Vasco

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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

CORREIO DA COLINA - TONINHO VANUSA

"Nunca mais ouvi falar do Toninho Vanusa, que defendeu o time do Vasco, nos anos 80. Foi um dos  meias que mais agradaram jogando pelo Goiás Esporte Clube, o meu time. Muitos diziam que ele era lento e não marcava. Mas compensava isso. Bola no pé dele tinha endereço certo. Era bom armador. No futebol carioca, sou vascaíno" Adaílton Alves Júnior, de Alvorada do Norte-GO.
aAmigo Dadál!  Antônio José dos Santos, o Toninho Vanusa, deixou este mundo em 2009, quando contava 53 temporadas por este planeta. O Vasco foi buscá-lo no Palmeiras, em 1979.  Leão; Paulinho, Abel, Geraldo e Marco Antônio; Helinho, Carlos Alberto Garcia e Toninho Vanusa; Wilsinho (Paulinho I), Roberto Dinamite e Osnir foi uma da formações em que ele entrou, naquela temporada vascaína. Depois, passou pelo Náutico-PE. O  seu Goiás foi o antepenúltimo time dele, que jogou, ainda pelo Juventus-SP e o mineiro Uberaba, em seu fim de linha, em 1987.
Toninho Vanusa não ganhou este apelido por gostar das músicas da cantora Vanusa Santos Flores (hoje, com 67 anos de idade). Sucessos como "Manhãs de Setembro" não fizeram a cabeça do ex-vascaíno, que era mais chegado a um sambinha. O apelido foi por causa da sua amizade com o companheiro De Rosis (Rui Sérgio Gomes de Rosis), desde os tempos de juvenis palmeirenses. Como os cabelos da dupla eram claros, a rapaziada não perdeu a oportunidade: apelidou um de Vanderléa e o outro de Vanusa.  Em 1974, Toninho Vanusa fez parte da Seleção Brasileira de Juniors, que conquistou o título do francês Torneio de Cannes. (foto reproduzida de álbum de figurinhas. Agradecimento à jornalista Juliana Costa, pela ajuda na pesquisa).
 
I never heard of Tom Vanusa, who played for Vasco. Was one of the socks that pleased longer defending the Goiás Esporte Clube, my teams. Many thought he was slow and poorly marker. But compensated. Ball on his foot had right address. It was good owner. In Rio football, am vascaíno "Adaílton Alves Junior, Daybreak North-GO.
Dadál friend! Antonio José dos Santos, Toninho Vanusa, left this world in 2009, with 53 seasons for this planet. Vasco picked him up at Palmeiras in 1979. Lion; Paulinho, Abel, Geraldo and Mark Antony; Helinho, Carlos Alberto Garcia and Tom Vanusa; Wilsinho (Paulinho I), Roberto Dynamite and Osnir was a training he entered, that season Vasco. After we passed the Nautical-PE. He played also by Juventus-SP and the mining Uberaba, in its finish line in 1987.
Toninho Vanusa not earned this nickname because he liked the songs of the singer Vanusa Santos Flores (now 67 years old). Hits like "September Morning" did the head of the former Vasco, who was closer to a samba. The nickname was because of his friendship with fellow De Rosis (Rui Sergio Gomes de Rosis), from Palmeiras youth times. As the duo's hair was fair, the guys did not miss the opportunity: dubbed a Vanderlea and the other of Vanusa. In 1974, Tom Vanusa was part of the Brazilian National Juniors, who won the title of French Cannes Tournament. (photo reproduced in sticker album. Thanks for the journalist Juliana Costa, for his help in the search). 
 

 

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

CORREIO DA COLINA - VASCO X SPORTING

Vascaínos e sportinguistas estão em cima do muro....
"Sou filho de portugueses. Meu pai, ainda forte e vendendo saúde, aos 87 de idade, com 37 netos e 8 bisnetos, se diz torcedor do Sporting. Aqui no Brasil, ele é Vasco, claro, bem como todos os descendentes dele. Tivemos o cuidado de não deixar nenhum ser ovelha tonta da família. Quantas vezes os dois times já se enfrentaram, e quem ganhou mais?  "Manuel Antunes", de Samambaia-DF.                                                  Prezado Manu! O seu nome não nega. "Brasilguês" da cepa! E parabéns à sua família por ter garantido  torcida vascaína dentro da prole. Mas o que o seu pai veio fazer no DF, rapaz? Não me diga que foi candango, vendeu muito pão à galera que construía a cidade!                                                                  O seguinte é o seguinte: Vasco e Sporting já se pegaram em 14 oportunidades, com seis vitórias para cada lado e dois empates. Portanto, a irmandade lusitana rolou por aí, desde 22 de julho de 1928, quando a colônia portuguesas trouxe o Sporting a São Januário, para um amistoso que terminou, para o em das duas nações, com aquele 1 x 1 "sem-vergonhão" no placar. Três temporadas depois, o Vasco fez a sua primeira partidas contra os sportinguistas, "no Lisboa", mais precisamente em 2 de agosto de 1931, e goleou, por 4 x 1. 

