Vasco

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domingo, 5 de agosto de 2012

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - "ESPANTÁLIA"

 JOGO 300 no exterior – O Vasco da Gama excursionava por gramados italianos, em 1983, quando enfiou o pé na bota e goleou o Catânia, amistosamente, em uma quinta-feira, por 4 x 0. No diário de bordo, consta que Marcelo, aos 6 e aos  18 minutos do primeiro tempo, e Amauri, aos 14 da etapa inicial e aos 2 das fase final, avariaram o casco da nau adversária. O treinador era Carlos Alberto Zanata, ex-atleta do clube, que escalou: Acácio; Galvão, Chegas, Celso e João Luiz; Serginho, Geovani e Ernani; Marcelo, Amauri e Marquinho. No geral, foi o jogo 3.504, em 18 de agosto de 1983, no Estádio Angelo Massimino, em Catânia. 

JOGO 4.2013 – Neste, na Espanha, em 27 de agosto de 1983, no Estádio Sarriá, o Vasco da Gama conquistou o título do Troféu Cidade de Barcelona, vencendo o local Espanyol, por 3 x 1.  Valdir Bigode, aos 15 e aos 23 minutos do primeiro tempo, e Carlos Alberto Dias, aos 28, da mesma etapa, enviaram as bolas às redes. O antigo apoiador vascaíno Alcir Portella era o treinador e escalou esta rapaziada: Márcio; Pimentel, Alexandre Torres, Jorge Luís e Cássio; Bernardo, Geovani, William (Yan) e Carlos Alberto Dias (Leandro); Hernande (Tinho) e Valdir.  


8 DO 8 DO 84 - A esquadra do Almirante rolava por águas europeias, quando disputou o seu  único jogo contra a italiana Triestina. E deixou-a tri(e)stinha depois do apito final: 4 x 0, no Estádio Giuseppe Grazar, em Triete, amistosamente, em uma quarta-feira. Desembarcaram na rede: Mauricinho, aos 19 e aos 44 minutos do primeiro tempo; RobertoDinamite, cobrando pênalti, aos 21 da mesma etapa, e Rômulo, aos 21 da etapa fial. A tripulação da nau almiranteira em seu jogo 3.563 tinha: Roberto Costa (Acácio); Edevaldo, Ivan (Daniel González), Nenê e Aírton (Donato); Oliveira, Geovani e Mário; Mauricinho, Roberto Dinamite e Marquinho (Rômulo). 

sábado, 4 de agosto de 2012

HISTÓRIAS DO FUTEBOL BRASILENSE - GAMA VENCE NO BICO DOS PERIQUITOS

  De um lado, quase um time (10) de seleção - Marcos, Rogério Fidélis, César Sampaio, Alex Souza, Paulo Nunes, Zinho e os gringos Arce (paraguaio) e Asprilla (colombiano) – dois títulos internacionais – Taça Libertadores e Copa Mercosul – e quatro vezes campeão nacional ; do outro, o  Gama, time-nunca-clube do futebol candango, disputando o seu terceiro Campeonato Brasileiro, então campeão da Série B.

 Procedente de cidade satélite Brasília, mais pobre do que classe média baixa, a delegação do Periquitão desembarcou na capital paulista sem que nenhum repórter procurasse os seus atletas desconhecidos para a torcida paulistana. Afinal, eles estavam na zona de rebaixamento do Brasileirão e representavam folha salarial que não passava de R$ 300 mil mensais.

 Veio a tarde do domingo 22 de agosto de 1999 e 11.648 pagantes, evidentemente, quase todos torcedores palmeirense, foram ao já demolido estádio do Parque Antártica “comemorar a vitória” do Verdão paulistano. Só se esqueceram de combinar com o time gamense. A rapaziada, comandada pelo treinador Jair Picerni, não tomou conhecimento da fama dos craques de alto salário que representavam  folha salarial de R$ 4 milhões a cada mês e os enfrentou de igual par igual, para surpresa não só dos presentes, mas do time anfitrião.

Quem era aquele camisa sete do alviverde candango? Começaram a querer saber. Além de levar um tremendo trabalho para para  a moçada  da casa, em um dos seus grandes lances, ele deixou o camisa 9 Sorato (ex-Vasco da Gama e, também, ex-palmeirense) na cara do gol para só beijar a rede: Gama 1 x 0, aos 16 minutos do primeiro tempo. 

