Vasco

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

A BELA DO DIA DO KIKE - JOANA

Calma, companheiro! Não é uma extraterrestre e nem fera mulher saída das profundezas dos oceanos. Simplesmente, a nadadora Joana Maranhão, em um futuristas anúncio comercial feito, em 2007, para a operadora de telefonia Oi. Na verdade, esta pernambucana, nascida em Recife, é feríssima, mesmo! Começou a nadar aos três anos de idade e, aos 12, já estava disputando os Jogos Pan-Americanos, na canadense Winnipeg. Aos 11, venceu a prova dos 400 metros livres, com 5min08seg44, e os 200 m medley, com 2,om45seg.02, durante o Festival CBDA-Correios Norte-Nordeste, de 1988. Portanto, a garota certa para este anúncio. Confere?

Calm down, mate! There is an extraterrestrial woman nor beast out of the depths of the oceansSimply, the swimmer Joanna Maranhaoin a futuristic commercial announcementin 2007to telephone operator Hi Actuallythis Pernambucoborn in Recifeis feríssima evenStarted swimming at the age of three and at 12was already disputing the Pan American Games in Winnipeg CanadianAt 11, she won the event the 400 m freestylewith 5min08seg44aand 200 m medley, 2, om45seg.02 during the CBDA Post-North-Northeast, 1988.Portanto Festivalthe right girl for this listingGives?

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

THALLES "ELETRILIZA" CANARINHOS SUB-20

 Com dois gols do vascaíno Thalles, a Seleção Brasileira Sub-20 goleou o Peru, hoje, no Estádio Centenário, em Montevidéu, no Uruguai, por 5 x 0. O jogo valeu pela quarta rodada do Campeonato Sul-Americano da categoria.
"No primeiro tempo, eles fizeram uma boa marcação. Estávamos com dificuldade, mas o (treinador) Alexandre Gallo foi feliz nas mudanças... Fizemos um excelente jogo... temos chances de conquistar o título e iremos em busca dele..." - afirmou Thalles, ao Sportv.

O site www.esporte.uol.com.br apontou o vascaíno como destaque na partidas. "Melhor: Thalles – O atacante do Vasco entrou na partida no intervalo, na vaga de Lucas Evangelista, e deu tranquilidade para a seleção brasileira. Foram dois belos chutes que deram a larga vantagem para a equipe de Gallo".

Clique aqui e confira os gols de Thalles contra o Peru:
 
Aos 11 minutos do segundo tempo, Nathan rolou a bola, na entrada da área, para Thalles bater para o canto direito da trave defendida pelo goleiro Prieto. Aos 17 minutos, Thalles bateu forte, de fora da área, novamente para o mesmo canto. Antes, eles havia marcado contra a Colômbia.
Com a contribuição de Thalles, os brasileiros estão classificados para o Mundial-Sub-20, na Nova Zelândia, juntamente com Argentina, Colômbia e Uruguai.
Os resultados brasileiros já foram:  Brasil 0 x 0 Uruguai;  Brasil 2 x 0 Paraguai; Brasil 0 x 0 Argentina; Brasil 2 x 1 Colômbia e Brasil 5 x 0 Peru. O próximo jogo será no domingo, contra a Colômbia.

https://www.youtube.com/watch?v=I1fnQ6NyYdk

Imagens da foto e filme dos gols marcados por Thalles Lima reproduzidos do site oficial do Vasco da Gama,  www.crvascodagama.com.br. Agradecimento.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

