A maioria dos atletas formados pelos alviverdes pelos inicios do futebol profisisional alviverde foram trabalhados pelo treinador Jaime Sousa dos Santos, um baiano, de Juazeiro e que era o responsável pela base do Periquitão. Ele subiu ao time A, em 1978, e passou tempos subindo e descendo, pois era o que se apelidava por "móveise utensílios da casa".
Quando garoto, Jaime tentou ser goleiro do time de um colégiode freiras, em Bom Jesus da Lapa, mas sofreu uma pancada grave em um dos joelhos e não deu mais pra ser atleta. Então, aconteceu de ser auxiliar-atécnico do comandante (Dozinho) do time juvenil do Flanável (organizado pela turma da antiga Comissão do Vale do São Francisco). Coo o Dozinho era, também, centroavante do time principal e pintou convite para jogar peloVitória (de Salvador), sobroui a vaga pra ele, que havia passado pela escolinha do time.
A experiêcia adquirida no Flanável levou Jaime para o time adulto do Milícia, time da PM de Juazeiro. Fez trabalho elogiável e foi levado pelo Olaria, um dos principais times da cidade. Ao ganhar quadrangular contra times (amadores, é claro) de Salvador. Feira de Santana e Vitória da Conquista, despertou o interesse do Veneza, outro grande juazeirense, e conquistou o Torneio Início da Liga Municipal. Já era 1965 e o sucesso em sua terra o fez tenta-lo, tmbem, no Gama (cidade-satélite de Brasília). Se enturmou com a moçada da Associação Atlética Mariano (futuro Planalto) e não demorou a ser o trineinador do time que seria uma das bases da Sociedad Esportiva do Gama.
Nesta sua nova fase na carreira, Jaime foi campeão amadora gamense-1967/68 e vice-campeão amador candango. Nesta disputa, venceu o Brasília (time deTaguatinga), por 2 x 1 na final, mas perdeu o título no saldo de gols. Perdeu no regulamento, mas teve seu trabalho reconhecido pela Sociedade Esportiva do Gama, que tirou do Planalto. E, rápido, foi campeão gamense infanto-jvuernil e juvenil-B, pela Organização dos Esportes do Gama, e vice candango, em 1976; Em 1977/78 tornou-se vice e em 19879 capeão brasiliense juvenil, pela Federação Metropolitana de Futebol. Depois disso, ficu subindo e descendo do time A alviverede, sem demérito. Comdndava a bvase e segurava a barra no time A, quando um treinador caía e um outro demorava a chegar.
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