Vasco

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sexta-feira, 5 de março de 2021

O CENTENIAL ZAGUEIRÃO RAFAGNELLI

 A história da torcida torcidas vascaína lembra, hoje,  que, se vivo fosse por este planata, o xerifão argentino   Rafagnelli estaria celebrando 100 vidas:  05.03.1821 a 05.03.2021.   

Registrado por Ramón Roque Rafagnelli,  ele foi ídolo da Turma da Colina durante a  década-1940. Surgido defendendo o Unión da Argentina, em 1941, tendo ficado pelo time de Santa Fé até, pelo menos, abril de 1943, quando foi  desejado por River e Boca Júnior, o Vsco da Gama levou a melhor. E o estreou no sábado 28 de agosto de 1943, em Vasco da Gama 5 x  0 Bosucesso, em São Januário,  pelo segundo turno do Campeoanto Carioca - Oncinha, Rubens e Rafagnelli;  Figliola, Nílton e Argemiro; Djalma, Lelé,  Isasías, Ademir e Chico foi o time montado pelo treianador uruguaio Odino Viera e que, a partir de 1945,  ficou conhecido por Expresso da Vitória e, até, foi reconhecido, pelos argentinos,  que o chamaram por  El Expresso,  tão  bom quanto o do River Plate, que eles o chamavam por Lá Maquina.

Nesse rol de sucessos, Rafagnelli foi considerado, pelos seus hermanos, um dos melhores zagueirões atuando no Brasil.  Tantoque foi uma das feras da Turma da Colina que conquistou dois Estaduais-RJ -1945/1947, invictos. Para O Globo Sportivo, foi  o melhor zagueiro pela esquerda dnas duas tmporadas.

Foto enviada pelo vascaino Aluísio Carvalho - agradecimento 

 A maior  glória de Rafagnellil como vascaíno fo o Campeonato Sul-Americano de Clubes Campeões-1948, no Chlile, primeira conquista por time brazuca no exterior. Ele disputou  cinco dos seis compromissos , não encarando o chileno Colo-Colo, de saída,  devido contutsão. Só entrou a partir dos 19 minutos do segundo tempo, substituindo um outro contundido, o colega de zaga Wilson, e segurando a onda lá atrás.

O úlimo Vasco da Gama de Rafagnelli foi em   4 de julho, pelo Torneio Início do Campeonato Carioca-19 48,  ajudando a vencer o Olaria, por 1 x 0, e foi embora campeão  -  Barbosa, Wilson e Rafagnelli; Ely, Danilo e Jorge; Djalma, Maneca,  Friaça, Tuta e Chico. Nos dois jogos anteriores, rolaram Vasco 1 x 0 Bonsucesso e Vasco 0 (3 x 2) x 0 América (decdido nos pênaltis), com Ademir Menezes entrando nesses dois, e Dimas  só no primeiro.  

Em 1949, Rafagnelli trocou o Vascco da Gama pelo Bangu. Em 1954, encerrou a carreira, pelo Palmeiras. Ele está no livrinho, também, como o gringo maior ganhador de canecos  vascaínoa e o argentino  (não  goleiro) que mais vestiu a jaqueta da Turma da Colina – grande história!     

quinta-feira, 4 de março de 2021

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - DIAMANTINADA

04.03.1934  - Estreia do goleadore Leônidas da Silva com a jaqueta cruzmaltina. Rolou em  Vasco da Gama  3 x 0  Palestra Itália (futuro Palmeiras), amistosamente, em São Januário. Mas ele não basteu na rede, ficando aquilo por cona de Carreiro e Russinho, no primeiro tempo, e de Gradim na etapa final da partida apitada por Alfredo Paladino.

Detalhe: o treinador dos visitantes era o uruguaio Ramón Platero, que comandar os vascaínos quando da conquista do primeiro título de campeão carioca, em 1923. Ele levou à Colina um time forte, mas a Turma da Colina foi mais, isto é: Rey, Domingos da Guia e Itália; Gringo, Fausto e Mola (Tinoco); Bahianinho, Leônidas da Silva, Gradim, Russinho e Carreira, comandados pelo inglês Harry Welfare.

 Oficialmente, no entanto, Leônidas da Silva estreou vascaíno 27 dias depois, no primeiro de abril, em Vasco 2 x 1 América, pelo Campeonato Carioca. Ele foi o maior atacante brasileiro de sua época, mas sua trajetória cruzmaltina foi de poucas bolas na rede: um só gol, em Vasco 2 x 0 Bonsucesso, de 13 de abril do mesmo 1934, pelo Campeonato da Liga Carioca de Football, formando neste  quadro armado Harry Welfarei: Rey, Domingos da Guia e Itália; Tinoco, Fausto (Jucá) e e Gringo; Baiano, Leônidas, Gradim, Russinho e Orlando – os outros jogos vascaínos de Leônidas foram:  2 x 1 América (01.04.1934); 2 x 0 Bangu (08.04.1934) e 0 x 1 São Cristóvão (22.04.1934).

 
Leônidas demorou-se pouco em São Januário. Motivo: precisandoa de craques para montar uma seleção e enviá-la à Copa do Mundo-1934, na Itália, a então Confederação Brasileira de Desportos-CBD o tirou do Vasco da Gama, oferecendo-lhe vantagens compensavativaças pra deixar o profissionalismo vascaíno e tornar-se amador cebedense. Foi assim que o  Diamante Negro marcou o ínico gol brasileiro naquele Mundial, em nossa única partida: 1 x 3 Espanha.