O VASCO É UM TIME MAUITO ANIMAL

O Vasco é um clube do reino animal.  Já teve jogadores com apelidos terríveis, casos de Amarildo “Possesso”, Paulinho “Piranha”, Edmundo “Animal” e Bellini “Boi”. além de um com sobrenome verdadeiramente selvagem, Leão". Vamos conferir. 
ANIMAL  - Edmundo Alves de Souza, carioca, nascido em 2 de abril de 1971, era vascaíno, e não escondia de ninguém. Passou pela Colina, em três ocasiões: de 1990 a 1992; de 1996 a 1997, e de 1999 a 2000. Na década-1990, foi o principal  jogador do clube.
O apelido famoso foi inventado pelo locutor Osmar Santos, que assim chamava os jogadores que comiam a bola nas rodadas de domingo do futebol paulista. Não pegou, por exemplo, com o goleiro Zetti, e o lateral Cafu. Só com Edmundo colou, quando o Vasco o negociou com o Palmeiras, pelo qual jogou entre (1993/1995.
Quando trocou o Palmeiras, pelo Flamengo, em 1995, Edmundo teve o apelido mantido, mas nem tanto quando foi emprestado ao Corinthians, em 1996, pois estava vivendo um inferno astral. Passando pelos italianos Fiorentina ((1998 a 1999) e Napoli (2000), o apelido ficou esquecido. No mesmo 2000, no Santos, e em 2001, no Cruzeiro, as duas torcidas pouco falavam nele, da mesma forma que no japonês Kashima Reysol (2002/2003). Em sua passada pelo Fluminense (2004), até que se falou em “Animal.”. Mas no Nova Iguaçu-RJ (2005) e no Figueirense-SC (2005), o apelido já não tinha tanta força. E nem na volta ao Palmeiras em 2006. Mas, para a torcida do Vasco, o cara era mesmo um ‘Animal”.  
Edmundo, claro, que jogou o seu “futebol animal”, também, pela Seleção Brasileira, inclusive durante a Copa do Mundo-1998, com duas partidas, uma vitória e uma queda. Ao todo, esteve canarinho por 39 vezes , com 25 vitórias, oito  empates, seis pisadas na bola e  10 gols marcados. Colecionou os títulos da Copa da Amizade-1992; Copa Stanley Rous-1995 e da Copa América-1997.

POSSESSO - Veja bem! O apelido de “Possesso” para o bicampeão mundial Amarildo Tavares Silveira não é criação da torcida cruzmaltina, não. Isso começou com o locutor Waldir Amaral, pela Rádio Globo do Rio de Janeiro, porque o atacante era muito irrequieto, e  foi sendo propagado pela torcida do Botafogo, pelo qual o cara jogava, no início da década de 1960.
Nascido em Campos-RJ, em dia 29 de julho de 1940, Amarildo só foi um vascaíno entre 1973 e 1974, em seu final de carreira, quando veio do futebol italiano. Antes, já havia passado por Goytacaz, de sua terra, entre 1956 e 1957; Flamengo, em 1958; Botafogo, de 1959 a 1963; Milan (ITA), de 1963 a 1967; Fiorentina (ITA), de 1967 a 1971, e Roma (ITA), de 1971 a 1972. Seu grande momento foi na Copa do Mundo-1962, no Chile, quando substituiu o contundido Pelé, marcou gols importantíssimos e virou herói. Por sinal,  só disputou aquele Mundial, tendo feito quatro jogos e vencido todos. Marcou três gols, dois na vitória, por 2 x 1, sobre a Espanha, e um contra a Techecoeslováquia, nos 3 x 1 da final.
Amarildo totalizou 25 jogos apela Seleção Brasileira, vencendo 17, empatando três, perdendo cinco e totalizando nove gols. Foram 22 jogos conta seleções nacionais, com 15 vitórias, três empates, quatro derrotas e sete gols marcados. Seus títulos foram os das Taças Oswaldo Cruz-1961/1962; Taça Bernardo O'Higgins-1961 e da Copa do Mundo-1962.
 
Paulinho de Almeida
PIRANHA – Foi o apelido do lateral-direito Paulinho de Almeida, em cuja certidão de nascimento não constava o “de”,  inventado pela imprensa carioca. Surgiu em seus inícios de carreira, quando vestia a camisas do gaúcho Internacional. Chegava junto, assombrando os adversários.  Quando foi para São Januário, o apelido gaúcho não vingou no futebol carioca, ainda mais porque ele jamais revelou-se um marcador violento, desleal. 


Bellini
BOI – Este era um apelido só de “consumo interno”. Com os colegas viam o então zagueiro central Bellini treinando e jogando com uma força impressionante, passaram a comparar o seu trabalho ao de um boi. Como se sabe, na década de 1950, no auge de Bellini, os bois eram usados nas fazendas do interior do país não só parta o abate, mas para transporte de carga, moagem de cana-de-açúcar, etc. Nenhum locutor chamava o capitão cruzmaltino pelo apelido entre colegas. 

