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| Fechou o gol na decisão de 1997 |
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| Éder Luís marcou o gol que valeu o título de 2011 |
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| Fechou o gol na decisão de 1997 |
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| Éder Luís marcou o gol que valeu o título de 2011 |
Julho de 1978; o Gama passava por seríssimas dificuldades financeiras e a saída mais falada seria solicitar licença das competições da Federação Metropolitana de Futebol-FMF. O presidente Márcio Tanus de Almeida, principal assessor da Administração Regional da cidade do Gama e que estava no cargo, apenas, porque o adminisrtrador Walmir Bezerra o indicara para suceder ao fundador Hermínio Neves, o Tim, em troca do seu apoio, não via como acumular duas funções.
Já que o Tim não
era visto pelo administrador Bezerra como alguém com traquejo suficiente para
comandar um clube no regime profissional e ser o representante da cidade no campeonato metropolitano,
começou-se a procurar alguém para
substituir o Tanus. Como ninguém queria o cargo, o ainda presidente Márcio
Tanus e seu diretor Márcio Rodrigues conseguiram convencer o diretor de
futebol, Osvandio Lima, a assumir o comando. “Me pegaram no laço”, comparava.
Osvando,
comerciante, proprietário de uma das principais lojas do Gama, a Casa Lima, ao ser
o brigado a topar o dessafio, disse aos demais dirigentes:
- Sem o apoio dos
comerciantes da terra, não terei como tocar o Gama. Uma coisa é eu gerir a
minha loja, outra é atender às expectativas de todauma cidade apaixonada por
futebol – e foi à luta e quase quebrou a sua loja. De sua parte, o administrador Walmir Bezerra liberava o estádio
da comunidade para a turma trabalhar.
Quando Osvando Lima tornou-se presidente, os jornais
cariocas divulgavam que o Botafogo iria cobrar do Gama, judicialmente, Cr$ 290
mil cruzeiros (moeda da época), de cota não paga por amistoso, no Bezerrão.
- Começar um
mandato daquele jeito, era pior do que ter a minha loja assaltada e não sobrado
nada – considerou.
Osvando Lima negociou com o Botafogo e a Federação
Metropolitana de Futebol, que lhe emprestou grana, e marcou o seu “primeiro gol como cardtola”.
- Evitamos que o nome do Gama ficasse sujo e não conseguissemos
mais trazer nenhum grande clube pra jogar amistosos com a gente” – comemorava.
Osvando considerava, porém, o grande lance dos
seus inícios de presidência gamense ter conseguido patrocinadores para tirar o meia
Péricles, do Brasília Esporte Clube e considerado o principal craque do então
futebol candango.
- Foi algo tão grande para um olube pequeno, como o Gama, que a apresentação
do atleta foi no Iate Clube de Brasília -, acentuou, sobre o fato, ocorrido durante
almoço com a imprensa, no então mais
famoso e importante clube brasiliense.
Os patrocinadores – o principal foi o carnê Gamão Milionário, que sorteava prêmios para os compradores - conseguidos por Osvando Lima pagaram Cr$ 50 mil cruzeiros, de luvas (antiga grana por fora do comtrato) e Cr$ 10 mil cruzeiros mensais a Péricles, “investimentio muito grande para o pequeno Gama”, sublinhava.
Péricles foi
tornado capitão do time, pelo treinador Martim Francisco e, ganhando a
companhia do aratilheiro Fantato e do ponta-esquerda Robertinho, vindos do Goiânia
EC, liderou a rapaziada durante a conquista do titulo de campeão brasiliense de
1979, o primeiro dos gamenses.
Osvando Pimentel de
Lima nasceu na goiana Uruano. Foi lateral-direito do Brasilinha, time amador gamense,
e seu único titulo como atleta foi campeão aspirante da cidade, em 1966.
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| Riascos guardou bola no barbante e na barriga |
Nair decidiu encarar. Informou-se sobre o veneno, a graciosidade de antigas balizas campeã e foi à luta. E não deu outra. Levou o título. Em vermelho e branco, as cores do seu colégio. Nesta foto, ela foi clicada, por Jankiel Gonckazarowski, para o Nº 79 de “Manchete Esportiva” que circulou com data de 25 de maio de 1957.
"O meu pai comprava camisas do Vasco para mim, quando eu era garoto, mas nunca me levava aos jogos do clube. Isso só foi acontecer quando já morávamos em São Paulo. Ele era capitão do Exército e foi transferido de cidade. Um dia, um tio fanático pelo Vasco foi assistir à decisão do Tornei Rio de Janeiro-São Paulo e meu pai ficou tão alegre que levou a família toda para o estádio. Isto é, a minha mãe e a minha irmã, além de mim. Não me lembro de mais nada da partida, que encontro em matérias pela Internet. Mas algo ficou marcado na minha mente de garoto de 13 para 14 anos de idade: eles comemoram tanto que, ao chegarmos de volta em casa, ouvi um deles falar: 'Vamos beber uma pinga em homenagem ao Pinga", que nem marcou gol". Hílton Júnior - do Rio de Janeiro.