Reprodução do Jornal de Brasília


Incrível! O grande Palmeiras, com dez atletas de seleções nacionais, virando de etapa perdendo para um time de desconhecidos? Inacreditável, mesmo! A sua torcida, porém, deixava tudo por conta da “zebra” e esperava pela virada do placar, no segundo tempo. Mais uma vez, não combinaram com o visitante ousado. E foi pior. Aos 46 minutos, nos descontos (ainda não se falava em acréscimos), o abusado Romualdo driblou Galeano e Zé Maria dentro da área fatal paulistana e balançou a rede do canto direito da trave defendida pelo “São”Marcos: Gama 2 x 0.

Não dava mesmo para acreditar. Aquilo não era uma “zebra”, mas um “superzebra”, considerava a bairrista imprensa paulista, que assistiu até um ensaio de olé gamense. Enfim, a moçada voltou ao Planalto Central do país fora da zona de rebaixamento, pulando da 18ª para a 13ª colocação, à frente de Paraná-PR, Portuguesa de Desportos-SP, Sporte Recife-PE, Botafogo de Ribeirão Preto-SP, Juventude-RS, dos ‘grandões” Internacional-RS, Botafogo-RJ e até mesmo do inacreditável batido Palmeiras.

Rapazes do grande feito: Marcelo Cruz; Paulo Henrique, Gérson, Jairo e Rochinha; Deda, Caçapa, Alexandre Gaúcho (Beto) e Lindomar (Kabila); Romualdo e Sorato (Mazinho Loyola). O Palmeiras, com time comandado por Luis Felipe Scolari, teve: Marcos; Arce (Asprilla), César Sampaio (Zé Maria), Agnaldo Liz e Júnior; Galeano, Rogério, Zinho e Alex; Paulo Nunes e Oséas (Euller). OBS: o apelidado Júnior desta escalação é o baiano Jenilson Ângelo de Sousa, campeão na Copa do Mundo-2002. Euller também chegou à Seleção Brasileira e disputou, em 2000, as Eliminatórias da Copa. Só Agnaldo Liz, Galeano e Oséas não vestiarasm a camisa canarinha.    

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - MADUREIRAGEM

1 - Vasco da Gama 4 x 2 Madureira, com uma rodada de antecedência, garantiu o tetra do Torneio Municipal-1944/1945/1946/1947. O Madura abriu o placar, de pênalti, aos 30 minutos da etapa inicial. Aos 10 da fase final, Elgen o igualou. Mas o Tricolor Suburbano voltou as passar à frente, dois minutos depois. Porém, a partir dos 17, começou a levar ferro, com Ferrinho voltando a empatar. E, aos 23 e aos 40 minutos, Pacheco liquidou a ousadia do velho freguês.   O prélio rolou no estádio da Rua General Severiano, com o time campeão comemorando por causa de:  Castro, Laerte e Wilson; Rômulo, Moacir e Aedo; Ferrinho, Dimas, Heitor Pacheco, Elgen e Mário. 

CAMPANHA: 13.04.1947 – Vasco 4 x 1 América; 20.04.1947 – Vasco 8 x 0 Bangu; 27.04.1947 – Vasco 6 x 1 Bonsucesso; 04.05.1947 – Vasco 6 x 2 Olaria; 11.05.1947 – Vasco 2 x 1 São Cristóvão; 17.05.1947 – Vasco 5 X 0 Canto do Rio; 25.05.1947 – Vasco 2 x 2 Flamengo; 31.05.1947 – Vasco 0 x 4 Botafogo; 07.06 – Vasco 3 x 2 Fluminense; 21.05. Vasco 4 x 2 Madureira.

2 -  Vasco da Gama x Madureira é pega de muitas outras histórias. Em 15 de outubro de 1950, por exemplo, um domingo, o Almirante mandou 9 x 1, pelo Campeonato Carioca, em  São Januário, com o baixininin Djayr mandando cinco bolas no filó – Maneca (2), Álvaro Xaxá e Ademir Menezes mandaram as outras. Treinado por Flávio Costa, o time daquele estrondo foi: Ernani, Augusto e Wilson; Ely, Danilo e Jorge; Tesourinha, Maneca (faoto/E), Ademir, Álvaro e Dejayr.  Mas aquele pancadão nem é o maior do saco de maldades da rapaziada. Não fica nem entre os “10 Mais”. Vejamos: 14 x 1 Canto do Rio (1947); 12 x 0 Andarahy (1937); 11 x 0 Brasil-RJ (1927), São Cristóvão (1949), Gotebörg-SUE (1959), Combinado de Trondheim- NOR (1961) e Combinado de Petrópolis (1988); 10 x 0 Brasil-RJ (1935), Bonsucesso (1944) e Colatinense-ES (1954).    
  