... nos 14 compromisso em que já estiveram frente a frente
O Sporting levou 30 anos para vencer o Vasco. Aconteceu em 31 de maio de 1958, na casa dele. O último pega deu-se em 31 de julho de 1966 e, daquela vez, o Vasco  colecionou uma "Tragédia da Colina". Voltou de Portugal trazendo 0 x 4 na bagagem. No entanto, na partida mais importante do confronto, em 1º de julho de 1951, em um domingo, no Maracanã, a "Turma da Colina" mandou 5 x 1, pela Copa Rio, uma espécie de Mundial da época, embora não reconhecido pela FIFA. 
As fotos que você são do amistoso de 10 de junho de 1956, em terras lusas, quando o  Vasco mandou 3 x 2, com "golos" de Vavá (2) e de Sabará. O treinador era Martim Francisco e o time teve:  Hélio, Paulinho de Almeida, Haroldo, Orlando e  Coronel; Sabará, Valter Marciano, Vavá (Ademir Menezes), Livinho (Artoff) e Djayr.  (fotos reproduzidas de Manchete Esportiva).
 
2 - "Apostei com o meu compadre Luís Carlos que o último campeão mundial de 1958 a encerrar a carreira foi o vascaíno Vavá. Ele sustenta ter sido o Pelé. Estamos procurando pela Internet, mas ainda não encontramos a resposta. O senhor sabe quem foi?" Marivaldo Francisco dos Santos, de Brasilinha de Goiás.                                                          
      Grande Mari! Nenhum e nem outro. Quem apostar contigo e com o seu compadre vai se dar bem. Vocês dois são iguais ao rebaixado Botafogo, isto é, "ponto certo" para o adversário. O seu chegado andou mais perto do que você do mapa da mina, pois o "Rei do Futebol" só despediu-se da bola, profissionalmente, em 1º de agosto de 1977, quando defendia o Cosmos, nos Estados Unidos.          
Mazzola nos tempos de Palmeiras
     O "Kike", porém,  não considera este lance do "Rei", pois ele havia aposentado-se  em 2 de outubro de 1974, no meio de um jogo Santos x Ponte Preta. Colocou o pijama e foi pra casa descansar.  Voltou a correr atrás da "maricota" um ano depois.Enquanto isso, o glorioso José João  Alfatini, o Mazzola, consagrado pelo Palmeiras (foto) foi além do pega do "Peixe" contra a "Macaca", naquela 02.10.1974, na Vila Belmiro. Rolou a pelota até 1980, quando defendia um time italiano chamado Mendrisio.     De sua parte, Vavá, que barrou Mazzola durante a Copa do Mndo-1958, na Suécia, parou em 1969, quando era da Portuguesa-RJ, aquele time apelidado por A Zebra da Ilha do Governador".     
   A confusão que você faz em torno da aposentadoria do eterno vascaíno Edvaldo Izídio Neto pode estar ligada ao fato de ter lido que o "Leão da Copa" fora para um time espanhol, chamado Granada, em 1978. Mas a ida era como treinador. O certo seria você apostar que Vavá foi o último vascaíno campeão mundial a pendurar as chuteiras. OK?  DETALHE: o "Kike"´, blog rigorosamente cruzmaltino, só publica esta foto do Mazzola por ter almoçado junto com ele, em 2008, e ficado amigo do cara , que deixou telefone e endereço dele na Itália. Até convidou para uma visita. Em retribuição, pelo Natal daquele ano, lhe foi enviado uma revista que ele procurava, sobre a Copa-58. Explicado?    

