Vasco

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sábado, 2 de julho de 2022

HISTORI & LENDAS - O OURO DA AMÉRICA


Chamada nos Estados Unidos por Los Angeles Golden Cup, este caneco foi uma das grandes marcas dos cruzmaltinas-1987, comandados pelo treinador Joel Santana, tendo por base: Acácio; Paulo Roberto Gaúcho, Donato, Morôni, Pedrinho, Henrique, Geovani, Tita, Vivinho, Roberto Dinamite e Luís Carlos Lemos.

      FICHAS TÉCNICAS

11.06.1987 – (quinta-feira) - Vasco 5 x 0 América-MEX. Copa de Ouro. Estádio: Coliseu, em Los Angeles (EUA). Gols: Dunga, aos 2, e Geovani, aos 44 min do 1º tempo; Tita, aos 27 e aos 29, e Dunga, aos 45 min do 2º tempo. VASCO: Acácio; Paulo Roberto, Morôni, Donato e Pedrinho; Dunga, Geovani e Tita; Mauricinho, Roberto Dinamite e Romário.

17.06.0987 – (quarta-feira) – Vasco 0 x 0 Roma-ITA. Copa de Ouro. Estádio: Coliseu, em Los Angeles (EUA). Juiz: José Castro Uchoa (México). VASCO: Acácio; Paulo Roberto, Morôni, Donato e Pedrinho; Henrique, Geovani e Tita; Mauricinho, Vivinho e Luís Carlos.

20.06.1987 (sábado) – Vasco 1 x 1 Guadalajara-MEX. Copa de Ouro. Estádio: Coliseu, em Los Angeles-EUA. Público: 30.000. Gols: Raul Cervin, aos 35 min do 1º tempo, e Fernando, aos 44 do 2º tempo. VASCO: Acácio; Paulo Roberto, Donato, Morôni (Fernando) e Pedrinho; Henrique (Josenílton), Geovani (Luís Carlos) e Tita; Mauricinho, Roberto Dinamite e Vivinho. Pênaltis: Vasco 4 x 3.

21.06.1987 – Vasco 2 x 1 Rosário Central-ARG. Copa de Ouro. Estádio: Coliseu, em Los Angeles (EUA). Juiz: José Castro Uchoa-MEX. Gols: Vivinho, aos 15 min do 1º tempo; Escudero, aos 19, e Geovani, aos 20 min do 2º tempo. VASCO: Acácio; Paulo Roberto,  Donato, Morôni e Pedrinho; Henrique, Geovani e Tita; Vivinho, Roberto Dinamite e Luís Carlos. 

                                                                    2 DE JULHO

A data 2 de julho é importantíssima na história cruzmaltina. Nela, em 2007, o govenador do Estado do Rio de Janeiro, o vascaíno Sérgio Cabral Filho, assinou o projeto de lei número 5.052, criando o “Dia do Club de Regatas Vasco da Gama”. Antes, quando a cidade do Rio de Janeiro vivia os seus 439 anos de fundação, pelo decreto número 23925, de 22 de janeiro de 2004, Cabral Filho trocara o nome da Rua do Reservatório, denominação dada pelo decreto número 1.165, de 31 de outubro de 1917, no bairro Vasco da Gama, VII Região Administrativa (São Cristóvão), para Rua Dulce Rosalina, em homenagem à torcedora-símbolo do clube cruzmaltino e que viveu por 79 anos, sendo a primeira mulher a chefiar uma torcida no futebol brasileiro.

BOLA ROLANDO - Em 2 de julho, o Vasco, treinado pelo uruguaio Ramón Platero, venceu o Mangueira, por 4 x 2, pelo Campeonato Carioca-1922, na Série B da Primeira Divisão. Foi em um domingo, com gols de Pires (2) e Negrito (2). Vasco e Mangueira só se confrontaram por seis vezes, com cinco vitórias da rapaziada, que balançou a rede em 17 oportunidades, à média de 2,83 por jogo.

