Vasco

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terça-feira, 5 de novembro de 2013

HISTÓRIAS DO KIKE - ROBERTO & DOVAL

                  FOTOS REPRODUZIDAS DO JORNAL DE BRASÍLIA
 
Roberto Dinamite (acima) e Doval (abaixo), foram do maiores goleadores do futebol carioca durante a décdas-1970. O primeiro defendeu o Vasco da Gama, enquanto o outro, argentino, passou por Flamengo e Fluminense. Nestas imagens recortadas do Jornal de Brasília, eles participam de um jogos em benefício do atacante vascaíno Jorginho Carvoeiro, que tinha graves problemas de saúde.   
Doval defendeu o San Lorenzo e o Huracan, em seu país, e ficou tão popular com a camisas rubro-negra que chegou a ser diplomado, pela Câmara de Vereadores do Rio de Janeriro, como cidadão carioca honorário, considerado "o argetino mais carioca que existe". Um jornalista hermano cheogu a dizer que "Doval é para o Rio de Janeiro o que Pelé é para o Brasil", talvez. exagero. 
Doval vestiu, promocioinalmente, a camisas cruzmalina, em 20 de dezembro de 1976, no já demolido velho estádio Mané Garrincha, em Brasília, no jogo entre o Vasco da Gama e Seleção da FUGAP-Fundação de Garatia ao Atleta Profisisonal, atuando por esta formação: Andradas (Mazaropi); Paulo César Puruca (Fidélis), Miguel, Moisés (Joel Santana) e Alfinete; Alcir (Ademir Silva), Zanatta e Luís Carlos Lemos (Galdino); Jaburu (Jair Pereiera), Roberto Diamite (Doval) e Dé Aranha.  O treinador vascaíno da época er Mário Travaglini.   