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

VAVÁ MARCOU GOL MAIS CARO DO BRASIL

Só 45 minutos foram suficientes para Vavá deixar sua marca na rede chilena
A Confederação Brasileira de Desportos-CBD, atual Confederação Brasileira de Futebol-CBF,  comemorou o segundo aniversário da conquista da Taça Jules Rimet-1958, com um amistoso, no Maracanã, em que os canarinhos golearam os chilenos, por 4 x 0.
O jogo foi assistido pelo presidente da república, Juscelino Kubitscheck, e marcou um fato inusitado na história da bola brasuca: o gol mais caro da trajetória do futebol brasileiro. Custou Cr$ 111 mil e 111 cruzeiros.
 O tento foi marcado pelo ex-vascaíno Vavá,  aos .. do primeiro tempo. Para tê-lo em seu caderninho de anotações, a CBD pagou Cr$ 50 mil cruzeiros, por um seguro no valor de Cr$ 5 milhões de cruzeiros, para o glorioso  Edvaldo Izídio Neto participar da festividade.  Afinal, ele fora figura importantíssima durante a campanha na Suécia. Vavá, como todo cruzmaltino sabe, havia sido negociado, com o espanhol Atlético Madrid,  meses depois do Mundial. Ele foi o primeiro atleta brasileiro jogando no exterior a ser convocado para defender o escrete nacional.   

The Brazilian Confederation of Sports-CBD, current Brazilian Football Confederation-CBF, celebrated the second anniversary of the conquest of the Jules Rimet Trophy-1958 with a friendly match at Maracanawhere canarinhos thrashed Chileans, for 4 x 0. game was attended by President of the RepublicJuscelino Kubitschekand marked an unprecedented event in the trajectory of the ball brasucathe most expensive goal in the history of Brazilian footballCr cost $ 111 thousand and 111 cruises and was marked by former vascaíno Vavathe .. the first time. To have it in his small notebook, the Cr CBD paid $ 50 thousand cruises by insurance in the amount of Cr $ 5 million cruise to the glorious Pippa Izidio Neto attend the festival. After allhe had important figure during the campaign in SwedenVavaas cruzmaltino all know, had been negotiated with the Spanish Atletico Madridmonths after the World CupIn that gamethey only played for 45 minutes, he became the first Brazilian athlete playing abroad to be summoned to defend the national escrete.



A Confederação Brasileira de Desportos-CBD, atual Confederação Brasileira de Futebol-CBF,  comemorou o segundo aniversário da conquista da Taça Jules Rimet-1958, com um amistoso, no Maracanã, em que os canarinhos golearam os chilenos, por 4 x 0.
O jogo foi assistido pelo presidente da república, Juscelino Kubitscheck, e marcou um fato inusitado na história da bola brasuca: o gol mais caro da trajetória do futebol brasileiro. Custou Cr$ 111 mil e 111 cruzeiros.
 O tento foi marcado pelo ex-vascaíno Vavá,  aos .. do primeiro tempo. Para tê-lo em seu caderninho de anotações, a CBD pagou Cr$ 50 mil cruzeiros, por um seguro no valor de Cr$ 5 milhões de cruzeiros, para o glorioso  Edvaldo Izídio Neto participar da festividade.  Afinal, ele fora figura importantíssima durante a campanha na Suécia. Vavá, como todo cruzmaltino sabe, havia sido negociado, com o espanhol Atlético Madrid,  meses depois do Mundial. Ele foi o primeiro atleta brasileiro jogando no exterior a ser convocado para defender o escrete nacional.   



terça-feira, 2 de dezembro de 2014

TREMENDA TABELA COM O REI PELÉ

1 - A gravadora RGE acabara de colocar na praça, em 1964, o primeiro compacto simples de (vinil), de Erasmo Carlos, com as músicas "Terror dos Namorados" e "Jacaré". Pouco depois, ele foi divulga-lo em São Paulo, pois  no Rio de Janeiro, o futuro "Tremendão" não conseguia emplacar. Aos seus shows, só iam ele e os garçons do estabelecimento. 


Erasmo Carlos, reproduzido de www,netvasco.com.br
2 - Estava Erasmo em "Sampa", quando o "disckjoquei" Ademar Dutra convidou-o a se apresentar em uma boate de Santos. Usando só um violão, ele cantava, além das duas músicas já citadas, dois sucessos de Roberto Carlos – "Parei na Contramão" e "Splish Splash" –,  alguns sambinhas e alguns rocks. Estava, então, o show rolando, quando Erasmo cantou "Moleque Trinta", que terminava fazendo referência a Pelé.

3 - O que aconteceu? Pelé estava escondidinho, num cantinho da boate, com uma namorada, e achou interessante a letra da música. Avisado, Erasmo foi falar com o "Rei". Ao se abraçarem, o "Tremendão" foi desatando: 

4 - "Eu estava no Maracanã (junho de 1957) e vibrei com três gols seus, com a camisa do Vasco (Torneio Internacional do Morumbi), naquele jogo (do Combinado Vasco/Santos, contra (os portugueses) os Belenenses. Quando se encontrou com Roberto Carlos, Erasmo não perdeu tempo. Foi logo contando: "Bicho! Sabe quem foi ao meu show? O Pelé!" 