Vasco 2 x 0 no River foi um outro placar na data. As bolas nas redes ficaram por conta de Negrito e Bolão, em uma quarta-feira, no campo da Rua Professor Serzedello Correia, no Andaraí, pelo Campeonato Carioca-1924, promovido pela Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT). O uruguaio Ramon Platero seguia treinador e, para aquele jogo, escalou: Nélson, Leitão Mingote, Brilhante, Arthur, Torteroli, Russinho, Cecy, Negrito e Claudionor. Foi o penúltimo encontro entre os dois times, que totalizaram 12 disputas, com 10 vitórias da "Turma da Colina", o equivalente a 83,33% de aproveitamento, além de um empate e uma derrota (8,33%). O duelo teve 36 gols do Vasco, à média de três por partida. 

sexta-feira, 1 de julho de 2022

HISTRI&LENDAS DA COLINA - FOGAÇAÇA

23 de junho de 1929 - VASCO 2 X 1 BOTAFOGO  - o placar dá a entender que o poder de fogo cruzmaltino esteve moderado. Mas rola um detalhe: a partida, iniciada no dia 16, no estádio das Laranjeiras, fora interrompida, aos 20 minutos do segundo tempo, por falta de energia elétrica, quando a “Turma da Colina” já tinha queimado duas pipocas na chapa alvinegra. Reiniciada a contenda, uma semana depois, no mesmo local, terminou como estava. Apitado por Fernando Gonçalves, valeu pelo primeiro turno do Campeonato Carioca-1929, um ano em que a taça foi se aninhar nas prateleiras da Colina. No  jogo, Pepico soltou as duas bombas no filó botafoguense, a mando do fogueteiro Harry Wefare, que  queimou o “Fogo” escalando: Valdemar (Jaguaré), Hespanhol e Itália; Brilhante, Fausto e Mola; Paschoal, Pepico, Russinho, Mário Mattos e Santana.   

23 de junho de 1935 - VASCO 4 X 0 BOTAFOGO - segundo “VascoFogo”  na data. Este, pelo Campeonato Carioca-1935, com pancadão dominical, em São Januário. O atacante Nena aprontou, mas pagou caro. Marcou dois gols e perdeu três dentes, em disputas de bolas – Luna e Luís de Carvalho fizeram os outros tentos do time que seguia as ordens do treinador inglês Harry Welfare e foi: Rey, Brun e Itália; Barata (Gringo), Osvaldo Saldanha e Calocero; Orlando, Tião (Kuko), Luís de Carvalho, Nena e Luna.

O DIA EM QUE LUNA APRONTOU E SE QUEBROU

                                           PRIMEIRO DE JULHO

Alvinegros, rubro-anis e portugueses foram adversários vencidos pela “Turma da Colina”, na data 1º de julho. Histórias antigas, para jovens torcedores.

 VASCO 3 x 2 BOTAFOGO, valendo pelo Campeonato Carioca-1923, foi o placar do segundo jogo da história entre os dois rivais – o primeiro havia sido em 24 de abril de 1922, em General Severiano.
Era um domingo, no estádio das Laranjeiras, quando Arlindo marcou dois gols, o primeiro na etapa inicial,  e Cecy acabou de fechar a boca da caçapa, no segundo tempo. O pega valeu pela segunda rodada do returno da competição que rendeu ao Vasco o seu primeiro título de campeão estadual. Fora a oitava vitória da corrida pelo “caneco”, com a galera já tendo passado, antes, por cima de Flamengo, América, Fluminense, Bangu, São Cristóvão e Andarahy.  Afonso de Castro apitou a  superioridade cruzmaltina sobre os alvinegros, que haviam sido batidos, por 3 x 1, no primeiro turno, e quem comandava a “Turma da Colina” era o uruguaio Ramón Platero, que mandou para o gramado: Nélson, Leitão e Cláudio; Nicolino, Claudinor e  Arthur; Paschoal, Arlindo, Torterolli, Cecy e Negrito.


