde domingueira de agosto de 1984, o Urubu se arvorou pra cima da Turma da Colina, achando  que daria pra espantar.  Pois bem! Faltando 12 minutos para o final da contenda, Geovani dominou a pelota e, vendo o goleiro rubro-negro adiantado,  endereçou-lhe uma tremenda cobertura. Que beleza! A maricota caiu no pedaço, em câmera lenta (lembra-se do Canal 100?), melodramaticamente.  O espetáculo estrelado por Geovani esteve no programa do primeiro turno do Estadual-RJ teve plateia de 49 mil 404 pagantes, maracanizados.

4 - Cláudio José foi um dos muitos centroavantes que vestiram a camisa do Vasco da Gama. O seu tempo foi 1985, quando teve o seu dia glória. No 28 de julho, marcou três gols diante da Seleção de Camarões, am,istosamenteo, em São Januário.Virtude? Para a galera, virtude mesmo, nos 28 de julho. foi o Vasco mandar, sem fazer força, 3 x 0 no Águas Virtuosas, time da cidade mineira de Lambari, mas que disputava as competições da Liga de Caxambu. Para a rapaziada, o que importava era o que ia para o caderninho.  



quinta-feira, 26 de julho de 2012

DOIS ALMIRANTES NA ESQUINA DA COLINA

                       
O Almirante já teve dia de encarar o Almirante:| em 27 de julho de 1958. Foi durante mistoso, no Estádio Camilo Mussi, em Itajaí, com o Vasco da Gama de um lado e o Almirante Barroso do outro. Este formou uma seleção regional, com jogadores dos clubes Carlos Renaux, Olímpico e Paissandu, de Brusque; Marcílio Dias, de Itajaí, e Olímpico, de Blumenau, mas não adiantou. Ainda no primeiro tempo, os 14 minutos, o rol cmeou a rolar nas redes catarinenses.  Wilson Moreira foi o primeiro a balançar a reoeirae.  Pigta, aos 18, e Delém, aos 30 da etapa final, fecharam a conta para este grupo: Barbosa (ZéTaínha),  Dario e Viana; Écio, Ademar e Ortunho (Bibi); Sabará (Ramos), Livinho (Delém), Wilson Moreira (Dominguinhos), Rubens (Valdemar) e Pinga (Nivaldo). ALMIRANTE BARROSO-SC - Jorge, Darci, Nílson, Hélio (Bento), Brandão (Aduci) Nilo, Quico (Paraná), Teixerinha, Agenor e Godeberto. 
Afundado o Almirante Barroso, o Almirante Vasco da Gama foi para o fundo mar pegar Camarões. 
Em 28 do mesmo julho, mas de 1985, afogou a seleção do país africano com nome de marisco, por  5 x 0, em São Januário, amistosamente e dominicalmente. Naquele dia, o atacante Cláudio José foi o cara. Saboreu três palitos  de camarões na rede - Gersinho e Santos puseram mais pimenta no filó, com a turma que cozinhou o placar receitada por: Roberto Costa (Regis); Edevaldo, Ivan (Nei) Oliveira, Nenê (Fernando) e Gilberto (Rômulo); Geovani, Gersinho e Paulo César Magalhães; Mauricinho (Santos) e Cláudio José.