Vasco 3 x 1 Duque de Caxias, no 29 de janeiro de 2012 - ele marcou, ainda, pelo Estadual-RJ-2012, em Vasco 3 x 0 Madureira, de 11 de março.
Vasco
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021
REVISTA DO KIKE - Nº 15 - KIKE NO LANCE
Vasco 3 x 1 Duque de Caxias, no 29 de janeiro de 2012 - ele marcou, ainda, pelo Estadual-RJ-2012, em Vasco 3 x 0 Madureira, de 11 de março.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021
XERIFE FERNANDO NA IZKINA DO DIABO
Quando estiver velho, barrigudo, careca, pronto para contar histórias para os netos, o quarto-zagueiro Fernando não poderá esquecer da noite de 14 de maio de 1988, no Maracanã. Naquele jogo, da sétima rodada do Estadual-RJ, ele foi o cara. Marcou um gol, em Vasco da Gama 2 x 0 América, e teve grande atuação, inclusive, fazendo constantes saídas de sua defesa e parando na área do Diabo, pra tocar o terror.
Não era obrigação dele tentar o gol, mas, sim, defender. Pra balançar a roseira, o Almirante tinha, principalmente, os matadores Roberto Dinamite e Romário. Este, por sinal, deixara um peixe na rede americana, aos 15 minutos. Mas, como o Diabo não endiabrava a contenda, o paulista Fernando César de Matos (chegado no 16.10.1961, em José Bonifácio), resolveu tocar afogo no inferno. Aos 34 minutos, roubou bola, pelo meio do campo, livrou-se de três adversários, pintou na área do "Mequinha" e marcou o seu único gol vascaíno, em 31 jogos, entre 1986 a 1988.
Se não foi muito amigo das redes, pra compensar, Fernando colecionou as faixas de bicampeão estadual-RJ, de 1987/1988, após o Vasco busca-lo no Santos, que defendera, de 1984 a 1985. No entanto, havia surgido na Portuguesa Santista-SP (1980 a 1984), xerifando a área da Lusinha, com seu 1m88cm de altura. Pena que, em sua maior noite de glória, só tenha sido aplaudido por 2.888 gatos pingados, deixantes nas bilheterias do estádio grana que não dava nem para pagar as despesas da pugna.
Naquela partida, o time vascaíno, comandado por Sebastião Lazaroni, alinhou: Acácio; Paulo Roberto Gaúcho, Donato, Fernando e Lira: Josenílton, Geovani (Mazinho) e Henrique; Vivinho, Roberto inamite (William) e Romário. Depois de passar pela Colina, o xerifão Fernano vestiu mais seis camisas diferentes e aposentou-se, em 1996. Tem, ou não tem, uma boa história de carecas barrigusos pra contar aos netos?
REVISTA DO KIKE - Nº 14 - TAPA NA RAPOSA
O Almirante é caçador de Raposa desde 30 de outubro de 1927, quando o adversário ainda era Palestra Itália, nome trocado (pelo atual), por causa da II Guerra Mundial, na década-1940. No primeiro pega, os dois ficaram em cima do muro (1 x 1), amistosamente, em campo do bairro Barro Preto, em Belo Horizonte. Passadas duas temporadas, o Vasco da Gama levou o time mineiro ao Rio de Janeiro, em 11 de outubro de 1929, e mandou 3 x 1, em São Januário.
Enquanto a rapaziada das Minas Gerais foi palestrina, frequentou, por cinco
refregas, o caderninho de fregueses vascaínos, em disputas amistosas que
prosseguiram entre 6 de março de 1937 a 16 de abril de 1941, tendo o Almirante só naufragado no 8 de setembro
de 1939, em dia de visita a BH. No último encontro contra o Palestra Itália, rolou
igualdade (1 x 1) na conta.