VASCO 1 X 1 SÃO CRISTÓVÃO -  A rapaziada já havia havia garantido o caneco, com duas rodadas de antecedência. No primeiro dia de julho de 1934, compareceu à Rua Figueira de Mello, meramente, para cumprir tabela. E Orlando comparecer à rede. Treinado pelo inglês Harry Welfare, o time fechou a sua conquista do Estadual-1943, graças a: Rey, Domingos da Guia  e Itália; Gringo, Fausto e Mola;  Orlando, Almir, Gradim, Nena e D´Alessandro, o  time-base da competição.
FÓRMULA - O Campeonato Carioca de Futebol-1934 foi organizado por duas ligas. Na mais fraca, a Associação Metropolitana de Esportes Athléticos, ficaram Botafogo,  Andarahy, Olaria, Mavilis e Portuguesa. Na “barra pesada”, deu Vasco, pela Liga Carioca de Futebol. “A Turma da Colina” venceu o Fluminense, nos dois turnos, e goleou Flamengo e Bangu, pelo mesmo placar: 5 x 2.  Na classificação final, os cruzmaltinos colocaram quatro pontos de frente sobre o vice, o São Cristóvão, sete adiante dos tricolores e somaram oito a mais do que os rubro-negros. Totalizaram 18 pontos, em 12 jogos, marcando 28 gols e sofrendo 16, o que rendeu o bom saldo de 16 tentos, em oito vitórias, dois empates e só duas tropeçadas. Gradim, com 9, e Nena, com 7 bolas nas redes, foram os principais “Matadores da Colina”.
CAMPANHA: 01.04.1934 – Vasco 2 x 1 América; 08.04.1934 – Vasco 2 x 0 Bangu; 12.04.1934 – Vasco 0 x 0 Bonsucesso; 22.04.1934 – Vasco 0 x 1 São Cristóvão; 01.05.1934 – Vasco 5 x 2 Flamengo; 06.05.1934 – Vasco 2 x 1 Fluminense; 27.05.1934 – Vasco 2 x 2 América; 06.06.1934 – Vasco 4 x 3 Bonsucesso; 24.06.1934 – Vasco 5 x 2 Bangu; 01.07.1934 – Vasco 1 x 1 São Cristovão; 22.07.1934 – Vasco 2 x 3 Flamengo; 27.07.1934 – Vasco 1 x 0 Fluminense. (Foto reproduzida de www.crvascodgama.com.br) Agradecimento.

VASCO 5 X 1 SPORTING-POR - Campeão carioca em 1950, e um dos times mais fortes do planeta, o Vasco foi convidado a disputar a Copa Rio-1951, uma grande disputa internacional. Estreou goleando os portugueses, em um domingo, no Maracanã.
Apitado pelo francês Gabriel Fordjaman, o prélio teve os gols cruzmaltinos marcados, no primeiro tempo, por Friaça, aos 9, e  Tesourinha, aos 41 minutos. Na fase final, com um minuto, Ipojucan fez o dele. Gostou do “véu da noiva” e repetiu a dose, aos 38. Mas o baixinho Dejayr também queria tirar um fiapinho, e fechou a conta no boteco do portuga, aos 45. Treinados por Oto Glória, os “malvadões” foram: Barbosa, Augusto (Laerte) e Clarel; Ely, Danilo e Alfredo II; Tesourinha, Maneca, Ipojucan, Friaça e Dejayr. Estes caras andavam com tanta fome de gols que, no jogo seguinte, cinco dias depois, repetiram o placar: 5 x 1 sobre o Austria Wien.
Saulzinho. o artilheiro carioca de 1962

VASCO 3 X 2 BONSUCESSO teve Saulzinho marcou dois gols – Laerte fez o outro – e reafirmando-se candidato à artilharia do Campeonato Carioca-1962. A briga era boa. O gauchinho (de Bagé) disputava, rodada a rodada, com o rubro-negro Dida, que terminou a parada em terceiro lugar, com 16 tentos, suplantado, ainda, pelo alvinegro Quarentinha, com 17.  De sua parte, Saul marcou 18 vezes, quebrando um tabu que vinha desde 1950, quando Ademir Menezes vencera a disputa dos “matadores”, com 25 balas na agulha.   O Vasco, que terminou aquele Estadual, em terceiro lugar, venceu o “Bonsuça” com: Humberto; Paulinho de Almeida, Brito, Barbosinha e Dario; Laerte e Lorico; Joãozinho, Saulzinho, Vevé e Tiriça. O treinador era Jorge Vieira.      

quinta-feira, 30 de junho de 2022

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 30 DE JUNHO

 