A Confederação Brasileira de Desportos-CBD, atual Confederação Brasileira de Futebol-CBF,  comemorou o segundo aniversário da conquista da Taça Jules Rimet-1958, com um amistoso, no Maracanã, em que os canarinhos golearam os chilenos, por 4 x 0.
O jogo foi assistido pelo presidente da república, Juscelino Kubitscheck, e marcou um fato inusitado na história da bola brasuca: o gol mais caro da trajetória do futebol brasileiro. Custou Cr$ 111 mil e 111 cruzeiros.
 O tento foi marcado pelo ex-vascaíno Vavá,  aos .. do primeiro tempo. Para tê-lo em seu caderninho de anotações, a CBD pagou Cr$ 50 mil cruzeiros, por um seguro no valor de Cr$ 5 milhões de cruzeiros, para o glorioso  Edvaldo Izídio Neto participar da festividade.  Afinal, ele fora figura importantíssima durante a campanha na Suécia. Vavá, como todo cruzmaltino sabe, havia sido negociado, com o espanhol Atlético Madrid,  meses depois do Mundial. Ele foi o primeiro atleta brasileiro jogando no exterior a ser convocado para defender o escrete nacional.   


Só 45 minutos foram suficientes para Vavá deixar sua marca na rede chilena
The Brazilian Confederation of Sports-CBD, current Brazilian Football Confederation-CBF, celebrated the second anniversary of the conquest of the Jules Rimet Trophy-1958 with a friendly match at Maracana, where canarinhos thrashed Chileans, for 4 x 0. game was attended by President of the Republic, Juscelino Kubitschek, and marked an unprecedented event in the trajectory of the ball brasuca: the most expensive goal in the history of Brazilian football. Cr cost $ 111 thousand and 111 cruises and was marked by former vascaíno Vava, the .. the first time. To have it in his small notebook, the Cr CBD paid $ 50 thousand cruises by insurance in the amount of Cr $ 5 million cruise to the glorious Pippa Izidio Neto attend the festival. After all, he had important figure during the campaign in Sweden. Vava, as cruzmaltino all know, had been negotiated with the Spanish Atletico Madrid, months after the World Cup. In that game, they only played for 45 minutes, he became the first Brazilian athlete playing abroad to be summoned to defend the national escrete.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

VAVÁ EM CAMPO E PELÉ NO BANCO

Durante a fase de preparativos para Copa do Mundo de 1958, na Suécia, a Seleção Brasileira disputou dois amistosos com o Paraguai. No primeiro, em 4 de maio, no Maracanã, valendo a Taça Oswaldo Cruz, goleou, por 5 x 1. Neste, o pernambucano vascaíno Edvaldo Izidio Neto (foto) deixou uma bola no filó – Zaglo (2), Dida e Pelé fizeramos outos. E o detalhe: Pelé ficou no banco dos reservas, entrando a etapa final. No segundo jogo duelo, quatro dias depois, no Pacaembu, em São Paulo, ninguém mexeu no placar. O escrete nacional, armado pelo treinador Vicente Feola, para o pega no "Maraca", contou com: Gilmar, .De Sordi e Bellini; Zózimo, Dino Sani e Oreco; Joel Martins, Didi, Vavá, Dida (Pelé) e Zagallo. No estádio paulistanos, a formação foi a mesma, com Moacir substituindo Didi, durante o decorrer da pugna.    
During the preparations for the 1958 World Cup in Sweden, the Brazilian team played two friendlies with Paraguay. In the first, on 4 may, in Maracanã, paying Oswaldo Cruz Cup, thrashed, 5 x 1 In this, the vascaíno Pernambuco Pippa Izidio Neto (pictured) has left a ball in tulle - Zagallo (2), Dida and Pelé we had done others. And the detail: Pelé was on the bench of reserves, entering the final stage. In the second game duel, four days later, on Pacaembu in Sao Paulo, nobody budge on the scoreboard. The national escrete, coach Vicente Feola by armed, to handle the "Maraca" featured: Gilmar, De Sordi and Bellini; Zózimo, Dino Sani and Oreco; Joel Martins, Didi, Vava, Dida (Pelé) and Zagallo. In São Paulo stadium, the training was the same, with Moacir replacing Didi, during the course of the struggle.