Vasco

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segunda-feira, 10 de junho de 2013

ADEMIR: ÚLTIMO JOGO CRUZMALTINO

Em 10 de junho de 1956, o então maior ídolo da história do Club de Regatas Vasco da Gama, o atacante pernambucano Ademir Marques Menezes, disputava a sua última partida pela "Turma da Colina". Naquele dia, os vascaínos venceram o Sporting-POR, por 3 x 2, marcando a inauguração do estádio José Alvalade, em Lisboa, perante 60.780 pagantes.
 Vavá (2) e Sabará sacudindo as malhas do “golkipa” português, tendo o último Vasco de Ademir sido armada pelo técnico Martim Francisco e formado com: Hélio, Paulinho e Orlando; Haroldo, Laerte e Coronel; Sabará, Valter (Livinho), Ademir (Vavá) e Djayr.
De sua parte, o Sporting reuniu atletas de outros times para a festa e mandou ao "relvado": Carlos Gomes, Caldeira, Joaquim Pacheco, Fernando Cabrita (do Sporting da Covilhão), Falé (do Lusitano de Évora),  Juca (gol), Hugo , Vasquesa, Miltinho (gol),  Mário Imbelloni (sem time) e João Martins. 

MATADOR - Autor de 301 gols, em 429 jogos, Ademir foi, também, o artilheiro da Copa do Mundo-1950, com 8 tentos –  total de 35, em 41 compromissos pela Seleção Brasileira. Nascido em 8 de novembro de 1921, em Recife, sob o signo de escorpião, o seu apelido era “Queixada”,  por ter um queixo grande.
Pelo Vasco, Ademir marcou 278 atentos, tendo vascaínado, pela primeira vez, em 29 de março de 1942, com 1 x 0 sobre o Bangu, pelo Torneio Início, disputado em São Januário.
 A primeira bola cruzmaltina na rede foi nos 4 x 1 Bonsucesso, em 3 de maio, pelo Campeonato Carioca-1942, no estádio do Madureira, à Rua Conselheiro Galvão. Já a última saída para o abraço foi 3 de junho de 1956, amistosamente, no já demolido estádio Sarriá, em Vasco 3 x 2 Espanyol, de Barcelona. Todos estes feitos rolaram nos domingos.
Como tinha, também, as seleções brasileira e carioca a servir,  Ademir esteve vascaíno por de março de  1942 a outubro de 1944; março-1945 a novembro de 1945ª; fevereiro de 1948 a fevereiro de 1950; agosto de 1950 a fevereiro de 1953; julho de 1953 a junho de1956.
PONTARIA CERTA - Ademir deu ao Vasco as artilharias dos Campeonatos Cariocas de 1949 (31 gols) e de 1950 (25), além do Torneio Rio-São Paulo de 1951 (9).
 Confira o seu currículo de campeão cruzmaltino:
Torneio Início (1942); Torneio Municipal (1944); Torneio Municipal (1945);Campeonato Carioca (FMF) (1945); Sul-Americano de Clubes (1948); Torneio Início (1948); Campeonato Carioca (FMF) (1949); Campeonato Carioca (FMF) (1950); Campeonato Carioca (FMF) (1952); Quadrangular Internacional do Rio  de Janeiro (1953) e Torneio Octogonal Rivadavia Correa Mayer (1953)
 




 


 

 
 


 

domingo, 9 de junho de 2013

DINAMITE:O CRAQUE DE VINIL

Nos tempos dos discos de vinil, a gravadora RGE lançou um LP  - usava-se esta abreviatura para "long playng" – , destacando os gols e a vida do artilheiro cruzmaltino Roberto Dinamite. O lançamento ocorreu durante o programa (da TV Globo)  do vascaíno Abelardo "Chacrinha" Barbosa, que rolava nas tardes de sábado. A revistas "Placar" pautou o fotógrafo Rodolpho Machado e ele clicou o artilheiro para esta imagem publicada à página 48 da edição de 8 de junho de 1984. Há 19 temporadas

sábado, 8 de junho de 2013

BAIANO USA LEI DO EX CONTRA O VASCO



  Da primeira vez em que topou com o seu ex-treinador Cristóvão Borges, o Vasco da Gama passou apuros. Teoricamente, jogando em casa, levou o primeiro gol, com sete minutos de pugna, e gastou 22 para empatar – por intermédio de Carlos Alberto. Rolou a chamada "Lei do Ex", que complica a vida do antigo patrão, quando se deparam. Tudo isso rolou no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, valendo pela quinta rodada do Brasileirão. Com o resultado, o Almirante somou sete pontos, em 15 disputados e, no reencontro cristoval, diante de 3.986 presentes, seu treinador, Paulo Autuori, escalou:  Michel Alves; Elsinho, Luan, Renato Silva e Dieyson (André); Sandro Silva, Wendel, Pedro Ken e Alisson; Carlos Alberto (Dakson) e Edmílson (Thiaguinho).