                                                                   30 DE JUNHO

Nscimentos: entre os nascidos para serem vascaínos, chegaram os meios-campistas Ramon  e Guarin, um mineiro e o outro  colombiano. 
Ramon Menezes Hubner foi entregue, pela Cegonha, no 30 de junho de 1972, na mineira Contagem. Esteve meia-atacante da Turma da Colina, em três oportunidades, conquistando seis títulos. E se destacou como grande cobrador de faltas, autor de 91 gols, em 252 jogos. Muitos deles em bola parada.
 A melhor fase dele pela Turma da Colina foi entre 1997 a 2000, quando colocou no peito as faixas de campeão brasileiro-1997; das Taças Guanabara, Rio de Janeiro e Liberadores-1998; do orneio Ro-São Paulo e da Taça Rio-1999. Também, foi vice-campeão Mundial.2000, organizado pela FIFA  e não conquistado pelo time ter desperdiçado cobrança de pênaltis pelo critério da decisão.
Quando Ramon Menezes vestiu, pela segunda vez, a jaqueta vascaína, foi peça decisiva no time do Brasileirão-2000, marcando 15 tentos e ganhando a Bola de Prata, das revistas paulistsana Placr, como o melhor de suaosiçõ, somando a média de 0,88 gols por jogo.
Encerrada a carreira de atleta, em 2013, Ramon voltou Vasco da Gama, pela terceira vez, para trabalhar como auxiliar-técnico, apartir de 27 de dezembro de 2018. No 30 de março deste 2020, ele foi promovido a treinador do grupo principal, devido a saída do treinador Abel Braga. Estreou, em 28 deste junho de 2018, vencendo o Macaé, por 3 x 1, em prélio com portões de São Januários fechados ao público, devido a pandemia do coronavírus – desde 11 de março que uenão rolava futebol ao vivo noRio de Janeiro, proibido pelas autoridades estaduais e municipais.
A estreia de Ramón Menezes no comando do time cruzmaltino foi em tarde dominical, apitada por Grazianni Maciel Rocha e com o argentino Germán Cano marcando os três gols - 13', 21' e 43 minutos, para estaformação: Fernando Miguel; Yago Pikachu, Ricardo, Leandro Castan, Henrique; Fellipe Bastos (Marcos Júnior), Andrey (Raul), Benítez (Bruno César); Vinicius (Lucas Santos), Talles Magno (Cláudio Winck) e Cano. Em seus tmpos de atleta vascaíno, Ramón Menezes jogou ao lado e craques como Juninho Pernambucano, Romário e Edmundo, ente outros
Adeppis do jogo, Ramn falou  à imprensa e Mateus Baboanotou e colocou no site oficial do www.vasco.com.br

- Fiquei muito feliz pelo resultado (da) minha estreia como treinador do Vasco. O que falei no vestiário foi que a vitória foi deles (jogadores). É muito pouco tempo de trabalho. O futebol é uma construção. Uma ideia, mudança de comportamento interessante... saio (da partida) satisfeito.



1986- Fredy Guarín, futebolista colombiano




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Na década-1930, o Vasco ficou na frente do Flamengo: 8 x 7 no placar das vitórias (e dois empates). Quando começaram os anos-1940, os dois só foram se encontrar pelo Campeonato Carioca, no domingão 30 de junho. A “Turma da Colina” visitou o Estádio Álvaro Chaves, nas Laranjeiras, e mandou 3 x 2.  O clássico, apitado por Carlos de Oliveira Monteiro, o ‘Tijolo’,
Harry Welfare, treianador
 vascaíno na década-1940
 teve os “executores” cruzmaltinos identificados por Figliola, Alfredo I e Lindo. O treinador Harry Welfarer escalou: Nascimento (Chiquinho), Osvaldo Saldanha, Florindo, Figliola; Zarzur, Alfredo I, Villadoniga, Lindo, Orlando, Dacunto e Gonzalez.