LEÃO - Foi goleiro cruzmaltino entre o segundo semestre de 1978 a 1980. Nascido em 11 de julho de1949, Emerson Leão é da paulista Ribeirão Preto. E foi o goleiro brasileiro que mais disputou Copas do Mundo - 1970, 1974, 1978 (capitão) e 1986 –, tendo sido campeão na de 70, no México, na reserva, sem jogar. Não jogou também na de 1986, novamente no México. Mas, na Alemanha, em 1974, e na Argentina, em 1978, entrou em 14 partidas, obtendo 7 vitórias, 5 empates  e 2 derrotas, sofrendo 7 gols. Totalizou 105 jogos canarinhos, com 64 vitórias, 30 empates, 11 derrotas e 69 gols sofridos. Contra seleções nacionais, foram 81 jogos, com 46 vitórias, 25 empates, 10 derrotas e 54 gols sofridos. Contra clubes e combinados, Leão fez 24 jogos, vencendo 18, empatando cinco e perdendo um. Neles, sofreu 15 gols. Os títulos de Leão pela Seleção foram: Copa do Mundo-1970; Copas Rocca-1971 e 1976; Taça Independência-1972; Torneio Bicentenário de Independência dos Estados Unidos-1976; Taça do Atlântico-1976 e Taça Oswaldo Cruz-1976.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

A MUSA CRUZMATINA DE HOJE


O "Kike" a viu encantando a página eletrônica do amigo vascaíno www.joãoandreneto.blogspot.com, pela qual ele se refere à modelo como "colírio". Realmente, um colírio para todo torcedor da "Turma da Colina". Pena que o nome da lindíssima morena não consta abaixo da foto reproduzida. Por favor, vascaíno João André, informe a graça da beleza brasileiríssima, para a rapaziada saber. Estamos esperando! Saudações vascaínas, galera! ...

"Kike Ball" muse cruzmaltina saw this on the website vascaíno www.joãoandreneto.blogspot.com friend, in which he refers to the model as "eyewash" the. Really, an eyewash. For every fan of "Class of the Hill." Too bad the name of the beautiful brunette does not appear below the photo reproduced. Please vascaíno John André, please grace the very Brazilian beauty, to know the guys. We are waiting! Vascaínas Regards, guys!
   

domingo, 1 de fevereiro de 2015

HISTORI&LENDAS DA COLINA - REPETECO

 1  - Curiosamente, Vasco da Gama 3 X 3 Botafogo, amistosamente, foi um placar que repetiu-se em 1925 e em 1926, no mesmo local, o estádio das Laranjeiras. No primeiro, Fernandez, Russinho e Surica (contra), marcaram para o "Almirante", enquanto Torterolli, Tatu e Dininho foram os batedores na rede na segundo igualdade dos 30 de outubro. Respectivamente, fora os quarto e sétimo amistosos entre os dois time, de um total de 17, com 11 triunfos vascaínos, três empates e três escorregadas. No primeiro, o "Almirante" cravou 2 x 1, em  18 de janeiro de 1925. 

2 - Está registrado, também, nos 30 de outubro, vitória da Turma da Colina sobre os botafoguenses cruzmaltina na mesma data:  3 x 2,  já na "Era Maracanã", pelo Campeonato Carioca-1955, com o paraguaio Parodi e os paulistas Sabará e Pinga comparecendo ao filó. Flávio Costa era o treinador desta formação: Hélio, Paulinho de Almeida e Haroldo: Orlando, Laerte e Beto; Sabará, Valter Marciano, Vavá, Pinga e Parodi.

3 - A ida de Tostão, para o Vasco, marcou a maior transação do futebol brasileiro: Cr$ 3,5 milhões de cruzeiros, bancados pelo Banco Pinto de Magalhães (Afonso Pinto de Magalhães), Casas Sendas(Arthur Sendas) e o ex-presidente vascaíno João Silva, rico comerciante português. O craque desembarcou na Colina ema 15 de abril de 1972, recebido no aeroporto do Galeão por mais de 10 mil torcedores. Estreou em 7 de maio da mesma temporada, com 1 x 1 Flamengo, e só ficou um ano em São Januário, devido o problema na vista esquerda, surgido em 1969, quando uma bolada deslocou a sua retina.


4 - Tostão esteve por 45 jogos cruzmaltino, marcando seis gols, o último em Vasco 1 x 0 Flamengo, no 10 de fevereiro de 1973, valendo a Taça Erasmo Martins Pedro. A última partida foi em 27 de fevereiro de 1973, contra os Argentinos Juniors. Em seguida, viajou para Houston, nos Estados Unidos, para ser examinado pelo médico Roberto Abdalla Moura, que determinou o final de sua carreira. Em 17 de maio, teve seu contrato rescindido com o Vasco, que queria ser indenizado pelo prejuízo, enquanto ele desejava receber as parcelas ainda não pagas das luvas, o que ganhou, depois de muita briga na justiça.
Tostão viveu a sua melhor fase, entre 1963 e 1972, disputando 383 jogos e marcando 242 gols pelo Cruzeiro-MG, do qual é o maior artilheiro e pelo qual foi campeão estadual em 1965/66/67/69/60/1972