Vasco
da Gama x Cruzeiro começa em 9 de fevereiro de 1946, com 3 x 2 para os
anfitriões, na carioca Rua General Almério de Moura, amistosamente, com João Pinto,
Alfredo II e Djalma levando o Almira à
rede. Time: Barbosa, Rubens e Sampaio; Alfredo II, Ely e Dino (Nílton); Djalma,
Elgen, Isaías, João Pinto (Friaça), Santo Cristo, comandados pelo uruguaio Ondino
Viera. Duelo aberto, a maior goleada vascaína ficou nos 4 x 1, amistosamente, em
15 de novembro de 1956, no estádio da Alameda, em Beagá, placar repetido em 21 de maio de 1960, em um outro amistoso
no Rio de Janeiro.Arte computadorizada pelo multimídia Renato Aparecida
A primeira partida oficial entre os dois
clubes só foi rolar em 22 de março de 1967, pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa
(um dos embriões do atual Campeonato Brasileiro), ficada pelo 1 x 1 no
Maracanã. Nesse quesito, o primeiro triunfo vascaíno foi por 1 x 0, em 25 e
outubro de 1972, no Maracanã, pelo chamado na época Campeonato Nacional.
Foi, também, da década-1970, a primeira
decisão de título entre vascaínos e cruzeirenses. Por 1 x 1, no 24 de julho de
1974, no Mineirão, e Vasco 2 x 1, em 1 de agosto da mesma temporada, o Vasco da
Gama conquistou o seu primeiro caneco do Brasileirão, jogando no Maracanã,
tendo Ademir e Jorginho Carvoeiro marcado os gols das moçada treinadas por Mario
Tavaglini, que mandou à lutas: Andrada; Fidélis, Miguel, Moisés e Alfinete; Alcir,
Zanatta e Ademir; Jorginho Carvoeiro, Roberto Dinamite e Luís Carlos Lemos, testemunhados
por 112.993 pagantes.
O
duelo registra, também, esquisitamente, dois empates consecutivos, por 3 x 3, ambos
em 2005 (26.06 e 05.10), um no Mineirão e o outro em São Januário. Neste Século
21, o maior placar imposto pelo Vasco da Gama foi 3 x 0, em 25 de setembro de
2011, pelo Brasileirão, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas-MG. E a história, por
ora, pára no 2 de dezembro de 2019, com Vasco 1 x 0, em São Januário. Em 2020,
não houve encontros, porque a Raposa foi se entocar n Série B do Brasileirão.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2021
REVISTA O KIKE - Nº 13 - O IMPIEDOSO
Véspera do maior feriado da pátria amada: 6 de setembro de 1947. Para gáudio da galera, o Almirante sapecou 14 x 1 Canto do Rio, pelo primeiro turno do Campeonato Carioca, em São Januário. O Cantusca só teve 21 minutos para respirar. Depois daquela volta dos ponteiros do relógio, começou a impiedança vascaína, que só parou aos 44 do segundo tempo - todo o ataque bateu na rede.
Maneca (5), Ismael (4), Dimas (3), Nestor e Chico foram os malvadões, a mando do treinador Flávio Costa, que escalou: Barbosa, Augusto e Rafagnelli; Ely, Danilo e Jorge; Nestor, Maneca, Dimas, Ismael e Chico.
O segundo maior pancadão está anotado por Vasco 12 x 0 Andarahy, no estádio das Laranjeiras-RJ, em 29 e dezembro de 1937, valendo, também, pelo Estadual. Niginho (4), Luna (4) e Alfredo I (3) foram os mais cruéis. Mas Feitiço teve tempo pra beliscar o dele. Time do dia: Joel, Zé Luís e Itália; Poroto, Zarzur e Calocero; Armandinho, Alfredo I, Niginho, Feitiço (Gabardinho) e Luna, treinados por Floriano Peixoto.