3 - Em 1970, rolou a vergonha, para a torcidas vascaína, de ver a sua galera jogando - Vasco 2 x 0 Madureira - na preliminar de um Fla-Flu, pela terceira rodada do Campeonato Carioca. Silva, aos 10, e Alcir, aos 35 minutos do segundo tempo chegaram à rede. Elba de Pádua Lima, o Tim, comandava  esta rapaziada de: Andrada; Fidélis, Moacir, Clóvis e Eberval; Alcir e Buglê; Jaílson, Valfrido, Silva e Gilson Nunes.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

UMA CAPA DE REVISTA MUITO ANIMAL

       Edmundo foi um dos jogadores mais amados pela torcida do Vasco da Gama. Dava sangue pra valer pela camisa cruzmaltina e não escondia ser torcedor do clube. Falava isso em qualquer agremiação que estivesse defendendo – Palmeiras, Corinthians, Flamengo, Fluminense, Cruzeiro e Santos, entre outros, foram escudos que defendeu.
Na capa da revista paulista "Placar", da Editora Abril, há uma chamada dizendo: "Animal precisa de carinho". Animal era o seu apelido, ganho quando da sua primeira passagem pelos alviverdes  palmeirenses e pela forma feroz com que jogava. No texto do interior da revista psicólogo fez análise sobre o gênio do craque de pavio curto.   

EDMUNDO WAS ONE OF THE players most wanted by the fans of Vasco da Gama. He would give blood while he had him by his cross-stitch shirt and did not hide his being a "fan" of the "Admiral." He spoke this in any club he was defending - Palmeiras, Corinthians, Flamengo, Fluminense, Cruzeiro and Santos, among others.
On the cover of these Paulista magazine "Placar", from Editora Abril, there is a call saying: "Animal needs affection". Animal was his nickname, gained from his first visit to the Palmeiras inhabitants and the ferocious manner in which he played. In the inside text of the magazine psychologist makes analysis about the genius of the short wicker.



                      














 



quarta-feira, 1 de agosto de 2012

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - TÍTULOS EM 1974 E 1992

PRIMEIRO DE AGOSTO 
Andrada, Miguel, Alcir, Fidélis, Moisés e Alfinete (em pé, da esquerda para a direita); Jorginho Carvoeiro, Zanata, Ademir, Roberto Dinamite e  Luís Carlos Lemos ( agachados, na mesma ordem)








1 - Agosto é o mês de aniversário do Vasco da Gama. E de quatro títulos: campeão carioca-1923 (|primeiro da história do cube na primeira divisão da Liga Metropolitana de Desportos Terrestres); da Série A do Campeonato Brasileiro-1974; do Estadual-1987 e da Taça Libertadores da Amérca-1998.   
Para carregar o caneco do Brasileirão, o Almirante disputou um quadrangular contra o Santos, ainda com Pelé, o Internacional-RS e o Cruzeiro-MG|, ficando igualado aos mineiros, em primeiro lugar. Então, roloujogo extra, em 1º de agosto de 1974, em uma noite de quarta-feira, no Maracanã, diante de 112.993 pagantes. A Turma da Colina chegou mais perto da taça, aos 14 minutos, como Ademir Silva mandando o aviso à rede. Mas o lateral-direito cruzeirense Nelinho empatou, aos 19, e ficou assim o primeiro tempo.
O duelo era duríssimo. E complicou-se mais na etapa final. Até que, na volta 33 dos ponteiros do relógio do juiz Armando Marques, o ponta-direita Jorginho Carvoeiro marcou o gol que fez dos cruzmaltinos os primeiros cariocas campeões brasileiros: 2 x 1. Treinado por Mário Travaglini, o Vasco carregou taças e faixas formando com: Andrada; Fidélis, Miguel, Moisés e Alfinete; Alcir, Ademir e Zanata; Jorginho Carvoeiro, Roberto Dinamite e Luis Carlos Lemos.

