Vasco

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quarta-feira, 5 de março de 2014

VASCO DA GAMA 2 X 0 RESENDE

O jogo foi hoje à noite, em São Januário. Com mais trê pontos, a rapaziada atingiu 24 e aproximou-se bem da quarta vaga às semifinais do Casmpeonato Estadual. Na próxima rodada, o Vasco encara o Bonsucesso, no domingo, em São Januário, novamente.
A "Turma da Colina" dominou, inteiramente o adversário, e poderia ter aberto o placar aos 37 minutos, quando Reginaldo acertou o travessão.Mas só cheogu ao filó no último lance do primeiro tempo. Diego Renan atacou, pela esquerde, escorregou, mas consegiu se equilibrasr e cruzar para Edmilson mandar apro fundo da rede: 1 x 0.
O segundo tento saiu, aos 19 minutos do segundo tempo, em um lance confuso. Douglas cobrou escanteio, o lateral-direito André Rocha foi na bola, acossado por um marcador, e a bola tocou em um visitasnte para entrar. O árbitro, porém, considerou gol do vascaíno.
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05.03.2014 (quarta-feira de cinzas) - Vasco 2 x 0 Resede. Estadual-RJ.  Estádio: São Januário-RJ. Juiz: Leonardo Dias Cavaleiro-RJ.Público: 3.789 pagantes. Renda: R$ 69.590,00. Gols: Edmilson, aos 45 min do 1º tempo, e André Rocha, aos 19 min do 2º tempo: VASCO: Diogo Silva; André Rocha, Luan, Rodrigo e Diego Renan; Aranda, Pedro Ken, Douglas e Dakson (William Barbio); Edmilson (Thalles) e Reginaldo (Bernardo). Técnico: Adilson Batista. RESENDE: Mauro; Lucas, Admilton (Peter) e Thiago Sales; Marcelo, Dudu, Deoclésio, Felipe Alves e Éverton; Geovane Maranhão (Linhares) e Marcelo Régis (Clebson) .Técnico: Aílton Ferraz. (foto reproduzida de www.crvascodagama.com.br). Agradecimento.

terça-feira, 4 de março de 2014

VASKETBOL - ESQUADRÃO VENCEDOR-2001

Este é o time vascaíno, campeão brasileiro masculino de basquete-2001. Aliás, bi. Foi a 12ª disputa do torneio, entre 28 de janeiro e 20 de junho, com a rapaziada tendo por acaon correntes estas equipes: Ajax-Go; Bauru, Casa Branca, Franca, Hebraica, Mogi das Cruzes, Ribeirão Preto e Unisanta-SP; Botafogo, Flamengo e Fluminense-RJ; Sogipa-RS; Ipiranga-SC, Londrina-PR e Uberlândia-MG.
Para carregar o caneco para a Colina, a rapaziada fez isso, nos três jogos finais, com o primeiro no ginásio do UNICOC, em Ribeirão Preto, contra ao time da casa, e s outros dois no Rio de Janeiro, contra o mesmo adversário: 15.06 – 100 x 92; 18.06 – Vasco 86 x 84; 20. 06 – a Vasco 87 x 84 de junho. Nas quartas de finais, o Vasco havia passado pelo Bauru e pelo Franca. Evale ressaltar que, em 2001, o Vasco foi campeão brasileiro, também, no feminino
NA ESTRADA - O Vasco aderiu ao basquete, em 1920, quando seus atletas só podiam usar uma quadra de terra batida na garagem de barcos da Rua Santa Luzia. A primeira taça saiu em 1924, pela Liga Metropolitana. Em 1946, o treinador campeão era Oto Glória, que depois tornou-se um dos maiores do futebol mundial. Sua rapaziada era Adílio Soares de Oliveira, Nilson Rangel de Castro, Donato Ribamar, Raymundo Carvalho dos Santos, Alfredo Rodrigues da Mota, Cleto Marques de Almeida e Edmo de Souza Aguiar.
Nas décadas de 60, 70 e 80, Felinto, Manteiga e Bira foram os astros. Em 17 de dezembro de 1997, o Vasco, treinado por Alberto Bial, foi campeão estadual, batendo o Flamengo, na final. Em 2001, ganhou tudo. Inclusive, a Sul-Americana,. Nesta fase, os cobras eram: Charles Byrd, João Batista, Alexey, Rogério, Vargas, Helinho, Sandro Varejão, Mingão, Ricardinho e Nenê. (agradecimento ao NetVasco pela reprodução da foto).