                 O

quarta-feira, 3 de março de 2021

REI PELÉ É VASCAÍNO MUITO HONRADO

 

Foto e texto reproduzidos de www.crvascodagama.com.br - agradecimento

 Entre os títulos que o Rei Pelé tem apregado na parede de sua casa um é especial:  o de Sócio Honorário do Club de Regatas Vasco da Gama, lhe concedido, pelo Almirante, por ver as duas trajetórias se cruzando em várias e importantes oportunidades.

O Almira registra que isso começou em1957, quando o Rei do Futebol vestiu a jaqueta vascaína, usadas pelo Combinado Vasco/Santos, que disputou um torneio internacional, com jogos no Rio de Janeiro e em São Paulo, quando o então garoto conquistou vaga na Seleção Brasileira que seria a campeã da Copa do Mundo de 1958, na Suécia. Foi fundamental para o Vasco da Gama conceder a honraria a  Pelé as suas declarações de que é torcedor vascaíno no futebol carioca.  

“Foi contra o Gigante da Colina que o Rei do Futebol fez seu milésimo gol. Vestindo a camisa do Santos, Pelé marcou, de pênalti, em um Maracanã lotado. Após uma volta olímpica pelo estádio, ele vestiu uma camisa do Vasco, com o número 1000 às costas, e recebeu aplausos do público que o admirava”, destacou o site oficial  www.crvascodagama.com.

Além do diploma de Sócio Honorário, o antigo craque ganhou do clube duas camisas personalizadas. A branca, com número 10  e o nome Pelé, e a preta, com a sua idade, de 80 viradas do calendário e o seu nome de batismo e registro,  Edson (Arantes do Nascimento). 


terça-feira, 2 de março de 2021

POVÃO SUMIU DO GALHO DO PERIQUITO

  Em 1999, quando o estádio do Palmeiras ainda era chamado por Parque Antártica, no domingo 24 de janeiro, o Vasco da Gama pintou por lá e mandou 5 x 1 no verdejante gramado alviverde. Valeu pelo Torneio Rio-São Paulo e foi legal demais, evidentemente, para os vascaínos que fizeram as suas maldades por intermédio de Guilherme (3), Juninho Pernambucano e Donizete Pantera. O pior foi que o mandante anfitrião só viu 5.666 pagantes passando pelas catracas do seu já demolido estádio. Prejuízo no placar e no cofre, ficando anotado no caderninho como um daqueles clássicos brazucas em que o povão sumiu. Treinado por Antônio Lopes, o prejuizante time do Almirante alinhou: Carlos Germano; Zé Maria, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Nasa, Paulo Miranda, Alex Oliveira (Luisinho) e Juninho; Donizete (Zezinho) e Guilherme (Luís Cláudio).

OBS: não confundir o lateral-direito Zé Maria com o Zé Maria Super Z, do Corinthians. O vascaíno foi registrado por José Marcelo Ferreira, nascido  na  piauiense Oeiras (25.07.1973). Despontado na Portuguesa de Desportos, estava no italiano Perugia, quando o Vasco foi busca-lo, por empréstimo, para ser campeão do Rio--São Paulo-99. Chegou à Seleção Brasileira, como o xará (José Maria Rodrigues Alves), paulista, de Botucatu (18.05.1949), e também, despontado na mesma Lusa do Canindé.

segunda-feira, 1 de março de 2021

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - FOI SEM TER SIDO

                                                   HÁ 18 TEMPORADAS

01.03.3203 -  Fato inusitado marcou a história desse dia cruzmaltino. Empatando por 1 x 1 Flamengo, no Maracanã, o Vasco da Gama colocou a mão na Taça Guanabara, diante ded 25. 781 pagantes. Só não seria campeão se, na quarta-feira de cinzas, se o Americano, de Campos, goleasse o Friburguense, por oito gols de frente.

 Como o Clássico dos Milhões fora em um sábado de Carnaval, talvez, encarnando o espírito da folia, o presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, Eduardo Viana, o Caixa D´Água, mandou entregar a taça aos vascaínos. Quer dizer: o time saiu de campo campeão, sem ainda ter sido – mas terminou sendo, numa temporada estadual disputada por 12 equipes, classificando-se quatro para a decisão.

O Vasco 1 x 1 Flamengo que foi sem ter sido, mas terminou sendo teve 25.781 pagantes e a renda chegou a R$ 275.650,00. Wellington, aos 31 minutos do primeiro tempo, abriu o placar para os vascaínos, enquantoos rubro-negros só conselguiram empatar, aos 32 do segundo, em jogo apitado por Carlos Jorge Lopes Fernandes Moreira. O time quase, virtual e depois campeão, treirnadfo por Antônio Loes, foi: Fábio; Russo, Alex, Wellington Paulo e Wellington (Siston); Henrique (Rodrigo Corrêa), Bruno Lazaroni, Marcelinho Carioca e Petkovic; Cadu e Valdir (Léo Lima).

CAMPANHA - Vasco 1 x 0 América; 1 x 1 Botafogo;  4 x 1 Friburguense;  2 x 2 Fluminense; 2 x 0 Volta Redonda; 1 x 2 Americano; 3 x 0 Cabofriense;  3 x 0 Olaria; 2 x 2 Bangu; 3 x 1 Madureira; 1 x 1 Flamengo; Vasco 4 x 1 Americano; 2 x 0 Americano; 2 x 1 Fluminense e  2 x 1 Fluminense.

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