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

A CRUZMALTINA RACHEL DE QUEIROZ

Lendo o discurso de posse
A primeira mulher a entrar para a Academia Brasileira de Letras foi uma torcedora do Vasco da Gama: Rachel de Queiroz. Ela, sempre, explicitou a sua simpatia pelo "Almirante", inclusive, escrevendo isso pela revista “O Cruzeiro”. Mas porquê Rachel admirava um clube carioca, se ela era uma cearense?
Rachel no antigo 'Clube do Bolinha'. Mulher não entrava
Aos vinte anos– – viveu entre 17.11.1910 a  04.11.2003 –, a escritora que narrava a luta do seu povo contra a seca e a miséria possuía espírito esportivo. E, associando-o às suas preocupações sociais, foi no caráter dos vascaínos que ela encontrou a similaridades. Afinal, o Vasco não lutara, como os seus nordestinos, contra todos os tipos de preconceitos e discriminações?
Era 4 de novembro de 1977 quando a vascaína Rachel de Queiroz tornou-se imortal. Passavam-se três meses que ela havia vencido  o jurista Pontes de Miranda na disputa pela “Cadeira 5”, antes de Cândido Mota Filho, sob o patronato de Bernardo Guimarães. Recebida por Adonias Filho, passou a ser a quinta ocupante do assento. Fora uma bela noite carioca,  quando os acadêmicos Francisco de Assis Barbosa, Odylo Costa Filho e Otávio de Faria conduziram-na ao salão solene da Casa de Machado de Assis. Todos levantaram-se e aplaudiram-na, até ela sentar-se à poltrona azul, diante da mesa da presidência da Casa de Machado de Assis.
 Como presente pela imortalidade, o Vasco deu a Rachel o título de campeão carioca daquela temporada, abatendo 14 adversários e conquistando os dois turnos de forma incontestável: em 30 refregas, 25 vitórias e quatro empates. Só uma escorregadinha, compensada por 69 marcados e apenas cinco sofridos, o que lhe deixava com o espantoso saldo de 64 bolas na caçapa. Imitou os atos de heroísmo dos livros da primeira acadêmica.  
O abraço da amiga Dinah
  Descendente do escritor naturalista José de Alencar, pelo lado da mãe Clotilde Franklin de Queiroz, a filha, igualmente, de seu Daniel de  Queiroz Lima chegou ao Rio de Janeiro, com a família fugindo da seca, em 1917, quando o time do Vasco disputava a sua segunda temporada no futebol (Segunda Divisão da Liga Metropolitana de Sports Athléticos).  Em 1929, quando o clube reconquistava o título de campeã carioca, já obtido em 1923/1924, passando por ciam de todos os preconceitos das elites da bola, Rachel voltava ao Ceará e começava a colocar as suas maguinhas políticas para fora. Em 1934, com o Vasco, novamente, campeão (pela  Liga Carioca de Football), ela discordava dos colegas de credo politico e muda-se apara São Paulo. Em seguida, rumou para o Norte, por lá ficando até 1939, uma outra temporada em que a “Turma da Colina” carregou o caneco para São Januário. Antes disso, em 1937, ano em que o Vasco também tropeçou na disputa pelo título estadual – ficou em terceiro lugar – ela havia curtido uma cadeia,  acusada de ser comunista. E teve os seus livros queimados. Mas voltou a ser livre para escrever e ver que era no Rio de Janeiro onde ferviam as panelinhas literárias. Voltou e ficou mais perto da Colina. 
Fotos reproduzidas da revista Manchete
Dois livros muito aplaudidos de Rachel de Queiroz tiveram lançamentos coincidindo com temporadas em que o Vasco estraçalhara: “A Beata Maria do Egito”, em 1958, quando foi SuperSuperCampeão carioca e ganhador do Torneio Rio São Paulo, e “Memorial de Maria Moura", em 1992, época de título estadual. Este, por sinala, foi sucesso na TV, com Glória Pires interpretando, em novela da TV Globo, a saga de uma cangaceira nordestina. Encantou o Brasil e foi exportada para Angola, Bolívia, Canadá, Guatemala, Indonésia, Nicarágua, Panamá, Porto Rico, Portugal, Republica Dominicana, Uruguai e Venezuela. Rachel, uma grande cabeça. E cruzmaltina!
Rachel de Queiroz, portanto, tabelava, com o Vasco no jogo do tempo. Tempo de vitórias, que incluem Nossa Senhora das Vitórias, a mãe de Deusa na tradição cristã, o símbolo da vitória do bem sobre o mal, desde  a época das cruzadas. Não é que Rachel entrou para a Academia Cearense de Letras em um 15 de agosto (de 1994)!  Na mesma data, em 1955, estava sendo inaugurada, dentro da sede cruzmaltina, a capela da padroeira do clube, o que começou a nascer juntamente com as consagradoras vitórias do time em sua primeira participação na elite do Campeonato Carioca-1923, quando ela tinha 13 anos, “na idade das imaginações e dos sonhos”, conforme disse em seu  discurso de posse na ABL, quando recitou versos do poeta Raimundo Correia e louvou a Aloysio de Castro, Cândido Mota Filho, Bernardo Guimarães e ao sanitarista Oswaldo Cruz seu “herói angélico, de vida curta e generosa ... contra o inimigo  invisível. Assim foi Rachel,  uma cruzmaltina inteiramente visível.

domingo, 3 de novembro de 2013

VASCO DÁ TROCO AO "REI PELÉ"

  O Vasco havia enfrentado o Santos só uma vez, em 1954. Durante a “Semana Alvinegra”,  comemorativa dos 45 anos do “Peixe”.  Foi em e de abril, na Vila Belmiro, com o time da casa mandando 4 x 2. E, no segundo temo, colocando, em lugar do centroavante Del Vecchio, um garoto de 16 asnos, um tal de Pelé, que nem era titular.  
Semanas depois, a rapaziada foi à cancha santista devolver o troco: 3 x 2, valendo pelo Torneio Rio-São Paulo. Agora, com Pelé já mandando ver. Era o duelo do campeão carioca da temporada anterior, com o vencedor dos paulistas, em uma noite de sábado.  
Disse a “Manchete Esportiva” Nº 81, de 8 de junho daquele “cinco-setão”, à página 10: “Com uma zaga infernal, jogando uma enormidade; com uma linha de médios muitíssimo inspirada; com um ataque sempre alerta e sempre pronto a infiltrar-se perigosamente, foi assim que o “Almirante” impô-se, marcando 3 x 2”.Válter Marciano, aos 24; Livinho, aos 41, e Vavá, aos 44 minutos do primeiro tempo, começaram o estrago. No segundo, Pelé fez um santista, aos 33. Na etapa inicial, Tite havia deixado o dele, aos 27. O “Time da Colina” foi: Carlos Alberto; Paulinho de Alme3ida e Bellini; Laerte, Orlando e Dario; Sabará (Almir), Livinho, Vavá (Wilson Moreira)  Válter  e Pinga (Roberto). O Santos foi: Manga, Getúlio Mourão; Fioti, Brauner e Urubatão (Zito); Dorval, Álvaro, Pagão, Del Vecchio (Pelé) e Tite (Pepe).       
  