segunda-feira, 3 de março de 2014

GLÓRIAS E TRAGÉDIAS DE MANECA


Craque vascaíno das década-1940/50, Manoel Marinho, o Maneca, era um baiano arretado. Chegou a obrigar o técnico Flávio Costa a mudar a posição do ídolo Ademir Menezes no ataque da "Turma da Colina", porque estava comendo a bola. Por aquilo, e muito mais, foi titular da Seleção Brasileira. 
Sem qualquer explicação, o atacante Maneca suicidou-se  na tarde de 26 de junho de 1961. Falou-se que ele havia brigado com a noive, a aeromoça Penha Ferreira, e, por conta daquilo, ingerido cianureto de mercúrio. Penha e o porteiro do seu prédio ainda o levaram ao hospital, mas ele não resistiu. Foi o preço das suas constantes crises nervosas.
 Maneca começou sua carreira, em 1943, como juvenil do Galícia, de Salvador. Dois anos depois, estava no Bahia, sendo campeão estadual. Motivo para o Vasco levá-lo para o “Expresso da Vitória”, no qual mandou lenha nas fogueiras dos canecos  cariocas de 1947/1949/1950/1952. Em 1957, após passar pelo Bangu, encerrou a sua carreira, voltando a defender o Galícia. Quando pendurou as chuteiras, virou revendedor de carros. Depois, arrumou emprego como fiscal do IAPC, função que acumulava como vendedor de uma firma chamada Gastal. No final de sua vida, a sua situação financeira era difícil. Por aquele tempo, o jogador de futebol era improvidente e não costumava guardar o que ganhava. "foto reproduzida da revista "Globo Sportivo"). Agradecimento.
MANECA DAS CAPAS -  O craque vascaíno, também, mereceu capa na revista "Esporte Ilustrado". Pelo seu brilhante futebol. Foi na edição Nº 479, da temporada de 1947, quando o "Expresso da Vitória" trocou o seu maquinista, o montador uruguaio Ondino Vieira, por Flávio Costa.

“Maneca, valoroso defensor das côres do Vasco, que tem cooperado eficientemente na campanha dos líderes do atual certame carioca”, como diz o texto da época em que a palavra ‘cores’ era acentuada, foi capa, também, da “Esporte Ilustrado” Nº 922, de 8 de dezembro de 1955. Mas a publicação só faz referência ao seu futebol em um texto-legenda da página 17, aonde  uma pequena informa: ”À esquerda (logo abaixo da foto principal, das quatro clicadas por Vito Moniz), Maneca, Benito (adversário) e Vavá empenham-se numa disputa acirrada, tentando cabecear”. Segundo a semanário, naquele dia, o Vasco não atuou sem “o acerto costumeiro” e teve dificuldades para vencer o “valente adversário” Canto do Rio.
A partida, 4 de novembro, foi em São Januário, com arbitragem de Harry Davis e renda de Cr$ 56 mil, 217 cruzeiros. O Vasco jogou com: Hélio, Paulinho e Haroldo; Maneca, Orlando e Dario; Sabará, Valter, Vavá, Pinga e Paródi. Por esta escalação, publica pela revista, Maneca aparece atuando no que era chamado de “linha média”. A edição usa toda a página 2 com a foto de Pinga chutando, para marcar o seu segundo gol. E diz que “o artilheiro vascaíno teve brilhante atuação”... e que ...”aproveitando otimamente as oportunidades ... assinalou dois tentos que decidiram a porfia em favor do Vasco”. Na página 4, José Rebello passou “observações” e William Guimarães desenhou os gráficos dos tentos do artilheiro.
 A análise da rodada está na folha 5, onde Leunam Leite escreve que ... ”O Vasco, por sua vez, abateu discretamente o Canto do Rio, encontrando muita resistência, mas com isso manteve a sua privilegiada situação” – de líder na 4ª rodada do returno do Campeonato Carioca de 1955, com 27 pontos (vitória valia dois) ganhos e 3 perdidos, marcando 33 e sofrendo 7 gols, em 15 jogos. Na continuação da matéria, na página 20, o redator escrevia, abaixo do título “ Triunfo discreto do líder, que ...” sem contar com uma linha média eficiente, os vascaínos deram ensejo a que os cantorrienses lhes oferecessem obstinada resistência”. Mas ressaltava que...” a contusão do jovem centro-médio Orlando, influiu, sem dúvida, na queda de produção do time”. (LEIA SOBRE MANECA, TAMBÉM, NA DATA 28.01.2013).

domingo, 2 de março de 2014

TRAGÉDIA AUTORIZADA PELO AUTORI

O Vasco disputava um amistoso, e vencia o Figueirense, por 2 x 1, no Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis. Por ser um preparativo para o Campeonato Brasileiro, sem valer nada, o técnico cruzmaltino, Paulo Autuori, achou que poderia exagerar. Aos 25 minutos, o zagueiro Renato Silva sentiu um problema muscular e saiu da partida. Como já havia usado todos os reservas, Autuori mandou o volante Wendel, que já havia sido substituído, voltasse ao jogo. O árbitro Edmundo Alves do Nascimento viu aquilo como anarquia e não autorizou a troca. Com um a mais, o Figueirense foi para cima, mas o Vasco se segurou.

sábado, 1 de março de 2014

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS

1 - O Vasco jamais esteve mais tempo do que Flamengo e Fluminense sem ser campeão carioca, como apregoam os torcedores da dupla. Os cruzmaltinos já ficaram de 1959 a 1969 na fila, enquanto os tricolores penaram entre 1925 a 1935 e os rubro-negros de 1928 e 1938. Logo, tudo na mesma sacola.