CAMPANHA - Datas, placares e gols da conquista que teve em Roberto Dinamite o principal "matador" das contendas, com 16 "crimes". Conferindo! 09.03.1974 – Vasco 2 X 0 Coritiba (gols de Luís Carlos Lemos e Roberto Dinamite); 13.03.1974 – Vasco 0 x 0 Desportiva Ferroviária-ES; 17.03.1974 – Vasco 1 x 0 Flamengo (Roberto Dinamite); Remo-PA 1 x 2 Vasco (Gaúcho e Roberto Dinamite); 23.03.1974 - Paysandu 0 x 0 Vasco;30.03.1974 – Vasco 0 x 0 Botaogo; 03.04.1974 – Vasco 0 x 0 Bahia; 13.04.1974 - Vasco 0 x 0 Vitória-BA; 21.04.1974 – Vasco 1 x 2 Fluminense (Luis Carlos); 27.04.1974 – América-RN 2 x 3 Vasco (Roberto Dinamite (2) e Fred); 04.05.1974 – Itabaiana 0 x 3 Vasco (Luis Carlos, Roberto Dinamite e Zanata); 08.05.1974 – Vasco 1 x 1 Olaria (Roberto Dinamite); 15.05.1974 – Tiradentes-PI 0 x 1 Vasco (Perez); 18.05.1974 – Sampaio Corrêa-MA 2 x 0 Vasco; 26.05;1974 – Vasco 0 x 1 América-RJ; 29.05.1974 – Vasco 1 x 0 Avaí-SC (Roberto Dinamite); 02.06.1974 – Grêmio-RS 1 x 0 Vasco; 09.06.1974 – Atlético-PR 1 x 1 Vasco (Jaílson); 13.06.1974 – Vasco 3 x 1 Internacional (Roberto Dinamite (3); 29.06.1974 – Vasco 3 x 0 Operário-MS (Roberto Dinamite, Fred e Marião (contra);03.07.1974 – Nacional-AM 0 x 0 Vasco; 10.07.1974 – Atlético-MG 0 x 2 Vasco (Roberto Dinamite e Jaílson); 14.07.1974 – Vasco 2 x 0 Corinthians ( Roberto Dinamite e Jaílson); 18.07.1974 – Vasco 0 x 0 Vitória-BA; 21.07.1974 – Vasco 2 x 1 Santos (Roberto Dinamite e Luis Carlos); 24.07.1974 -Vasco 1 x 1 Cruzeiro (Alfinete). 28.07.1974 – Vasco 2 x 2 Internacional-RS (Roberto Dinamite e Zanata); 01.0.1974 – Vasco 2 x 1 Cruzeiro (Ademir e Jorginho Carvoeiro). 

2 - 02 de agosto e 1992 - Vasco da Gama 2 x 1 Fluminense - com gols de Luisinho Quintanilha e Bismarck, valeu ao Almirante carregar a Copa Rio de Janeiro, que não deve ser confudida com a Taça Rio de Janeiro que, à épóca valia o segunda etapa do Estadual-RJ. Conquista indiscutível, com sete vitórias e dois empates, marcando 16 e levando quatro gols. Inclusive, vencendo o Flu (por três vezes), Flamengo e Botafogo, os mais fortes rivais. Só tropeçou empatando com os pequenos Madureira e Volta Redonda. O jogo do título, em um domingo, em São Januário, teve 3.7811 pagantes e apitos por Sérgio Cristiano do Nascimento, teve o treinador  Joel Santana escalando: Carlos Germano; Dedé (Cássio), Jorge Luiz, Tinho e Eduardo; Luisinho Qintanilha, Leandro Ávila e Flávio; Bismarck, Valdir Bigode e Roberto Dinamite. 
CAMPANHA 13.06.1992 – Vasco 0 x 0 Madureira; 17.06.1992 – Vasco 3 x 1 Fluminense (gols de Sorato, Macula e Valdir Bigode); 24.06.1992 – Vasco 2 x 1 Botafogo (Valdir e Cássio); 11.07.1992 – Vasco 3 x 0 Portuguesa-RJ (Roberto Dinamite, Bebeto e Júnior); 15.07.1992 – Vasco 2 x 1 Flamengo (Luís Cláudio e Júnior); 23.07.1992 – Vasco 0 x 0 Volta Redonda; 26.07.1992 – Vasco 2 x 0 Volta Redonda (Bismarck e Roberto Dinamite); 31.07.1992 –Vasco 2 x 0 Fluminense (Jorge Luís e Eduardo); 02.08.1992 – Vasco 2 x 1 Fluminense (Luisinho e Bismarck). 
  Fotos reproduzidas da revista Manchete (acima) e de www.esporterio.blogspot.com (abaixo).