VASCO 5 x 1 BONSUCESSO valeu pelo Campeonato Carioca-1943 da fase em que o treinador uruguaio Ondino Viera estava montando o “Expresso da Vitória”, o timão quase invencível. Foi em uma quarta-feira, no estádio da Rua Conselheiro Galvão, dos rubro-anis, e os gols cruzmaltinos criação de Ademir Menezes (3), Lelé e Alfredo II. O time teve: Roberto; Aroldo e Rubens; Figliola, Tião e Argemiro; Djalma, Alfredo II Lelé, Ademir e Chico.

30 de junho de 1957 - VASCO 5 X 2 BENFICA-POR - Naquele jogo, o meia Válter Marciano mandou dizer aos portugueses que ele era de outro planeta. Resultado de sua missão ao gramado lisboeta: temperou dois caldos de bacalhau na  caçarola lusitana. Pra completar o molho, Sabará, Livinho e Pinga também mexeram na panela. Foi o tempero do 30 de maio de 1959, na mesa do anfitrião. Bem que o "cozinheiro-chefe", Martim Francisco, havia avisado: cuidado com a fome de gol da minha rapaziada!. Da primeira vez que os benfiquistas cruzaram com aquela turma saída da caravela do “Almirante”, engoliram 5 x 0, em 12 de julho de 1931, na mesma Lisboa. Portanto, não foi por falta de aviso sobre: Carlos Alberto Cavalheiro (Hélio), Ortunho e Viana: Laerte, Orlando Peçanha e Dario; Sabará, Livinho, Vavá


Pinga pingou na rede
VASCO 5 X 2 BENFICA, em 1957, fez parte de excursão por gramados europeus. Era domingo, em revaldo lisboeta, amistosamente, quando a rapaziada do treinador Martim Francisco encantou a torcida da terra. O "Almirante" chegou às redes lusitanas por intemédio de Válter Marciano (2), Sabará, Livinho e Pinga, navegando com esta tripulação: Carlos Alberto (Hélio), Viana e Ortunho; Orlando, Laerte e Dario; Sabará, Livinho, Vavá, Valter  (Roberto Pinto)  e Pinga. Aquele foi o segundo dos quatro amistosos disputados com os benfiquistas. O primeiro rolou em julho de 1931, com goleada, por 5 x 0. Em 1965, houve empate, no Maracanã, por 1 x 1, repetido, em 1984.


Sasulzinho (E) ao lado de
Viladônega
VASCO 4 X 1 PORTUGUESA-RJ  – Além de duas balaiadas sobre o “Bonsuça”, o Vasco mandou mais uma nos 30 de junho. Vítima: a "Zebra" da Ilha do Governador, pelo Campeonato Carioca-1963, no Maracanã. Laçadores: Saulzinho (2), Célio e Sabará acharam o pescoço dela, para gáudio do chefe Jorge Vieira, que colocou o laço nos poderes de: Humberto Torgado, Joel Felício, Brito, Barbosinha e Dario; Maranhão e Lorico; Sabará, Célio Saulzinho e Ronaldo. José Gomes Sobrinho apitou a partida.   

VASCO 3 X 2 PONTE PRETA - "Relíder". Não inventaram  "reestreia", para o primeiro jogo do atleta que retorna a um clube? Não falam "relançou", quando o meia aciona o atacante em dois lances seguidos? Logo, se o Vasco retomava a ponta, era "relíder". Estava "reliderando" o Campeonato Brasileiro-2012, segundo o neologismo da vez. O "Time da Virada" virou o placar e "retomou" a ponta da tabela, naquele 30 de junho. Pisou no gramado de São Januário, com 13 pontos, e saiu com 16, vendo a concorrência lá de cima. A "Macaca", marcou primeiro, a moçada empatou e a visitante desempatou, no primeiro tempo. No segundo, o "Almirante" "reempatou"  e "redesempatou". Que sabadão emocionante" Fabricio Neves Correa-RS apitou e os gols vascaínos foram de Alecsandro, aos 21 min do 1º tempo;  Éder Luís, aos 3, e Diego Souza (pen), aos 32 min do 2º tempo. O time do técnico Cristóvão Borges: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Renato Silva e Felipe (Eduardo Costa); Nilton, Fellipe Bastos, Juninho e Carlos Alberto (William Matheus); Éder Luis (Diego Souza e Alecsandro.
Alecsandro, Diego Souza e Juninho Pernambucano comemoram

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