2 - O pernambucano Manoel Amaro de Lima apitou jogos do Vasco nas datas 18 e 19 de novembro. Na primeira, com goleada cruzmaltina, por 4 x 0, sobre o Botafogo da Paraíba, pelo Campeonato Brasileiro de 1979, no estádio Caio Martins, em Niterói. Na segunda, 10 anos antes, pela marcação do milésimo gol de Pelé, quando ele viu o pênalti que o "Rei do Futebol" cobrou, no Maracanã, em Vasco 1 x 2 Santos.

3 - A mais importante das vitórias que deu ao Vasco da Gama o título de "O Time da Virada" aconteceu em 1949, em São Januário. A rapaziada perdia, por 2 x 0, do Flamengo, seu maior rival, e virou, para 5 x 2. Naquela temporada, o título ficou na Colina, com time invicto e um recorde ainda imbatível: 84 gols em 20 partidas.

4 - Quase todos os grandes craques brasileiros marcaram gols para o Vasco: Leônidas da Silva, Fausto dos Santos, Feitiço, Ademir Menezes, Pelé, Garrincha, Tostão, Amarildo e até Nílton Santos. Este foi em 15 de novembro de 1959, um gol contra, em Vasco 4 x 2 Botafogo, pelo Campeonato Carioca.
5 - Em janeiro de 1957, o time vascaíno viajou até o Peru, onde tinha um bom mercado, para disputar três amistosos. Respectivamente, nos dias 23, 26 e 31, se deu bem em todos eles, mandando 4 x 3 para cima do Deportivo Municipal, e 1 x 0 sobre o Sporting Cristal, ambos pelo Torneio de Lima, e 3 x 1 contra o Universitário, não valendo nada, só um amistosão. A revistas carioca “Manchete Esportiva”, que valorizava muito uma boa fotografia, mostra o zagueiro Orlando encara o atacante Montano, do Universitário.

6 - Para a decisão do título brasileiro de 1983, contra o Fluminense, o técnico vascaíno Edu Coimbra, vestiu, pela manhã, a camisa branca que usava em todas as partidas depois que passou a treinar o Vasco. Nem esqueceu de deixar para fora da camisa a medalha benta de São José que beijaria durante o jogo. Não funcionou. O placar de 0 x 0 deu o título ao adversário.
 
7 - O cabelereiro Paulo César compareceu ao Hotel Atlântico, onde o Vasco estava concentrado, para pintar, com spray vermelho, sobre um fundo branco, uma cruz de malta nos cabelos dos jogadores. Era pra dar Vasco na cabeça. Só o meia Mário e o goleiro Acácio toparam. Acácio disse que queria chegar ao Maracanã com visual de vitória. Paulo César ia sempre à concentração cortar os cabelos dos vascaínos. Da última vez, o Vasco vencera o Uberlândia, em jogo muito difícil.

8 - O meia Lorico viveu por 70 anos, até a madrugada de 20 de dezembro de 2010. Jogador clássico, começou a carreira em 1959, na Portuguesa Santista. Em 1960, já estava no Vasco, ficando por seis temporadas. O próximo time foi a Prudentina, de Presidente Prudente-SP. Seguiu para a Lusa, em 67, ficando nela até 1972. Depois, seguiu rumo ao Noroeste, de Bauru-SP, seu time até 1976. A última parada foi o Botafogo, de Ribeirão Preto, no considerado melhor time da história do “Botinha”, que tinha Sócrates e Zé Mário.
9 - Tempos depois de se consagrar em São Januário, o ponta-direit Catinha trocou a grafia do seu apelido, para Katinha,com “K”, dava mais status do que o “C”. Registrado como Elcir Andrade Branco, ele foi cria do Atlético-PR, desde os 11 anos de idade, e teve uma passagem de apenas 28 jogos pelo Avaí-SC. Em sua estreia com a camisa cruzmaltina, em 1979, contra o Flamengo, fez o cruzamento para o segundo tento a moçadas, na partida em que o Vasco botou o “Urubu” pra voar. Depois de deixar a Colina, Katinha defendeu o Ceará Sporting, o Joinville-SC e o Fortaleza-CE, pelo qual parou, em 1997.

10 - Roberto Dinamite disputou uma Copa do Mundo e esteve em outro, como reserva, sem entrar em campo. Por sinal, o massagista Santana tirava um sarro com ele, dizendo que precisou fazer uma trabalho para o lateral-direito Zé Maria sofrer um problema "joelhar", e o atacante Nunes um "tornozelar", durante os treinos, para garantir-lhe a vaga no Mundial-1978. Roberto cheogu a Mar del Plata, local dos jogos iniciais, como reserva. Após 1 x 1 Suécia e 0 x 0 Espanha, entrou no 1 x 0 Áustria para marcar o gol que classificou a Seleção Brasileira à fase seguinte. Em 1982, ganhou a convocação às vésperas da Copa da Espanha começar, devido a contusão de Careca. Quando foi informado, Roberto disputava o primeiro tempo de um amistoso Vasco x Taguatinga, em Taguatinga-DF.