sábado, 2 de novembro de 2013

VASCO DA GAMA 2 X 1 CORITIBA

Na estreia do treinador Adílson Batista, o Vasco venceu o Coritiba, hoje à noite, em Macaé, por 2 x 1, com dois gols marcados pro Edmílson, um em cada tempo. Com isso, subiu para 17º lugar do Campeonato Brasileiro,com 36 pontos. O próximo jogo será no domingo dia 10, a partir das 19h30, contra o Santos, no Maracanã.
O Vasco abriu o placar aos 26 minutos. Marlone cobrou falta para a grande área e Edmílson desviou, de cabeça, para a rede: 1 x 0, placar do primeiro tempo. O segundo tento saiu aos 28 minutos, quando Marlone fez grande jogada, pela esquerda. Ao receber a bola perto das gande área do "Coxa", ele venceu três adversários e serviu Edmílson, que não perdoou: 2 x 0  ampliar. Aos 36, em cobrança de falta par a área vascaína, Luccas Claro diminuiu para o Coritiba.
Confira a FICHA TÉCNICA - Vasco 2 x 1 Coritiba. Estádio: Moacyrzão, Macaé-RJ. Juiz: Márcio Chagas da Silva-RS. Renda: R$ 75.140,00. Público: 6.615 presentes. Gols: Edmílson, aos 26 min do 1º tempo; Edmílson, aos 28, e Luccas Claro, aos 36 min do 2º tempo. VASCO: Alessandro; Fagner (Reginaldo), Jomar, Cris e Yotún; Wendel, Pedro Ken e Juninho (Abuda); Francismar (Renato Silva), Marlone e Edmílson. Técnico: Adilson Batista. CORITIBA: Vanderlei; Gil, Leandro Almeida, Luccas Claro e Carlinhos; Júnior Urso (Lincoln), Willian, Robinho e Alex (Deivid); Geraldo (Vitor Júnior) e Julio César. Técnico: Péricles Chamusca.  

Imagens acima e abaixo reproduzidas do site oficial do Vasco - www.crvascodagama.com.br. Agradecimento.
 

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

VASCO EM RITMO DE AMIZADE VERDE

O Vasco, nos primeiros tempos do ainda Palestra Itália, manteve uma boa relação de amizade com aquele. Prova disso foram os 20 amistosos disputados entre 28 de setembro de 1924 e 28 de agosto de 1938. Nesses encontros dos tempos românticos da bola, a Turma da Colina venceu mais (5 x 4) e empatou 12 vezes, o que mostrava um duelo bem equilibrado. Oficialmente, houve três jogos, válidos pelo Torneio Rio-São Paulo, dois em 1933 e uma em 1940.
Como Palmeiras, o primeiro duelo vascaíno contra o Verdão foi amistoso, em 14 de fevereiro de 1943, e terminou no 1 x 1. Rolaram mais oito, ainda com vantagem cruzmaltina (4 x 2), além de três empates. Em 12 de fevereiro de 1950, teve o primeiro encontro oficial, novamente, pelo Torneio Rio-São Paulo, em São Januário, com 3 x 2 para o time da casa. Dali até 6 de agosto de 1952, registra-se mais cinco jogos, numa época em que o “Expresso da Vitória”, a máquina vascaína de jogar futebol – começara a rolar pelos trilhos em 1944 – chegava ao fim de linha. Então, o Palmeiras venceu quatro e empatou uma.
Pelos sete anos seguintes, o domínio alviverde continuou: em sete jogos, quatro vitórias e três empates. Era um período de entressafra vascaína, com hiato só em 1956, quando veio o título carioca. Só em 1959, o tabu foi quebrado, com 3 x 0, pelo Rio–São Paulo. Já as refregas a partir da década de 1960 são assuntos para uma outra matéria, pois representa uma fase das piores “secas” na Colina e o começo da maravilhosa primeira Academia Palmeirense, única instituição capaz de parar o grande Santos, de Pelé, o maior time do planeta, em todos os tempos.
RESUMO: 13.08.1989 – Vasco 0 x 0 Vitória de Setúbal-POR; 13.08.2008 - Vasco 3 x 1 Palmeiras.