 

sexta-feira, 7 de junho de 2013

ANIVERSARIANTES: EURICO E VILADÔNEGA

  Eurico Ângelo de Oliveira Miranda nasceu em 7 de junho de 1944a, no Rio de Janeiro,  e foi eleito presidente do Vasco, pela primeira vez, em 2000. Reeleito em 2003 e em 2006. O fim do seu poder ano clube ocorreu por anulação de pleito. Em 21 de junho de 2008, o atual presidente vascaíno, Roberto Dinamite, ganhou a nova disputa.  
   Filho dos portugueses que viram para o Brasil fugindo do regime político do  ditador Oliveira Salazar, o ex-presidente vascaíno Eurico Miranda já era polêmico desde os tempos de colégio. Chegou a ser expulso de um deles, por brigar muito com os colegas. Formado em fisioterapia e em direito, desembarcou em São Januário, em 1967, quando tinha 23 anos e assumiu o cargo de diretor de cadastro.
  Em 1969, quando já era vice-presidente de patrimônio, Eurico foi acusado de desligar a rede elétrica do local onde os conselheiros se reuniam para cassar o presidente (seu amigo) Reinaldo Reis. Este, no entanto, escapou só do adiamento da cassação.
               VILADÔNEGA
Nos inícios da década de 1960, o Vasco tinha um meia chamado Viladônega. Frequentemente, os jornais e revistas escreviam Villadoniga. Era uma confusão por conta de um atacante argentino que que passara por São Januário entre 1939 e 1942. Aquele, sim, era Villadoniga.
O Viladônega (com um “l”só) foi um baiano baixinho, nascido em 7 de junho de1942, em Jequié, onde defendia o Jequezinho. Descoberto por um sócio do Vasco, o Doutor Sebastião, e batizado por Viladônega Souza Rodrigues, era filho de Expedito Oliveira Rodrigues e de Adélia de Souza Rodrigues. Antes de ir para a Colina, tentaram levarem-no para o Esporte Clube Bahia, mas seu Expedido não permitiu, pois era torcedor do Ipiranga.
O baianinho chegou a São Januário em 1956. Mas, só em 57, ganhou uma chance, pelo treinador Eduardo Pelegrini, no time juvenil, como médio apoiador, atual volante. Em 58, foi vice-campeão carioca da categoria. Em 1959, vice-campeão pan-americano, em Chicago, nos EUA. Em 1961, campeão brasileiro de amadores, pela Seleção Carioca. No time A cruzmaltino, estreou em um amistoso, contra o uruguaio Nacional, em Montevidéu.
Em 1963,o último Vasco de Viladônega era: Ita (Humberto Torgado, Marcelo Cunha), Joel, Brito, Fontana (Barbosinha/Russo) e Pereira (Dario/Coronel); Maranhão (Odmar/Écio) e Lorico; Joãozinho (Sabará), Célio ((Viladôniga), Saulzinho (Mário ‘Tilico’/Altamiro) e Da Silva (Ronaldo/Maurinho/Milton). Enquanto isso, o Viladoniga argentino jogou sua última temporada com esta rapaziada, em 1942: Walter (Roberto), Florindo (Haroldo) e Osvaldo Carvalho (Sampaio); Figliola, Zarzur (Noronha) e Dacunto (Argemiro); Alfredo II (Xavier, Birila, Manuel Rocha), Alfredo I |(Ademir), Villadoniga (Moacir, Massinha), Nino (Rui) e Orlando.

 
 


quinta-feira, 6 de junho de 2013

VITÓRIAS NO "DIA DA VITÓRIA"

A data de hoje, 6 de junho (6 do 6), para a turma ligada na “força dos números” ficou conhecida, mundialmente, como o "Dia da Vitória". Marcou o desembarque das tropas aliadas na Normandia, determinando a vitória da liberdade sobre os nazistas, durante a II Guerra Mundial. Foi o chamado "Dia D".
Para o Vasco, o “Dia da Vitória” é de vitórias, mesmo! Nele, a “Turma da Colina” conquistou duas Taças Rio, de 1993 e de 1999, e o Torneio Governador João Castelo, no Maranhão, em 1982. Isso, além de uma goleada, por 5 x 0,  pra cima do austríaco Rapid Viena, em 1949. Um outro grande clube batido na data foi o Grêmio Porto-alegrense, por 1 x 0, em 1998. A moçada saiu vitoriosa, também, diante do Bonsucesso, duas vezes, por 4 x 3, em 1934, e por 3 x 1, em 1979, e contra um combinado da cidade norueguesa de Sakeid, por 2 x 0, em 1961,
Nas duas vitórias mais importantes na data, uma não foi bem um vitória, no placar. Mas o empate de 1993, por 1 x 1, com o Fluminense, valeu um caneco, pelo gol de Valdir ‘Bigode’. Já os 2 x 0 sobre o Flamengo, com o ‘Animal’ Edmundo comparecendo, por duas vezes, ao filó, além de representar a ida da Taça RJ para as prateleiras das Colina, ainda teve o sabor de ter sido tirada do maior rival, diante de 64.845 pagantes.