O Vasco da Gama mandou goleadas, também, por 1 1 x 0, sobre Brasil-RJ (01.05.1927), São Cristóvão (03.07.1949), ambas pelo Estadual, e Combinado de Petropólis-RJ (13.02.1988), amistosamente. Por esta mesma contagem, escreveu a sua maior sacanagem internacional, pra cima do Combinado de Trondheim, na Noruega (01.06.1961), com gols por Saulzinho (3), Sabará (3), Pinga (2), Roberto Pinto, Laerte e Pacoti. Comandados por Martim Francisco, os impiedosões foram: Miguel, Paulinho, Bellini, Barbosinha e Russo; Laerte e Roberto Pinto; Sabará, Pacoti, Saulzinho e Pinga.
Em Campeonatos Brasileiros, a maior maldade vascaína ficou por 9 x 0 Tuna Luso-PA (19.02.1984), em São Januário, pela primeira fase. Arthurzinho (4) e Marcelo (3) foram os cara - Geovani e Aírton completaram a balaiada, O treinador era Edu Coimbra, o Eduzinhoi, ex-meia vascaíno, que escalou: Acácio (Roberto Costa); Edevaldo, Daniel Gonzalez, Nenê e Aírton; Pires, Geovani e Arthurzinho; Jussiê, Marcelo e Marquinho (/Cláudio José) 0 - a moçada já sapecou, também, 7 x 0 Moto Clube-MA (24.01.1982) e 7 x 0 Internacional de Santa Maria-RS (10.03.19821).
Pela Copa do Brasil, o recorde de gols vascaíno é 7 x 0 Botafogo da Paraíba (22.02.2006), em São Januário, pela primeira fase do Copão. Romário (3), Valdiram (2), Morais e Éder marcaram os tentos do time treinado por Renato Gaúcho Portaluppi e que foi: Roberto; Claudemir, Jorge Luís, Éder e Diego (Thyago Fernandes); Ygor, Abedi (Ricardinho), Ramon (Ernane) e Morais; Valdiram e Romário.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021
REVKIKE - Nº 12 - O Q Q O BAHÊA TEM?
O primeiro jogo Vasco x Bahia rolou em 21 de abril de 1936 (foto), no já demolido Estádio da Graça, em Salvador e então pertencente à Federação Baiana de Futebol. O Almirante goleou, por 4 x 1, com gols marcados (2) por Moacyr de Mello (não confundir com Moacyr Siqueira de Queiros, o Russinho), Ladislau e Nena. Em algumas revistas antigas, Moacyr vem com y, e em outras com i.
Vasco x Bahia já se repetiu por 78 vezes, com 28 vitórias e 103 gols vascaínos, além de 20 empates. Em 48 pegas do Brasileirão, são 12 vitórias vascaínas e 19 empates. Em 2000, quando o torneio teve por nome Copa João Havelange, devido problemas políticos entre clubes e a Confederação Brasileira de Futebol, o Almira eliminou o Tricolor de Aço, em dois jogos eletrizantes, escrevendo 3 x 3 e 3 x 2 no placar e chegando às quartas de final, para ser, mais tarde, o campeão da competição.
Vasco x Bahia já se encontram, também, em momentos em que estavam em baixa no cenário nacional, como durante Brasileiro da Série B. Por ali, registram-se quatro pegas, com duas vitórias para cada um - pela Copa do Brasil, ocorre a mesma escrita.
Anote algumas vitórias vascaínas nesse confronto – 24.11.1959 – Vasco 2 x 1 Bahia; 03.02.1974 – Vasco 2 x 1; 13.07.1978 – Vasco 1 × 0; 13.09.1987 – Vasco 3 x 0; 17.03.1991 – Vasco 1 × 0; 12.03.1992 – Vasco 3 × 1; 02.11.1997 – Vasco 3 × 1; 28.11.2000 – Vasco 3 × 2; 23.10.2011 – Vasco 2 x 0; 10.06.2012 – Vasco 2 x 1; 28.05.2016 – Vasco 4 x 3; 21.05.2017 – Vasco 2 x 1; 16.07.2018 – Vasco 2 x 0; 24.09.2018 – Vasco 2 x 1. Vale registro, também, do 25.11.2000 – Bahia 3 × 3 Vasco.



